Forças de segurança fizeram buscas neste domingo (19) por uma aeronave que desapareceu no Tocantins, pilotada pelo jovem Douglas Marcon. O avião decolou de Luís Eduardo Magalhães (BA) com destino a Lagoa da Confusão (TO), mas não chegou ao local.
Segundo outras informações, ele teria feito uma escala em Dianópolis – TO ou decolado originalmente desta cidade em direção à Lagoa da Confusão.
O Salvaero Recife, unidade da Força Aérea Brasileira, foi o responsável por coordenar as buscas aéreas na região pelo avião de prefixo PT-UTH.
De acordo com a Aeronáutica, uma aeronave SC-105 Amazonas SAR esteve realizando as buscas na área delimitada.
Roteiro de busca do avião do Salvaero até a localização do avião acidentado.
Segundo as primeiras informações repassadas pela Polícia Militar, o avião decolou na manhã deste sábado (18) e depois da partida não foi mais visto.
Testemunhas disseram aos policiais que chovia muito na região e que ouviram um forte estrondo na zona rural entre as cidades de Brejinho de Nazaré e Santa Rita.
No final da tarde de hoje, uma equipe de buscas localizou o corpo do piloto no topo de uma serra das proximidades de Brejinho do Nazaré.
O prefeito Zito Barbosa também se mostrou “generoso” com a merenda escolar para os alunos do município durante o período de isolamento. Destinou 2.500 kits para distribuição – apesar dos mais de 24.000 alunos de Barreiras.
O kit que vai ser distribuído é composto de 1 kg de Feijão, 1 kg de Açúcar, 1 kg de Farinha, 1 pc Macarrão 500 gr.,1 pc Flocão 500 gr.,1 Óleo de Soja 900 ml, 1 pc de Biscoito 400 gr, 1 pc de Leite 400 gr, 1 pc de Achocolatado 400 gr, 1 Molho de Tomate 230 gr, 1 Cereal de Milho 230 gr.
Tudo isso. Nem uma cartela de ovos, uma meia dúzia de laranjas, um pacote de suco, nada.
Para quem paga R$471.000,00 por mês, com verba dos precatórios do FUNDEF (hoje Fundeb), para “administrar” os ônibus escolares, Zito Barbosa se revela um grande canguinha, pão-duro, casquinha, poderíamos dizer até murrinha com a alimentação de alunos carentes, que na maioria das vezes tem na merenda escolar a sua principal refeição do dia.
Carmélia da Mata, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Barreiras, lamentou que ainda não tenha sido distribuída a merenda escolar.
Este se tornou delator no processo, nas quais discutem abertamente estratégias para ganhar dinheiro com venda de sentenças e tráfico de influência, informou, ontem pela manhã, um advogado ao portal Política Livre.
Os dois chegam a falar explicitamente em cifras que vão de R$ 65 milhões a R$ 100 milhões.
Além do juiz Sérgio Humberto, o ministro Og Fernandes manteve as prisões de Adailton Maturino dos Santos, Antônio Roque do Nascimento Neves, Geciane Souza Maturino dos Santos, Márcio Duarte Miranda e da desembargadora Maria do Rosário nesta semana.
Apesar de ser apenas o décimo segundo em casos de contaminação, 36.925, o que deve ser debitado à baixa capacidade de testagem (apenas 296 por milhão de habitantes) e portanto da sub-notificação, o País é considerado o terceiro em casos graves, com 6.634.
Isso demonstra apenas a insanidade do maluco que assumiu o Ministério da Saúde que declarou ontem que comprar mais insufladores pulmonares pode ser um mau investimento. A atitude deixa transparecer de que o Governo Federal deseja um agravamento rápido da crise, com 70% de contaminados como previu Bolsonaro, para que a economia rapidamente volte aos eixos.
Como classificaram especialistas em psiquiatria, o Presidente da República revela forte sociopatia, sem a mínima empatia com os que vão morrer num curto espaço de tempo com o colapso do sistema médico-hospitalar.
Ao colapso esperado, com dezenas de milhares de mortes, sobrepor-se-á um colapso no sistema de abastecimento.
O desejo de todos é que Bolsonaro e seu séquito de imbecis não sejam desentronizados do poder, nesse ínterim, já com as cabeças separadas dos corpos, o que resultaria em fortes confrontos com as forças armadas e a morte de mais outro tanto de miseráveis enlouquecidos.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) com auxílio da Polícia Militar (PM) apreendeu nesta sexta-feira (17), aproximadamente 1,5 toneladas de maconha, embaladas em pacotes, que estavam escondidos em compartimento falso de caminhão VW/15.180, com placas de Botucatu (SP).
Um homem foi preso.O flagrante ocorreu durante uma fiscalização da PRF de combate a criminalidade no KM 25 da BR- 135, em Formosa do Rio Preto, na Região Oeste da Bahia.
Inicialmente foi dada ordem de parada ao veículo, conduzido por um homem de 46 anos. Durante a entrevista, percebeu-se certo nervosismo do motorista e informações desencontradas em relação ao motivo da viagem e destino, quando então a equipe resolveu aprofundar a fiscalização no caminhão.
Em seguida foi realizada vistoria minuciosa no baú e com apoio de cadela farejadora da Polícia Militar (PM), foi descoberto um compartimento falso no baú do caminhão, quando então os policiais encontraram os pacotes da maconha. Após pesagem do entorpecente, o volume apreendido da droga totalizou aproximadamente um mil quatrocentos e quarenta e três quilos.
Ao ser questionado, o homem que é natural do Paraná informou que saiu de São Paulo com destino ao estado do Piauí para transportar uma carga de mudança.
O motorista, a droga e o caminhão foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Judiciária de Barreiras (BA) e apresentado a autoridade de plantão, para lavratura do auto de prisão em flagrante e demais providências cabíveis. Ele responderá pelo crime do art. 33 da Lei 11.343/2006.
Apreensão de maconha é a maior feita este ano pela PRF em todo o país; droga e arsenal tinham o Rio de Janeiro como destino.
Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF) apreenderam 8.281 quilos de maconha, dois fuzis, 14 pistolas e 7,2 mil munições nesta sexta-feira (17) em Palotina, na região oeste do Paraná.
A apreensão de maconha é a maior realizada este ano pela PRF em todo o território nacional. Dois integrantes da quadrilha foram presos em flagrante.
A investigação teve início a partir de informações levantadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Foz do Iguaçu (PR). A suspeita inicial era de uma rota de tráfico de armas e drogas que abasteceria a criminalidade organizada que atua no Rio de Janeiro.
Um dos fuzis apreendidos é de calibre 7,62 milímetros. O outro, calibre 5,56. Ambos têm alto poder destrutivo.
Mais de dois terços das munições apreendidas são para fuzil. Foram contabilizados 5 mil projéteis de calibre 7,62. As outras 2,2 mil unidades são de calibre 9 milímetros.
