Soja bate em R$ 117,50 nos portos para setembro com dólar em alta

Segundo a consultoria Safras, a movimentação melhorou, mas ainda segue limitada pela falta de oferta. Cerca de 100 mil toneladas trocaram de mãos.

Com o dólar se aproximando da casa de R$ 5,50, os preços da soja subiram de forma generalizada nesta sexta-feira, 27, e a saca chegou a bater em R$ 117,50 nos portos para entrega em setembro. “A movimentação melhorou, mas ainda segue limitada pela falta de oferta. Cerca de 100 mil toneladas trocaram de mãos”, informa a consultoria Safras.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 110 para R$ 112. Na região das Missões, a cotação avançou de R$ 109 para R$ 111. No porto de Rio Grande, o preço passou de R$ 113 para R$ 115.

Em Cascavel, no Paraná, o preço aumentou de R$ 106,50 para R$ 108,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca subiu de R$ 113 para R$ 115.

Em Rondonópolis (MT), a saca avançou de R$ 102 para R$ 106. Em Dourados (MS), a cotação passou de R$ 102 para R$ 104. Em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 100 para R$ 103,50.

Informe do Canal Rural.

Em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras a soja balcão valia ontem R$87,67 a saca de 60 kg, com o significativo aumento de 3,95%.

Que dia! Grande dia! Mais 47 mil pessoas contaminadas pelo Covid-19.

O Brasil teve o segundo dia com maior número de novos casos de covid-19 registrados no balanço divulgado hoje (26) pelo ministério da Saúde. Foram 46.860 pessoas infectadas adicionadas às estatísticas.

Se as estatísticas estão certas, que 5% dos contaminados morrem, teremos em poucos dias mais 2.500 mortes.

A eugenia está dando certo: vamos nos livrar de velhos, pobres e dependentes da Saúde do Estado.

Hitler não matou 6 milhões de judeus, ciganos, homossexuais e aleijados? Então o que significam 200/300 mil mortes no Brasil?

Nada, não é sr. Presidente? Deixe lá o General de Brigada tocar a banda. Talvez ele ganhe a quarta estrela ao se aposentar.

Hoje morreram mais 1.055 brasileiros, somando um total que passa de 56 mil, mas teremos, ainda esta semana, um sanfoneiro tocando “Ave Maria” numa live com o Nosso Alecrim Dourado, o Gênio da Raça, a Manifestação Divina neste Vale de Lágrimas.

Pior pensar que ainda temos 60 dias, julho e agosto, até este jovem Napoleão de Hospício ser convidado a pegar o seu chapeuzinho de bico e cantar em outra freguesia.

 

Tic-tac: Queiroz negocia delação premiada e pode derrubar o Clã.

Os advogados de Fabrício Queiroz, pivô de escândalos com a família Bolsonaro, estariam negociando uma delação premiada com o Ministério Público do Rio de Janeiro, informam o Blog do Esmael e a CNN Brasil

A maior preocupação de Queiroz seria com sua família. Ele quer garantias de proteções no processo para a mulher, Márcia Aguiar de Oliveira, que está foragida, e para as filhas, Nathalia e Evelyn.

O caso das rachadinhas é grave e pode por fim à carreira política do senador Flávio Bolsonaro, mas há suspeitas de que Queiroz tenha informações sobre outros possíveis crimes do clã Bolsonaro.

Todas são investigadas no “esquema da rachadinha” que havia no gabinete de Flávio Bolsonaro quando era deputado estadual do Rio de Janeiro. Queiroz também pede para cumprir uma possível pena em prisão domiciliar.

Xarabá, mermão! Como diz Madame Almerinda. Segundo ela, nuvens negras se aproximam na sua bola de cristal smart 4k.

Bernie Sanders quer 10% do orçamento militar aplicado no social.

Os Estados Unidos aplicam quase 750 bilhões de dólares nas forças armadas em geral. Cerca de 3.9 trilhões de reais, mais que a metade do PIB Brasileiro, de R$ 7,3 trilhões em 2019. Os 10% propostos por “Birdie” seriam 75 bilhões de dólares ou 400 bilhões de reais, mais do que tudo que o Brasil vai gastar em auxílio emergencial, auxílio às empresas, aos bancos, aos municípios e Estados durante toda a ocorrência da pandemia.

Os norte-americanos estão deixando de novo um grande presidente de lado e elegendo aquela porcaria do Biden. Ou pior: repetindo Trump, um desastre.

Prefeitura de Formosa realiza 2ª etapa do auxílio-alimentação para famílias de alunos em vulnerabilidade social

Seguindo as medidas de enfrentamento à crise provocada pela pandemia da Covid-19, a Prefeitura de Formosa do Rio Preto, por meio das secretarias de Educação e de Assistência Social, está realizando a segunda etapa de distribuição de produtos da alimentação escolar, visando atender às famílias em vulnerabilidade social do município que tenham filhos matriculados em escolas da Rede Municipal de Ensino. O auxílio-alimentação tem por objetivo suprir a necessidade básica de alimentos para quem não tenha condição de comprá-los.

Na primeira etapa, as aquisições foram feitas com recursos próprios do município, já na etapa atual estão sendo distribuídos gêneros alimentícios adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), complementando-se com recurso próprio do município, através de cestas básicas, já que o valor recebido do Pnae não é suficiente para atender adequadamente todas as famílias vulneráveis com estudantes na Rede Municipal de Ensino.

Isso porque foram confeccionados kits com variedade nutricional, conforme as orientações da nutricionista responsável pelo programa e com a supervisão do Conselho Municipal de Alimentação Escolar (CAE).

Os kits e cestas estão sendo entregues em domicílio pelo Cras, com análise técnica dos critérios socioassistenciais e adoção das medidas de prevenção à disseminação do novo coronavírus.

A distribuição de produtos da alimentação escolar foi autorizada pela Lei Federal nº 13.987, de 7 de abril de 2020 – que altera a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, com o objetivo de complemento alimentar para os estudantes que ficaram sem a refeição extra em função da suspensão das aulas.

Interior já ultrapassa Capital baiana em número de contaminados

O interior do estado já possui mais casos de coronavírus do que Salvador. Segundo boletim divulgado na última quinta-feira (25) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), pela primeira vez desde a fase inicial da pandemia, a capital registrou abaixo dos 50% de casos de Covid-19 na Bahia: 49,88%.

Desta forma, o interior baiano possui 50,22% dos diagnósticos de novo coronavírus, o que corresponde a 27.477 pessoas infectadas. Enquanto isso, 26.814 testaram positivo para o vírus até a última atualização da pasta da Saúde.

Itabuna, com 2.131 casos Feira de Santana, com 1.781 e Teixeira de Freitas, com 1.010 são os municípios do interior com o maior número de infectados, de forma absoluta. Na região metropolitana, Lauro de Freitas (1.264) e Camaçari (1.057) são as cidades que passaram a barreira dos mil casos confirmados.

