Os primeiros resultados da pesquisa nacional sobre o coronavírus apontam que 201,6 mil pessoas podem estar infectadas em Manaus. O número corresponde a 11% da população da cidade, que tem 1,8 milhão de habitantes.
No site do Ministério da Saúde, Manaus conta com 10.407 casos oficiais e 949 óbitos. Segundo levantamento do ministério, divulgado hoje, mais de 20 mil estão infectados em todo estado do Amazonas e 1.400 morreram.
O Amazonas é o quarto estado do país com o maior número de casos. A pesquisa nacional que divulga números muito mais altos do que os oficiais é organizada pela UFPel (Universidade Federal de Pelotas), no Rio Grande do Sul.
O coordenador do estudo e reitor da instituição, Pedro Rodrigues Curi Hallal, explica que foram identificadas 27 pessoas com coronavírus durante aplicação dos testes rápidos, em uma amostra de 250 participantes. Com isso, chegou-se ao índice de 11% ao se aplicar sobre o total da população.
Ignorância e arbítrio
A divulgação dos dados da pesquisa nacional sobre a velocidade de expansão da Covid-19 no Brasil irá atrasar. A realização do estudo de campo, liderado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), em parceria com o Ministério da Saúde e Ibope, sofreu uma série de intercorrências pelo país neste final de semana.
Equipes de aproximadamente 40 das 133 cidades do levantamento tiveram o trabalho impedido de diversas maneiras.
Em alguns lugares, prefeitos e secretários da Saúde não autorizaram a realização das entrevistas e testes rápidos de coronavírus. Em outros municípios, os entrevistadores foram agredidos pela população e até detidos. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, houve prisões em cidades do Pará, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Goiás, Santa Catarina e Mato Grosso.
Em Mossoró (RN), pesquisadores foram agredidos pela população, que os acusava de violar o confinamento social. A falta de autorização de prefeituras, segundo a Folha, ocorreu em 42 municípios.
Em Barreiras, a pesquisa ocorreu em perfeita ordem e foi encerrada no sábado.
Foram identificados 11 (onze) novos casos com características que indicam suspeição de Coronavírus (COVID-19), preenchendo os critérios indicativos para coleta.
Trata-se de seis pessoas do sexo masculino, de 23, 26, 28, 43, 51 e 69 anos. Destes, quatro tiveram contato com caso positivo de Barreiras e cinco pessoas do sexo feminino, de 21, 28, 41, 47 e 65 anos. Destes, três tiveram contato com caso positivo de Barreiras.
No momento, a Secretaria de Saúde está monitorando 128 (cento e vinte e oito) casos com suspeitas leves que se encontram em isolamento respiratório domiciliar, sem exigência de notificação para coleta de exames.
Vinte e quatro municípios do interior da Bahia com Unidades de Pronto Atendimento (UPA) destinadas a pacientes suspeitos de coronavírus receberão 26 ambulâncias do governo do estado.
A ação reforça o combate à epidemia e dá mais segurança e agilidade, caso haja necessidade de transferências para unidades de maior complexidade.
O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, afirma que foram investidos cerca de R$ 4 milhões na aquisição dos veículos do tipo picape.
“Já entregamos 12 unidades e nesta semana faremos as demais entregas, que foram uma determinação do Governador Rui Costa”, diz o secretário.
Os municípios contemplados são: Alagoinhas, Barreiras, Brumado, Camacan, Conceição do Coité, Cruz das Almas, Esplanada, Gandu, Ilhéus, Ipiaú, Irecê, Itabuna, Itacaré, Jaguaquara, Jequié, Juazeiro, Lauro de Freitas, Morro de Chapéu, Paulo Afonso, Porto Seguro, Santa Maria da Vitória, Serrinha, Tucano e Itaparica.
Linha de montagem da Volkswagen Caminhões, em Resende/RJ, já está em operação desde o dia 27 de abril
Abril já faz parte da história e seu resultado não deve se repetir em maio. Após o pior mês de produção nos 63 anos da automotiva nacional, as montadoras retomam lentamente as atividades. As fábricas começam a operar em turnos limitados e com novos protocolos de segurança sanitária.
O reinício tímido ocorreu na virada do mês e agora começa a ganhar corpo, apesar de limitadas pela realidade de mercado.
Há estoque suficiente para suprir quatro meses de comercialização no ritmo atual do varejo.
Além disso, as vendas diretas a frotistas, que representam quase 50% do negócio, estão estagnadas. As locadoras, principais clientes desse segmento, estão recebendo milhares de carros de volta, devolvidos por motoristas de aplicativo.
Os emplacamentos diários, que beiravam as 10 mil unidades antes da pandemia, caíram para cerca de 3.000.
A Renault reabriu a fábrica de São José dos Pinhais (PR) no dia 4. Os funcionários encontraram tapetes para higienização dos calçados e divisórias de acrílico nos refeitórios para aumentar o distanciamento.
A FCA Fiat Chrysler retoma a produção em Betim (MG) e Goiana nesta segunda (11). A empresa chama de Esquadrão SWAT Covid-19 o grupo de funcionários responsável pela higienização emergencial do ambiente. A equipe entra em ação caso seja detectado um caso suspeito na linha de montagem.
Segundo a montadora, o perímetro em que o funcionário estava deve ser esterilizado com equipamentos e produtos específicos. Os responsáveis pela tarefa precisam vestir roupas semelhantes às usadas por profissionais da saúde nos hospitais de campanha.
A Hyundai do Brasil retomou a produção em Piracicaba (interior de São Paulo) na quarta (13). Apenas um dos três turnos voltou a funcionar, com 700 funcionários. O objetivo é abastecer as concessionárias de cidades em que o comércio permanece aberto.
Um protocolo comum a todas as fabricantes prevê distância mínima de 1,5 metro entre os trabalhadores na linha de montagem, uso de máscara, diminuição do número de empregados por turno e medição diária da temperatura.
As empresas negociaram reduções de carga horária e de salário com os sindicatos. Grande parte dos trabalhadores segue em lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho).
As fábricas de caminhões da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo) e Juiz de Fora voltaram a operar na semana passada. Segundo Philipp Schiemer, presidente da montadora na América Latina, metade dos funcionários voltou às linhas de produção.
O executivo diz que a empresa vai concluir seu ciclo atual de investimentos -R$ 2,4 bilhões aplicados entre 2018 e 2022-, mas projetos futuros estão congelados. O faturamento da empresa caiu 80% no último mês.
Schiemer afirma que as brigas políticas minaram a credibilidade do Brasil perante investidores e, por consequência, influenciaram a desvalorização do real. A Mercedes tem tido problemas com o câmbio, pois os conteúdos tecnológicos de seus caminhões mais modernos são importados.