Foram apreendidos ainda R$ 100 mil em dinheiro e quatro kits rajada, acessório que transforma pistolas em armas automáticas, além de um pacote de haxixe. As 14 pistolas, todas da marca Glock, são de calibres 9 milímetros, .40 e .45.
A maioria dos itens apreendidos estava escondida em um galpão, na cidade de Palotina. Durante as diligências, um homem e uma mulher foram presos em flagrante.
A mulher presa é dona de uma empresa em Palotina. Ela tem 26 anos de idade. Já o homem preso é um ex-policial militar de 44 anos, expulso da corporação.
A operação conjunta da PF e da PRF cumpriu mandados de busca e apreensão em outros três locais, todos na região oeste do Paraná.
Durante a ação, ao menos três veículos de alto padrão com alerta de roubo foram recuperados: duas caminhonetes e um automóvel de luxo. No total, oito veículos foram apreendidos durante a operação.
Uma das caminhonetes havia sido roubada em maio de 2019, no município de São Gonçalo (RJ). A outra, em Magé, também no Rio de Janeiro, em janeiro do ano passado. Já o carro de luxo foi furtado na cidade de São Paulo (SP), em maio de 2018.
O fato de as duas caminhonetes terem sido roubadas no estado do Rio de Janeiro reforça a conexão entre crimes violentos e o tráfico de armas e drogas.
A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Guaíra.
Balanço da ação conjunta da PF e PRF:
– 8.281 quilos de maconha (maior apreensão feita este ano pela PRF no Brasil);
– Um pacote de haxixe;
– Dois fuzis, um deles de calibre 7,62 e outro, 5,56;
– 14 pistolas (calibres 9 milímetros, .40 e .45, todas da marca Glock);
– 7,2 mil munições (5 mil unidades de calibre 7,62 e 2 mil, de calibre 9mm)
– 4 kits rajada (acessório que transforma pistolas em armas automáticas);
– Duas pessoas presas (um homem e uma mulher);
– Oito veículos apreendidos, ao menos três deles com alerta de roubo ou furto (duas caminhonetes e um automóvel de luxo);
– R$ 100 mil em dinheiro.
O secretário de saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas disse estar preocupado com a evolução de 10% nos casos do novo coronavírus na Bahia. O aumento tem ocorrido diariamente.
“Temos que tentar derrubar. Focar no distanciamento social coletivo e uso de máscaras”, afirmou.
Em seu último boletim, publicado agora às 13 horas, a Sesab contabilizou 1.230 casos confirmados da doença. Até o momento, 44 pessoas morreram no estado.
O óbito de número 41 foi de um homem de 53 anos, residente em Salvador, sem histórico de comorbidades. Ele estava internado em um hospital privado desde o último dia 7, teve os primeiros sintomas no dia 24 de março, duas semanas antes da internação, e foi a óbito no dia 14, depois de evoluir com febre por 10 dias.
Dos casos confirmados, 157 são profissionais de saúde. Ao todo, 315 pessoas estão recuperadas e 138 encontram-se internadas, sendo 50 em UTI. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.
Perfil dos óbitos:
42° óbito – Homem, 37 anos, residente em Itabuna, com histórico de doenças cardiovasculares e renal. Falecimento em 16 de abril. Estava internado em um hospital filantrópico no município de Itabuna.
43° óbito – Homem, 27 anos, residente em Salvador, com histórico de esclerose tuberosa. Falecimento em 16 de abril. Não estava internado.
44° óbito – Homem, 26 anos, residente em Ipiaú, com histórico de obesidade e diabetes. Falecimento em 18 de abril. Estava internado em um hospital público no município de Salvador.
Eram 11h15 de terça-feira, dia 14, quando os paramédicos do Samu chegaram com Cleber à UTI do Instituto Emílio Ribas.
O homem, cujo nome foi trocado nesta reportagem para proteger sua identidade, foi trazido do hospital de campanha do Anhembi. Mais de 80% dos pulmões de Cleber estavam tomados pelas lesões do coronavírus. Sua saturação (índice que mede o oxigênio transportado pelo sangue) havia chegado a 60%. Em uma pessoa saudável, o ideal é entre 95% e 100%. Era um milagre estar vivo.
Cleber tem 36 anos. Chegou inconsciente e intubado, respirando com ajuda de aparelhos.
A UTI do Emílio Ribas foi a primeira a ficar lotada na rede pública da cidade de São Paulo. São 100% dos leitos ocupados com pacientes de Covid-19; vagas só surgem quando um paciente tem alta — ou quando alguém morre.
No hospital, médicos correm contra o tempo para adiar o momento em que, esgotados os recursos, terão de escolher entre quem receberá apoio para continuar vivo e quem não.
Andando pelos corredores da UTI, é possível ver que o coronavírus não poupa os mais jovens.
Nos leitos de terapia intensiva, estão Sebastiana, 71, José, 73, Adão, 65, Maria, 71, Manoel, 62, Joana, 66, Gilvan, 69 mas também Adilson, 56, Cláudia, 43, Ricardo, 42, Adauto, 59, Vanessa, 37, Antonio, 52, Sérgio, 56, Victor, 27, Andrea, 43, Olavo, 58, Fábio, 37 e Vanessa, 22 (todos os nomes foram trocados para preservar a identidade dos pacientes).
Segundo levantamento, 50% das 82 pessoas internadas com coronavírus na UTI e na enfermaria do Emílio Ribas têm menos de 60 anos. Apesar de a doença ser mais letal em idosos com mais de 70 anos (pessoas nessa faixa etária perfazem 70% das mortes), a Covid-19 está longe de ser uma simples gripe para muitos dos jovens que se contaminam.
Muitos dos internados no Emílio Ribas nem tinham as chamadas comorbidades, condições que agravam o quadro, como diabetes e insuficiência renal.
Apesar de tudo, Cleber e todos esses outros pacientes graves de Covid-19 podem se considerar sortudos. Eles conseguiram uma das 30 vagas de UTI do Emílio Ribas, centro de referência de tratamento de doenças infecciosas que está na linha de frente do combate ao coronavírus. Todos os dias, o hospital recebe mais de cem pedidos de vaga para pacientes de Covid-19.
Assim que surgiu a maca de Cleber, enfermeiros e fisioterapeutas respiratórios correram para se paramentar. É assim que eles chamam o processo de vestir todo o equipamento de proteção, para se proteger da contaminação.
É muito fácil se infectar com o coronavírus. O vírus é transmitido pelo toque, como um aperto de mão, e pelas gotículas de saliva, enquanto a pessoa fala ou tosse, por exemplo. O microrganismo sobrevive horas ou dias na superfície de objetos como celulares, mesas, maçanetas, botão de elevador.
Quando Cleber chegou, a fisioterapeuta respiratória Lucilene Sousa, 51, já estava usando a máscara N-95, que protege dos aerossóis, as microgotículas invisíveis que ficam suspensas no ar. Estava vestida com o privativo, a roupa de trabalho que fica dentro do hospital, os sapatos especiais, além da touca nos cabelos e óculos transparentes.