Ao todo, 366 cidades baianas possuem registros de infectados pela Covid-19.

As curvas de contaminação de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães já apontam diretamente pra cima, denunciando um contágio acelerado:

 

Bolsonaro inaugura obra de Lula e Dilma e vira piadas nas redes.

Bolsonaro dá graças a São Lula, o milagreiro de Garanhuns e Santa Dilma pela graça alcançada.

Jair Bolsonaro foi ridicularizado nas redes sociais após inaugurar um trecho de transposição do São Francisco, obra iniciada em 2007 pelo então presidente Lula.

Bolsonaro acionou na manhã desta sexta-feira (26) a comporta do Eixo Norte do projeto da transposição do rio São Francisco, em Penaforte, no sul do Ceará. Os investimentos no projeto, que passam de R$ 10 bilhões, foram um empreendimento do governo Lula e Dilma.

Mais uma mentira tosca e deslavada do Governo: Decotelli não é doutor..

O reitor da Universidade de Rosário, Argentina, desmentiu hoje que o atual ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli da Silva, não concluiu o Doutorado naquela instituição. Portanto, nem o pós-doutorado teria validade.

Acho engraçado esse Governo, que com tantos órgãos de informação à sua disposição, não saiba checar um currículo para depois publicar. Até um estagiário da área de comunicação faria isso.

Datafolha: 40% ainda consideram Bolsonaro “inteligente”.

Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (26) aponta que 54% dos eleitores consideram Jair Bolsonaro “pouco inteligente”. Por outro lado, 40% o consideram “muito inteligente”. Seis porcento não souberam responder.

Os dados se referem a levantamento realizado, por telefone, nos dias 23 e 24 de junho, com 2.016 pessoas de todo o país.

Os números deste ano diferem do levantamento feito em abril de 2019, quando Bolsonaro estava no quarto mês de mandato. Na ocasião, 58% o consideraram “muito inteligente” e 39%, “pouco inteligente”.

A recém-divulgada avaliação de Bolsonaro piora em alguns recortes da população. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 67% o consideram “pouco inteligente”. Entre os eleitores com curso superior, o percentual é de 61%.

De acordo com informações da Folha de S.Paulo, têm percepção favorável à inteligência de Bolsonaro aqueles que dizem “viver normalmente” durante a pandemia de coronavírus. Nesse grupo, 65% consideram Bolsonaro “muito inteligente”.

O dado é semelhante no Sul do país, uma das bases do bolsonarismo. Na região, 48% o consideram “muito inteligente”.

A percepção de inteligência do presidente da República foi avaliada também em mandatos anteriores. Não foi registrado questionamentos sobre a inteligência de Luiz Inácio Lula da Silva ou de Dilma Rousseff.

De 2003 a 2006, a avaliação de inteligência de Lula esteve entre 52% e 69%. Já quanto a Dilma, a percepção de inteligência variou entre 66% e 85% de 2011 a 2015.

A pesquisa questionou também sobre outras características de Bolsonaro.

O resultado: 58% consideram despreparado para o cargo, 64% o consideram autoritário, 52% o veem como incompetente, 58% o consideram indeciso, 58% acreditam que ele respeita mais os riscos.

Por outro lado, 48% o acham honesto, e 40% o consideram desonesto. Empate técnico no item sinceridade: 48% consideram Bolsonaro sincero e 46% o consideram falso.

Quanto à avaliação do governo, Bolsonaro é considerado “ótimo ou bom” para 32% dos entrevistados; “regular” para 23%; e “ruim ou péssimo” para 44%.

Do bahia.ba, editado.

Que o sanfoneiro toque novamente a Ave Maria, em preito à inteligência do Napoleão de Hospício.

LEM: Saúde reporta o registro de mais 11 casos positivos de Covid-19

Os casos se referem: seis pacientes do gênero masculino, 25, 35, 36, 42, 48 e 55 anos; cinco pacientes do gênero feminino, 22, 23, 25, 25 e 33 anos. Dois pacientes tem história de contato com caso positivo; os demais não referem história de viagem ou contato com caso positivo.

Todos os contatos intradomiciliares permanecem em isolamento domiciliar, monitorados e investigados pelo serviço de Telemedicina e pela Vigilância Epidemiológica.

Testagem

Determinação da Secretaria de Saúde de Luís Eduardo Magalhães: só testar pacientes que estejam com sintomas de contágio de Coronavírus depois de dez dias do início dos mesmos sintomas.

Aconteceu com uma paciente hoje pela manhã: tem sintomas há 8 dias, teve contato com outro paciente positivo para Covid-19 e não foi testada porque faltam 2 dias para o prazo determinado.

Tentamos contato com o secretário de Saúde, Felipe Morgam Melhlem, para falar sobre a metodologia de testagem, mas não obtivemos resposta.

No nosso entendimento de leigo, a testagem de pessoas que tiveram contato com contaminados deveriam ser testadas imediatamente e isoladas, com supervisão direta dos agentes de Saúde.

Mais um idiota fechado com Bolsonaro!

PF prende blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio em apuração de atos antidemocráticos

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira o jornalista-ativista Oswaldo Eustáquio, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

De acordo com a Painel do jornal Folha de S.Paulo, o mandado de prisão foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, no inquérito dos atos antidemocráticos.

“Tenho perguntas sobre a investigação Fake News e preocupações com as tentativas do governo de controlá-la, mas, neste caso, prenderam um dos bolsonaristas mais imundos, desonestos e tóxicos”, disse hoje pela manhã o jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept.

Calma Oswaldin! O Bozo vai mandar o Hélio Negão pra te acalmar aí na cela.

Antiviral Daclastavir é recomendado pela FIOCRUZ para tratamento do Covid-19.

Nos experimentos, o antiviral daclastavir impediu a produção de partículas virais do novo coronavírus que causam a infecção. Imagem: Getty Images / iStockphoto

Um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com medicamentos que são usados para tratar hepatite C mostrou eficácia contra o novo coronavírus, que causa a covid-19.

A doença já infectou mais de 9,6 milhões de pessoas no mundo e matou quase 490 mil, segundo o painel global da universidade Johns Hopkins. No Brasil, os dados de ontem do Ministério da Saúde contabilizam 1.228.114 casos e 54.971 óbitos.

O genocídio é orquestrado e tem objetivos. Parabéns aos envolvidos!

Informação do jornal GGN e de O Globo:

Pelo menos um remédio de uma lista de 22 drogas essenciais para procedimentos feitos em pacientes graves de covid-19 estão em falta em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. É o que aponta um levantamento do Conass, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde.

O Conass já cobrou do Ministério da Saúde e da Anvisa mais agilidade na compra e distribuição desses medicamentos. Em reunião promovida na quinta (25), conselheiros debateram a hipótese de o mercado brasileiro estar represando os produtos para praticar sobrepreço.