O executivo diz que, apesar da queda abrupta nas vendas, o segmento de veículos pesados tem sido menos afetado que o de carros leves. As razões disso estão no agronegócio e nas áreas que mantêm atividade em meio à pandemia, como os setores farmacêutico e de bebidas.
As exportações de modelos de carga também continuam, embora restritas. Esse foi um dos motivos que fez a Scania retomar a produção em São Bernardo do Campo no dia 27 de abril, junto com a Volkswagen Ônibus e Caminhões, que tem fábrica em Resende (RJ). Ambas as empresas fazem parte do grupo Traton. Cerca de 25% dos trabalhadores dessas empresas retornaram às linhas de montagem.
As linhas de produção de veículos pesados da DAF e da Volvo no Paraná também voltaram à ativa. O retorno ocorreu no dia 4.
No segmento de veículos leves, a produção na fábrica da Volkswagen de São José dos Pinhais (PR) recomeça nesta segunda (18).
O principal veículo montado na unidade é o utilitário compacto T-Cross. As fábricas localizadas em São Paulo voltarão a produzir no dia 25. Essa é também a data prevista pela Moto Honda da Amazônia.
Outras montadoras planejam retornar em junho, entre elas estão Ford, General Motors, Honda Automóveis e Toyota.
Após quatro dias de tratamento domiciliar com hidroxicloroquina contra o novo coronavírus, o médico Gilmar Calasans Lima, 55, morreu 45 minutos depois de dar entrada na emergência do Hospital da Costa do Cacau, em Ilhéus, com um quadro de parada cardiorrespiratória.
A informação é do secretário de Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas.
O que significa colocar uma caixão fúnebre às costas e sair às ruas, enrolado em bandeiras brasileiras e cartazes com a inscrição “Fechado com Bolsonaro”?
Fechado no caixão, fechado no hospício ou fechado na cadeia?
Isso é uma saudação nazista ou de novo uma oração?
Paulo Marinho, o último a entregar as relações pouco republicanas dos Bolsonaro com a bandidagem.
Os “traidores” da farsa Bolsonaro, como Bebianno, Sérgio Moro e Paulo Marinho estão desmontando o Governo. As relações com bandidos e milicianos do Rio são densas e fortes. Por isso o Presidente resolveu intervir na Polícia Federal. Um absurdo sem precedentes na história da força.
O empresário Paulo Marinho informou neste domingo, 17, que ele e sua família ganharam proteção policial após a divulgação das acusações de que o presidente Jair Bolsonaro e seu filho Flávio receberam informações privilegiadas sobre uma operação da Polícia Federal que mirava um assessor de Flávio, o ex-policial Fabrício Queiroz.
Em uma publicação nas redes sociais, Marinho afirmou que solicitou ao governador do Rio, Wilson Witzel, proteção policial e que, foi atendido.
Paulo Marinho é suplente de Flávio Bolsonaro e, durante a campanha de 2018, transformou sua casa no Rio de Janeiro em uma espécie de QG da candidatura do então deputado Jair Bolsonaro. Ele também é pré-candidato à prefeitura do Rio de Janeiro pelo PSDB.
Em entrevista à Folha de S. Paulo publicada neste domingo, Marinho disse que ouviu do próprio Flávio Bolsonaro que a operação da PF que envolvia o seu ex-assessor Fabrício Queiroz no caso da rachadinha lhe foi antecipada por um delegado que era simpatizante da candidatura de Bolsonaro. Flávio e Jair, então, decidiram demitir Queiroz antes que o escândalo, com potencial de atingir em cheio a campanha de Bolsonaro, estourasse.
O relato de Marinho pode reforçar o inquérito em andamento no Supremo Tribunal Federal que apura se Jair Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal – a ação foi aberta após as acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro de que o presidente tentou acesso a relatórios de inteligência sigilosos. Neste domingo, o procurador-geral da República, Augusto Aras, informou que vai avaliar se inclui as acusações de Marinho na investigação.
Também em uma rede social, Paulo Marinho agradeceu às manifestações de apoio que tem recebido. Ele disse que considerou dar publicidade às informações após as denúncias feitas pelo ex-ministro Sergio Moro.
Sobre original da revista Veja, com título e texto grifado da editoria de O Expresso.
O Ministério da Cidadania divulgou o calendário de pagamento e saques da segunda parcela de R$ 600 do auxílio emergencial, pago em três parcelas, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados que perderam renda por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A portaria com as datas foi publicada no Diário Oficial da União.
A segunda parcela começará a ser creditada na segunda-feira (18), conforme adiantou o presidente da Caixa Econômica federal, Pedro Guimarães.
Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.
Veja o calendário para depósito em poupança social:
Nascidos em:
Dia de recebimento do benefício:
janeiro e fevereiro
20 de maio
março e abril
21 de maio
maio e junho
22 de maio
julho e agosto
23 de maio
setembro e outubro
25 de maio
novembro e dezembro
26 de maio
Veja o calendário de depósitos para beneficiários do Bolsa Família:
Último dígito do NIS:
Data do crédito:
1
18 de maio
2
19 de maio
3
20 de maio
4
21 de maio
5
22 de maio
6
25 de maio
7
26 de maio
8
27 de maio
9
28 de maio
0
29 de maio
Veja o calendário para saque e transferência da poupança social:
Os sistemas hospitalares de São Paulo e Rio de Janeiro estão em colapso, com a totalidade dos leitos ocupada.
O Conselho Federal de Medicina recebeu 17 mil denúncias de falta de equipamentos adequados de prevenção para profissionais da Saúde. O grande número de contaminação entre esses profissionais comprova as denúncias.
A Bahia registra 8.443 casos confirmados de Covid-19. Considerando o número de 2.199 pacientes recuperados e 295 óbitos, 5.949 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.
Os casos confirmados ocorreram em 205 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (62,96%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes são Uruçuca (3.070,33), Itabuna (2.973,41), Ipiaú (2.790,31), Ilhéus (2.316,31) e Salvador (1.851,10).
Na Bahia, 1.073 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
O boletim epidemiológico registra 23.511 casos descartados e 55.541 notificações em toda a Bahia. Estes dados representam as notificações oficiais compiladas nos três sistemas oficiais do Ministério da Saúde (e-SUS VE, GAL e SIVEPGRIPE). Ressaltamos que os dados refletem casos confirmados laboratorialmente, bem como diagnósticos positivos por critério clínicos, testes rápidos e testes realizados em unidades privadas.
Taxa de ocupação
Na Bahia, dos 1.229 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para Covid-19, 646 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 53%.
No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 513 leitos exclusivos para o coronavírus, 313 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 61%.
Bozo se tornou o maior propagandista de laboratório, vendendo a ideia da aplicação generalizada do medicamento.