Como ela entraria em contato direto com um paciente contaminado, teve de colocar o resto do equipamento de proteção. Em cima do privativo, pôs um avental descartável; vestiu luvas, e, na cabeça, colocou um capacete com viseira transparente, parecida àquela dos soldadores, para evitar que gotículas de saliva atinjam o rosto.
“As pessoas tocam no rosto, em média, 23 vezes por hora. Para os enfermeiros e fisioterapeutas, que ficam constantemente em contato direto com os pacientes de Covid, qualquer distração pode levar à contaminação”, diz a enfermeira Talita Souza Gois, que supervisiona treinamentos no hospital.
O Emílio Ribas foi fundado em 1880 como o Lazareto dos Variolosos, onde ficavam em quarentena doentes com varíola, que na época chegava a matar em 30% dos casos. Em 140 anos, o hospital esteve na linha de frente do combate a várias epidemias —meningite nos anos 1970, HIV a partir dos anos 1980, H1N1 no fim dos anos 2000.
Por ser um hospital de isolamento, todos os quartos da UTI e da enfermaria do Emílio Ribas têm uma antecâmara de pressão negativa. Os médicos e enfermeiros passam por esse cômodo antes de entrar no recinto onde fica o leito do paciente.
Quando a porta da antecâmara é aberta, o ar do corredor é sugado para dentro — não há circulação de ar contaminado para fora. Poucos hospitais no Brasil contam com esse sistema.
Cada técnico de enfermagem ou fisioterapeuta faz o ritual de se paramentar e desparamentar dezenas de vezes por dia, ao entrar e sair de cada leito. No fim dos plantões, quando profissionais já estão cansados e estressados, aumenta o risco de cometerem erros que podem levar à contaminação.
O momento de maior perigo para os enfermeiros e médicos é a intubação e a extubação do paciente.
Na intubação, é inserido um tubo na traqueia do paciente, ligado ao respirador, ou ventilador mecânico, que fará o trabalho que os pulmões não conseguem realizar. “Quando a gente retira o tubo, o paciente tosse bastante, tem muito aerossol”, conta Lucilene.
O outro momento de grande risco de contaminação é a chamada desparamentação. Os profissionais seguem um roteiro minucioso para tirar o equipamento de segurança, que é todo descartado na antecâmara e não sai do ambiente contaminado.
Detalhes são importantes: a touca deve ser retirada de trás para frente, o avental precisa ser manuseado pelo lado limpo e dobrado em cima do lado sujo antes de ser jogado fora. É o mesmo tipo de rotina de segurança que se usava para cuidar de pacientes com ebola na África.
Todos os dias, quando chega em casa, Lucilene deixa os sapatos para fora, tira toda a roupa e põe num saco para lavar, entra no banho e lava os cabelos. Os vizinhos sabem que a fisioterapeuta trabalha no hospital e, com medo, não entram no elevador com ela.
“Sou acostumada a cuidar de pacientes com problemas respiratórios, mas essa doença é muito rápida. De manhã o paciente está conversando, à tarde está intubado.”
Sempre ao acordar, Lucilene pede que Deus a proteja. Assim que pisa no hospital, ela se benze.
Por enquanto, a taxa de infecção de profissionais médicos no hospital é baixa. Há 40 funcionários afastados, entre suspeitas de Covid-19 e confirmados, entre mais de 1.000 funcionários. Em outros hospitais onde há menos expertise em isolamento, o número de funcionários contaminados é bem maior.
Outra área de alto risco é a triagem do pronto-socorro. É por lá que chegam os pacientes com suspeita de coronavírus.
“No primeiro dia em que trabalham na triagem, as pessoas estão morrendo de medo”, diz a infectologista Marta Ramalho, 55 anos, há 30 no Emílio Ribas. Há grande probabilidade de entrar em contato com infectados.
Na triagem, um médico e um enfermeiro farão a classificação de risco do paciente e determinarão se ele precisa ser internado.
A vendedora Lia (nome trocado) foi ao pronto-socorro porque sua chefe teve diagnóstico positivo de coronavírus e ela está com medo. Antes de ela entrar na salinha, a infectologista Marta Ramalho aperta o dispensador de álcool em gel com o cotovelo para que Lia passe o produto, e diz, brincando: “Mãos ao alto, não toque em nada”.
A jovem entra, com as mãos para cima, enquanto enfermeiros verificam seus sinais vitais — febre, pressão e, muito importante, a saturação de oxigênio no sangue. Ela põe o dedo no oxímetro, o aparelhinho que mede a saturação. “Já posso abaixar as mãos?”, pergunta.
Se a pessoa estiver com baixa oxigenação no sangue e tiver sintomas como tosse, febre, ou cansaço ao fazer tarefas rotineiras, como tomar banho e lavar a louça, ela é encaminhada para fazer uma tomografia do tórax.
Na tomografia, normalmente os pulmões afetados pelo coronavírus têm uma lesão característica chamada de “vidro fosco”. Em outras doenças, como pneumonia causada por bactéria, em geral a imagem do pulmão aparece com regiões bem brancas; já nos casos de coronavírus, é comum os dois pulmões terem manchas com essa aparência opaca.
Lia estava com os sinais vitais normais e foi mandada para casa e orientada a ficar 14 dias isolada, em quarentena, por ter sido exposta.
Só os doentes internados fazem os testes para determinar se estão contaminados com Covid-19. Muitos outros, que têm todos os sintomas, e muito provavelmente têm a doença, são apenas orientados a ficar em casa em quarentena. Não fazem testes, e, portanto, não entram nas estatísticas de infectados do país.
Muitos estão internados há semanas no hospital e ainda não se sabe o resultado dos seus testes, porque o Instituto Adolfo Lutz está com milhares de exames acumulados. Desde sexta-feira passada, alguns hospitais públicos fecharam um convênio com um laboratório particular, o que acelerou resultados dos exames PCR.
Escolhas
É por meio de um sistema chamado Cross (Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde), da secretaria estadual de Saúde, que pacientes “sortudos” são direcionados para uma vaga em um hospital como o Emílio Ribas.
Quando há um paciente de Covid-19 que precisa de transferência, unidades básicas de saúde ou outros hospitais fazem o pedido pelo Cross. O sistema aloca os pedidos de vagas, que são então analisados por uma equipe do hospital, seguindo alguns critérios.
Hoje, a prioridade no Emílio Ribas é para Covid-19. Pacientes com outros problemas graves, como câncer ou HIV, são direcionados a outros hospitais.
Segundo o médico intensivista Jaques Sztajnbok, chefe da UTI do Emílio Ribas, os pacientes de Covid-19 que estão em estado mais grave, ou seja, realmente precisam de internação em terapia intensiva, têm preferência.
Além disso, o hospital leva em conta o local onde estão os doentes. “Um paciente que está no Hospital São Paulo ou no Ipiranga, que têm mais estrutura, tem menos urgência do que um que está em uma UPA”, diz Sztajnbok.