“Os órgãos estudam acionar o mercado internacional para uma aquisição emergencial e reforçar as aquisições na indústria nacional”, informou O Globo.

A grande obra de Bolsonaro, além de mandar um sanfoneiro imbecil tocar “Ave Maria” na gaita, é nomear incompetentes para o Ministério da Saúde: vão conseguir reduzir a grande massa de idosos aposentados, de pobres famintos que vivem do Bolsa Família, indígenas e quilombolas.

Assim melhorarão as finanças do Governo e iniciarão a grande caminhada do desenvolvimento.

É genocídio que chama?

LEM: vereador Nei Vilares denuncia ao Ministério Público contrato milionário da Limpeza Pública.

No dia 25 de junho, o vereador Nei Vilares protocolou no Ministério Público do Estado da Bahia uma denúncia referente a contratação feita pela prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, para a limpeza pública do município.

A ganhadora do contrato, no valor de R$ 12.584.000,00 (doze milhões, quinhentos e oitenta quatro mil reais), foi a empresa MM Consultoria.

O vereador alega não entender o valor milionário contratado com a empresa, sendo que o município vive um total descaso com a limpeza.

“Como podemos tem um contrato com esse valor, se grande parte da cidade nunca viu uma vassoura sendo passada na porta de casa? O serviço que é feito hoje no município, justifica o pagamento de uma diária de R$ 34 mil?”, perguntou o vereador.

O vereador também questiona o aumento significativo dos pagamentos ao longo dos 4 anos da atual gestão, conforme relatórios do Tribunal de Contas dos Municípios. “É bom a gente lembrar que em 2016, no último ano da gestão do ex-prefeito Humberto Santa Cruz, o valor pago para a limpeza pública foi de R$ 5.527.807,12. Luís Eduardo não dobrou de tamanho nos últimos quatro anos. Então nada justifica ser cobrado hoje, mais que o dobro do valor pago antes”, defendeu o vereador.

Em 2017, no início da gestão de Oziel Oliveira, o valor do pagamento subiu mais de 50%, indo para R$ 8.330.761,25 (oito milhões, trezentos e trina mil, setecentos e sessenta e um reais e vinte cinco centavos).

Em 2018, um novo reajuste no contrato foi feito; foram pagos R$ 11.862.525,38 (onze milhões oitocentos e sessenta e dois mil, quinhentos e vinte cinco reais e trinta e oito centavos).

Em 2019, a valor contratado e pago foi de R$ 12.160.805,82 (doze milhões, cento e sessenta mil, oitocentos e cinco reais e oitenta e dois centavos), mais que dobrando o valor pago em 2016.

“No final do mandato do ainda prefeito Oziel Oliveira, ele deverá gastar mais de R$ 45 milhões em limpeza urbana, enquanto hoje, os garis contratados pela MM Consultoria estão em greve por falta de condição de trabalho e aumento de salário. Isso é o cúmulo do absurdo”, disse indignado o vereador Nei Vilares.

Leia na íntegra a denúncia feita ao Ministério Público Estadual:

Bolsonaro se agarra com a caserna: agora metade do seu ministério é composto de militares.

Carlos Alberto Decotelli, nomeado ministro da Educação nesta quinta-feira, deu aval a uma licitação de R$ 3 bilhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com irregularidades e que foi suspensa após alerta da Controladoria-Geral da União (CGU).

Decotelli presidiu o FNDE de fevereiro a agosto de 2019.

O aviso da licitação de equipamentos eletrônicos para escolas em todo o país foi publicado em 21 de agosto de 2019.

Dois dias depois, Decotelli foi cobrado pela CGU, para permitir acesso dos auditores ao processo.

Decotelli é militar aposentado da Marinha e interrompe o ruinoso ciclo de olavistas no MEC, depois que Weintraub, o maluco fugitivo, substituiu Ricardo Veléz Rodriguez

Bahia bate recorde de mortes por Covid-19 em um dia

A Bahia contabilizou 60 novas mortes por Covid-19 desde o último boletim da Secretaria da Saúde (Sesab). Atualização publicada nesta quinta-feira (25) traz o dado. O estado estava há três dias registrando novas 50 mortes em relação ao boletim anterior, e nesta quinta bateu um recorde. O número total de óbitos por Covid-19 no estado chegou a 1.601.

Nas últimas 24 horas a Bahia registrou 2.360 novos casos do novo coronavírus. O número chegou a 54.291 infectados desde o início da pandemia, de acordo com boletim. 

Até esta quarta-feira (24) a Bahia somava 51.931 casos confirmados e 1.541 mortes pela doença.

A Sesab informa que 29.193 já são considerados recuperados da doença e 23.497 encontram-se ativos.

Ajeitação: Desembargador que votou a favor de interesses de Flávio Bolsonaro está na mira do CNJ.

Paulo Rangel foi o único a votar tanto a favor do habeas corpus de Flávio Bolsonaro, como também pela anulação da decisão da Justiça do Rio que prendeu Queiroz.

Do Jornal GGN

Em julgamento inicialmente a portas fechadas para a imprensa e com um dos desembargadores sob suspeita, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) concedeu o Habeas Corpus a Flávio Bolsonaro, na tarde desta quinta-feira (25). Agora, a investigação do esquema de “rachadinhas” irá para a segunda instância, como queria o primogênito do presidente.

A decisão dependeu de 3 desembargadores, que integram a Câmara Criminal do TJ-RJ. E somente Paulo Rangel votou tanto a favor do habeas corpus de Flávio Bolsonaro, como também pela anulação das decisões tomadas pela Justiça do Rio, que resultaram na prisão de Fabrício Queiroz.

A relatora, Suimei Cavalieri, não queria atender ao recurso solicitado por Flávio, mas bastou o voto da desembargadora Mônica Toledo para formar a maioria, juntamente com Rangel, a favor do habeas corpus do senador.

O polêmico julgamento, o primeiro que concedeu uma vitória a Flávio Bolsonaro na Justiça contra o andamento das investigações de “rachadinha” em seu gabinete, quando era deputado estadual da Assembleia Legislativa do Rio, passou por duas controversas medidas ao longo do dia: o impedimento de jornalistas acompanharem, ao vivo, a sessão com os votos dos desembargadores e o histórico do desembargador que deu apoio absoluto aos interesses de Flávio Bolsonaro na votação de hoje.

Paulo Rangel está na mira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), desde maio, por ter formado sociedade em uma corretora de seguros com o empresário Leandro de Souza, preso pela Polícia Federal no dia 14 de maio, no esquema de corrupção de licitações na área de saúde do governo de Wilson Witzel. Souza foi acusado de pagamentos superfaturados na Saúde do Rio, por meio do Instituto DataRio, que administra Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

LEM: confirmadas duas mortes e 34 casos ativos de Covid-19 no dia de hoje

A Secretaria de Saúde confirmou hoje pela manhã mais dois óbitos pelo novo coronavírus no município. Só hoje foram identificados 34 novos casos e já são 15 os internados.