O presidente Jair Bolsonaro levou uma caixa do medicamento Reuquinol para a reunião com os líderes do G20 que tratou da crise global da pandemia do novo coronavírus.
O medicamento é usado no tratamento contra a malária e o lúpus e vem tendo a eficácia testada no combate à Covid-19, porém sem comprovação científica até o momento.
Na bula do remédio, fabricado pelo laboratório Apsen, a empresa informa que o sulfato de hidroxicloroquina (fórmula do Reuquinol) causa hipoglicemia severa, incluindo perda de consciência, que pode ser fatal para diabéticos.
Entre as precauções recomendadas na bula, estão os efeitos de insuficiência cardíaca, com desfecho fatal em alguns casos. Outra recomendação é a realização de exames periódicos da função dos músculos e reflexos, e a suspensão do uso caso alterações sejam observadas.
Foram mais 816 novos registros de mortes acrescentados em 24 horas.
Brasil é o sexto país com mais mortes registradas pela covid-19.
233.142 casos confirmados, eram 218.223 na sexta-feira (15)
Foram 14.919 casos incluídos no balanço em 24 horas.
Em São Paulo são 61.183 casos e 4.688 mortes O Estado superou a China em número de mortes.
De acordo com o monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins, com os dados de hoje, o Brasil se torna o quarto país em número de casos registrados, passando Itália e Espanha. Somente Reino Unido (241.455), Rússia (272.043) e Estados Unidos (1.450.269) têm mais pessoas contaminadas que o Brasil.
No sábado (9), o Brasil passou a marca de 10.000 mortes, chegando a 10.627. Neste sábado (16), registrou-se mais 5.006 mortes. Em uma semana houve um acréscimo de 50%.
Um grupo de advogados entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que o presidente da Câmara dos deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), seja obrigado a analisar um pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Com isso, o ministro do STF Celso de Mello pediu que um oficial da justiça informasse a Bolsonaro sobre a ação.
De acordo com Celso de Mello, ele teria feito isso para “integrar a relação processual e, querendo, contestar o pedido”. Bolsonaro, na prática, tem o direito de recorrer da ação encaminhada pelos advogados.
“O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, manda que o Oficial de Justiça cite o excelentíssimo Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, com endereço no Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, Brasília/DF, para, na condição de litisconsorte passivo necessário, integrar a relação processual e, querendo, contestar o pedido. DADO E PASSADO na Secretaria do Supremo Tribunal Federal, em 13 de maio de 2020”, diz um trecho do documento, que foi assinado digitalmente pelo ministro Celso de Mello.
Entenda o caso
Os advogados s José Rossini Campos do Couto Corrêa e Thiago Santos Aguiar de Pádua apresentaram ao STF, no dia 23 de abril, uma ação para obrigar Maia a analisar o pedido de impeachment de Bolsonaro.
Eles alegam que o presidente teria cometido crimes de responsabilidade em algumas ocasiões, como aparecer em manifestações que faziam pedidos favoráveis a intervenção militar. Além disso, também constam os posicionamentos contra o isolamento social, a demissão do ex ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e a falta de transparência dos exames que dão um diagnóstico para a Covid-19.
A Prefeitura de Barreiras publicou, nesta tarde de sábado, um decreto fechando, a partir da zero hora de amanhã, domingo, todo o comércio não essencial da cidade. Bares, restaurantes, academias, salões de beleza e barbearias estarão fechados até o dia 17 de junho, data final da vigência do decreto.
Os estabelecimentos comerciais, não abrangidos pela medida de fechamento prevista, funcionarão apenas até às 20 horas, exceto:
I – farmácias, inclusive de manipulação;
II – clínicas de atendimento das áreas da saúde, consultórios médicos e estabelecimentos afins;
III – clínicas veterinárias, para atuar em regime de emergência, bem como para a comercialização de medicamentos;
IV – distribuidoras de água e gás; e
V – postos de combustíveis.
Fica suspenso, durante a vigência do Decreto, o atendimento presencial do público externo no âmbito da administração pública municipal
direta e indireta, a partir do dia 18 de maio de 2020, salvo os serviços considerados essenciais, e aqueles relacionados ao Departamento de Tributos da Secretaria da Fazenda do Município.
Os informes de dados sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (16), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde dão conta do registro de 15.046 mortes provocadas pela Covid-19 e 222.877 casos confirmados.
Ontem à noite, o balanço doMinistério da Saúde informava 14.817 mortos e 218.223 casos.
A Secretaria da Saúde de São Desidério anunciou, na manhã deste sábado, mais dois casos confirmados de contaminação pelo Coronavírus. Um foco na comunidade de Angico, uma vila de no máximo 300 casas, nas proximidades da cidade é responsável pela maioria dos casos.
São Desidério
De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde, agora o município tem sete casos confirmados da Covid-19, 55 em monitoramento e 23 descartados.
Diz nota da Secretaria de Saúde de São Desidério:
Comunicamos que hoje (sábado, 16 de maio), os onze casos (11) resultados de exames foram concluídos, sendo que destes, nove (09) tiveram resultados NEGATIVOS para coronavírus e dois (02) POSITIVOS.
Os casos positivos são todos do sexo feminino, residentes no povoado de Angico, com idades entre 21 a 37 anos.
Até o presente momento, o município tem o total de 07 casos POSITIVOS para COVID-19, todos são classificados como quadro clínico leve, estão em isolamento domiciliar e sendo acompanhados pela Equipe da Saúde.
Em Cristópolis, foi atestado o primeiro caso, com a contaminação de um funcionário da área de Saúde que também trabalha em Luís Eduardo Magalhães, no mesmo setor. As autoridades estão levantando os nomes de todos os pacientes que foram atendidos no Posto de Saúde, bem como de contatos intra-familiares e extra-profissionais da pessoa.
A Secretaria da Saúde de Luís Eduardo ainda não se manifestou sobre o caso.
O início das operações do laboratório de análises da UFOB aumentou a testagem na região em até 30 exames diários, com diagnóstico em 48 horas, o que elevou o número de casos na região.
O governo do Tocantins decretou lockdown (bloqueio total) e vetou qualquer deslocamento de pessoas em 33 municípios do Tocantins a partir de 18h deste sábado, 16, com duração até 25 de maio. Nesse período, só será permitida a circulação de pessoas para serviços essenciais e portando documento de identificação oficial com foto e máscaras protegendo o rosto.
Visitas e reuniões de pessoas da mesma família que não moram na mesma residência também estão proibidas, independentemente do número de pessoas. Só é permitido se deslocar para hospitais, supermercados, farmácias ou estabelecimentos de atividades essenciais.