“Temos muito medo do dia em que teremos que fazer a escolha de Sofia”, diz Sztajnbok. A expressão alude ao filme de Alan Pakula (1982), baseado em um romance de William Styron, no qual uma mãe em um campo de concentração é forçada a escolher qual de seus dois filhos será morto.
Na Itália, onde faltam vagas em todos os hospitais e o sistema de saúde entrou em colapso, médicos precisam decidir quem vai receber subsídios para tentar viver — o paciente que terá um leito com médico e respirador.
Nessa escolha, os profissionais se veem obrigados a usar critérios como quem pode contribuir mais para sociedade, quem tem filhos e família, quem tem mais chances de sobreviver.
“Aqui no Emílio Ribas, a água já está batendo no pescoço, já estamos saturados”, diz Sztajnbok. Seis grandes hospitais públicos, cinco na capital e um na Grande São Paulo, estão com taxa de ocupação dos leitos de mais de 70%. No Emílio Ribas, além de a UTI estar lotada ou quase lotada, conforme o momento do dia, a taxa de ocupação na enfermaria está em 83%.
“Por isso precisamos tanto do isolamento social”, explica o médico.
Segundo ele, quase todo mundo vai pegar Covid-19, mais cedo ou mais tarde. Muitos serão assintomáticos, e apenas 5% terão a forma grave da doença e precisarão de internação. Mas, se todo mundo se contaminar em um curto período, 5% “de todo mundo” é muito mais gente do que os hospitais conseguem dar conta.
“É uma corrida contra o tempo”, diz Luiz Carlos Pereira Júnior, diretor técnico do Emílio Ribas. O hospital já abriu dez leitos adicionais de UTI e abrirá outros dez. Já há ventiladores para esses leitos extras; agora, o desafio é contratar pessoal qualificado, tanto médicos como enfermeiras.
“Está muito difícil achar intensivista no mercado”, diz Pereira. O hospital está treinando médicos de outras especialidades, como anestesistas, cirurgiões e clínicos gerais, para atuarem nas UTIs de Covid-19.
“Precisamos ganhar tempo com o isolamento, para que esses serviços estejam todos estruturados”, diz Pereira. “O pior pesadelo será ter que fazer a escolha, alguém de 46 ou alguém de 66.”
Segundo o diretor, “as próximas três semanas serão muito difíceis.”
Incógnitas
Os próprios médicos e enfermeiros, até em instituições de ponta, ainda sabem muito pouco sobre a doença.
Em 23 de março, na primeira vez que a enfermeira Lívia Correa Araújo Galbiatti ajudou a intubar um paciente com Covid-19, ela achou que os aparelhos do hospital estavam com defeito. Antes de colocar o tubo na traqueia de Elisa (nome trocado), 71, para ligá-la a um respirador, a oxigenação da paciente foi caindo e chegou a 15%.
Elisa foi ficando com os lábios e as pontas dos dedos roxas. “Trabalho há sete anos em pronto-socorro, já presenciei dezenas de intubações, mas nunca vi nada igual. Os médicos também estavam chocados”, conta Lívia.
Depois de Elisa, a enfermeira viu diversos outros pacientes de Covid-19 chegando ao pronto-socorro lutando para respirar e com oxigenação do sangue tão baixa que não se sabe como estavam vivos. “Eu sempre me lembro da vez em que quase me afoguei em uma praia em Fortaleza. Eles chegam aqui se afogando, em terra firme.”
Elisa foi uma das 17 pessoas que morreram de coronavírus no Emílio Ribas desde 22 de março.
Uma das pacientes que Jaques Sztajnbok visitou na UTI na quarta-feira (15) tinha o nível de proteína C reativa, que indica processo inflamatório ou infeccioso no corpo, acima de 700.
“É um índice obsceno, nunca vi tão alto”, disse. Os doentes com Covid-19 sofrem a chamada “tempestade de citocinas”, em que o sistema imunológico mobilizado para combater o Sars-CoV-2, acaba tendo uma reação exagerada e se transforma em um ataque contra o próprio corpo. O alto índice da proteína C reativa é uma das indicações dessa inflamação.
Os médicos também estão aprendendo, na prática, como tratar da doença. Como na Itália, alguns pacientes são colocados de bruços, e ficam “pronados”, no jargão médico, durante 16 horas, porque isso facilita a expansão do pulmão.
No Emílio Ribas, médicos ministram anticoagulantes para certos pacientes, porque um dos efeitos do coronavírus é a formação de coágulos dentro dos vasos sanguíneos do pulmão, que impedem a passagem do sangue e, consequentemente, o funcionamento normal do órgão.
Médicos têm observado que o chamado nadir clínico do paciente —momento em que a doença fica mais grave — costuma acontecer entre o oitavo e décimo dia após o início dos sintomas.
Panaceia
O hospital participa de um estudo da Organização Mundial de Saúde que está testando quatro possibilidades de tratamento: cloroquina e azitromicina, um antibiótico; Kaletra (lopinavir), medicamento contra o HIV; lopinavir e interferon e rendesivir — este foi usado contra Ebola.
Sztajnbok critica a politização do uso da cloroquina. “Hoje em dia, se você é contra a cloroquina, é a favor do [governador João] Doria; se é a favor, apoia Bolsonaro.”
No Emílio Ribas, o medicamento está sendo usado apenas em casos graves, e não indiscriminadamente.
“A cloroquina já foi usada contra diversas doenças virais, como zika, Mers, Sars, dengue, nipah, chikungunia, HIV”, enumera.
“Por enquanto, está sete a zero para os vírus não funcionou bem contra nenhum deles. Mas estamos tentando marcar um gol de honra, fazer o 7 a 1, pode ser que funcione contra Covid-19, então precisamos tentar.”
Sztajnbok adverte para as altas expectativas em relação à descoberta de uma droga que cure a doença. “Não acho que vai existir um super-homem contra o coronavírus, um medicamento que vai resolver tudo”, diz.
“A Covid-19 é diferente de todas as outras epidemias que vivemos, porque volume de pacientes é avassalador e eles chegam em estado muito grave. E, assim como não tinha remédio para o ebola, ainda não há para o coronavírus.”
***Por Patrícia Campos Mello e Eduardo Anizelli, da Folhapress, no Yahoo.
Rede social vai direcionar perfis para o site da OMS e apresentar seção de notícias com respaldo jornalístico e informações verdadeiras a respeito do coronavírus
As famosas “fake news” já não são novidade e potencializam a desinformação nas redes sociais em tempos de pandemia. Por esse motivo, o Facebook anunciou que vai adicionar publicações devidamente verificadas no feed de notícias de quem curtir notícias falsas.
O objetivo é tentar conter a disseminação de informações mentirosas sobre o novo coronavírus, que preocupam autoridades de todo o mundo. A pessoa que reagir ou comentar em um post com fake news receberá um box, direcionando o usuário para o site da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Outra atualização vai mostrar uma seção de notícias com respaldo jornalístico e que contenham informações verdadeiras a respeito do coronavírus.
