Justiça determina que Bolsonaro permaneça em casa das 19h às 7h.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de mandados de buscas por parte da Polícia Federal nesta sexta-feira (18), em Brasília. A ordem é do Supremo Tribunal Federal (STF), após indícios de que ele planejava deixar o país para pedir asilo político nos Estados Unidos. Ele foi obrigado a utilizar tornozeleira eletrônica e deve deixar de utilizar as redes sociais.

Além disso, Bolsonaro foi proibido de manter comunicações com o filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA. De acordo com informações fornecidas pela PF, ele também terá de permanecer em casa entre 19h e 7 da manhã.

O ex-presidente também foi proibido de se comunicar com embaixadores e diplomatas estrangeiros (não podendo se aproximar de embaixadas), nem com outros réus e investigados pelo Supremo.

O STF também determinou cumprimento de mandados na casa do ex-presidente e em endereços ligados ao Partido Liberal (PL), legenda de Bolsonaro.

Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão na casa de Bolsonaro e deixa uma tornozeleira de brinde.

Jair Bolsonaro

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta sexta-feira (18/7), mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília.

Segundo apurou o portal Metrópoles, policiais federais fazem buscas na casa de Bolsonaro, no bairro Jardim Botânico, e no escritório político dele, na sede do PL.

O ex-presidente, de acordo com aliados, estava em casa quando os agentes da PF chegaram. A coluna tentou contato com Bolsonaro, que não respondeu.

O ex-presidente continua ameaçando o Governo brasileiro:

Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (17), Bolsonaro falou sobre sua relação com Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e se disponibilizou para negociar o tarifaço de 50% aplicado sobre produtos brasileiros – que é atrelado a uma chantagem do presidente para beneficiar Bolsonaro, no que chamou de “caça às bruxas”.

Já a “boa vontade” do ex-presidente está diretamente ligada a disponibilização de seu passaporte por Lula, atual presidente. Bolsonaro acredita que teria mais sucesso do que o governo nas negociações com os EUA para reverter a sanção. E mais, acredite se quiser: acha que a anistia pedida por Trump tem que ser colocada na balança, que é um preço baixo a pagar para voltar à normalidade.

Aproveitou para fazer um afago no aliado, Tarcísio de Freitas, que sofreu ataques do filho Eduardo Bolsonaro, e tentou reverter a imagem negativa: “não tem ataque à soberania nacional, o Brasil está deixando de ser soberano economicamente – tem que parar de atacar o Trump”.

Luís Eduardo Magalhães sedia projeto estadual de capacitação em Ginástica Rítmica e recebe destaque do esporte baiano

As Formadoras Joseane Coelho e Vanda Portugal com a atleta Ana Vitória de Jesus

O município de Luís Eduardo Magalhães sedia, nesta quarta (16) e quinta-feira (17), o projeto Avança Bahia – Capacitação em Ginástica, que acontece no Ginásio Poliesportivo José Queiroz Barreto Neto. A iniciativa é promovida pela Federação Baiana de Ginástica (FBG), em parceria com a Superintendência dos Esportes do Estado da Bahia (SUDESB) e a Secretaria Municipal de Educação, por meio da Gerência Esportiva.

A capacitação é voltada para 30 profissionais — entre professores de Educação Física, treinadores e acadêmicos — com o objetivo de formar novos talentos, qualificar ainda mais quem já atua com a Ginástica Rítmica e fomentar o crescimento da modalidade em toda a região Oeste.

Presenças ilustres fortalecem a iniciativa
O evento conta com a presença de nomes de grande relevância no cenário da Ginástica Rítmica nacional e internacional. Entre as formadoras, estão Joseane Coelho, treinadora da Seleção Brasileira Permanente Juvenil nos anos de 2011, 2022 e 2023, e Vanda Portugal, árbitra internacional, treinadora de seleções nacionais e referência na formação técnica da modalidade.

Um dos grandes destaques da programação é a participação da atleta Ana Vitória de Jesus, tricampeã baiana de Ginástica Rítmica, que compartilha sua trajetória e experiência com os participantes, servindo de inspiração para novos talentos da região.

Além da formação técnica, o projeto também tem como meta mapear e mobilizar treinadores em municípios da Bacia do Rio Grande, consolidando um polo de desenvolvimento esportivo no interior baiano.

