Caixa começa a pagar na segunda mais uma parcela do auxílio emergencial

A Caixa Econômica Federal começará a creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir da próxima segunda-feira (18), informou hoje (14) o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães. O calendário de pagamento será detalhado em coletiva de imprensa amanhã (15), às 15 horas, no Palácio do Planalto.

“Nós começamos na segunda-feira. Amanhã, às 15h da tarde, eu e o ministro Onyx [Lorenzoni, da Cidadania] vamos dar todos os detalhes. Mas nós começamos na segunda e faremos toda a questão via mês de nascimento, exatamente para que nós tenhamos uma tranquilidade maior no pagamento. Amanhã a gente detalha”, antecipou Guimarães.

Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa, criado para garantir uma renda básica emergencial durante três meses, para o enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.

Coronavírus: mais 14 municípios tem transporte rodoviário suspenso

São Desidério e Santa Maria da Vitória entraram na lista

Outros 14 municípios vão ter a partir deste sábado (16) o transporte intermunicipal suspenso. A medida visa controlar a disseminação no novo coronavírus no estado. Segundo decreto publicado nesta sexta-feira (15), passam a ter a interrupção do serviço os municípios de Anagé, Itarantim, Licínio de Almeida no sudoeste; Araçás, no agreste; Conceição da Feira, no Portal do Sertão; Mucuri e Vereda, no extremo sul; Muritiba, no Recôncavo; Queimadas e Teofilândia, na região sisaleira; Santa Maria da Vitória e São Desidério, no oeste; Sobradinho, no Sertão do São Francisco e Várzea da Roça, na Bacia do Jacuípe.

A saída de veículos dessas cidades só será permitida até a 1h, enquanto que a chegada, até as 9h do mesmo dia. Com a inclusão das 14, o número de municípios com transporte suspenso é de 154. São considerados transporte intermunicipal veículos coletivos públicos e privados, rodoviários e hidroviários, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

Transporte liberado

Na outra linha, com transporte liberado estão as cidades de Guaratinga, na Costa do Descobrimento, e Rio Real, na divisa com Sergipe. O retorno do serviço se deve ao fato de esses municípios não registrarem casos novos de coronavírus há pelo menos 14 dias.

Mistura de agrotóxicos na água continua sem controle; Fiocruz propõe regras mais rígidas.

Brasil deveria seguir o padrão europeu para controle de agrotóxicos na água, sugere Fiocruz sobre novas regras do Ministério da Saúde. Fundação propõe número maior de substâncias a serem monitoradas, mais rigidez nos volumes permitidos e um sistema de alerta para a população

Por Ana Aranha, Agência Pública/Repórter Brasil

Nem todo mundo sabe, mesmo porque esses dados são pouco divulgados, mas a água que sai da nossa torneira pode carregar diversos agrotóxicos. Eles são carregados pelas chuvas e pelos rios para as redes de abastecimento das grandes cidades. São crescentes os estudos sobre os impactos para a saúde humana, já que os agrotóxicos não são barrados pelos filtros caseiros e são poucos os tratamentos disponíveis para as empresas de abastecimento de água.

O que se pode fazer é controlar quais e em qual quantidade vamos bebê-los. As regras para isso estão atualmente abertas para serem discutidas dentro de consulta pública feita pelo Ministério da Saúde que vai até o dia 4 de junho. A proposta em debate, porém, ignora um dos mais novos fenômenos que afeta a nossa água: a mistura de diferentes agrotóxicos.

“O risco no caso das misturas são as interações entre os componentes delas”, afirma Fábio Kummrow, professor de toxicologia na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Pode ocorrer efeito aditivo, quando se somam os efeitos de substâncias com o mesmo mecanismo de ação. Ou o sinérgico, quando o efeito final é maior que o esperado da soma – isso pode acontecer entre substâncias com ação diferente”.

Entre os agrotóxicos encontrados na água do Brasil, há aqueles classificados como “prováveis cancerígenos” pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e outros apontados pela União Europeia como causadores de disfunções endócrinas, como puberdade precoce e problemas reprodutivos.

Além de não fixar um parâmetro de controle para a mistura, a revisão das regras também deixou passar a chance de incluir no monitoramento dois dos agrotóxicos mais utilizados no Brasil: o paraquate e o imidacloprido. Devido à sua alta toxicidade e risco à saúde humana, o paraquate está com data marcada para ser proibido, em setembro deste ano. Já o imidacloprido, um dos inseticidas suspeitos pelas mortes das abelhas, foi o agrotóxico mais encontrado nos alimentos testados pela Anvisa entre 2017 e 2018.

Para evitar que substâncias assim cheguem também à nossa água, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicou nesta quarta-feira (13), documento recomendando mudanças para tornar esse controle mais rígido. “Consideramos a proposta do Ministério da Saúde um avanço em comparação à anterior, mas ela pode ser aprimorada”, afirma a pesquisadora em saúde pública Aline Gurgel, vice coordenadora do grupo de trabalho sobre agrotóxicos na Fiocruz.

As novas regras do Ministério da Saúde aumentam de 27 para 37 o número de substâncias a serem testadas. As concessionárias são obrigadas por lei a testar a água para checar a presença desses agrotóxicos a cada semestre. Embora o número tenha aumentado, a Fiocruz recomenda a inclusão de mais 35 substâncias, entre elas o paraquate e imidacloprido, que hoje não são testados na água. A fundação recomenda também uma redução geral nos valores máximos permitidos para o volume de cada agrotóxico na água. Além da criação de um mecanismo para controlar a mistura de diferentes substâncias.

As recomendações têm a União Europeia como referência. Partindo do princípio de que a água não deveria ter agrotóxicos, o bloco tem os parâmetros mais rígidos do mundo. Além de baixos limites individuais para o volume de cada ingrediente na água (máximo de 0,1 micrograma por litro), há também um limite máximo para a soma de diferentes substâncias (0,5 microgramas por litro).

Aqui, como em muitos outros países, toleramos quantidades maiores. O mais criticado deles é o glifosato, com valor máximo permitido de 500 microgramas por litro – volume mil vezes mais permissivo do que o europeu pode beber. Isso acontece porque, enquanto a Europa passou a régua mais rígida possível, com um valor igualmente baixo para todas as substâncias, os nossos parâmetros são calculados individualmente para cada agrotóxico. Esse cálculo é feito a partir de testes em animais de laboratório que muitas vezes são realizados pelas empresas produtoras de agrotóxicos. O Brasil nunca teve tem um limite para a soma de diferentes agrotóxicos na água.