Pois o generoso prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Oziel Oliveira, concedeu às crianças matriculadas no Município – ora, em casa, por motivo de isolamento social – a fantástica merenda escolar, para uma quinzena, que importa R$13,50 ao Município, portanto R$0,90 por dia. A relação da merenda escolar foi submetida ao CAE – Conselho de Alimentação Escolar pela Secretária da Educação.
Não tem estrutura para entregar perecíveis? Quem sabe uma duzia de laranjas ou outras frutas baratas da estação? Ou ainda: umas duas dúzias de ovos?
E leite e achocolatados, Prefeito? Esqueceu?
O Governo do Estado está distribuindo um vale compras de R$55,00 aos alunos da rede pública estadual. O Senhor não se envergonha por tal disparidade?
Agora não venha me dizer que vai complementar as necessidades diárias de uma criança com 66 gramas de arroz e feijão ou 33 gramas de farinha de milho. Ou ainda 33 gramas de macarrão.
Tenha dó, sr. Prefeito: muitas dessas crianças tem pais desempregados e mães que perderam a chance de fazer algum bico diário, como faxinas, para ajudar a comprar alimentação.
Tenha dó, sr. Prefeito: quando o Senhor gasta R$20 milhões de horas-máquina ou gasta R$1,85 milhão para pintar um posto de saúde, gastar R$54 mil por quinzena com merenda escolar é uma insanidade.
Já dizia o grande nordestino Luiz Gonzaga: “Uma esmola, para o homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão.” Não neste caso, sr. Prefeito! Uma esmola desse calibre não humilha e nem vicia as nossas criancinhas. Apenas não é o suficiente.
Sou um homem velho, sr. Prefeito. Já vi muita injustiça perpetrada entre o Céu e a Terra, mas existem coisas que ainda são capazes de me causar indignação. E esta é uma dessas.
Deus está vendo, sr. Prefeito, e desde a época do templo em Jerusalém ele tem horror de fariseus e mercadores do templo.
Na manhã de hoje (18), a Comissão de Fiscalização Profissional da OAB de Itapetinga realizou diligência, com o apoio da 8ª CIPM, no Conjunto Habitacional Moacyr Moura, onde pessoas captavam clientes para promover ação indenizatória contra a CEF.
Não havia advogados no local e todos foram conduzidos para a 21ª COORPIN/Itapetinga para prestarem esclarecimentos.
Centenas de documentos foram apreendidos pela PM, inclusive protocolos de ações indenizatórias ajuizadas em Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Vitória da Conquista, Bom Jesus da Lapa, e lista de residenciais habitacionais de várias localidades, inclusive no Estado do Tocantins.
A OAB/Itapetinga registrou os ilícitos de estelionato e exercício ilegal da profissão, e representará, logo em seguida, contra os advogados constantes na procuração pela captação de clientela.
O mesmo grupo que passou por aqui já havia sido preso em Vitória da Conquista. Foi solto e agora preso em flagrante em Itapetinga.
A equipe médica usa equipamentos de proteção enquanto trabalha em um local de testes drive-through para a doença de coronavírus (COVID-19) em Greenwich, Connecticut, EUA, em 27 de março de 2020
São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Manaus já tem falta de leitos de UTI e o serviço funerário encontra problemas. Só nestas quatro capitais já foram registradas 1.050 mortes por coronavírus, mais as mortes por doenças convencionais.
Lotação nos leitosda Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de hospitais, caminhão frigorífico para armazenar corpos, aumento abrupto do número de pacientes que dependem de respiração mecânica, filade espera nos serviços de emergência.
O avanço da pandemia de coronavírus (Sars-CoV-2) nos últimos dias intensificou a pressão sobre o sistema de saúde de capitais pelo país. A situação agravou-se, sobretudo, naquelas que concentram o maior número de mortos pela doença Covid-19.
O prefeito do município, Oziel Oliveira, encomendou à sua esposa, a deputada Jusmari Terezinha, um Decreto Legislativo que reconhecesse estado de calamidade pública na cidade em decorrência da pandemia de Coronavírus.
O decreto estadual, publicado oficialmente no último dia 16, garante ao gestor da cidade,por exemplo, o relaxamento das metas fiscais e a não realização de licitações por 90 dias.
Não satisfeito, no mesmo dia Oziel estendeu de forma discricionária o prazo da resolução, para mais de 200 dias, levando sua validade até 31 de dezembro.
A notícia ganhou rapidamente as redes sociais e pautou debates em grupos no WhatsApp e Facebook. O vereador Nei Vilares foi uma das primeiras vozes a se levantar contrariamente à decisão do prefeito.
Na noite de ontem (17|abr), a página do Diário Oficial do Município que trazia a informação, estranhamente parou de funcionar.
Cadu Rolim – 6.abr.2020/Fotoarena/Estadão Conteúdo. Enterro de vítima em Sorocaba-SP.
O Brasil pode ter hoje ao menos o dobro de mortes pelo novo coronavírus em comparação com o número oficial divulgado pelo governo federal, aponta estudo exclusivo feito a pedido do UOL pelo Observatório Covid-19 BR.
O grupo, que reúne pesquisadores de universidades brasileiras e estrangeiras, também chegou a calcular que, em um cenário mais pessimista, o número pode ser até nove vezes o dado oficial. O levantamento levou em conta a demora entre as ocorrências das mortes e a entrada delas nas estatísticas do governo.
O estudo foi feito com dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde até a última quarta-feira (15), quando o país registrava 1.736 mortes. Com base neste número, o país já poderia ter entre 3.800 e 15.600 mortes, de acordo com o cálculo feito pelo UOL usando a análise do observatório.
Existem mortes que são notificadas até 10 dias depois de ocorrido o óbito, quando as autoridades de Saúde recebem o resultado dos exames.
O Governo está anunciando que antecipou pagamentos do auxílio emergência para segunda-feira em função do feriado de Tiradentes, na terça, 21.
Nesta sexta-feira (17), o Governo pagou o auxílio para 3,5 milhões de pessoas que possuem poupança na Caixa. Hoje (18), serão realizados os pagamentos daqueles que possuem conta nos bancos.
Na segunda-feira (20), o pagamento será feito para os que não tinham conta em nenhum banco e ganharam uma conta digital da Caixa. Ao todo, esse grupo vai receber R$5,4 bilhões até o início da semana.
Pesquisa DataPoder360 indica que o governo do presidente Jair Bolsonaro é considerado ótimo ou bom por 36% da população, enquanto 33% o consideram ruim ou péssimo. Outros 28% avaliam o trabalho do chefe do Executivo como regular e 3% não souberam ou não responderam.
Trata-se de uma situação de estabilidade em relação a outros levantamentos publicados ao longo dos últimos meses.
Bolsonaro tem feito constantes acenos à população de renda mais baixa –mais afetada pela crise econômica causada pela covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.
O chefe do Executivo tem falado diariamente sobre a importância de proteger os níveis de emprego durante a crise e atacou mais de uma vez governadores que decretaram o fechamento do comércio e a paralisação de setores da economia.