Abertura do Campeonato Municipal de Futsal movimenta o Ginásio José Queiroz Barreto Neto.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Esporte, através da Liga Desportiva, deu início no dia 11 de julho, no Ginásio Poliesportivo José Queiroz Barreto Neto, à abertura oficial do Campeonato Municipal de Futsal Masculino (Séries Ouro e Prata) e Feminino.

A noite foi marcada por disputas emocionantes, que deram início a uma jornada esportiva que promete movimentar a cidade até o mês de setembro.

Na estreia, três partidas abriram oficialmente a competição: Águias FC enfrentou o Clube Merengue, União Pacers duelou com o CEUS F.C, e o Tradição Futsal encarou o Santa Cruz E.C. Os jogos continuaram no sábado (12), domingo (13) e segunda (14).

O campeonato, que é exclusivo para clubes locais, valoriza o talento esportivo da cidade e fortalece a integração entre os bairros.

A programação segue com rodadas aos finais de semana e em alguns dias úteis, reunindo dezenas de equipes em busca do título municipal.

Confira os resultados dos jogos

DIA 11/07:
* Águias FC 00 x 08 Clube Merengue (Série Prata)
* União Pacers 01 x 04 CEUS F.C (Feminino)
* Tradição Futsal 01 x 02 Santa Cruz E.C. (Série Ouro)

DIA 12/07 (SÁBADO)
* Stellares 03 x 00 União Goiás (Feminino)
* Apha Futsal 02 x 00 Realeza (Série Ouro)
* Accert Desportivo 00 x 02 Atalanta (Série Ouro)
* Real Futsal Lem 03 x 01 Milionários (Série Prata)
* Clube Aliança 00 x 03 Bravo FC/ Os travessos (Série Prata)
* 3 Estrelas 05 x 02 Sousa Campos (Série Prata)

*DIA 13/07 (DOMINGO)
* Diamantina 01 x 04 GW Esport (Série Prata)
* Santos Foot 04 x Meninos de vó/Elite (Série Prata)
* S Sports 00 x 03 Red Bull Futsal (Série Prata)
* Aston Villa 01 x 03 Manchester (Série Prata)
* Ajax Futsal 01 x 03 Fenômeno (Série Prata)
* Papa tudo FC 03 x 01 Oeste FC (Série Prata)
* Chape Liverpool 01 x 02 Veveto Futsal (Série Prata)

DIA 14/07 (SEGUNDA-FEIRA)
* Fênix 03 x 03 Agreste Futsal (Série Prata)
* Magnus Futsal 05 x 02 Real Bosque (Série Prata)
* Kirius FC 03 x 03 pilão Arcado (Série Prata).

Já saiu a lista dos carros populares com redução de preço.

Por Diogo de Oliveira, no Jornal do Carro

Passados poucos dias do anúncio, o programa Carro Sustentável, lançado no último dia 10, já derrubou os preços de quase todos os modelos de entrada produzidos no Brasil. Logo após a publicação do decreto pelo governo, FiatHyundaiRenault e Volkswagen divulgaram novas tabelas com valores reduzidos.

Como o foco são os hatches de entrada, poucos modelos estão habilitados para obter o IPI zero. Entretanto, os descontos foram acima do esperado. Por exemplo, na Renault, o Kwid, carro mais barato do País atualmente, ficou R$ 13.400 mais barato da noite para o dia.

Na Fiat, o rival Mobi também teve o preço reduzido em R$ 13 mil na versão de entrada Like. Já o Argo 2026, na versão Drive 1.0, baixou a tabela em R$ 8.000. Pois a Volkswagen foi na mesma linha e cortou R$ 7.945 no valor pedido no Polo Track e no Robust (versão exclusiva para vendas diretas). E voltou com o Polo TSI.

Por fim, a Hyundai também reduziu os preços de tabela da linha HB20. No caso do hatch, o preço baixou em R$ 12 mil na versão Comfort 1.0 manual. Além disso, a marca sul-coreana (até agora) foi a única a incluir um sedã no programa do Carro Sustentável. O HB20S com IPI zero ficou até 9.020 mais barato.

Mas resta ainda a General Motors. A montadora já habilitou os modelos Chevrolet Onix e Onix Plus no Carro Sustentável, porém ainda não anunciou os preços reduzidos. Os dois modelos feitos em Gravataí (RS) acabaram de ganhar reestilização na linha 2026 e mantiveram os preços anteriores, que devem baixar com o IPI zero.