“O ideal seria adotar o princípio da precaução, como a União Europeia, com o máximo de 0,5 microgramas por litro para a soma de todas as substâncias”, afirma Gurgel, vice coordenadora do grupo de trabalho dos agrotóxicos da Fiocruz. “Mas sabemos que esse não é o parâmetro usado pelo Brasil. Por isso sugerimos que se fixe um limite para a presença de diferentes substâncias na água, estabelecendo tanto uma concentração máxima, que é a soma dos níveis de todas as substâncias detectadas, quanto um limite no número de substâncias presentes em uma única amostra”.

“A União Europeia é o único exemplo de um valor único para a soma”, argumenta o engenheiro Rafael Bastos, especialista na área e coordenador do grupo de trabalho que reuniu dezenas de especialistas e representantes de diferentes setores para revisar a portaria do Ministério da Saúde. “Na Europa, o parâmetro para a água foi um instrumento de controle para o uso de agrotóxicos. Mas a luta para diminuir o uso de agrotóxicos na sociedade se dá em outro fóruns e não no seio de uma norma de potabilidade da água”.

Agrotóxicos encontrados na água do Brasil, são classificados como “prováveis cancerígenos” pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Imagem de Luis Tosta/Unsplash.

Lentidão no controle, rapidez na liberação

O tema da mistura de substâncias na água chegou a ser debatido pelo grupo de especialistas que revisou as regras. Mas, segundo Bastos, não houve consenso sobre qual seria o melhor método para se fixar um parâmetro de controle. “Definir isso, neste momento, seria uma discussão açodada. Terminamos o processo abrindo esse tema como ordem do dia para a próxima revisão”.

Em tese, a cada cinco anos o grupo de especialistas atualiza as regras brasileiras sobre controle dos agrotóxicos na água. A ideia é que essas regras sejam revisadas à luz das novidades científicas e mudanças de mercado, como quais substâncias passaram a ser mais utilizadas. Na prática, porém, cada revisão tem levado cerca de dez anos para ser concluída.

O ritmo lento é ainda mais preocupante agora que o governo de Jair Bolsonaro tem mostrado celeridade recorde na liberação de novos produtos. “A gente faz todo um processo para avançar de 27 para 37 agrotóxicos sendo testados na água, mas o Estado autoriza centenas de substâncias, não temos condições de acompanhar essa velocidade”, afirma Bastos. Apenas nesta semana foram 22 novos produtos liberados pela Anvisa, somando 625 aprovados sob Bolsonaro.

O necessário avanço sobre o controle das misturas de agrotóxicos na água, porém, também sofre devido à ainda incipiente produção científica no Brasil. “Antes de ter uma legislação, precisamos de mais estudos avaliando o efeito dessas misturas”, afirma Kummrow, da Unifesp. Ele defende que essas pesquisas sejam feitas no Brasil, com foco na interação entre as substâncias mais presentes na nossa água, conforme recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

No documento que fixa as diretrizes internacionais para esse controle, a OMS recomenda a pesquisa específica sobre interação entre agrotóxicos encontrados na água de cada país. É o que já começou a fazer a agência de proteção ambiental americana com estudos para investigar a mistura da atrazina e da simazina.

Outra dificuldade são os gastos envolvidos em tirar do papel uma lei mais restritiva. “Ao adotar um padrão rígido, como o Europeu, isso vai exigir maior tecnologia para o tratamento, o que vai encarecer a água”, afirma Kummrow. “Isso pode levar a população a buscar outras alternativas, como poços, e acabar usando fontes ainda menos confiáveis”.

O argumento é contestado por Gurgel, da Fiocruz, para quem as medidas necessárias para melhorar a qualidade da água devem ser vistas como um investimento fundamental na saúde. “São investimentos para a redução de doenças e agravos relacionados à exposição aos agrotóxicos. Esse investimento terá reflexos para agravos crônicos, que necessitam de tratamento de longo prazo e representam custos elevados para o sistema de saúde, que incluem a aquisição de medicamentos, ocupação de leitos, consultas com especialistas. Não há custo maior que a perda da saúde ou da vida”, conclui.

Ao contrário do que ocorre em outros países, no Brasil as empresas que produzem agrotóxicos não se envolvem com o monitoramento da água. O sistema é custeado apenas cofres públicos e pelas empresas de abastecimento.

Em dois meses, o governo brasileiro aprovou 118 agrotóxicos. Imagem de Jed Owen/Unsplash.

Alertas para a população e responsáveis

No Brasil não funciona, hoje, um procedimento de alerta para a detecção de agrotóxicos na água. “As concessionárias não divulgam essas informações de forma clara para a população, nem mesmo quando são encontradas quantidades acima do valor máximo permitido”, alerta a química Ana Cristina Simões Rosa, da Fiocruz.

O problema de informação é tão grave que, entre 2014 e 2017, mais da metade dos municípios sequer enviou os resultados dos testes realizados na água para o Sisagua, o sistema nacional que integra informações locais e é gerido pelo Ministério da Saúde. Outros lançaram as informações de modo errado, desrespeitando as orientações do ministério, que segue método padronizado, o mesmo usado por governos e universidades em todo o mundo.

Este problema foi revelado pela publicação do mapa dos agrotóxicos na água, uma parceria da ONG Suíça Public Eye com a Repórter Brasil e a Agência Pública. O mapa divulgou, de forma inédita, os dados de detecção em todo o Brasil de acordo com as informações disponíveis no Sisagua. Em decorrência da publicação, foram tantos os questionamentos enviados pelas empresas de abastecimento que o Ministério da Saúde teve de convocar uma reunião para esclarecer a metodologia que deveria ser aplicada por todos. O encontro teve a presença de representantes das empresas de abastecimento, do Inmetro, dos laboratórios de saúde pública, das Secretarias de Saúde e da Anvisa. A Fiocruz recomenda que, na revisão da portaria da água, o Ministério da Saúde reforce os esclarecimentos que foram pauta da reunião.

A fundação também argumenta que os dados não podem ficar restritos ao debate entre técnicos. E sugere a criação de níveis de alertas simples e claros para comunicar os casos de detecção à população, assim como para acionar os órgãos responsáveis em tomar ações.

O nível 1 e 2 seriam para quando se detecta a presença de agrotóxico na água, mesmo que abaixo do valor máximo permitido. Para a Fiocruz, esses casos não devem ser menosprezados, pois também são situações de “não conformidade”, já que “a concentração esperada para qualquer agrotóxico em água é zero”.

Já quando os níveis individuais ou da mistura estiverem acima do permitido, deveria soar o alerta máximo de emergência.