Nessa segunda morte confirmada, por meio do exame em PCR – método de reação da enzima polimerase em cadeia em tempo real de vírus, realizado no paciente de gênero masculino, 40 anos, que veio à óbito na madrugada da terça-feira (23), na Unidade de Pronto Atendimento – UPA, em Luís Eduardo Magalhães.

A segunda trata-se de cidadão luiseduardense, de gênero masculino, 67 anos, caminhoneiro, portador de comorbidades, que procurou voluntariamente o Hospital Eurico Dutra, em Barreiras, quando iniciaram os sintomas. Em 04 de junho foi testado em PCR pela Vigilância Epidemiológica de Luís Eduardo Magalhães, tendo confirmado o resultado positivo. Devido à evolução do quadro, o paciente foi transferido para o Hospital do Oeste – HO, evoluindo para o óbito às 04h31, desta quinta-feira (25).

Até o momento, Luís Eduardo Magalhães tem 205 (duzentos e cinco) casos confirmados da doença, destes, 99 recuperados.

Prefeitura de Formosa promove formação tecnológica para profissionais da Educação


O Projeto Inovar “Formação Tecnológica para Professores” foi criado pela Prefeitura de Formosa do Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal de Educação, para qualificar profissionais da Educação da Rede Municipal de Ensino. As duas primeiras turmas participaram do curso nesta semana e já receberam seus certificados.

“O curso ajudará bastante os profissionais, pois poderão utilizar a tecnologia para melhorar o trabalho educativo neste período de pandemia e posteriormente. Essa é mais uma iniciativa inédita em Formosa, parte do nosso programa próprio de Formação Continuada”, enfatiza a secretária de Educação, Luzinete Oliveira.

O objetivo é orientar os professores sobre o uso da internet, informática e das redes sociais como ferramenta pedagógica. Entre as possibilidades e sugestões estão: montagem de vídeos e slides, acesso às plataformas educacionais, elaboração de provas e trabalhos com músicas e vídeos.

Essa formação atenderá cerca de 180 profissionais, divididos em turmas de 10 pessoas, em média, seguindo protocolos do Ministério da Saúde e OMS e orientações da Secretaria Municipal de Saúde de distanciamento social. A duração do projeto é de 22 de junho a 23 julho.

Homem da Mala do Dinheiro saiu de Luís Eduardo Magalhães para Curitiba

Um homem de 28 anos foi detido pela Polícia Federal após ser flagrado transportando uma mala com R$ 711.486,00 em espécie no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A ação foi em conjunto com a Receita Federal.

O passageiro vinha de Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia e embarcou em Salvador com destino para Curitiba. Ele disse para os policiais que recebera R$ 4 mil pelo transporte dos valores, mas garantiu que desconhecia a origem, o valor exato e também quem receberia essa “bolada”

A suspeita da polícia é que o homem tenha atuado como “mula”. O objetivo seria ocultar a movimentação financeira.

A grana apreendida ficará em uma conta da Justiça até um juiz decidir o que será feito. O dono do dinheiro pode solicitar de volta, mas terá que provar que a origem é legal.

O transportador da grana foi indiciado por lavagem de dinheiro e terminou liberado para responder em liberdade.

Arroz e feijão pesam no bolso do brasileiro durante a pandemia

Levantamento da InfoPrice mostra variação dos preços dos principais produtos da cesta básica, por região do País

O arroz e o feijão, base da alimentação nacional, registraram alta variação de preços neste período de pandemia, pesando no bolso do brasileiro. É o que aponta levantamento realizado pela InfoPrice, empresa de tecnologia e inteligência de negócios focada em pricing do varejo físico, que levou em consideração o comportamento dos preços no período de 10 de fevereiro a 04 de maio.

“Nosso objetivo era entender o quanto a pandemia estaria ou não impactando os preços dos principais produtos da cesta básica da população. A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou pandemia do novo coronavírus em 11 de março, mas um pouco antes disso, tivemos o Carnaval – cujas festividades ocorreram de 21 a 25 de fevereiro. Tendo estas datas no radar, expandimos a data de pesquisa para um período ligeiramente anterior, e começamos a análise dos dados a partir do décimo dia do segundo mês do ano, para garantir que não haveria interferência de altas sazonais motivadas pela celebração. Com esta delimitação, a avaliação sobre a interferência da pandemia nestes preços é mais assertiva”, explica Rodrigo Diana, cientista de dados da InfoPrice.

Arroz, feijão, leite, massas, enlatados e carnes bovinas, bases do consumo doméstico das famílias, foram os itens que tiveram seus preços analisados pela Infoprice. Produtos de limpeza e álcool gel, pelo aumento da procura justamente por conta da recomendação de maior asseio das pessoas para evitar a contaminação da Covid-19, também foram objetos deste levantamento, uma vez que o avanço da demanda costuma interferir no valor dos produtos.

Diana esclarece ainda que os resultados obtidos são decorrentes de ponderações de medianas nas oscilações dos produtos. “Nós não pegamos, simplesmente, o valor do produto em 10 de fevereiro, comparamos com o preço deste em 04 de maio, e tiramos a média. Não! Nós analisamos a variação dos preços, produto a produto em cada ponto de venda que pesquisamos, o que permite ter a certeza sobre o seu aumento ou diminuição naquela localidade. A partir desses resultados, fizemos o agrupamento por categoria e também por região, de onde vêm os resultados médios apresentados para cada macrorregião do País. Isso nos permite ter uma abordagem muito mais assertiva e que reflete melhor a variação dos preços no varejo”. A pesquisa comparou a variação dos preços em 469 lojas físicas e 171.218 datapoints, que são um conjunto de informações que vão desde o nome do produto, seu preço, a loja em que ele se encontra, se ele está em promoção ou não, entre outras informações relevantes para precificação, sendo esse conjunto individual para cada produto único em cada loja.

Acompanhe a seguir os principais resultados obtidos com o levantamento:

A região Sul foi a localidade na qual o arroz alcançou a maior alta no período analisado: 8,52%. Em segundo lugar, com maior avanço, está a região Nordeste, com 7,04%. No Sudeste, a variação foi de 4,55%; e no Centro-Oeste, de 0,56%. A região Norte foi a única a apresentar alteração negativa, com recuo de 3,07%.

Para o feijão, a volatilidade observada é ainda mais acentuada. O valor do grão saltou 18,61% no Sudeste, com variação similar no Nordeste (18,42%). Sul e Centro-Oeste também anotaram avanço, de 9,90% e 8,90%, respectivamente. Mais uma vez, a região Norte exibiu retração, de 11,79%.