Entre os baianos, o governo Bolsonaro mantém uma avaliação próxima a do restante do Brasil, com oscilações dentro da margem de erro.
Mas o cenário muda quando se consideram apenas os residentes de Salvador, capital do Estado. Lá, o presidente é rejeitado por 44% dos entrevistados. São 11 pontos a mais do que a média nacional.
Está bem informado sobre o que está acontecendo no Equador? Veja, reflita e depois nos responda se o caro leitor acredita que o mesmo pode acontecer aqui.
Recomendado em supositórios tamanho econômico para todos os minions!
O vermífugo Annita, ‘remédio secreto’ do ministro Marcos Pontes, é pior que cloroquina, diz estudo chinês. A substância nitazoxanida só desenvolveu atividade antiviral adequada em doses altas, que se mostraram tóxicas e não recomendadas. A pesquisa foi feita in vitro, mas não em testes clínicos, com pacientes.
Pessoa mais jovem a morrer por coronavírus no Rio de Janeiro, a estudante Kamylle Ribeiro, de 17 anos, recebeu tratamento a base de cloroquina no Hospital Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias. Uso do medicamento para casos de covid-19 ainda é estudado.
Ao chegar para a solenidade de posse do novo ministro da saúde, Nelson Teich, na manhã desta sexta-feira (17), o vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB) foi cumprimentado por um grupo de jornalistas próximo a uma ala de elevadores no Palácio do Planalto. O general disparou:
“Está tudo sob controle, não sabemos de quem”, brincou Mourão, que chegou acompanhado por seguranças.
Bom humor à parte, o Vice-Presidente sabe que o Governo tornou-se um loqueteio, um grande e pesado barco sem timoneiro.
O prefeito Oziel Oliveira deseja ser o soberano absoluto de Luís Eduardo Magalhães até o último dia do ano: o decreto de declaração de calamidade é a prova disso. Sem licitações, sem justificativas à Câmara, sem prestar contas a quem quer que seja, muito menos aos contribuintes.
Os grandes jornais e agências de notícias ainda não tem a informação, mas é certo que o almirante Flávio Augusto Viana Rocha será o novo Super Ministro da Saúde.
Rocha é o chefe da Secretaria Especial da Assuntos Estratégicos (SAE), nomeado em fevereiro para o cargo.
O Almirante não teria nomeação de direito, mas já considerado interventor militar e manda-chuva na gestão de Nelson Teiche iniciada hoje.
Se Teiche não entende nada de Saúde pública, agora teremos um comandante de navios para melhorar a situação. A necro-política oficial não tem limites e agora parece plausível a perspectiva de alguma coisa em torno de 1 milhão de mortes.
Pergunte ao Governador do Ceará, do Rio de Janeiro e São Paulo se essa perspectiva é alarmista ou a realidade.
A partir das 18 h de hoje, 17, aproximadamente 260 mil habitantes de doze municípios da região de Brumado poderão contar com um Centro de Atendimento Covid 19, para acolher, estabilizar e encaminhar pacientes suspeitos de infecção pelo novo coronavírus.
A antiga UPA da cidade foi reaberta e adaptada para operar com 40 profissionais de saúde, 24 horas, e tem capacidade para atender 200 pacientes por dia.
São 10 leitos, sendo 2 com respiradores. Deverão ser atendidos pacientes com sintomas idênticos aos da gripe, como febre, tosse, dor de garganta e falta de ar. Os que tiverem evolução dos agravos vão ser regulados pela Central Integrada de Comando e Controle da Saúde do Estado da Bahia para um dos hospitais de referência.
1059 casos, 36 mortes
A Bahia tem 1059 casos confirmados de Covid-19. Deste total, 36 foram a óbito, registrados nos municípios de Salvador (18); Lauro de Freitas (4), Gongogi (1), Itapetinga (1), Utinga (1), Adustina (1), Araci (1), Itagibá (1), Uruçuca (2), Ilhéus (2), Belmonte (1), Vitória da Conquista (1) e Itapé (1), Juazeiro (1). Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até as 12 horas desta sexta-feira (17).
Dos casos confirmados, 154 são de profissionais de saúde. Ao todo, 268 pessoas estão recuperadas e, do total de casos confirmados, 116 encontram-se internados, sendo 48 em UTI. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.
É uma corrida macabra: depois que o Governo do Estado foi pirateado* pelo Governo dos EUA, quando perdeu 400 respiradores pulmonares, em avião originário da China, pagos antecipadamente, parece ter desanimado. Enquanto a epidemia de Covid-19 avança célere, a Bahia não consegue equipamentos e recursos médicos para descentralizar o acolhimento e tratamento de infectados.
Nos parece evidente que a capacidade dos tais “hospitais de referência” em Salvador não será suficiente nem para atender os pacientes da Região Metropolitana de Salvador.
Como atenderia pacientes de cidades tão distantes como Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Brumado, do Norte e do Sul da Bahia? A sensação que perpassa é de que ainda está longe o dia em que teremos “hospitais de referência” espalhados por todo o território baiano.
(*) Você, caro e bem informado leitor, leu, ouviu ou viu algum débil protesto do Itamarati em relação ao ato de esbulho e rapinagem dos Estados Unidos à carga brasileira em Miami?
Viu o Presidente da República protestar pelo ocorrido?
Se houvesse um Governo de fato e não esse bando de loucos que estão no poder, já tinham chamado o embaixador dos Estados Unidos em Palácio e exigida a imediata devolução dos aparelhos surrupiados.
A nulidade reside no fato de que a Assembleia, provocada pelo Tribunal de Contas dos Municípios, determinou por maioria que em municípios baianos com menos de 100 mil habitantes a decretação de calamidade seria dada, por simples requerimento, pelo prazo de 90 dias. E renovado, se necessário for, também com a anuência da própria Assembleia e do Executivo baiano.
O decreto expedido pelo prefeito se sobrepõe ao pedido de reconhecimento pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, que reconheceu, através do Decreto Legislativo 2303, de 15 de abril, o Estado de Calamidade Pública solicitado, pelo prazo de 90 dias.
Quando a Assembleia reconheceu o processo de agravamento da pandemia no Estado, reconheceu também o direito dos municípios em decretar a calamidade por 90 dias, através de simples requerimento ao parlamento baiano.
Portanto, inexiste fundamento legal no Decreto Municipal estipulando o prazo até 31.12.2020.
O Prefeito deve ainda enviar para conhecimento da Câmara de Vereadores o referido decreto Legislativo, após atendidos os requisitos legais, inclusive acompanhados dos documentos indicados na lei especial, encaminhando também ao Ministério Público para o devido registro.
A pergunta relevante é a seguinte: que misteriosos desígnios levaram o Prefeito a sobrepor um decreto municipal ao Decreto Legislativo, promulgado na quarta-feira e publicado ontem no Diário Oficial, estendendo o prazo até o final do seu mandato?
A Polícia Militar da Bahia, que tem 30 mil homens em sua tropa, registrou até ontem 299 casos suspeitos de PMs infectados pela covid-19 em todo o estado – destes, 96 ainda estão afastados para confirmação de diagnóstico.