Em todos esses cenários, além de divulgar a informação de modo claro, a fundação cobra que a nova regulação estabeleça ações obrigatórias a serem tomadas pelas empresas de abastecimento de água, assim como secretarias municipais e estaduais de saúde e de agricultura, coisa que não acontece hoje, conforme revelou matéria da Repórter Brasil e Agência Pública. A recomendação é que o sistema mobilize os órgãos responsáveis em lidar com o problema na ponta (com o tratamento da água e diminuição do abastecimento) e na sua origem (a fiscalização na aplicação de agrotóxicos nas plantações).

Ana Cristina Simões Rosa, que monitora os dados de vigilância da água em metade dos estados brasileiros pela Fiocruz, defende a importância de uma atuação responsável das pastas ligadas à saúde e agricultura nesse processo. “Não pode deixar que o problema fique evidente só na ponta, que é o tratamento final da água, tem que atuar na fonte da contaminação”, afirma. “Uma vez que a contaminação esteja ocorrendo, é necessário monitorar o máximo possível dos agrotóxicos utilizados no país, na água que todos nós consumimos”.

A evolução da Pandemia na Bahia, no Brasil e no Mundo

O Brasil teve 844 novos registros de mortes nas últimas 24 horas e total chega a 13.993. O resultado representou um aumento de 6,4% em relação a ontem(13), quando foram contabilizados 13.149 mil falecimentos pela covid-19. O balanço diário foi divulgado no início da noite de hoje pelo Ministério da Saúde.

Bahia registra 6.955 casos de Covid-19 e 262 óbitos

A Bahia registra 6.955 casos confirmados de Covid-19, o que representa 32,36% do total de casos notificados no estado.

Considerando o número de 1.963 pacientes recuperados e 262 óbitos, 4.730 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 194 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (68,85%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência  são Ipiaú , Utinga , Ilhéus, Itabuna  e Salvador.

Na Bahia, 643 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

No mundo epidemia avança

Hoje o número de contaminados já passa de 4,5 milhões, com 95 mil casos novos e 303 mil mortes.

Boletim de hoje em Barreiras

A Prefeitura de Barreiras informa que hoje foram identificados 30 (trinta) novos casos com características que indicam suspeição de Coronavírus (COVID-19), preenchendo os critérios indicativos para coleta.

Trata-se de dezenove pessoas do sexo masculino, destas, quatro com faixa etária até 30 anos, dez com faixa etária entre 30 e 50 anos e uma com faixa etária acima dos 50 anos. Onze pessoas do sexo feminino, destas, duas com faixa etária até 30 anos, sete com faixa etária entre 30 e 50 anos e duas com faixa etária acima dos 50 anos.

Informa ainda que dos 42 (quarenta e dois) casos suspeitos que aguardavam resultados, 05 (cinco) foram concluídos e testaram negativo. Tratam-se de três pessoas do sexo masculino, de 11, 19 e 26 anos e duas pessoas do sexo feminino, de 20 e 44 anos.

No momento, a Secretaria de Saúde está monitorando 125 (cento e vinte e cinco) casos com suspeitas leves que se encontram em isolamento respiratório domiciliar, sem exigência de notificação para coleta de exames.

Vereador acusa Prefeitura de perseguição e ameaça. Mas a história é um pouco mais longa.

Luciano: entre lágrimas anuncia que a teta secou.

O vereador de Luís Eduardo Magalhães, Luciano Santos (ex-PSC e agora no PRB), repetiu, hoje, no programa de Naldo Vilares, na Rádio Mundial, as queixas que fez na tribuna da Câmara nesta terça-feira. O Edil afirma que está sendo perseguido por pessoas do atual Governo Municipal, que estariam inconformadas pela sua saída da base de apoio ao prefeito Oziel Oliveira.

-Estou usando colete a prova de balas, registrei três boletins de ocorrência, meus familiares estão ameaçados, sou constantemente seguido por um Ford Ka branco e por uma moto Honda Falcon 400 cc, afirma Luciano.

-O pior são as ligações, de telefones aos quais não é possível identificar, afirmando que não vou terminar meu mandato e que preciso voltar aos trilhos. Estão ameaçando meus familiares também.

Luciano colocou no ar uma gravação em que uma pessoa da Prefeitura dizia que os outros vereadores estavam pedindo os cargos para o qual indicou pessoas à nomeação na Prefeitura. A par de negar que tenha indicado pessoas para os cargos, a passagem do Vereador pela base foi bastante atribulada. Duas irmãs do Vereador trabalhavam, uma na Secretaria de Cultura e outra na da Educação. Acabaram as duas na Cultura, mas segundo fontes ligadas à Prefeitura, não gostavam de trabalhar e pouco compareciam ao local de trabalho.

“Uma chegou a faltar 21 dias em um mês e, quando comunicada de que as faltas seriam descontadas, ameaçou colocar a cabeça da Secretária no vaso do banheiro e dar descarga”, afirma a fonte.

Mas as atribulações não param por aí: o Vereador teria obtido vantagens indevidas na Secretaria de Infraestrutura através de uma simpatizante, que dava prioridade aos seus pedidos.

Outra Secretaria em que o Vereador causou alguns distúrbios foi na Saúde, exigindo, por vezes aos gritos, prioridades para seus eleitores.

Segundo a mesma fonte, a fidelidade política de Luciano também não foi excepcional: “Na campanha de 2018, ele dizia trabalhar pra Jusmari, mas tirava foto com Carlos Tito e distribuía santinhos do candidato Cebola.”

Como se pode ver o divórcio de Luciano e Oziel foi litigioso. Mas como em toda briga de casal, todos os dois tem uma razoável parcela de culpa. A lamentar apenas a irresponsabilidade de ambos, contratando funcionários a peso de ouro para nada fazer ou simplesmente tratar de puxar a brasa para a sua sardinha.

São por essas e outras que as obras não saem do projeto e da placa nesta cidade. As queixas de Luciano são uma prova de que as mamatas se sucedem, sempre regiamente regadas pelos cofres públicos. 

O resumo da ópera: algumas considerações relevantes

Do professor Paulo Roberto Baqueiro Brandão, em sua página no Facebook:

“Algumas lições do coronavírus:

1. Universidade pública é fundamental para o desenvolvimento de um país.

2. Sem professor, não há aprendizado.

3. A empresa fecha sem trabalhadores.

4. O SUS precisa ser preservado.

5. Estado mínimo só funciona para uma ínfima minoria.

6. Bolsonaro e sua equipe formam o grupo mais abjeto e incompetente que já ocupou a presidência.

7. O fascismo é um risco real.”

A capacidade de síntese do Professor é digna de nota.

Casos de Covid-19 aumentam e a prevenção deve ser redobrada

É assustador? Sim. Os casos positivos de Covid-19 começa aparecer em Barreiras, Luís Eduardo, São Desidério e em breve pode chegar a mais cidades em nossa volta. Se tratando de vírus tudo pode acontecer, mas o que NÃO pode acontecer é o descaso e insensatez, como vemos de pessoas ignorando as recomendações de distanciamento social e ainda realizando atividades em grupo.