Se para o arroz e o feijão, a região Norte favoreceu seus habitantes, o mesmo não se pode dizer do leite, cuja variação cresceu 12,01%, ficando atrás apenas da região Sul, que anotou avanço de 15,50%. “Nossa ferramenta apenas analisa o comportamento de preços, entender os motivos das altas requer um estudo mais aprofundado de cada categoria. Entretanto, nosso relacionamento com os clientes é muito próximo, e nessa troca de informações é possível identificar alguns fatores que influenciam nestas oscilações. No Sul, por exemplo, sabemos que houve uma pressão por parte dos produtores para elevar o valor do leite. Há, inclusive, diversos relatos de varejistas indicando em suas gôndolas que o preço havia subido porque os produtores tinham elevado muito o valor do produto”, explica Paulo Garcia, CEO da InfoPrice.

De acordo com dados divulgados pelo Conseleite (associação civil que reúne representantes de produtores rurais de leite do Estado e de indústrias de laticínios que processam a matéria-prima no Paraná), no final de abril, a recomposição de preço na entressafra era um movimento esperado em função da queda na lactação e do impacto da seca em mais de 300 municípios gaúchos, mas também reflete o aquecimento do consumo nos primeiros dez dias do mês devido à formação de estoques pelas famílias no início da pandemia.

No Sudeste, a oscilação no valor do leite foi de 9,26%. O Nordeste ficou com a menor oscilação: 2,31%.

A carne bovina foi o único produto que apresentou recuo em todas as praças pesquisadas. Ao contrário do que aconteceu com o leite no Sul e no Norte, essas são regiões que registraram as maiores contrações no preço da carne bovina: 10,66% e 20,03%, respectivamente. Nordeste (-3,03%), Centro-Oeste (-2,66%) e Sudeste (-1,95%) também seguiram o movimento de baixa.

Já nos enlatados, o Nordeste é a única localidade em que se observa alta no preço dos produtos: 1,69%. Sul (-1,12%), Sudeste (-2,05%), Centro-Oeste (-3,29%) e Norte (-6,24%) indicam retração nos valores desta categoria. As massas, contudo, apresentaram oscilações diferentes em cada praça pesquisada: no Sudeste (0,10%) e no Nordeste (3,31%) registraram alta; enquanto no Norte (-1,62%), no Sul (-2,35%) e no Centro-Oeste (-4,50%), as variações foram negativas.

Os produtos de limpeza também pesaram no bolso do consumidor no período. Norte (4,24%) e Nordeste (4,15%) ocupam a liderança no avanço dos preços. Na sequência aparecem Sul (1,98%), Sudeste (1,88%) e Centro-Oeste (1,47%).

Vilão dos preços no início da pandemia, o preço do álcool gel recuou bastante depois do pico inicial da demanda que fez o produto faltar em muitas prateleiras. O Sul é a localidade com maior retração: -25,09%. Centro-Oeste (-16,92%), Nordeste (-10,12%) e Sudeste (-9,06%) seguiram a mesma performance. Não foi possível averiguar a variação do produto na região Norte. “Este movimento também é decorrente de medidas adotadas por diversos governos, que implementaram políticas de isenção ou redução de impostos do produto para facilitar o acesso da população”, comenta Garcia.

Para auxiliar a população e lojistas neste momento, a InfoPrice está disponibilizando em seu site, gratuitamente, a pesquisa “Impacto da Covid-19nos preços do varejo brasileiro”. No documento é possível acompanhar a variação de 50 produtos, semana a semana, em 292 cidades brasileiras. Ainda é possível fazer a consulta por marcas.

Privatização da água fracassou em 58 países e serviço foi reestatizado

Et Urbs Magna – Segundo estudo do Instituto Transnacional da Holanda (TNI), entre 2000 e 2017, cerca de 1.600 municípios de 58 países tiveram que reestatizar serviços públicos básicos, entre eles o de fornecimento de água e ampliação de redes de esgoto.

Foram ao menos 835 remunicipalizações e 49 nacionalizações, sendo que mais de 80% ocorreram a partir de 2009, informou o RBA.

As principais razões para a reestatização foram a colocação do interesse do lucro acima do interesse das comunidades, o não cumprimento dos contratos, das metas de investimentos, da expansão e da universalização, principalmente das áreas periféricas e mais carentes e os aumentos abusivos de tarifas.

O estudo detalha experiências de diversas cidades que recorreram a privatizações de seus sistemas de água e saneamento nas últimas décadas, mas decidiram voltar atrás – a lista inclui metrópoles como Atlanta, Berlim, Paris, Budapeste, Buenos Aires e La Paz.

Em 2018, o portal Pragmatismo Político escreveu: “A privatização da água fracassou ao excluir bilhões e multiplicar desastres ambientais, porém, prossegue movida por oligarquia global cuja soberba ameaça o planeta“.

Wagner lamenta votos dos colegas pela privatização da água

“Me solidarizo com a boa fé dos senadores e senadoras que votaram a favor do marco do saneamento. A história mostrará que foram iludidos. Sem investimento público, não haverá água e saneamento para os mais pobres, como nós provamos nos governos do PT na Bahia e no Brasil. A iniciativa privada só investe nos lugares com maior potencial de lucro e de retorno financeiro. Este modelo mira prioritariamente a rentabilidade e não tem nenhum compromisso com a universalização deste serviço essencial. Os mais pobres, mais uma vez, serão prejudicados”, publicou o Senador Jaques Wagner.

A verdade, Senador, é que nas insignes figuras dos seus colegas de bancada baiana, Otto Alencar (PSD) e Ângelo Coronel (PSD) não existe um traço sequer de ingenuidade. São raposas peludas e tem um projeto de poder. Na Bahia, esses dois vampirizaram o PT, ao ponto de uma aliança de Rui Costa com ACM Neto seja a única alternativa para 2022.

Estou aguardando com paciência um débil protesto, que seja, do Pai dos Pobres, Oziel Oliveira, e da Mãe dos Descamisados, Jusmari Oliveira, contra os senadores do seu partido, o PSD, que traíram a Grande Nação Baiana.

Vamos driblar essa privatização da água? Com certeza.

Caixas d’água de 150 mil litros e cisternas, a saída dos consumidores mais abonados.

Prepare-se para gastar bastante com cisternas subterrâneas, grandes caixas d’água e bombas de recalque. Sem esquecer de um dosador de cloro de boa qualidade. Em um ano de boas chuvas, 1.500 mm, um telhado de 200 m² pode recolher até 300 m³ de água por ano, o suficiente para uma família média de 4 pessoas.

Trezentos metros cúbicos pelos preços que se cobra no Chile hoje significam 22 mil reais. É pouco, para enfrentar os investimentos do primeiro ano, mas suficiente para você mandar o Governo, a Coca-Cola e os exploradores do povo à merda. Como eles vão taxar a água da chuva?

A experiência amarga do Chile com a água privatizada: R$74 por mil litros.