Além disso, seis testaram positivos, entre eles o sargento da reserva Carlos Alberto Nascimento Macedo, 52 anos, primeiro óbito na corporação causado pela doença. Ele morreu na quarta (15) no Hospital Santa Izabel.
“Foi tudo muito rápido. Ele acreditava que era uma simples gripe”, disse a mulher do sargento, a professora Janira Francis da Silva, 59.
“Foram cinco dias em casa ligando para o Disque Coronavírus (155), mas diziam para ele ficar em casa, já que não tinha sintomas graves. Quando ele começou a ter dificuldade para respirar, levamos ao Santa Izabel. De lá, ele não saiu mais”, lamentou Janira. “Diziam que ele poderia ter se tratado em casa, que a ida dele a um hospital era desnecessária, por causa da aglomeração”, emendou.
Janira está assustada, pois além de lidar com a perda do marido, teme ter sido infectada. “Meu marido morreu no Santa Izabel e o hospital só mandou a gente ficar em quarentena. Eu e a minha filha, de 17 anos, convivíamos com meu marido diariamente e o hospital não fez o teste”.
A assessoria de comunicação do Santa Izabel confirmou que não realizou o teste nos familiares. Por meio de nota, a unidade de saúde disse que “se solidariza com o luto dos familiares do referido paciente e esclarece que segue rigorosamente as recomendações do Ministério da Saúde e da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia”.
De acordo com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), baseada na Nota Técnica n° 54, as unidades de saúde são orientadas a realizar a coleta de amostras somente quando o caso suspeito de covid-19 se enquadrar nos seguintes critérios: pacientes internados com suspeita de covid-19; pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG); profissionais de saúde com síndrome gripal suspeitos de covid-19 ou contactantes de casos confirmados de covid-19 mesmo assintomáticos; pacientes que foram a óbito com suspeita de covid-19 cuja coleta não pôde ter sido realizada em vida; ou pessoas com febre, suspeitas de infecção, triadas nos aeroportos, portos e nas estradas.
Com informe de Camilla Veras Mota, da BBC News Brasil em São Paulo, editado
Mantido o nível atual de isolamento social, volume total de infectados pela covid-19 pode passar de 3 milhões e o de mortos, de 393 mil, diz estudo conduzido por pesquisadores brasileiros.
Em um cenário de isolamento vertical como aquele defendido pelo presidente Jair Bolsonaro, com distanciamento social apenas daqueles com mais de 60 anos, seriam cerca de 26 milhões de infectados e 723 mil mortos.
No ritmo atual de evolução da pandemia de covid-19 no Brasil, o volume de unidades de terapia intensiva (UTIs) disponíveis no país não seria suficiente para atender a demanda a partir da semana do dia 21 de abril.
Essa é a projeção de um modelo matemático criado por um grupo de seis pesquisadores das áreas de Física e Medicina ligados às universidades federais de Alagoas e do Rio Grande do Norte, à Santa Casa de Maceió, ao Centro de Testagem e Acolhimento de HIV/AIDS de Itaberaba (BA) e à Escola Superior de Ciências da Saúde, em Brasília.
O estudo, publicado no dia 3 de abril, foi submetido a publicação internacional e é preliminar, ou seja, ainda não foi avaliado por pares – mas mostrou aderência aos dados reais pelo menos até o último dia 15 de abril: a evolução do número de mortos divulgados pelo Ministério da Saúde (um indicador com menor sub-notificação do que o volume total de casos e, por isso, mais confiável) tem sido consistente com as previsões apontadas pela equipe e usadas como base para o cálculo da utilização dos leitos de UTI nos hospitais.
O trabalho leva em consideração ainda as medidas de distanciamento social atualmente vigentes – a chamada “quarentena voluntária” -, seu impacto na redução da transmissão da doença e o percentual médio de infectados que precisam ser internados nas unidades de terapia intensiva por apresentarem quadros mais graves de infecção nos pulmões.
Em São Paulo, que concentra o maior número de mortos e infectados, o primeiro hospital atingiu nesta quarta (15/04) 100% de ocupação de leitos de UTI, o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, como informou o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann, em coletiva de imprensa.
O mesmo já aconteceu no Ceará, com todos os leitos disponíveis ocupados em Fortaleza e uma lista de 48 pessoas precisando de internação.
Enquanto Jair Bolsonaro diz para a população romper o isolamento social contra o Covid-19, o Exército brasileiro já está fazendo um levantamento da quantidade covas e capacidade de cemitérios em algumas regiões do Brasil. No Rio de Janeiro e Espírito Santo várias cidades tiveram informações requisitadas pelo Exército.
O motivo das informações foram bastante claras no ofício do Exército: por causa da pandemia de Covid-19.
Testes rápidos na rua, nos EUA, uma maneira de tentar coibir os efeitos da contaminação acelerada.
Dados da Universidade Johns Hopkins mostram que os Estados Unidos registraram 4.591 mortes por covid-19 nas 24 horas terminadas às 19h (no horário de Brasília).
Trata-se do maior número de óbitos em 1 dia e mais do que o dobro de todas as mortes acumuladas no Brasil até esta 5ª feira (1.924). O recorde anterior de mortes no território norte-americano era de 2.569 na 4ª feira (15.abr).
O país já contabiliza 671.151 casos e 33.268 mortes. A 2ª nação com mais óbitos é a Itália: 22.170. Em seguida estão Espanha (19.315) e França (17.941).
Do Poder 360.
Não se vê na internet comentários de bolsonaristas, defensores do isolamento vertical proposto por Donald Trump. O deputado Eduardo Bolsonaro, um dos defensores das teorias de Trump, copiadas pelo Pai, ainda não se manifestou sobre a violência da contaminação e das mortes nos EUA. Nos últimos dias, ele ataca o que pensa ser os inimigos do Presidente, a República da China e os governadores dos estados.
Dudu Bananinha de fato não é moço de fino trato.
Às 17 horas de ontem, no Brasil, os óbitos totalizaram 1.924, enquanto as pessoas infectadas chegaram a 30.425.
O prefeito Oziel de Oliveira decretou ontem estado de calamidade pública até o dia 31-12-2020, o que lhe permite contratar, no assunto específico que causou a calamidade, no caso a epidemia, sem licitação pública. É claro que Oziel Oliveira está assessorado por mais de uma dezenas de bons juristas, que lhe esclareceram sobre as limitações de tal ato.
No entanto, é bom que fique claro, que segundo os tribunais de contas dos municípios, essa flexibilização não pode ser confundida com plena licenciosidade, de modo a permitir desvios e abusos, mas importa simplesmente em uma atenuação do rigorismo formal durante o período de vigência da situação de emergência ou do estado de calamidade, obviamente, inerente aos atos que, com ela, tenham relação direta.
Como diz o adágio popular, uma faca de dois gumes. Se por um lado o Prefeito poderá ganhar em agilidade para a contratação de recursos médicos para enfrentar a epidemia que se avizinha grave, ameaçadora inclusive de um colapso no atendimento dos munícipes, a liberdade não deve ser confundida com liberalidade.