Maiores cuidados requerem ainda aqueles que suspeitam estar com o vírus. É preciso entender, que se há desconfiança ou testou positivo, é indispensável isolamento social e tratamento em casa. Ninguém pode sair na rua carregando um vírus tão potente e mortal, por isso, acreditem que solidariedade e humanidade está acima de tudo.

Peço mais uma vez, usem máscaras faciais e façam do álcool em gel seu maior aliado. Lavem as mãos e se cuidem, porque a pandemia é real e chegou até Barreiras. Os idosos precisam ficar em casa, e quem tiver condições de fazer home office, que optem por isso, vai ajudar muito. Não podemos achar que só acontece na casa do vizinho, agora é hora de buscar proteção, só assim, estaremos imunes ao coronavírus.

Carmélia da Mata

Luís Eduardo acaba de identificar mais um caso positivo para Coronavírus

A Secretaria da Saúde anunciou, nesta manhã, o surgimento do quinto caso de contaminação por Coronavírus.

Trata-se de uma pessoa do sexo feminino, de 56 anos, com histórico de viagem à Belém e Aracaju, nos últimos 14 dias.

A paciente não foi internada e permanece em monitoramento e isolamento.

O contato intradomiciliar está sintomático e permanece em isolamento obrigatório, no aguardo do resultado do teste e sendo monitorado pela Vigilância Epidemiológica, segundo a Secretaria da Saúde.

Jequié e Alagoinhas também estão sob “toque de recolher”.

Em Luís Eduardo Magalhães, a chuva forte conteve o pessoal do posto de controle da pandemia na BR 020.

O governador Rui Costa anunciou na noite desta quarta-feira, 13, a adoção do toque de recolher em Jequié a partir desta quinta, 14, para conter a propagação do coronavírus.

Estarão proibidos a circulação de pessoas e o funcionamento de estabelecimentos comerciais, com exceção de farmácias, das 20h às 5h.

A prefeitura de Alagoinhas, no agreste baiano, adotará, também, a partir desta sexta-feira (15) o “toque de recolher”. A não circulação de pessoas ocorrerá no período entre as 20h e as 6h.

Durante o “toque de recolher” até serviços considerados essenciais ficarão suspensos, como supermercados e serviços de delivery já existentes durante a pandemia. Apenas farmácias serão abertas.

Em Alagoinhas, a vigilância epidemiológica local informou nesta quarta-feira (13) que há 12 casos [sendo um vindo de fora do estado] de novo coronavírus. Dois pacientes seguem hospitalizados e 73 pessoas são monitoradas. 

Importante ato do Presidente: assinar uma MP que livra agentes públicos, entre eles, o Mito Soberano.

Macacos malandros testam o caroço no fiofó antes de engolir a fruta. Outros engolem e depois se servem de medidas provisórias.

Pois o Mito Soberano assinou no dia de hoje uma MP que livra agentes públicos por “ação ou omissão em atos relacionados com a pandemia de Covid-19.”

Uma medida importante, quando se sabe que o Presidente da República contrariou restrições da Organização Mundial da Saúde, seguidas pelo seu próprio Ministério da Saúde.

A medida foi assinada após o presidente chamar a pandemia de “gripezinha”, “resfriadinho”, “histeria”, “neurose” e que o surto da doença “não mataria 800 brasileiros”.

“Os agentes públicos somente poderão ser responsabilizados nas esferas civil e administrativa se agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro pela prática de atos relacionados, direta ou indiretamente, com as medidas de combate ao coronavírus”, diz a MP de Bolsonaro.

O texto diz ainda que “o mero nexo de causalidade entre a conduta e o resultado danoso não implica responsabilização do agente público”.

De acordo com a coluna Radar, da Revista Veja, a medida ocorre numa tentativa de Bolsonaro se blindar por possíveis interpretações pelo desmonte do Ministério da Saúde, que perdeu o ministro Luiz Henrique Mandetta após atritos com o chefe do Executivo.

Ainda segundo a publicação, passeios do presidente por Brasília durante a quarentena e ausência de ações afirmativas no combate à Covid-19, como a omissão do Planalto nas negociações com a China para compra de respiradores e insumos, também não poderão ser usadas contra o presidente.

“Na aferição da ocorrência do erro grosseiro serão considerados: os obstáculos e as dificuldades reais do agente público; a complexidade da matéria e das atribuições exercidas pelo agente público; a circunstância de incompletude de informações na situação de urgência ou emergência”, segue o texto.

O País já registra mais de 190 mil casos de coronavírus e acumula 13.240 óbitos desde o início da pandemia por Covid-19.

Se for considerado o fato da entrega de exames clínicos apócrifos ao STF, no dia de ontem, os discursos contrários ao isolamento social, as demissões e as ameaças de demissão do novo ministro da Saúde, em conexão com a MP de hoje, teremos um argumento excepcional para o libreto da opereta bufa em que se transformou esse governo. 

Enfraquecido, Bolsonaro depende de militares, diz ‘Washington Post’

Enquanto o maior país da América Latina debate-se sob a pressão exercida por uma crise sanitária e econômica sem precedentes, Jair Bolsonaro vê sua popularidade cair e aumentar a dependência das Forças Armadas para continuar no poder, relata jornal. “O espectro militar nunca esteve tão presente na vida pública do país”, aponta o ‘Post’

 

Arte: Carlos Latuff

O tradicional jornal americano ‘Washington Post’ abordou, em reportagem publicada na quarta-feira (13), a crise pela qual atravessa o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o texto da matéria, que ocupa meia página na seção “O Mundo”, enquanto o maior país da América Latina debate-se sob a pressão exercida por uma crise sanitária e econômica sem precedentes, Jair Bolsonaro vê sua popularidade cair e aumentar a dependência das Forças Armadas para continuar no poder. De acordo com o ‘Post’, o espectro militar nunca esteve tão presente na vida pública do país desde a redemocratização, em 1985.

“Enquanto escândalos tomavam conta de sua presidência, o ex-capitão do Exército de direita ampliou os poderes dos generais e ex-generais em seu governo, permitindo a introdução de um grande pacote de ajuda econômica que prejudicou o próprio ministro da Economia”, relata a reportagem.

Ao mesmo tempo, a economia está entrando em colapso, hospitais atingiram a capacidade máxima de ocupação de leitos, e pobres desempregados estão preocupados em não passar fome. E mais de 11 mil (13 mil, em números atualizados) pessoas morreram pela “gripezinha”de Bolsonaro.