As 33 cidades alcançadas concentram 67% das 24 mortes registradas no Tocantins e a mesma proporção dos 1.179 casos confirmados de covid-19 no Tocantins até a reunião da tarde desta sexta-feira, do Comitê Estadual de Crise para Prevenção do Novo Coronavírus, que optou pela medida.
“É uma decisão dura, mas necessária para conter a situação crescente de contaminação no Tocantins e nas localidades atingidas pelo isolamento geral e evitar o colapso da rede hospitalar”, defendeu o governador Mauro Carlesse (DEM), por meio da Secretaria da Comunicação.
A maioria das cidades alcançadas pelo decreto está localizada no Bico do Papagaio, no extremo norte do estado, composto por 28 municípios, dos quais apenas oito ainda não possuem casos confirmados da doença. O secretário estadual da Saúde, Edgar Tolini, alerta que se trata de região que terá a situação agravada.
“A maior preocupação é a região norte em virtude da grande aglomeração de pessoas, o que termina sobrecarregando a rede hospitalar.”
As únicas cidades fora do Bico do Papagaio inclusas são Araguaína, a segunda mais populosa do estado e epicentro do coronavírus, com 496 casos, Cariri do Tocantins (41 casos), Nova Olinda (32), Colinas (17) e Guaraí (12). Todas estão localizadas à margem da BR-153 (a movimentada Belém-Brasília), com inúmeros casos registrados da doença de pacientes de outros estados.
As cidades serão fiscalizadas pelas prefeituras com apoio da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria de Segurança Pública e o Detran (Departamento Estadual de Trânsito), para a fiscalização da circulação dos veículos.
O jornal britânico The Guardian trouxe, ontem, em sua edição online internacional, uma longa matéria sobre as encruzilhadas e ciladas que o Governo Bolsonaro está preparando para o povo brasileiro e para si mesmo. O navio está afundando, sublinha o título da matéria.
“Teorias da conspiração, questões ideológicas, batalhas inventadas e guerras culturais – tudo bem no coração do governo”, relata o jornal sobre a reunião ministerial que acabou na demissão do então ministro Sérgio Moro. O jornal relata ainda que a situação piora mais com a saída do ministro da Saúde, Nelson Teich, em meio ao furacão ascendente de casos e mortes causados pelo coronavírus.
Nas mídias sociais, é senso comum entre diversos internautas oposicionistas que Bolsonaro é sim um genocida, em busca de uma plataforma de eugenia, que elimine um grande grupo de idosos, pobres – preferencialmente negros – (lembram-se dos quilombolas de 7 arrobas?) e brasileiros com doenças incuráveis. Ninguém quer comparar, mas Adolf Hitler achava de que eliminar judeus, ciganos, migrantes e pessoas com problemas genéticos eram obrigação do Estado.
Seria por isso que temos um recrudescimento da ação de grupos neo-nazistas no País, que chegou ao cúmulo com a ascensão de um nazista convicto à Secretaria da Cultura? Pelo mesmo motivo, frases como o “trabalho liberta” ornam propaganda institucional do governo.
Nazistas convictos urram na internet que a oposição, os comunistas como eles chamam, não gosta de trabalhar. São vagabundos que querem viver às custas do Estado.
Como Hitler, as vezes se enganam. Hitler também odiava os comunistas e pensou que ao invadir a Rússia ia dar um passeio conquistador do “espaço vital”, tomando terras férteis e o petróleo às margens do mar Cáspio. Os russos perderam 20 milhões de militares e civis, mas foram buscar Hitler em seu bunker de Berlim.
O Brasil registrou nesta sexta-feira (15) um total de 15.305 casos confirmados de coronavírus, segundo o boletim divulgado pelo governo.
É o maior número de casos em um único dia desde o início da pandemia – até então, o recorde havia sido registrado na quinta-feira (14), com 13.944 confirmações em 24 horas. O total de infectados chegou a 218.223.
O número de mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas foi de 824, a 3ª maior marca em um único dia desde o começo da pandemia. O total de óbitos é de 14.817, com taxa de letalidade de 6,8%.
O recorde de casos em um único dia ocorreu exatamente no dia em que Nelson Teich pediu exoneração do Ministério da Saúde. Ele ficou no cargo por 28 dias, após assumir em substituição a Luiz Henrique Mandetta – que havia sido demitido pelo presidente Jair Bolsonaro.
Teich não explicou exatamente os motivos pelos quais decidiu pedir demissão. “A vida é feita de escolhas e hoje eu escolhi sair. Dei o melhor de mim neste período. Não é simples estar à frente de um ministério como esse num momento difícil”, afirmou ele, em entrevista coletiva.
Como Mandetta, Teich defendia posições contrárias às do presidente. Dizia, por exemplo, que que o distanciamento social deveria usado como prevenção ao coronavírus, enquanto Bolsonaro afirmava que só as pessoas em grupo de risco deveriam ficar isoladas. Além disso, Teich não recomendava o uso de cloroquina, ao contrário de Bolsonaro.
Sem Teich para falar sobre os números do coronavírus no Brasil, coube a outros quatro ministros a tarefa de participar de entrevista no Palácio do Planalto sobre ações de enfrentamento à pandemia do coronavírus. Foram eles a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves; o ministro da Casa Civil, Braga Netto; o ministro da Economia, Paulo Guedes; e o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. (Bem Paraná).
Uma maluca de carteirinha; um economista ganancioso e dois generais ditando regras sobre Saúde. Estamos, de fato, num mato sem cachorro.
O Ministério Público Federal (MPF) instaurou na última sexta-feira (8) um procedimento administrativo para acompanhar a aplicação das verbas da Saúde para combate à pandemia de covid-19 em Barreiras.
Na mesma data foi instaurado outro procedimento para acompanhar as medidas sanitárias de combate à pandemia de coronavírus em Barreiras e nos outros 15 municípios da atribuição do órgão na cidade.
De acordo com o procurador da República, Rafael Guimarães Nogueira, ainda não chegou ao conhecimento do MPF um fato específico a ser investigado. O órgão irá acompanhar a situação e, caso surjam fatos que venham a requerer a atuação do MPF, será instaurada a investigação necessária.
Os seguintes municípios são alvo da atuação preventiva do MPF em Barreiras: Angical, Baianópolis, Barreiras, Brejolândia, Buritirama, Catolândia, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Muquém do São Francisco, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia, São Desidério e Wanderley.
O Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas, coordena um estudo que irá medir a prevalência do coronavírus e avaliar a velocidade de expansão da COVID-19 no país, com financiamento do Ministério da Saúde do Brasil.
A pesquisa, aprovada pelo Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e que segue todos os trâmites éticos correspondentes, irá estimar a proporção de pessoas com anticorpos para a Covid-19. Além disso, será analisada a evolução de casos na população brasileira, por meio de uma amostragem de participantes em 133 “cidades sentinelas”, que são os maiores municípios das divisões demográficas do país, de acordo com critério do IBGE.