Esta reportagem foi publicada pelo UOL em março de 2018

A família Valencia tem que pensar muito bem em que gasta sua água. Perto do antigo leito do rio Ligua, relembram o passado. “Muitos animais morreram, fomos obrigados a vender os animais, foi uma miséria pura”. A família de agricultores perdeu seus dez cavalos por falta d’água. “A gente teve que parar de lavar roupa para poder cozinhar.”

O problema da água presente em grande parte do território do Chile é muito visível na região de Petorca, no interior de Valparaíso. Nesta área, cultivam-se 4% dos abacates do país. Junto às terras secas dos pequenos agricultores encontram-se grandes superfícies verdes.

Rodrigo Mundaca, porta-voz da organização ecologista local Modatima (Movimento de Defesa da Água, da Terra e do Meio Ambiente), denuncia que as empresas produtoras agrícolas extraem a água das nascentes dos dois rios da área. Por isso, a água não chega as áreas povoadas da região.

“Em 20 anos, a região passou de 2.000 a 14.500 hectares de abacates; o negócio agro-exportador tem provocado uma feroz privatização da água na região desde 2007”, disse Mundaca ao UOL.

Carros-pipa abastecem casas Segundo a organização Modatima, não sai mais água de 80% das torneiras de Petorca. Na região moram 75.000 pessoas. O Estado providencia uma vez por semana água para a população por caminhões-pipa.

Quando insuficiente, os vizinhos têm que contratar eles mesmos um caminhão com água, o que custa caro: mil litros de água são vendidos por 14 dólares. A maioria da população da região (70%) ganha menos de 23 dólares por dia. A dificuldade financeira para comprar água é ainda pior porque, com a seca, parte da população perdeu sua principal fonte de renda, a agricultura e a pecuária. Os 50 litros diários de água que são entregues pelas autoridades não são suficientes para Verónica Vilches, moradora de San José.

A água não é bastante para beber, tomar banho, lavar louça, reclama ela. Segundo a Universidade Federal de São Paulo, a cota de água a que a chilena tem direito é o equivalente ao gasto em um banho de chuveiro de 5 minutos. “Eu não tenho o bastante para a água que eu consumo, mas realmente não tenho dinheiro para comprar mais, não tenho.”

Para Ingrid Wehr, representante da fundação Heinrich Böll no Chile, o problema está mesmo nas leis chilenas. “A Constituição chilena estabelece no artigo 19 que a água é um bem econômico, que pode-se comprar no mercado segundo a oferta é a demanda, é um caso único no mundo”. Para ela esse problema se estende ao longo de todo o território chileno.

“Na área central do Chile, os donos da água são as industrias agrícolas, no norte as mineradoras e no sul as hidrelétricas e as produtoras de madeira. Todos os rios do Chile têm dono”. Segundo Wehr, as empresas proprietárias das fontes de água do Chile têm a livre capacidade de fixar preços do líquido tanto para as grandes empresas como para as distribuidoras que atendem à população.

A situação se agrava pela falta de mecanismos reguladores que garantam a chegada de água para os chilenos. “Em nenhum artigo da legislação chilena aparece a preferência do consumo humano como preferencial frente à indústria, para esse verão temos uma previsão de meio milhão de chilenos que não terão acesso a água se não for através de caminhões” disse Wehr.

Segundo esses ativistas defensores da utilidade pública da água do Chile. o Estado chileno deve gastar anualmente 92.000 milhões de pesos (R$ 500 mil) com os caminhões-pipa de água.

A diferencia do país em relação à legislação de outros lugares, segundo associações ecologistas, é que no Chile os direitos sobre as águas podem-se vender, comprar ou herdar, tirando do estado a capacidade de regularização de esse elemento necessário pra a sobrevivência humana.

Prepare-se para comprar água. O que você paga hoje R$1,18 por m³, pagará R$74,00. Sessenta e duas vezes mais ou 6.200%. Quando hoje pagamos R$10,00 por um botijão de 20 litros, entregue em casa, poderemos estar pagando 20 ou 30 vezes mais, mas com a garantia da qualidade da Coca-Cola, entendeu?

Ministério da Saúde tem estoque de 5,6 milhões de testes do Covid-19

De todos os testes moleculares para Covid-19 adquiridos pelo Ministério da Saúde desde março, apenas 36% – cerca de 3,2 milhões – chegaram aos laboratórios de Estados e municípios.

A pasta mantém 5,6 milhões de testes RT-PCR em estoque, segundo dados inéditos obtidos pela agência Fiquem Sabendo, via Lei de Acesso à Informação.

Eu gostaria que as autoridades de Saúde dos Estados e Municípios nos assegurassem de que não faltam testes. E o por que da testagem continuar tão baixa em todo o País.

O Brasil está testando apenas 12.948 pacientes em cada milhão de habitantes, enquanto Estados Unidos testam mais de 90 mil e a Rússia mais de 124 mil em cada milhão.

O nome disso é incompetência, prevaricação ou maldade?

Existiu um tempo em que se roubava apenas dinheiro neste País. Agora estão roubando vidas também.

Polícia Federal apreende R$711 mil em viagem no trecho Salvador-Curitiba.

A Polícia Federal e a Receita apreenderam uma mala com R$ 711 mil em espécie no aeroporto do Galeão, na noite desta terça-feira.

Os agentes detectaram a bagagem de um passageiro que viajava de Salvador, na Bahia, para Curitiba, Paraná.

O homem de 28 anos contou aos policiais federais que não sabe a origem do dinheiro ou quem seria o dono. Sergipano, o passageiro ainda confessou que receberia R$ 4 mil pelo transporte.

A prática é conhecida como “mula”, quando uma pessoa recebe para transportar bens ilegais ou que possam ser alvos de fiscalização. A polícia agora investiga se este caso possuía o objetivo de driblar a a ação dos órgãos de controle ou de ocultar a origem do valor, que pode ser ilícita.

O dinheiro foi apreendido e o passageiro, após ser autuado por lavagem de dinheiro, liberado.

Maravilha esse nosso Brasil! Malas de dinheiro viajam de carro, ônibus e avião e os canalhas, acobertados, curtem a vida adoidados. Os pobres, explorados, vendem o almoço para comer o jantar.

Privatização da água deu errado no mundo todo. Tarifas altas e serviços de má qualidade.

O Brasil chegou atrasado na onda de privatização dos serviços de água e esgoto, mas poderia ter corrigido a rota, a partir do fracasso de experiências internacionais.

Uma reportagem da BBC de junho de 2017 aponta que, três anos atrás, o modelo de privatizações e parcerias público-privadas já estava sendo revisto, por ter resultado em tarifas altíssimas e serviços de péssima qualidade.

“Enquanto iniciativas para privatizar sistemas de saneamento avançam no Brasil, um estudo indica que esforços para fazer exatamente o inverso – devolver a gestão do tratamento e fornecimento de água às mãos públicas – continua a ser uma tendência global crescente.