Em ano eleitoral, o foco dos candidatos opositores deve se concentrar fortemente sobre essas contratações. E Oziel não terá o processo licitatório para respaldar a legalidade das compras.
Que o Prefeito fique atento: o TCM, o Ministério Público, os vereadores e a imprensa não alinhadas estarão de olho vivo e pé ligeiro para fiscalizar as compras que ele entende sejam destinados ao atendimento dos fatores que determinaram a calamidade.
Após semanas de desavenças, o presidente Jair Bolsonaro demitiu o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, nesta quinta-feira, 16.
O oncologista Nelson Teich vai assumir o cargo. Teich se reuniu com o presidente pela manhã, quando, segundo interlocutores do presidente, causou boa impressão.
O médico foi consultor da área de saúde na campanha de Jair Bolsonaro, em 2018, e é fundador do Instituto COI, que realiza pesquisas sobre câncer.
Em seu currículo em redes sociais, o oncologista também registra ter atuado como consultor do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, entre setembro do ano passado e março deste ano.
Teich e Vianna foram sócios no Midi Instituto de Educação e Pesquisa, empresa fechada em fevereiro de 2019.
A demanda por ovos segue firme e deve sustentar os preços para os próximos dias, de acordo com a analista de mercado da Scot Consultoria, Juliana Pila. Segundo ela, os ovos seguem na contramão das demais proteínas animais que têm tido queda nos preços.
“Por exemplo, de meados de março até o final da primeira quinzena de abril, em São Paulo, enquanto os suínos tiveram queda em torno de 30%, os ovos se valorizaram cerca de 10%”, disse.
Em uma análise abrangendo desde o início de fevereiro, a alta nos preços da caixa com 30 dúzias de ovos foi da ordem de 69,8% nas granjas e de 65,2% no atacado.
Os valores praticados em São Paulo nesta quinta-feira (16) são os maiores do ano, em média R$ 109,50 na granja e R$ 114 no atacado.
De acordo com Juliana, apesar dos dados serem respectivos ao estado de São Paulo, o cenário deve se repetir nas demais regiões do país, já que boa parte da população segue em isolamento social, e com a queda na renda, devem continuar optando pela proteína mais barata no mercado.
Apesar da valorização para os ovos, o produtor continua enfrentando o desafio de fechar a conta com os custos de produção em alta. A analista afirma que, em relação ao mesmo período do ano passado, o milho está 40% mais caro e o farelo de soja, 45%.
“O que está afetando a precificação neste momento, além da demanda mais alta do que a oferta, é justamente a alta nos custos de produção”.
Do Notícias Agrícolas
Com o feijão subindo, prejudicado pelo excesso de chuva nas regiões produtoras; o arroz em alta (subiu cerca de 18% no ano), só faltava o ovo, a coroa da marmita, ter alta desse porte.
O feijão de boa qualidade chega a valer R$6,00 o quilo no atacado. Imagine que isso chegue a R$8,00 nos supermercados.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou, nesta quinta-feira (16), que deve ser exonerado pelo presidente “hoje ou amanhã. Ele fez as declarações em uma live com profissionais de saúde.
O ministro vem sendo criticado publicamente pelo presidente Jair Bolsonaro, que se incomoda com a popularidade que Mandetta vem ganhando e de seu entrosamento com integrantes do Legislativo e do Judiciário. A defesa dele ao isolamento social e a quarentena da população também incomodam o chege do Executivo. “Devemos ter uma situação de troca no ministério que deve se concretizar hoje ou amanhã”, disse o ministro.
Mandetta declarou que o trabalho de combate ao coronavírus vai continuar independente de quem esteja no cargo. “Eu sou a peça menor dessa engrenagem, eu escolhi muito bem a minha equipe”, disse. Ele participou do encontro virtual promovido pelo Fórum Inovação Saúde (Iniciativa FIS), que reúne lideranças da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Fiocruz, UFF, UFRJ, Academia Nacional de Medicina, e outros especialistas.
O presidente se reúne nesta quinta-feira com nomes de pessoas cotadas para o cargo. Um dos nomes que figuram entre os primeiros lugares da lista é do Oncologista Nelson Teich. O deputado Osmar Terra é um dos favoritos de Bolsonaro, mas encontra resistência do Legislativo, Judiciário e da área militar do governo, por negar a gravidade da pandemia de coronavírus e ser contra orientações de isolamento social da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Do Correio Braziliense, editado.
Pessoalmente acredito que Mandetta está dando graças a Deus pela sua demissão. A guerra de fato vai começar agora e o País tem se reforçado muito pouco para enfrentar a pandemia, mesmo depois de passado um mês da primeira morte.
Agora o assunto vai ficar sério: as mortes já beiram quase 10 por hora e, confirmada a previsão dos cientistas de Harvard, teremos entre 500 e 600 mil mortes. Isto é: o colapso do sistema está próximo.
Se os governos não fizerem muito nestes próximos 30 dias, com a instalação de milhares de leitos de UTIs, as pessoas morrerão em casa, na rua e na frente dos hospitais. E seus corpos ficarão insepultos enquanto se organiza o enterro em valas comuns.
A Bahia registra 951 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), sendo 102 profissionais de saúde. Até o momento, 5.268 casos foram descartados e houve 31 óbitos, sendo 16 no município de Salvador e 15 nos municípios de Lauro de Freitas (2), Gongogi (1), Itapetinga (1), Utinga (1), Adustina (1), Araci (1), Itagibá (1), Uruçuca (2), Ilhéus (2), Belmonte (1), Vitória da Conquista (1) e Itapé (1).
A 29ª morte foi de um homem de 62 anos, residente em Uruçuca, com histórico de hipertensão e tabagismo.
Já o 30º óbito foi de uma mulher de 61 anos, residente em Ilhéus, com histórico de doença renal crônica, hipertensão e pneumonia. Ambos estavam internados em um hospital público em Ilhéus e tiveram o registro de óbito nesta quinta-feira.
Já o 31º falecimento foi de uma mulher de 90 anos, residente em Salvador, com comorbidades associadas, a exemplo de obesidade e doença renal crônica. Ela estava internada em um hospital público em Salvador e foi a óbito ontem (15).
Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 12 horas desta quinta-feira (16). Ao todo, 250 pessoas estão recuperadas e, do total de casos confirmados, 104 encontram-se internados, sendo 45 em UTI. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.
Mortes no Brasil por contaminação do Coronavírus, semana a semana, segundo levantamento do jornalista Leonel Camasão:
16 de março – 1
24 de março – 47
31 de março – 202
07 de abril – 688
14 de abril – 1.552
HOJE (até 6h30 da manhã) – 1.760.
Justo no momento em que o número de mortes decola, com forte inflexão para uma progressão geométrica, o Presidente da República – que Deus me perdoe – vai demitir o Ministro e toda a equipe diretiva da Saúde no País.