Carros que já baixaram de preço com o IPI zero

  • Mobi Like: de R$ 80.990 por R$ 67.990

  • Mobi Trekking: de R$ 82.990 por R$ 73.290

  • Argo Drive 1.0 MT: de R$ 94.990 por R$ 86.990

  • HB20 Comfort 1.0 MT: de R$ 95.790 por R$ 83.990

  • HB20 Limited 1.0 MT: de R$ 99.990 por R$ 87.990

  • HB20S Comfort 1.0 MT: de R$ 103.010 por R$ 93.990

  • HB20S Limited 1.0 MT: de R$ 106.490 por R$ 99.490

  • Kwid Zen 1.0 MT: de R$ 78.690 para R$ 67.290

  • Kwid Intense 1.0 MT: de R$ 81.790 para R$ 71.290

  • Kwid Iconic 1.0 MT: de R$ 85.190 para R$ 75.690

  • Kwid Outsider 1.0 MT: de R$ 85.290 para R$ 75.790

  • VW Polo Track 1.0 MT: de R$ 95.790 para R$ 87.845

  • VW Polo Robust 1.0 MT: de R$ 95.790 para R$ 87.845

  • VW Polo TSI: de 11.490 para R$ 107.840

Vice-prefeito de Luís Eduardo Magalhães visita Porto Nacional para conhecer estrutura do Porto Seco e fortalecer integração logística com o Oeste baiano.

O vice-prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Franklin Willer, esteve nesta terça-feira (15) em Porto Nacional, no Tocantins, em uma visita técnica ao Porto Seco. Acompanhado pelo secretário municipal de Sustentabilidade, Kenni Henke, e pelo vereador Nelton Castro, Franklin buscou compreender de perto a funcionalidade do terminal e o impacto que ele tem tido no corredor logístico nacional.

Durante a visita, a comitiva esteve na Norship, empresa que opera um terminal de produtos líquidos e químicos no Porto Seco local.

“Viemos conhecer como funciona o Porto Seco, qual a funcionabilidade e o que ele agregou nesse corredor logístico nacional. Queremos entender o quanto ele pode ajudar Luís Eduardo Magalhães a escoar produtos como algodão e o etanol que será produzido pela Impasa, além dos grãos que são o carro chefe da região Oeste”, destacou o vice-prefeito.

A ideia é identificar alternativas logísticas para atender as novas demandas do município, impulsionadas pelas empresas que estão se instalando em Luís Eduardo Magalhães. Franklin também ressaltou o potencial de criação de uma nova rota de escoamento de produtos agrícolas, com integração ao Porto de Itaqui, no Maranhão, por meio da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL).

“A logística mais rápida no escoamento dos produtos agrícolas representa um grande benefício. Reduz custos para as empresas, o que impacta diretamente na precificação do produto final, como o algodão, por exemplo. Podemos encontrar estratégias que gerem ganhos para o município, para o produtor rural e para toda essa cadeia logística que passa pela ferrovia e por esse novo corredor”, concluiu.

Prefeitura apoia campanha “Doar Faz Bem” que acontece até o sábado (19), no LACEN.

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Saúde, é uma das apoiadoras da campanha de doação de sangue e cadastro de medula óssea, ​”Doar Faz Bem​”, do Dia de Cooperar, que acontece até o próximo sábado, dia 19 de julho, no LACEN, ao lado da UPA.

Serão distribuídas ao todo 100 fichas por dia, das 7h às 17h. No sábado, dia 19, a campanha segue até às 12h.

Unidade Transfusional

Com a unidade transfusional recém-inaugurada no Hospital Municipal Miriam Borges, com capacidade para armazenar até 300 bolsas de sangue, a campanha será um reforço para a saúde do município.

Serviço:
Quando: 15 a 19 de julho.
Onde: LACEN, ao lado da UPA.
Horário de doação: 7h às 17h, exceto no sábado, até às 12h.

Alckmin diz que governo tentará acordo antes do prazo para tarifaço.

Brasília (DF) 15/07/2025 - O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, tendo ao lado esquerdo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, fala durante entrevista coletiva após reunião com o representantes do setor do agronegócio para discutir medidas à tarifa de 50% dos EUA. Foto: Valter Campanato/Agência BrasilFoto de Valter Campanato, da Agência Brasil.