O ‘Post’ informa também que bolsonaristas mais radicais estão pedindo uma intervenção militar no país, com o próprio Bolsonaro participando das manifestações e ampliando os apelos.  

O diário noticia que os apoiadores do presidente ignoram as recomendações de isolamento social  e saem às ruas para protestar. “A pandemia é apenas uma cortina de fumaça”, confidenciou Belucio, 43 à reportagem.

“Com um regime militar, tudo seria melhor, disse o morador de Belém (PA).

Mesmo considerada uma possibilidade remota pela maioria da população, observa o jornal, a ideia de uma intervenção perturbou ainda mais a já imprevisível situação política do país.

Bolsonaro é considerado por analistas críticos como uma ameaça à democracia. Sua manobra de sobrevivência política é também vista como arriscada e imprudente, apurou o ‘Post’.

A crise foi aprofundada com as saídas de Henrique Mandetta da pasta Saúde e de Sérgio Moro da Justiça, destaca o jornal, ao mesmo tempo em que a popularidade de Bolsonaro declina.

A reportagem ressalta que Bolsonaro precisa das Forças Armadas “por sua popularidade resiliente” e também para afastar a ameaça do Impeachment. Para o ‘Post’, o fato de a discussão sobre uma intervenção ter entrado no debate público indica um apelo “duradouro” da ala militar em um país que nunca reconheceu completamente os crimes ocorridos durante os 21 anos do período.

De 1964 a 1985, o governo apoiado pelos EUA reduziu drasticamente as liberdades políticas e de imprensa, institucionalizando a censura e a tortura, lembra o jornal.

O ‘Post’ menciona ainda as atividades da Comissão da Verdade, que em 2014 trouxe à tona as sessões de tortura às quais foram submetidos os opositores do Golpe de 64: choques elétricos, a introdução de insetos em seus corpos e violências cometidas em cima do chamado pau-de-arara. Mais de 430 pessoas foram mortas ou desapareceram.

“Ao contrário dos países latino-americanos que perseguiram, processaram e prenderam agressivamente ex-líderes militares por seus papéis em crimes de ditadura, o Brasil ainda não se responsabilizou totalmente pelos autores de violência política”, comentou o ‘Washington Post’.

A reportagem destaca ainda que Bolsonaro foi um dos defensores mais vociferantes da ditadura, tendo servido 15 anos no Exército e que sempre disse que as ações dos militares não foram extremas o suficiente.

“Ele sempre diz ‘nós, militares’, mas por muito tempo não foi assim”, contou ao jornal, João Roberto Martins Filho, um dos analistas militares mais respeitados do Brasil, segundo o ‘Post’.

“Ele demonstra reverência pelos militares, mas a realidade é que ele usa as Forças Armadas”, afirmou Filho.

Da Redação, com informações do ‘Washington Post’

O vírus se espalha pelo interior da Bahia. Governador alerta para a letalidade da doença.

A morte de um paciente de 60 anos, no início da manhã desta quarta-feira(13), no Hospital José Borba, em Santa Maria da Vitória, trouxe de volta o alerta da letalidade do vírus. É a primeira morte no Oeste da Bahia.

O governador Rui Costa alertou, em vídeo, sobre capacidade letal do vírus e a necessidade de manter o isolamento social e adotar medidas preventivas.

A vítima era um comerciante ambulante que veio do estado do Ceara para trabalhar na venda de redes  juntamente com outras seis pessoas. Ao chegar em Santa Maria  ele passou mal e deu entrada na emergência do hospital com sintomas da COVID-19 e em menos de 24 horas veio a falecer no início da tarde.  As autoridades ainda não informaram que esse homem teve contato direto com outras pessoas da cidade ou se os colegas dele estão com os sintomas da doença.

Barreiras, mais três casos.

A Prefeitura de Barreiras, por meio da Secretaria de Saúde, informa em Boletim Extra, que dos 44 (quarenta e quatro) casos suspeitos de Coronavírus (Covid-19) que aguardavam resultados, 05 (cinco) foram concluídos, destes, quatro testaram negativo e um testou positivo. Trata-se de uma pessoa do sexo masculino de 38 anos que relata ter participado no dia 1º de maio em um evento esportivo de ciclismo em Luís Eduardo Magalhães. Começou a sentir os sintomas no dia 02/05 e procurou atendimento médico no Pronto Atendimento Coronavírus (HMED) em 09/05, quando colheu amostras para exames. A pessoa mantém quarentena em isolamento domiciliar e passa bem.

No entanto, foram comunicados, extra-oficialmente, mais dois casos positivos agora à noite, sem maiores detalhes.

Irecê, mais quatro casos

Em Irecê, onde havia apenas um caso, recuperado, hoje foram notificados mais 4 casos positivos após exame rápido.

Itaberaba tem a primeira morte

No início da noite desta quarta-feira (13), o surgimento de 4 novos casos positivos de COVID-19, com um óbito. O anúncio foi feito pelo prefeito Ricardo Mascarenhas em live pelo facebook. Os casos foram registrados tanto na sede quanto na zona rural do município. Com isso, Itaberaba passa a ter 6 casos confirmados da doença.

Segundo o Gestor, 2 casos foram registrados na sede e 2 na zona rural do município. O óbito foi de um homem de 74 anos de idade e aconteceu no último dia 8 de maio na UPA 24h de Itaberaba. No entanto, o resultado do exame laboratorial só saiu nesta tarde.

Na oportunidade o prefeito anunciou que o município está adquirindo “Cabines de Desinfecção” para serem colocadas em pontos estratégicos da cidade: na região dos bancos, na Feira Nova e na UPA.

“Estamos ampliando as ações de combate ao coronavírus. Instalamos lavatórios públicos para higiene das mãos e adquirimos Cabines de Desinfecção, além de reforçar o uso de máscaras e intensificar o monitoramento e a fiscalização em todo o município”, disse o prefeito.

No vídeo, o atestado de óbito de um governo que já morreu. Esqueceu foi de deitar.

Um presidente visivelmente desequilibrado, ministros igualmente precisando de um longo tratamento psiquiátrico, ataques ao STF e ao Congresso, a reunião ministerial demonstra, cabalmente, que existe um gérmen do golpe atacando o Governo. Do Ucho.info, editado por O Expresso.

O vídeo da reunião ministerial do último dia 22 de abril tem conteúdo “devastador”, como afirmaram alguns investigadores da Polícia Federal que acompanharam a exibição da gravação, e traz registros que podem dificultar a atuação do governo de agora em diante.

A exibição da gravação aconteceu no Instituto Nacional de Criminalística da PF, na capital dos brasileiros, “em ato único”, como determinado pelo ministro Celso de Mello. A “sessão de cinema” contou com a participação de Moro e seus advogados, integrantes da Advocacia-Geral da União e procuradores e investigadores que acompanham rumoroso caso.