A primeira fase iniciou nesta quinta-feira, 14 de maio, se estendendo pelos próximos dois dias (15 e 16 de maio), com a realização de testes rápidos para o coronavírus e entrevistas com 250 participantes em cada uma das 133 cidades, listadas em anexo. Outras duas coletas como
essa ocorrerão em 15 e 30 dias.
As pessoas serão entrevistadas e testadas em casa, por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base, por agentes da IBOPE INTELIGÊNCIA. Os agentes da pesquisa coletam uma amostra de sangue (uma gota) da ponta do dedo do participante, que será analisada pelo aparelho de teste em aproximadamente 15 minutos.
Em alguns municípios as pessoas pesquisadas estão resistentes a fornecer dados e a amostra de sangue. A coordenação da pesquisa está pedindo a divulgação para esclarecimento da população. Em Barreiras, hoje e amanhã serão desenvolvidas as amostragens.
Na Bahia serão pesquisados os seguintes municípios:
BA BARREIRAS
BA FEIRA DE SANTANA
BA GUANAMBI
BA ILHÉUS
BA ITABUNA
BA IRECÊ
BA JUAZEIRO
BA PAULO AFONSO
BA SALVADOR
BA SANTO ANTÔNIO DE JESUS
BA VITÓRIA DA CONQUISTA
A pesquisa nacional sobre propagação do coronavírus enfrenta resistência em 75 municípios, disse o reitor da UFPel
No caso mais grave, em Santarém (PA) casa de pesquisadora foi alvo de busca e apreensão, afirma Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas, responsável pelo levantamento.
As dificuldades estão sendo impostas tanto por prefeituras quanto pelo receio da população, diz Mariângela Freitas da Silveira, uma das responsáveis pelo estudo.
“Tivemos várias pessoas que chamaram as forças de segurança”, afirma.
Parte delas não souberam da pesquisa, outra parte não informou a população sobre a presença dos pesquisadores – o medo do avanço da doença em alguns locais levaram até a agressões e ameaça de linchamento dos pesquisadores, o que ocorreu em 10 municípios.
O Ministério Público Federal (MPF) moveu três ações contra a União e o Incra – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – em função da morosidade e da omissão para conclusão de processos de demarcação e titulação dos territórios das comunidades quilombolas de Fazenda Grande, Cipó e Boa Vista do Pixaim, localizadas no município de Muquém do São Francisco, no oeste da Bahia.
A última ação foi proposta nesta terça-feira, 12 de maio. Para o MPF, as terras reivindicadas são das comunidades por direito, e a demora na conclusão dos processos pelo Incra acirra as disputas protagonizadas por fazendeiros da região, em prejuízo dos quilombolas.
Omissão e morosidade ameaçam integridade – De acordo com o MPF, o Incra vem, sucessivamente, se omitindo no seu dever legal de promover a identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras reivindicadas, alegando falta de recursos. Os quilombolas de Fazenda Grande, Cipó e Boa Vista do Pixaim aguardam, respectivamente, há 12 anos, 4 anos e 11 anos a conclusão dos trabalhos pelo instituto.
Questionado ontem sobre a diferença de mortes por covid-19 entre Brasil e Argentina, o presidente Bolsonaro disse que os números deveriam ser vistos proporcionalmente em relação à população de cada País.
Mesmo quando vistos desta maneira, a Argentina tem números melhores: apenas 8 óbitos para cada 1 milhão de pessoas.
O Brasil tem 66 vítimas fatais para cada milhão. Na América do Sul, só fica atrás de Equador e Peru.
O medicamento composto por hidroxicloroquina que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem propagandeado como esperança de cura para a Covid-19 é produzido por uma empresa farmacêutica que tem como dono um grande entusiasta do bolsonarismo.
A Apsen, que registrou lucro de R$ 696 milhões em 2018, produz o Reuquinol, que Bolsonaro mostrou até para os líderes do G-20 por teleconferência. Presidente da empresa, Renato Spallicci faz apaixonada defesa do mandatário do país, Jair Bolsonaro, e críticas ao PT em suas redes sociais abertas, como Instagram e Facebook.
Com a notícia de que o composto tem se mostrado promissor – a partir de testes em infectados pelo novo coronavírus –, o remédio se esgotou nas farmácias em todo o Brasil, deixando pacientes de doenças crônicas e autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, para os quais é indicado originalmente, sem o composto.
No último dia 26, Spallicci chegou a postar em seu Facebook a notícia de que o Reuquinol havia sido mostrado pelo presidente aos mais poderosos líderes mundiais. O próprio Bolsonaro levou remédios da Apsen para expor ao público (foto de destaque, a embalagem do lado direito).
Nas postagens, o empresário paulista faz campanha para Bolsonaro e demonstra apoio ao chefe do Executivo.
Mais Reuquinol
Para dar conta da demanda, no caso do possível uso em grandes quantidades para tratar de pacientes com o novo coronavírus, a empresa colocou em prática, segundo a revista Exame, um plano emergencial para triplicar a produção do Reuquinol, com turnos extras nos fins de semana.
O movimento foi feito mesmo sem a comprovação científica de que o remédio é realmente eficaz contra a Covid-19.
A Apsen prometeu fornecer sem custo parte da produção ao Ministério da Saúde. De acordo com declarações do próprio presidente da República, a doação seria de 10 milhões de comprimidos.
O mandatário do país também determinou que o laboratório farmacêutico do Exército produza a cloroquina.
Por causa da alta procura e dos riscos trazidos pela automedicação, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) vetou a venda do produto em farmácias sem receita dupla, como já ocorre com os antibióticos.
O uso do composto em pacientes com o novo coronavírus já está sendo testado no Brasil e em outros países, com resultados promissores, mas sem certezas do quão efetivo ele pode ser, sobretudo em casos mais graves.
A pressa de Bolsonaro em alardear o medicamento levou o Twitter a apagar postagens do presidente da República sobre o medicamento produzido pelo empresário.
A reportagem entrou em contato com a Apsen para perguntar se Renato Spallicci mantém algum tipo de relação pessoal ou institucional com o presidente Jair Bolsonaro, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.
Fiscais da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apreenderam cinco veículos fazendo transporte interestadual clandestino de passageiros. As apreensões foram feitas de 12 a 14 de maio, em ação conjunta com a PRF, a PM/BA, Vigilâncias Sanitárias do estado da Bahia e do município de Vitória da Conquista (BA).
Os veículos foram parados na BR-116/BA, próximo à Vitória da Conquista e cercanias. No total, 94 passageiros foram transbordados para ônibus regulares. Foram constatadas diversas irregularidades nos veículos como ausência de itens obrigatórios de segurança e itens com defeitos, como pneus carecas e para-brisas trincados.