Trump anunciou aumento de taxas de importação a partir de 1º de agosto.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin, liderou nesta terça-feira (15) duas reuniões com empresários dos setores industrial e agropecuário. Ao lado de outros ministros e secretários, Alckmin recebeu informações sobre o panorama das áreas diante da decisão dos Estados Unidos de aumentar para 50% as tarifas de importação de produtos brasileiros.

Os empresários manifestaram confiança nas negociações conduzidas pelo governo federal e defenderam que não sejam adotadas medidas de retaliação. A produção industrial e agropecuária já registram uma série de prejuízos.

Algumas associações chegaram a defender nesta terça-feira que o Brasil peça adiamento do início da vigência das novas tarifas, fixado em 1º de agosto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Alckmin destacou que a intenção do governo é avançar ao máximo dentro desse prazo e alcançar um acordo antes que o tarifaço se concretize.

“A reunião [com o setor produtivo] foi muito proveitosa. Ouvimos todos os setores com maior fluxo de comércio com os Estados Unidos — desde aviação, aço, alumínio, máquinas, têxteis, calçados, papel e celulose. O que vimos foi um alinhamento em torno da negociação. Eu trouxe a mensagem do presidente Lula de empenho para rever esta situação”, afirmou o vice-presidente. 

 “De janeiro a junho deste ano, as exportações do Brasil para os Estados Unidos aumentaram 4,37% e dos Estados Unidos para o Brasil aumentaram 11,48%. Momento em que é recorde a exportação dos Estados Unidos para o Brasil, quase três vezes mais do que a nossa exportação, estaremos unidos para reverter essa decisão.”

De acordo com o vice-presidente, o setor produtivo se comprometeu a dialogar com seus parceiros nos Estados Unidos — compradores, fornecedores e empresas congêneres — para negociar o prejuízo bilateral causado pelas tarifas.

“É uma relação importante que repercute também nos Estados Unidos, podendo encarecer produtos e encarecer a economia americana. É uma oportunidade, inclusive, para abrirmos espaço para novos acordos comerciais”, destacou.

Novos mercados

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou da reunião com as lideranças do setor agropecuário. Ele lembrou que desde o primeiro dia do governo do presidente Lula uma as missões dadas é a ampliação dos mercados para a agropecuária brasileira.

“Isso foi feito de forma intensa. Foram 393 novos mercados abertos”, destacou Fávaro, que considera importante todos os esforços para manter as vendas para os Estados Unidos. Até o anúncio do tarifaço, a expectativa do setor pecuário era de que este ano as exportações de carne dobrassem. “O diálogo está aberto na parte brasileira, mas com respeito à soberania e muita altivez.”

Da Agência Brasil.

Operação contra facção criminosa prende sete suspeitos na Bahia e no Espírito Santo

Ação tem como alvo integrantes da facção criminosa auto intitulada Primeiro Comando de Vitória (PCV), com atuação em diversos estados.

Sete pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira (16) durante uma operação conjunta deflagrada pelos Ministérios Públicos da Bahia (MP-BA) e do Espírito Santo (MP-ES), por meio de seus Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A ação tem como alvo integrantes da facção criminosa auto intitulada Primeiro Comando de Vitória (PCV), com atuação em diversos estados.

Dois suspeitos foram presos em Porto Seguro, no extremo sul baiano. Segundo o MP, um deles integra a facção criminosa e o outro estava foragido do sistema prisional, sendo detido por estar na companhia do primeiro. As outras cinco prisões ocorreram no Espírito Santo.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em três estados: Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. No Espírito Santo, foram apreendidos cerca de R$ 25 mil em espécie e aparelhos celulares com os investigados.

A operação é a segunda fase de uma investigação conduzida pelo MP do Espírito Santo, que busca desarticular a atuação da facção criminosa no município de Serra (ES). Segundo as investigações, os suspeitos estariam envolvidos em atividades de tráfico de drogas e outros crimes, operando de maneira estruturada e contínua.

Participaram da operação agentes do MP-BA, MP-ES, Secretaria da Segurança Pública da Bahia, Força-Tarefa da Polícia Federal em Porto Seguro, Polícia Rodoviária Federal, polícias militares de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de unidades especializadas da Polícia Civil e do Batalhão de Choque da PM mineira.