Em determinado trecho, o vídeo mostra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmando sem qualquer cerimônia “que todos tinham que ir para a cadeia, começando pelos ministros do STF”. Além disso, em outro trecho, Weintraub afirma que o Supremo Tribunal Federal é composto por “11 filhos da puta”.

A ministra Damares Alves – da Mulher, Família e Direitos Humanos – aparece no vídeo defendendo a prisão de governadores e prefeitos, revelam fontes que assistiram à exibição da gravação nesta terça (12), em Brasília. O vídeo é a principal prova do inquérito que apura as gravíssimas acusações feitas por Sérgio Moro contra Bolsonaro, que, segundo o ex-ministro da Justiça, tentou interferir politicamente no comando da Polícia Federal.

Na mesma reunião, como mostra a gravação, o presidente da República referiu-se ao governador de São Paulo, João Dória Júnior, como “bosta”, além de chamar integrantes do governo do Rio de Janeiro de “estrume”. Além dessas grosserias, o vídeo mostra em determinado trecho ataques, com palavras de baixo calão, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Após a exibição da gravação da reunião ministerial, o arquivo, copiado do original, que continua em poder da Polícia Federal, foi destruído na presença de todos os participantes do encontro: Sérgio Moro e seus advogados, integrantes da Advocacia-Geral da União e procuradores e investigadores que acompanham o caso.

O ministro Celso de Mello, do STF, avalia a possibilidade de levantar o sigilo parcial ou integral da gravação. O decano da Suprema Corte disse que decidirá “brevissimamente, em momento oportuno, sobre a divulgação, total ou parcial, dos registros audiovisuais contidos na mídia digital em questão”.

Informações oficiais atualizadas sobre avanço do Coronavírus

Em São Paulo a tragédia é mais grave

Em duas semanas, o número de mortes pelo novo coronavírus dobrou no estado de São Paulo, passando de 2.049, no dia 28 de abril, para 4.118 hoje (13).

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, sete em cada dez óbitos pela covid-19 (a doença provocada pelo novo coronavírus) são de pessoas com 60 anos ou mais.

Por outro lado, os idosos representam apenas 21% do total de casos confirmados da doença.

Das 51.097 pessoas infectadas em São Paulo, 78% eram crianças, jovens ou adultos com até 59 anos.

São Paulo tem ainda 3.702 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) com suspeita ou confirmação de infecção por coronavírus.

Há também 5.950 pessoas internadas em enfermaria. A taxa de ocupação dos leitos de UTI reservados para atendimento da covid-19 é de 68,3% em todo o estado e de 87,2% só na Grande São Paulo.

Bolsonaro cometeu crime ao fazer exames com nomes falsos?

O presidente Jair Bolsonaro usou nomes como Ayrton, Rafael e “05” na hora de identificar-se para fazer os testes de Coronavírus. É um caso típico de falsidade ideológica.

Falsidade ideológica é um tipo de fraude criminosa que consiste na criação ou adulteração de documento, público ou particular, com o fito de obter vantagem – para si ou para outrem – ou mesmo para prejudicar terceiro.

pena cominada ao crime de falsidade ideológica é de reclusão, de 1(um) a 5 (cinco) anos, e multa, se o documento é público e de reclusão de 1(um) a 3(três) anos, e multa se o documento é particular.

Coronavírus: o melhor e o pior cenário, segundo instituto norte-americano.

O Institut of Health Metrics and Evaluation (IHME) dos Estados Unidos, que baliza as políticas sanitárias americanas, estima que o Brasil atingirá o pico de casos de Covid-19 em 2 de junho, com um total máximo de 203.985 casos.

Depois de 2 de junho, a epidemia começaria a desacelerar no país, baixando para 103.343 casos em 4 de agosto. O pico de mortes seria em 27 de junho, com 1.024 óbitos em 24 horas. Essa estimativa é baseada nos dados oficiais que estão sendo fornecidos pelo Ministério da Saúde do Brasil.

Evidentemente, como os números brasileiros são extremamente inconfiáveis, o IHME tem também um projeção mais pessimista: em 2 de junho, poderemos ter o máximo de 618.152 casos, e o pico de mortes, em 27 de junho, chegaria a  2.646 óbitos num único dia.

Nesse cenário mais pesado, em 4 de agosto, teríamos 194.307 casos, com até 1.584 mortes nas 24 horas precedentes.

A informação é do Antagonista.

Os negacionistas continuam negando o número de mortes por Coronavírus no País, carregados, que são, pelo nariz, pelo Palácio do Planalto. A verdade é que o número de mortes violentas e o número de mortes no tráfego baixaram muito nestes últimos 70 dias. As restrições de circulação são a causa.

A nossa sugestão é apenas uma: rezem muito. Mesmo os ateus que não acreditam e aqueles que esqueceram como rezar. Quem sabe o pessoal das Plêiades, onde está a origem dos terráqueos exilados, tenham compaixão e nos salvem de pandemias, bolsonaros e outros patifes e patifarias do mesmo calibre. 

TCU determina devolução do dinheiro recebido por praças da forças armadas

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou o ressarcimento aos cofres públicos do auxílio emergencial de R$ 600 pago irregularmente pelo Ministério da Cidadania a militares integrantes da folha de pagamento do Ministério da Defesa.

Liminar concedida nesta quarta-feira (13) pelo ministro Bruno Dantas do TCU determinou que, caso os ressarcimentos não tenham ocorrido até a data de fechamento da folha de pagamento do mês de maio, seja feito o desconto do mesmo valor no salário do militar que recebeu irregularmente o benefício. O ressarcimento terá que ser feito via Guia de Recolhimento da União (GRU).

Um total de 73.242 militares receberam o auxílio emergencial de R$ 600, destinado a trabalhadores informais e desempregados durante a pandemia do novo coronavírus. A informação foi dada pelos próprios ministérios da Cidadania e da Defesa. Em nota, as pastas afirmaram que os comandos das Forças Armadas apuram “possíveis irregularidades” no processo.

O Ministério da Defesa terá prazo de 15 dias para informar ao TCU as medidas tomadas para apurar eventuais faltas funcionais dos militares que solicitaram deliberadamente o auxílio. No mesmo prazo, o Ministério da Cidadania terá que encaminhar a lista identificada de militares ativos, inativos e pensionistas que fizeram o ressarcimento e os que não devolveram o valor recebido indevidamente. Também terá que identificar a existência servidores civis federais, estaduais e municipais entre os beneficiários do auxílio emergencial.