A Agência reforça o alerta sobre os riscos de embarcar em transporte clandestino e ainda do perigo maior neste momento, de contágio pela COVID-19, pois esses veículos não cumprem os protocolos sanitários adotados pelas empresas regulares.
A doação representa o primeiro lote produzido pela fábrica em Camaçari
A Ford entregou o primeiro lote de máscaras de proteção facial produzidas na fábrica de Camaçari, na Bahia, para equipar os profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate ao coronavírus. A doação, composta por 35 mil unidades, foi repassada à Secretaria Estadual de Saúde e às Secretarias Municipais de Saúde de Camaçari, Dias D’Ávila e Salvador.
“As máscaras são itens essenciais no combate ao Covid-19. Saber que uma unidade fabril baiana adaptou suas instalações para produzir um item tão importante e em tempo recorde é motivo de orgulho para nós. A iniciativa garante ainda o emprego de muitos baianos. Nosso eterno agradecimento”, declara o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.
A Ford anunciou a produção de máscaras de proteção no início de abril. A meta inicial, de produzir 50 mil máscaras, foi ampliada para 110 mil por meio de uma parceria firmada com a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) e o SENAI Cimatec. Além das localidades já mencionadas, o estado de São Paulo e os municípios de Simões Filho (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE) também figuram entre os próximos no Brasil a receber a doação dos equipamentos, por intermédio de seus órgãos públicos de saúde.
Segundo o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, este é um equipamento imprescindível uso de quem está na linha de frente, prestando atendimento aos pacientes. “Este protetor facial é importante para preservar a saúde dos profissionais que lidam, diretamente nos hospitais, com os pacientes acometidos pelo Covid-19. Por isso, agradecemos à Ford pela doação destes equipamentos de proteção individual extremamente seguros e que evitam o contato com gotículas, salivas e fluídos nasais que possam atingir os profissionais de Saúde”.
“A doação de máscaras é uma forma de proteger os profissionais que estão se arriscando na linha de frente para ajudar os pacientes afetados por essa terrível doença. Com essa ação, reafirmamos o nosso compromisso de colocar a saúde e a segurança das pessoas em primeiro lugar”, diz Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul e Grupo de Mercados Internacionais.
“Neste momento de crise, as instituições precisam somar esforços e uma das prioridades é oferecer mais segurança para aqueles que estão diretamente em contato com a doença nos hospitais, e é isso que estamos buscando ao fazer esse investimento. Essa é uma parceria muito valiosa, com um objetivo social muito importante”, diz José Luis Gordon, diretor de planejamento e gestão da EMBRAPII.
O ministro da Saúde, Nelson Teich, cantado em prosa e verso para substituir Mandetta, não resistiu às idiossincrasias do monárquico Bolsonaro. Pediu demissão agora pela manhã.
Vai bem esse governicho que substitui ministros da Saúde, em meio a uma feroz pandemia, de 30 em 30 dias.
O Porto Sul vai substituir o pequeno porto de Ilhéus e ser o ponto final da FIOL.
De Donaldson Gomes, no Correio*
Nos próximos dias, dois ministros de estado vão entrar em campo em defesa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. O da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, vem a Barreiras na próxima segunda-feira (dia 18) vistoriar as obras do segundo trecho, que vai ligar o Oeste a Caetité.
Deverá ser recebido por representantes do agronegócio, que devem lhe mostrar a possibilidade de movimentar 20 milhões de toneladas na linha férrea em breve, só com a produção de grãos.
A comitiva do ministro, que elegeu a Fiol como uma de suas prioridades, deve contar com membros do ministério, além do novo presidente da Valec, André Kuhn.
A presença do ministro no Oeste é vista como um sinal de que o governo federal pretende trabalhar pela conclusão também do segundo trecho da obra e não apenas do primeiro.
Porto
Na última terça-feira, o Ministério da Infraestrutura assinou oito contratos para a exploração de terminais privativos e deixou animada a turma que trabalha para viabilizar a Fiol.
Entre as áreas que foram autorizadas pelo governo federal está o futuro Porto Sul – destino de tudo o que for produzido no entorno da Fiol.
“A certeza da Fiol está demonstrada pelo Ministério da Infraestrutura ao autorizar o porto”, destaca o presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm.
À frente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, ele tem se empenhado para demonstrar a importância da obra para o desenvolvimento da mineração baiana.
Minas e energia
Outro ministro que vai à campo em defesa da Ferrovia Oeste-Leste é o de Minas e Energia, Bento Costa Lima Leite. O setor mineral baiano se animou com a notícia de que ele está tentando uma audiência com o ministro Aroldo Cedraz, que está com um processo relacionado à ferrovia.
Acredita-se que o OK do TCU é o último entrave para a licitação do primeiro trecho, fundamental para o desenvolvimento da mineração de ferro na Bahia. Se tudo der certo, a estimativa é que a licitação saia em outubro deste ano.
A Caixa Econômica Federal começará a creditar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir da próxima segunda-feira (18), informou hoje (14) o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães. O calendário de pagamento será detalhado em coletiva de imprensa amanhã (15), às 15 horas, no Palácio do Planalto.
“Nós começamos na segunda-feira. Amanhã, às 15h da tarde, eu e o ministro Onyx [Lorenzoni, da Cidadania] vamos dar todos os detalhes. Mas nós começamos na segunda e faremos toda a questão via mês de nascimento, exatamente para que nós tenhamos uma tranquilidade maior no pagamento. Amanhã a gente detalha”, antecipou Guimarães.
Ao todo, cerca de 50 milhões de pessoas estão inscritas no programa, criado para garantir uma renda básica emergencial durante três meses, para o enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. O benefício é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família.
São Desidério e Santa Maria da Vitória entraram na lista
Outros 14 municípios vão ter a partir deste sábado (16) o transporte intermunicipal suspenso. A medida visa controlar a disseminação no novo coronavírus no estado. Segundo decreto publicado nesta sexta-feira (15), passam a ter a interrupção do serviço os municípios de Anagé, Itarantim, Licínio de Almeida no sudoeste; Araçás, no agreste; Conceição da Feira, no Portal do Sertão; Mucuri e Vereda, no extremo sul; Muritiba, no Recôncavo; Queimadas e Teofilândia, na região sisaleira; Santa Maria da Vitória e São Desidério, no oeste; Sobradinho, no Sertão do São Francisco e Várzea da Roça, na Bacia do Jacuípe.
A saída de veículos dessas cidades só será permitida até a 1h, enquanto que a chegada, até as 9h do mesmo dia. Com a inclusão das 14, o número de municípios com transporte suspenso é de 154. São considerados transporte intermunicipal veículos coletivos públicos e privados, rodoviários e hidroviários, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.