De acordo com um mapeamento feito por onze organizações majoritariamente europeias, da virada do milênio para cá foram registrados 267 casos de ‘remunicipalização’, ou reestatização, de sistemas de água e esgoto.

“Satoko Kishimoto, uma das autoras da pesquisa publicada nesta sexta-feira, afirma que a reversão vem sendo impulsionada por um leque de problemas reincidentes, entre eles serviços inflacionados, ineficientes e com investimentos insuficientes. Ela é coordenadora para políticas públicas alternativas no Instituto Transnacional (TNI), centro de pesquisas com sede na Holanda”, indicava ainda a BBC.

“Em geral, observamos que as cidades estão voltando atrás porque constatam que as privatizações ou parcerias público-privadas (PPPs) acarretam tarifas muito altas, não cumprem promessas feitas inicialmente e operam com falta de transparência, entre uma série de problemas que vimos caso a caso”, explicou Satoko.

Você tem um pequeno poço semi-artesiano na sua chácara ou retira água de um riacho para fazer uma horta ou dessedentar o gadinho leiteiro? Pois saiba: em pouco tempo vai entrar um estranho, lacrar seu poço e sua bomba de recalque. E depois instalar um contador d’água e lhe mandar uma pesada conta todo mês.

 

EUA, Coca-cola e PSDB: os interesses por trás do novo marco legal que privatiza a água.

Poço Encantado, na Chapada Diamantina: afloramento do aquífero Urucuia que sustenta todo o sistema hidrográfico do Oeste baiano.

Artigo de José Alvaro de Lima Cardoso

O problema da falta de água, que é diagnosticado em várias partes do mundo, afeta sempre a sociedade de forma diferenciada. Como todo direito básico existente, quem enfrenta dificuldades no acesso a água são sempre os mais pobres, o que ocorre tanto nos países imperialistas centrais, quanto nos subdesenvolvidos.

Os EUA e a Europa também enfrentam grandes problemas de falta de água, a maioria dos rios dos EUA e do Velho Continente estão contaminados. No caso dos EUA, o próprio desenvolvimento recente da indústria extrativa de gás de xisto contribui para a contaminação dos lençóis de água.

Esse importante debate ganhou um novo capítulo no Brasil, com a aprovação, nesta quarta-feira (11/12) do projeto de lei do saneamento básico (PL 4162/19, do Poder Executivo), que trata da Política Federal de Saneamento Básico e cria o Comitê Interministerial de Saneamento Básico. Dentre outros tópicos, a lei prevê a abertura da concessão do serviço de água e esgoto para empresas privadas. É que estão chamando de novo marco legal do Saneamento. O projeto, dentre outros, define o prazo de um ano para empresas estatais de água e esgoto anteciparem a renovação de contratos com municípios.

Nesse período as estatais de água e esgoto poderão renovar os chamados “contratos de programa”, acertados sem licitação com os municípios. Segundo o relator do projeto, o objetivo dessa última medida é possibilitar que as empresas tenham uma valorização dos ativos e possam ser privatizadas por um valor mais alto.

Os destaques tentados pela oposição, que visavam aliviar um pouco o projeto, foram todos rejeitados. Os defensores do projeto têm perspectivas de sancioná-lo rapidamente, talvez ainda em dezembro.

O senador Tasso Jereissati (PSDB/CE), autor do projeto, qualificou de “corporativistas”, ao longo da tramitação no Parlamento, os parlamentares que se posicionaram contra o texto.

Classificado recentemente, por um outro parlamentar, como o “senador Coca-Cola”, Jereissati é, direta e financeiramente, interessado na privatização dos serviços de água e saneamento no Brasil. Seu patrimônio é estimado em R$ 400 milhões (informações de 2014). É um dos sócios do Grupo Jereissati, que comanda a Calila Participações, única acionista brasileira da Solar. Esta última empresa é uma das 20 maiores fabricantes de Coca-Cola do mundo e emprega 12 mil trabalhadores, em 13 fábricas e 36 centros de distribuição.

Na prática o novo Marco Regulatório do Saneamento Básico, autoriza a privatização dos serviços de saneamento no país (não nos enganemos: esse é o objetivo principal). O item mais polêmico do projeto é a vedação aos chamados “contratos de programa”, que são firmados entre estados e municípios para prestação dos serviços de saneamento. Os referidos contratos atualmente não exigem licitação, já que o contratado não é uma empresa privada. É evidente que, se não houver os contratos de programa, a maioria dos municípios terá que contratar serviços privados, pois não dispõem de estruturas nos municípios para desenvolver atividades de saneamento. É muito evidente que o projeto visa conduzir os municípios a contratarem empresas privadas.

Esta lei poderá quebrar as estatais de saneamento, o que abriria as portas para a privatização da água. Água é a matéria-prima mais cara para a produção de bebidas em geral. Para cada litro de bebida produzido, por exemplo, a Ambev declara usar 2,94 litros de água. Não existe nenhuma transparência nas informações divulgadas, mas ao que se sabe, as empresas de alimentos e bebidas contam com uma condição privilegiada no fornecimento de água e esgoto. Obtendo, por exemplo, descontos. No entanto, foram essas mesmas empresas que estiveram à frente da tentativa de aprovar o novo marco regulatório, possivelmente porque avaliam que, com o setor privatizado, pagarão ainda menos pelos serviços.

Tudo indica que os golpes desferidos na América Latina, com a coordenação geral dos EUA, têm também como favor motivador, os mananciais de água na Região. Em 2016, logo após o golpe no Brasil, o governo dos Estados Unidos iniciou negociação com o governo Macri sobre a instalação de bases militares na Argentina, uma em Ushuaia (Terra do Fogo) e outra localizada na Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai). Um dos objetivos na instalação destas bases, tudo indica, foi o Aquífero Guarani, maior reserva subterrânea de água doce do mundo. O Aquífero, localizado na parte sul da América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) coloca a região como detentora de 47% das reservas superficiais e subterrâneas de água do mundo. Os EUA sabem que não há nação que consiga manter-se dominante sem água potável em abundância, por isso seu interesse em intensificar o domínio político e militar na região, além do acesso à água existente em abundância no Canadá, garantida por acordos como o do NAFTA (Acordo de Livre Comércio da América do Norte, entre EUA, Canadá e México).

No começo de 2018, o “insuspeito” Michel Temer encontrou-se com o presidente da Nestlé, Paul Bucke, para uma conversa reversada. Não é preciso ser muito sagaz para concluir que o tema da conversa foi um pouco além de amenidades. Alguns meses depois, o governo Temer enviou ao Congresso uma Medida Provisória 844, que forçava os municípios a conceder os serviços, medida que não foi aprovada. No último dia de mandato, Temer editou a MP 868, que tratava basicamente do mesmo assunto. Em março deste ano, Tasso Jereissati foi nomeado relator. Quando a MP 868 perdeu validade no começo de março, o senador Tasso encaminhou o Projeto de Lei 3261, de 2019, que basicamente retomou o que constava da medida provisória. A proposta foi aprovada em comissão e plenário em tempo recorde, e rapidamente chegou à Câmara (o que demonstra a existência de forças muito poderosas por detrás do projeto).