Devolução

Como medida preventiva, o TCU determinou que os ministérios da Cidadania e da Economia em conjunto implementem mecanismo simplificado de ressarcimento de valores envolvidos em pagamentos indevidos do auxílio emergencial.

A liminar determina ainda que governo terá que abrir a documentação com regras de cruzamento de dados adotadas e cessar a admissão de novos casos de militares ativos, inativos e pensionista como aptos a receberem o auxílio, além de cancelar os cadastros admitidos para evitar a continuidade de pagamentos ilegais.

O pedido de auditoria foi feito pela equipe de fiscalização do TCU. No despacho, Dantas afirma que não há hipótese legal, “nem pela mais forçosa interpretação da lei” para um militar ativo, inativo ou pensionista ser titular do auxílio emergencial. Segundo ele, os recursos utilizados devem ser realocados com urgência para beneficiários que cumprem os requisitos da lei.

O presidente Jair Bolsonaro chamou de “garotada” o grupo de militares que recebeu de forma irregular o auxílio emergencial do governo. O presidente disse que os casos estão sendo identificados e que, além de devolver o dinheiro, serão punidos. Perguntado se pediria para a Caixa, o Dataprev e o Ministério da Cidadania investigarem a concessão do auxílio para os militares, o presidente pediu que não rotulasse esse grupo como “militares”.

“Não fala militares não, tá? É o praça prestador do serviço militar inicial. Mais ou menos 2%, 3% da garotada presta o serviço militar obrigatório e são pessoas oriundas das classes mais humildes da população, são os mais pobres”, disse na saída do Palácio da Alvorada.

São Desidério tem 4 casos de contaminação. Coronavírus chega a comunidades remotas.

O prefeito de São Desidério, Zé Carlos, divulgou no início desta tarde de quarta-feira (13/05), em suas redes sociais, quatro casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19) na cidade.

Segundo a postagem, os 4 casos positivos de coronavírus foram na comunidade de Roda Velha II (2) e no Povoado de Angico (2).

Barreiras tem perto de 160 casos em monitoramento, mas a testagem continua baixa e as medidas restritivas à circulação de pessoas não estão implantadas.

Imprensa estrangeira lamenta a gestão de Jair Bolsonaro

O Brasil visto de fora:

The New York Times:

“Uma das maiores quantidades de mortos do mundo, mas o presidente continua a dar de ombros para a responsabilidade”;

Reuters:

“em vídeo, Bolsonaro menciona razões de família para trocar chefe da polícia no Rio”;

Bloomberg:

“Uma casa em chamas: Alertas sobre o Brasil pioram com crise”;

Gavekal Research:

“No momento, é melhor deixar o Brasil para os especialistas, os loucos, os oportunistas de longo prazo e aqueles que não têm opção.”

Washington Post:

“Multiplicam-se os desafios no Brasil e fãs de Bolsonaro conclamam à tomada militar”;

Esses jornais comunistas querendo derrubar “o mito”!

Vereador afirma: Capital Federal só teve um hospital depois de 500 anos.

Elton: vereador, advogado, grande orador e agora historiador.

Relato do site Cerrado em Foco:

Em mais uma uma sessão com portas fechadas para imprensa, o vereador Elton Almeida falou, na noite desta terça-feira, sobre a ordem de serviço para construção do hospital de Luís Eduardo Magalhães e fez uma referência ao hospital de Brasília, citando a seguinte afirmação

“Só para salientar que a nossa capital federal foi ter o hospital municipal depois de 500 anos”.

O “brilhante”, “douto” e “insigne” vereador cometeu um leve engano.

A Capital Federal, Brasília, foi inaugurada dia 21 de abril de 1960. Portanto recém completou 60 anos. O primeiro hospital público do DF foi inaugurado no dia 12 de setembro do mesmo ano, Hospital de Base do Distrito Federal, apenas 5 meses após a inauguração da Capital Federal.

A sessão está gravada no Facebook e o leitor poderá encontrar a afirmação do ilustre vereador aos 24 minutos do vídeo.

Elton Alves cursou uma faculdade de Direito e obteve aprovação na OAB. O que sem dúvida prova que a fé opera milagres.

Brasil tem 12.400 mortes e 177.589 casos confirmados de novo coronavírus, diz ministério

Em 24 horas, foram confirmadas mais 881 novas mortes.

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (12) o mais recente balanço dos casos de novo coronavírus no Brasil.

Os principais dados são:

  • 12.400 mortes, eram 11.519 na segunda-feira (11)

  • Foram 881 novos registros de mortes acrescentados em 24 horas

  • 177.589 casos confirmados, eram 168.331 na segunda-feira (11)

  • Foram 9.258 casos incluídos no balanço em 24 horas

A Bahia é o oitavo estado com maior incidência de contaminação e mortes.

Informes oficiais recolhidos pelo G1

No dia da Enfermagem, um protesto silencioso na Esplanada

98 servidores de enfermagem e auxiliares já morreram, em todo o País, vitimados pela contaminação do Coronavírus.

Manifestantes vestidos de branco inflaram um boneco gigante de Jair Bolsonaro com as mãos sujas de sangue em uma praça de Brasília nesta terça-feira (12) em ato alusivo ao Dia da Enfermagem.

“Os que lavam as mãos,o fazem numa bacia de sangue”, diz a frase do dramaturgo Bertolt Brecht, escrita em uma faixa segurada por três pessoas vestindo jaleco e com máscara de proteção.

Na semana passada, enfermeiros que protestavam pacificamente em frente ao Palácio do Planalto foram agredidos pelos bolsonaristas Marluce Gomes, empresária, Renan da Silva Sena, funcionário do Ministério da Mulher e Direitos Humanos, e Gustavo Gaia Machado de Araújo.

As agressões são investigadas pelo Ministério Público do Distrito Federal.

Cadeias produtivas de carnes estão por um fio.

Pensa que está ruim? Pois vai piorar. Duas grandes plantas frigoríficas do Rio Grande do Sul fecharam as portas, pelo surgimento de um grande números de contaminados pelo coronavírus entre os funcionários.

Dois outros frigoríficos reduziram o número de funcionários para manter um afastamento maior dentro dos salões de processamento.

Se o Brasil perde a cadeia produtiva das carnes, como já aconteceu nos Estados Unidos, sobrevirá o desemprego, a quebra de produtores e fornecedores de insumos, o abate sanitário de aves e porcos e a falta dos produtos mais baratos na ponta do consumo.

Pesquisa CNT-MDA: Bolsonaro cai em todos os índices em maio.

© Reuters/ADRIANO MACHADO Presidente Jair Bolsonaro ao lado do vice Hamilton Mourão e ministros no Palácio da Alvorada, em Brasília

SÃO PAULO (Reuters) – A desaprovação ao desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro e a avaliação negativa do governo registraram um salto em maio, mostrou pesquisa do instituto MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgada nesta terça-feira.