Transporte liberado
Na outra linha, com transporte liberado estão as cidades de Guaratinga, na Costa do Descobrimento, e Rio Real, na divisa com Sergipe. O retorno do serviço se deve ao fato de esses municípios não registrarem casos novos de coronavírus há pelo menos 14 dias.
Brasil deveria seguir o padrão europeu para controle de agrotóxicos na água, sugere Fiocruz sobre novas regras do Ministério da Saúde. Fundação propõe número maior de substâncias a serem monitoradas, mais rigidez nos volumes permitidos e um sistema de alerta para a população
Nem todo mundo sabe, mesmo porque esses dados são pouco divulgados, mas a água que sai da nossa torneira pode carregar diversos agrotóxicos. Eles são carregados pelas chuvas e pelos rios para as redes de abastecimento das grandes cidades. São crescentes os estudos sobre os impactos para a saúde humana, já que os agrotóxicos não são barrados pelos filtros caseiros e são poucos os tratamentos disponíveis para as empresas de abastecimento de água.
O que se pode fazer é controlar quais e em qual quantidade vamos bebê-los. As regras para isso estão atualmente abertas para serem discutidas dentro de consulta pública feita pelo Ministério da Saúde que vai até o dia 4 de junho. A proposta em debate, porém, ignora um dos mais novos fenômenos que afeta a nossa água: a mistura de diferentes agrotóxicos.
“O risco no caso das misturas são as interações entre os componentes delas”, afirma Fábio Kummrow, professor de toxicologia na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Pode ocorrer efeito aditivo, quando se somam os efeitos de substâncias com o mesmo mecanismo de ação. Ou o sinérgico, quando o efeito final é maior que o esperado da soma – isso pode acontecer entre substâncias com ação diferente”.
Além de não fixar um parâmetro de controle para a mistura, a revisão das regras também deixou passar a chance de incluir no monitoramento dois dos agrotóxicos mais utilizados no Brasil: o paraquate e o imidacloprido. Devido à sua alta toxicidade e risco à saúde humana, o paraquate está com data marcada para ser proibido, em setembro deste ano. Já o imidacloprido, um dos inseticidas suspeitos pelas mortes das abelhas, foi o agrotóxico mais encontrado nos alimentos testados pela Anvisa entre 2017 e 2018.
Para evitar que substâncias assim cheguem também à nossa água, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicou nesta quarta-feira (13), documento recomendando mudanças para tornar esse controle mais rígido. “Consideramos a proposta do Ministério da Saúde um avanço em comparação à anterior, mas ela pode ser aprimorada”, afirma a pesquisadora em saúde pública Aline Gurgel, vice coordenadora do grupo de trabalho sobre agrotóxicos na Fiocruz.
As novas regras do Ministério da Saúde aumentam de 27 para 37 o número de substâncias a serem testadas. As concessionárias são obrigadas por lei a testar a água para checar a presença desses agrotóxicos a cada semestre. Embora o número tenha aumentado, a Fiocruz recomenda a inclusão de mais 35 substâncias, entre elas o paraquate e imidacloprido, que hoje não são testados na água. A fundação recomenda também uma redução geral nos valores máximos permitidos para o volume de cada agrotóxico na água. Além da criação de um mecanismo para controlar a mistura de diferentes substâncias.
As recomendações têm a União Europeia como referência. Partindo do princípio de que a água não deveria ter agrotóxicos, o bloco tem os parâmetros mais rígidos do mundo. Além de baixos limites individuais para o volume de cada ingrediente na água (máximo de 0,1 micrograma por litro), há também um limite máximo para a soma de diferentes substâncias (0,5 microgramas por litro).
Aqui, como em muitos outros países, toleramos quantidades maiores. O mais criticado deles é o glifosato, com valor máximo permitido de 500 microgramas por litro – volume mil vezes mais permissivo do que o europeu pode beber. Isso acontece porque, enquanto a Europa passou a régua mais rígida possível, com um valor igualmente baixo para todas as substâncias, os nossos parâmetros são calculados individualmente para cada agrotóxico. Esse cálculo é feito a partir de testes em animais de laboratório que muitas vezes são realizados pelas empresas produtoras de agrotóxicos. O Brasil nunca teve tem um limite para a soma de diferentes agrotóxicos na água.
“O ideal seria adotar o princípio da precaução, como a União Europeia, com o máximo de 0,5 microgramas por litro para a soma de todas as substâncias”, afirma Gurgel, vice coordenadora do grupo de trabalho dos agrotóxicos da Fiocruz. “Mas sabemos que esse não é o parâmetro usado pelo Brasil. Por isso sugerimos que se fixe um limite para a presença de diferentes substâncias na água, estabelecendo tanto uma concentração máxima, que é a soma dos níveis de todas as substâncias detectadas, quanto um limite no número de substâncias presentes em uma única amostra”.
“A União Europeia é o único exemplo de um valor único para a soma”, argumenta o engenheiro Rafael Bastos, especialista na área e coordenador do grupo de trabalho que reuniu dezenas de especialistas e representantes de diferentes setores para revisar a portaria do Ministério da Saúde. “Na Europa, o parâmetro para a água foi um instrumento de controle para o uso de agrotóxicos. Mas a luta para diminuir o uso de agrotóxicos na sociedade se dá em outro fóruns e não no seio de uma norma de potabilidade da água”.
Agrotóxicos encontrados na água do Brasil, são classificados como “prováveis cancerígenos” pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Imagem de Luis Tosta/Unsplash.
Lentidão no controle, rapidez na liberação
O tema da mistura de substâncias na água chegou a ser debatido pelo grupo de especialistas que revisou as regras. Mas, segundo Bastos, não houve consenso sobre qual seria o melhor método para se fixar um parâmetro de controle. “Definir isso, neste momento, seria uma discussão açodada. Terminamos o processo abrindo esse tema como ordem do dia para a próxima revisão”.
Em tese, a cada cinco anos o grupo de especialistas atualiza as regras brasileiras sobre controle dos agrotóxicos na água. A ideia é que essas regras sejam revisadas à luz das novidades científicas e mudanças de mercado, como quais substâncias passaram a ser mais utilizadas. Na prática, porém, cada revisão tem levado cerca de dez anos para ser concluída.
O ritmo lento é ainda mais preocupante agora que o governo de Jair Bolsonaro tem mostrado celeridade recorde na liberação de novos produtos. “A gente faz todo um processo para avançar de 27 para 37 agrotóxicos sendo testados na água, mas o Estado autoriza centenas de substâncias, não temos condições de acompanhar essa velocidade”, afirma Bastos. Apenas nesta semana foram 22 novos produtos liberados pela Anvisa, somando 625 aprovados sob Bolsonaro.