A pressão para privatização da água é muito forte, conta com organizações financiadas pelos grandes grupos interessados, especialmente do setor de alimentos e bebidas e com cobertura do Banco Mundial. Os defensores da ́privatização têm um discurso sinuoso, como se não quisessem de fato, aquilo com o que sonham noite e dia. Sabe-se que a Coca-Cola disputa água no mundo todo e certamente não o faz por razões humanitárias. Uma unidade da empresa é acusada de ter secado as nascentes em Itabirito, na região metropolitana de Belo Horizonte. A fábrica, segundo as organizações de defesa do meio ambiente, secou nascentes dos rios Paraopeba e das Velhas – responsáveis por quase toda o abastecimento de água de Belo Horizonte. A Coca-Cola, claro, nega que a unidade esteja provocando falta de água na região e afirma que possui todas as licenças para funcionamento.

Em todo o mundo, diversos casos envolvem a Coca-Cola com privatização e controle sobre águas. Há relatos de que no México, regiões inteiras ficam sob “estresse hídrico” por causa de fábricas da empresa, que inclusive contam com água subsidiada. Existem cidades no México em que os bairros mais pobres dispõem de água corrente apenas em alguns momentos, em determinados dias da semana, obrigando a população comprar água extra. O resultado é que, em determinados lugares, os moradores tomam Coca-Cola, ao invés de água, por ser aquela mais fácil de conseguir, além do preço ser praticamente o mesmo. Há moradores destes locais que consomem 2 litros de refrigerante por dia, com consequências inevitáveis para a saúde pública.

Sobre o projeto de privatização das fontes de água no Brasil quase não se ouve posições contrárias. Estas são devidamente abafadas pelo monopólio da mídia. Exceto nos sites especializados e independentes. É que na área atuam interesses muito poderosos, com grande influência no Congresso Nacional, nos governos, nas associações de classes, empresariado, universidades. Os encontros realizados para discutir o assunto são patrocinados por gigantes como Ambev, Coca-Cola, Nestlé, que têm interesses completamente antagônicos aos da maioria da sociedade. Essas empresas investem uma parcela de seus lucros com propaganda, vinculando suas imagens a temas como sustentabilidade ambiental e iniciativas sociais, de acesso à água, e outras imposturas. Apesar de tudo isso ser jogo de cena para salvar suas peles e exuberantes lucros, enganam muitos incautos.

Os bolivianos se levantaram há 12 anos e não permitiram a privatização da água. No Brasil, Senadores votam em massa na entrega dos recursos ao setor privado – estrangeiro certamente – inclusive os dois baianos do PSD, Otto Alencar e Coronel. A Bahia depende de sua água, do grande lençol freático do aquífero Urucuia e da grande bacia do São Francisco para sustentar a pequena, a média e a grande agricultura.

Apesar de extremamente importante, não é muito conhecido no Brasil o episódio intitulado “A guerra da água da Bolívia”, ou “Guerra da água de Cochabamba”. Os grandes grupos de mídia que dominam a informação, a maioria ligados aos interesses do imperialismo, por razões óbvias, escondem o acontecimento. Entre janeiro e abril de 2000, ocorreu uma grande revolta popular em Cochabamba, a terceira maior cidade do país, contra a privatização do sistema municipal de gestão da água, depois que as tarifas cobradas pela empresa Aguas del Tunari (por “coincidência”, pertencente ao grupo norte-americano Bechtel) dobraram de preço. É fácil imaginar o que isso pode significar, em termos de qualidade de vida, para uma população extremamente pobre.

Em 8 de abril de 2000, Hugo Banzer, general e político de extrema direita que tinha assumido o governo da Bolívia através de um golpe de Estado, declarou estado de sítio. A repressão correu solta e a maioria dos líderes do movimento foram presos. Mas a população não recuou e continuou se manifestando vigorosamente, apesar da grande repressão. Em 20 de abril de 2000, com o governo percebendo que o povo não iria ceder, o general desistiu da privatização e anulou o contrato vendilhão de concessão de serviço público, firmado com a Bechtel. A intenção do governo era celebrar um contrato que iria vigorar por quarenta anos. Graças à mobilização da população, a Lei 2.029, que previa a privatização das águas do país, foi revogada.

Sanciona logo, Jair Messias Bolsonaro. Talvez a Coca-Cola lhe consiga um exílio confortável, na matriz, ao final da sua vida. Para os brasileiros que você vem traindo diariamente, água agora vai ser um artigo de luxo. 

Bahia registra 2.847 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.847 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +5,8%), 50 óbitos (+3,4%) e 2.266 curados (+9,0%).

Dos 51.931 casos confirmados desde o início da pandemia, 27.521 já são considerados curados, 22.869 encontram-se ativos e 1.541 tiveram óbito confirmado.

Brasil tem 1.103 mortes em 24 horas, e número de óbitos pela Covid-19 no país chega a 53.874.

O Brasil ultrapassou, nesta quarta-feira, a marca de 53 mil mortes por Covid-19, segundo o balanço divulgado às 20h, consolidado a partir dos números divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde. O país registrou 1.103 óbitos nas últimas 24 horas, elevando o total para 53.874. Os casos confirmados, por sua vez, já são 1.192.474, após 40.995 novos diagnósticos no último dia.

O levantamento foi realizado por um consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo. O próximo levantamento será divulgado às 8h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello.

O Brasil é o segundo país com maior número de casos confirmados e de mortes provocadas pelo novo coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Brasil registra 53.830 mortes,

diz Ministério da Saúde

Dados do Ministério da Saúde divulgados na noite desta quarta-feira indicam que o Brasil registrou 1.185 mortes de ontem para hoje. Com isso, o Brasil chegou a 53.830 mortos pela doença, além de 1.188.631 casos de Covid-19, dos quais 42.725 foram incluídos no sistema do ministério de ontem para hoje.

São Paulo permanece como o estado com mais casos da doença, com 238.822 infectados até o momento. Em seguida vêm Rio de Janeiro 103.243, Ceará (99.578), Pará (91.708) e Maranhão (73.314).

Em relação aos óbitos, São Paulo também aparece na frente: são 13.352 no total. Seguido por Rio de Janeiro (9.295), Ceará (5.815), Pará (4.726) e Pernambuco (4.425).

Recuo na flexibilização

Enquanto as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro flexibilizam a quarentena contra o coronavírus, as três capitais do Sul do país, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, além de cidades do interior paulista e do nordeste, iniciaram um movimento inverso nos últimos dias com o avanço da epidemia na região.