A ação também contou com apoio do Comando de Policiamento Regional do Extremo Sul da PM-BA e da Companhia Independente de Policiamento Tático da região.

Gigante americana entra em campo e defende negociação com Brasil.

O recuo da tarifação norte-americana sobre as importações brasileiras deve se antecipar ao dia 1 de agosto, data marcada para a medida entrar em vigor.

Maior entidade empresarial dos Estados Unidos, a US Chamber of Commerce advertiu publicamente sobre os riscos para a própria economia americana de um tarifaço de 50% sobre o Brasil e defendeu negociações de “alto nível” entre os dois países.

“Mais de 6.500 pequenos negócios nos Estados Unidos dependem de produtos importados do Brasil, enquanto 3.900 empresas americanas investem no país. O Brasil é um dos dez principais mercados para as exportações dos Estados Unidos e o destino para aproximadamente US$ 60 bilhões em bens e serviços americanos todos os anos”, afirmou a US Chamber of Commerce, em nota publicada nesta terça-feira (15).

A entidade afirma, na nota distribuída à imprensa, que “a tarifa de 50% proposta impactaria produtos essenciais para as cadeias de suprimentos e os consumidores dos Estados Unidos, aumentando os custos para as famílias e reduzindo a competitividade das principais indústrias americanas.”

Editorial do Estadão: “Bolsonaro, o patriota fajuto.”

Ao dizer que só a anistia aos golpistas salvará o Brasil do tarifaço de Trump, o ex-presidente prova que não está nem aí para o País. Hoje, associar-se a Bolsonaro é ser contra o Brasil.

Jair Bolsonaro não está nem aí para o Brasil. É um patriota fajuto. Prova cabal disso – como se fosse necessária mais alguma – foi sua mais recente manifestação acerca da ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de sobretaxar em 50% os produtos importados do Brasil caso os processos contra Bolsonaro sob acusação de tramar um golpe de Estado não sejam anulados.

Demonstrando preocupação apenas protocolar com os efeitos desastrosos da anunciada tarifa sobre a economia brasileira, Bolsonaro foi direto ao ponto: “O tempo urge, as sanções entram em vigor no dia 1.° de agosto. A solução está nas mãos das autoridades brasileiras. Em havendo harmonia e independência entre os Poderes, nasce o perdão entre irmãos e, com a anistia, também a paz para a economia”. Traduzindo: para Bolsonaro, basta que as “autoridades brasileiras” o livrem da cadeia para que seu amigão Donald Trump desista de castigar o Brasil.

A publicação deixou claros o método e as prioridades do ex-presidente. Longe de colocar o Brasil “acima de tudo”, como costuma repetir em seus comícios, Bolsonaro usou a perspectiva de prejuízo de setores estratégicos da economia brasileira – e da de São Paulo, em particular – como moeda de troca por sua própria liberdade.

Assim, o ex-presidente age como um sequestrador que dita as condições para liberar o refém em seu poder. O refém, no caso, é o Brasil, capturado por sua verborragia liberticida. Sua derrota na eleição de 2022 mostra que boa parte do País conseguiu sair do cativeiro, mas infelizmente ainda há alguns cidadãos aprisionados por sua retórica destrutiva.

Se é compreensível que Bolsonaro e sua grei estejam empenhados apenas em cuidar da própria vida, é cada vez menos tolerável que um punhado de políticos, a pretexto de herdar o capital eleitoral do ex-presidente, ainda hesite entre a lealdade ao padrinho e os interesses do Brasil. Esse episódio da agressão estúpida de Trump ao Brasil escancarou de vez a pusilanimidade dessa turma.

Se serviu para alguma coisa, portanto, a exposição pública do egoísmo de Bolsonaro traçou uma linha divisória no chão. Associar-se a Bolsonaro significa, necessariamente, estar contra o País. É assim que a sociedade deve olhar para todos os que, seja por convicção ideológica, seja por cálculo eleitoral, não se constrangem em vincular sua imagem a um sabotador do Brasil. Como já sublinhamos nesta página, passou da hora de as lideranças políticas conservadoras, entre as quais se destaca o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, escolherem de que lado estão, afinal: do Brasil ou de Bolsonaro. São dois caminhos absolutamente antitéticos.