De acordo com o levantamento, a avaliação ruim ou péssima do governo subiu para 43,4%, ante 31% registrados em janeiro deste ano.

A avaliação positiva foi para 32%, ante 34,5% em janeiro, enquanto a regular foi a 22,9%, ante 32,1%.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Já a desaprovação do desempenho pessoal de Bolsonaro subiu para 55,4%, de 47% anteriormente, enquanto a aprovação caiu para 39,2%, em comparação a 47,8% em janeiro.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 7 e 10 de maio, em 494 municípios de 25 Unidades da Federação.

Sofram, pessimistas! A placa do Hospital já foi inaugurada.

Aí está, para calar a boca dos opositores da brilhante trajetória administrativa do nosso prefeito Oziel Oliveira: a placa do Hospital Geral de Luís Eduardo Magalhães já foi inaugurada e colocada em seu devido lugar.

Mais um investimento importante do nosso Alecrim Dourado, aquele que nasceu no campo sem ser semeado. Para comemorar o feito, um ato solene de inauguração, com significativa aglomeração de pessoas, outro fato de relevância no momento em que o Município se encontra em quarentena.

Luís Eduardo entra de novo em quarentena rodoviária

Luís Eduardo Magalhães teve decretada, novamente, pelo Governo do Estado, o seu isolamento em transporte rodoviário coletivo.

Está suspensa a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte intermunicipal, público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

A medida, que foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (12), tem o objetivo de conter o avanço do coronavírus na população baiana.

O transporte intermunicipal foi suspenso também em outras 18 cidades baianas a partir de quarta-feira (13). A decisão inclui Amargosa, Anguera, Barrocas, Cachoeira, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Dom Basílio, Irará, Irecê, Itapicuru, Itapitanga, Manoel Vitorino, Potiraguá, Presidente Dutra, Presidente Tancredo Neves, Santo Estevão, São Félix e Umburanas.

O decreto também autoriza a retomada do transporte intermunicipal em Amélia Rodrigues, Barro Preto, Catu, Ibotirama, Itamari, Mucugê, Santaluz e São José da Vitória, cidades com 14 dias ou mais sem novos casos de covid-19.

Cidades com transporte suspenso

No total, a Bahia possui 128 municípios com restrição no transporte. São eles: Abaíra, Aiquara, Alagoinhas, Amargosa, Anguera, Aracatu, Arataca, Barra do Choça, Barreiras, Barrocas, Boa Vista do Tupim, Buerarema, Cachoeira, Caetanos, Caldeirão Grande, Camacã, Camaçari, Camamu, Campo Alegre de Lourdes, Canavieiras, Candeias, Capela do Alto Alegre, Capim Grosso, Castro Alves, Coaraci, Conceição do Coité, Coração de Maria, Cruz das Almas, Curaçá, Dário Meira, Dias D’Ávila, Dom Basílio, Eunápolis, Feira de Santana, Gandu, Governador Mangabeira, Guaratinga, Ibicaraí, Ibirapitanga, Ibirataia, Ilhéus, Ipiaú, Irará, Irecê, Itaberaba, Itabuna, Itacaré, Itagibá, Itajuípe, Itaparica, Itapé, Itapetinga, Itapicuru, Itapitanga, Itatim, Ituberá, Jacobina, Jaguarari, Jequié, Jitaúna, Juazeiro, Jussari, Jussiape, Laje, Lajedo do Tabocal, Lauro de Freitas, Livramento de Nossa Senhora, Luís Eduardo Magalhães, Madre de Deus e Manoel Vitorino.

Também estão com transporte suspenso: Maracás, Maragogipe, Maraú, Mata de São João, Morpará, Nazaré, Nilo Peçanha, Nordestina, Nova Soure, Nova Viçosa, Oliveira dos Brejinhos, Paramirim, Pau Brasil, Paulo Afonso, Pilão Arcado, Pojuca, Porto Seguro, Potiraguá, Presidente Dutra, Presidente Tancredo Neves, Rafael Jambeiro, Remanso, Retirolândia, Ribeira do Pombal, Rio Real, Salvador, Santa Bárbara, Santa Cruz Cabrália, Santa Teresinha, Santanópolis, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, Santo Estevão, São Felipe, São Félix, São Francisco do Conde, São Gonçalo dos Campos, São Sebastião do Passé, Sátiro Dias, Saubara, Seabra, Serra do Ramalho, Serrinha, Serrolândia, Simões Filho, Taperoá, Teixeira de Freitas, Tucano, Ubaitaba, Ubatã, Umburanas, Una, Uruçuca, Valença, Valente, Várzea Nova, Vera Cruz e Vitória da Conquista.

Hoje, aniversário de nascimento de Ondumar Marabá

Hoje seria aniversário do saudoso Ondumar Marabá: Fundador do Grupo Marabá, há 17 anos, Ondumar acreditou nessa terra, se tornando parte da história de Luís Eduardo Magalhães. Mais que empresário, foi um grande amigo, pai, irmão e muito querido por toda a população luiseduardense.

Um homem de fé, batalhador, que passava confiança por onde fosse e, mesmo depois de sua partida, sua história continua a nos inspirar.

Nossa sincera homenagem, sentimos sua falta.

Barreiras tem 11 novos casos suspeitos de contaminação nesta segunda

A Secretaria de Saúde de Barreiras informou que hoje foram identificados 11 (onze) novos casos com características que indicam suspeição de Coronavírus (COVID-19), preenchendo os critérios indicativos para coleta. Tratam-se de sete pessoas do sexo masculino, de 11, 24, 33, 38, 45, 47 e 76 anos e quatro pessoas do sexo feminino, de 34, 36, 39 e 45 anos.

Informa ainda que dos 33 (trinta e três) casos suspeitos que aguardavam resultados, 06 (seis) foram concluídos e testaram negativo. Tratam-se de três pessoas do sexo masculino de 18 anos (que teve contato com caso positivo), de 20 e 19 anos (que tiveram contato com caso suspeito) e três pessoas do sexo feminino de 49 e 34 anos (que tiveram contato com caso positivo) e de 46 anos (que teve contato com caso suspeito).

No momento, a Secretaria de Saúde está monitorando 111 (cento e onze) casos com suspeitas leves que se encontram em isolamento respiratório domiciliar, sem exigência de notificação para coleta de exames.

Tão logo os demais resultados dos exames dos casos suspeitos sejam concluídos serão divulgados. A Secretaria de Saúde manterá a publicação de um boletim diário para que a população fique devidamente informada sobre o assunto.