O necessário avanço sobre o controle das misturas de agrotóxicos na água, porém, também sofre devido à ainda incipiente produção científica no Brasil. “Antes de ter uma legislação, precisamos de mais estudos avaliando o efeito dessas misturas”, afirma Kummrow, da Unifesp. Ele defende que essas pesquisas sejam feitas no Brasil, com foco na interação entre as substâncias mais presentes na nossa água, conforme recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Outra dificuldade são os gastos envolvidos em tirar do papel uma lei mais restritiva. “Ao adotar um padrão rígido, como o Europeu, isso vai exigir maior tecnologia para o tratamento, o que vai encarecer a água”, afirma Kummrow. “Isso pode levar a população a buscar outras alternativas, como poços, e acabar usando fontes ainda menos confiáveis”.
O argumento é contestado por Gurgel, da Fiocruz, para quem as medidas necessárias para melhorar a qualidade da água devem ser vistas como um investimento fundamental na saúde. “São investimentos para a redução de doenças e agravos relacionados à exposição aos agrotóxicos. Esse investimento terá reflexos para agravos crônicos, que necessitam de tratamento de longo prazo e representam custos elevados para o sistema de saúde, que incluem a aquisição de medicamentos, ocupação de leitos, consultas com especialistas. Não há custo maior que a perda da saúde ou da vida”, conclui.
Ao contrário do que ocorre em outros países, no Brasil as empresas que produzem agrotóxicos não se envolvem com o monitoramento da água. O sistema é custeado apenas cofres públicos e pelas empresas de abastecimento.
Em dois meses, o governo brasileiro aprovou 118 agrotóxicos. Imagem de Jed Owen/Unsplash.
O problema de informação é tão grave que, entre 2014 e 2017, mais da metade dos municípios sequer enviou os resultados dos testes realizados na água para o Sisagua, o sistema nacional que integra informações locais e é gerido pelo Ministério da Saúde. Outros lançaram as informações de modo errado, desrespeitando as orientações do ministério, que segue método padronizado, o mesmo usado por governos e universidades em todo o mundo.
Este problema foi revelado pela publicação do mapa dos agrotóxicos na água, uma parceria da ONG Suíça Public Eye com a Repórter Brasil e a Agência Pública. O mapa divulgou, de forma inédita, os dados de detecção em todo o Brasil de acordo com as informações disponíveis no Sisagua. Em decorrência da publicação, foram tantos os questionamentos enviados pelas empresas de abastecimento que o Ministério da Saúde teve de convocar uma reunião para esclarecer a metodologia que deveria ser aplicada por todos. O encontro teve a presença de representantes das empresas de abastecimento, do Inmetro, dos laboratórios de saúde pública, das Secretarias de Saúde e da Anvisa. A Fiocruz recomenda que, na revisão da portaria da água, o Ministério da Saúde reforce os esclarecimentos que foram pauta da reunião.
A fundação também argumenta que os dados não podem ficar restritos ao debate entre técnicos. E sugere a criação de níveis de alertas simples e claros para comunicar os casos de detecção à população, assim como para acionar os órgãos responsáveis em tomar ações.
O nível 1 e 2 seriam para quando se detecta a presença de agrotóxico na água, mesmo que abaixo do valor máximo permitido. Para a Fiocruz, esses casos não devem ser menosprezados, pois também são situações de “não conformidade”, já que “a concentração esperada para qualquer agrotóxico em água é zero”.
Já quando os níveis individuais ou da mistura estiverem acima do permitido, deveria soar o alerta máximo de emergência.
Em todos esses cenários, além de divulgar a informação de modo claro, a fundação cobra que a nova regulação estabeleça ações obrigatórias a serem tomadas pelas empresas de abastecimento de água, assim como secretarias municipais e estaduais de saúde e de agricultura, coisa que não acontece hoje, conforme revelou matéria da Repórter Brasil e Agência Pública. A recomendação é que o sistema mobilize os órgãos responsáveis em lidar com o problema na ponta (com o tratamento da água e diminuição do abastecimento) e na sua origem (a fiscalização na aplicação de agrotóxicos nas plantações).
Ana Cristina Simões Rosa, que monitora os dados de vigilância da água em metade dos estados brasileiros pela Fiocruz, defende a importância de uma atuação responsável das pastas ligadas à saúde e agricultura nesse processo. “Não pode deixar que o problema fique evidente só na ponta, que é o tratamento final da água, tem que atuar na fonte da contaminação”, afirma. “Uma vez que a contaminação esteja ocorrendo, é necessário monitorar o máximo possível dos agrotóxicos utilizados no país, na água que todos nós consumimos”.
O Brasil teve 844 novos registros de mortes nas últimas 24 horas e total chega a 13.993. O resultado representou um aumento de 6,4% em relação a ontem(13), quando foram contabilizados 13.149 mil falecimentos pela covid-19. O balanço diário foi divulgado no início da noite de hoje pelo Ministério da Saúde.
Bahia registra 6.955 casos de Covid-19 e 262 óbitos
A Bahia registra 6.955 casos confirmados de Covid-19, o que representa 32,36% do total de casos notificados no estado.
Considerando o número de 1.963 pacientes recuperados e 262 óbitos, 4.730 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.
Os casos confirmados ocorreram em 194 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (68,85%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência são Ipiaú , Utinga , Ilhéus, Itabuna e Salvador.
Na Bahia, 643 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
No mundo epidemia avança
Hoje o número de contaminados já passa de 4,5 milhões, com 95 mil casos novos e 303 mil mortes.
Boletim de hoje em Barreiras
A Prefeitura de Barreiras informa que hoje foram identificados 30 (trinta) novos casos com características que indicam suspeição de Coronavírus (COVID-19), preenchendo os critérios indicativos para coleta.
Trata-se de dezenove pessoas do sexo masculino, destas, quatro com faixa etária até 30 anos, dez com faixa etária entre 30 e 50 anos e uma com faixa etária acima dos 50 anos. Onze pessoas do sexo feminino, destas, duas com faixa etária até 30 anos, sete com faixa etária entre 30 e 50 anos e duas com faixa etária acima dos 50 anos.
Informa ainda que dos 42 (quarenta e dois) casos suspeitos que aguardavam resultados, 05 (cinco) foram concluídos e testaram negativo. Tratam-se de três pessoas do sexo masculino, de 11, 19 e 26 anos e duas pessoas do sexo feminino, de 20 e 44 anos.
No momento, a Secretaria de Saúde está monitorando 125 (cento e vinte e cinco) casos com suspeitas leves que se encontram em isolamento respiratório domiciliar, sem exigência de notificação para coleta de exames.