A conivência com a chantagem, com os ataques reiterados às instituições republicanas e aos princípios do Estado Democrático de Direito é inaceitável para qualquer um que tenha a intenção de seguir uma trajetória digna na política – muito mais para quem aspira à Presidência da República. A admissão pública de Bolsonaro de que quer instrumentalizar a diplomacia comercial do País em troca de uma anistia é um divisor de águas para todos os atores do campo da direita que se pretende democrática, particularmente para aqueles que, como o sr. Tarcísio de Freitas, até aqui se desdobraram para manter uma convivência política ambígua com o bolsonarismo e, assim, conquistar o voto de oposição ao lulopetismo na esteira da inelegibilidade de Bolsonaro.

Independentemente dos vieses ideológicos e da luta pelo voto dos eleitores, a boa política exige coragem para defender com brio os valores próprios de uma sociedade livre e plural, como é a brasileira. Impõe o respeito à verdade dos fatos. Demanda um compromisso inarredável com o interesse público em primeiro lugar. Nada disso se associa, nem remotamente, ao que o sr. Bolsonaro encarna.

Noutras palavras: Tarcísio de Freitas e as demais lideranças conservadoras terão de negar Bolsonaro se acaso quiserem ser vistas ao lado do Brasil. Ou continuarão orbitando um projeto político personalista, antinacional e falido que visa apenas à impunidade de seu líder, à custa da erosão das instituições republicanas.

O rio invisível do Amazonas a 4 mil metros de profundidade que intriga cientistas

O rio Amazonas, considerado o maior do mundo em extensão, pode abrigar um grande aquífero subterrâneo que flui a cerca de 4 mil metros de profundidade. Crédito: Oleksandr Sushko/Unsplash

Descoberto em 2010, o rio subterrâneo Hamza corre sob a Bacia Amazônica por cerca de seis mil quilômetros, revelando um impressionante sistema hídrico oculto a quilômetros da superfície.

Sob o gigantesco e imponente rio Amazonas, considerado o maior curso d’água em extensão do planeta, esconde-se um segredo que surpreende cientistas até hoje: um rio subterrâneo que corre a cerca de 4 mil metros de profundidade. Essa impressionante formação, batizada de rio Hamza, foi identificada em 2010 e corre silenciosamente sob os estados do Amazonas, Amapá e Pará, até desaguar no oceano Atlântico.

Diferente do rio Amazonas que conhecemos, o Hamza não é um rio no sentido tradicional. Ele é, na verdade, um aquífero – uma formação geológica composta por camadas porosas e permeáveis que armazenam e transmitem água. Ainda assim, seu comportamento imita o de um rio: com nascente, foz, fluxo contínuo e até variações de vazão.

O Hamza representa uma descoberta científica marcante, que amplia o conhecimento sobre os recursos hídricos da Bacia Amazônica. Trata-se de um sistema subterrâneo colossal que cobre uma distância semelhante à do próprio rio Amazonas – cerca de 6 mil quilômetros de extensão – com uma largura variável entre 1 e 60 quilômetros.

Descoberta acidental durante estudo geotérmico

A revelação desse “rio invisível” teve origem em um trabalho acadêmico. A descoberta foi feita durante o doutorado da pesquisadora Elizabeth Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com o geofísico e hidrogeólogo indiano Valiya Mannathal Hamza – homenageado com o nome do aquífero. O estudo analisava dados de fluxo geotérmico obtidos em poços de petróleo perfurados pela Petrobras nos anos 1970.

Durante a pesquisa, Elizabeth identificou anomalias térmicas incomuns na região, que indicavam a existência de um fluxo de água subterrâneo intenso. Essa investigação levou à confirmação de um movimento de águas a mais de dois mil metros da superfície, configurando um verdadeiro curso d’água.

A origem do Hamza, segundo os pesquisadores, está no Acre. Ele é alimentado por infiltrações de água provenientes das chuvas e dos próprios rios da bacia, que penetram profundamente no subsolo por meio das rochas sedimentares da região.

Um curso lento, mas monumental

Apesar de sua grandiosidade, o Hamza é um rio extremamente lento. Sua velocidade de fluxo é de apenas 218 metros por ano – em contraste com os cerca de 5 metros por segundo do rio Amazonas na superfície. Isso significa que o Hamza se desloca aproximadamente 40 vezes mais devagar.

Descoberto em 2010, o rio Hamza percorre os estados do Amazonas, Amapá e Pará, desaguando no Atlântico. Crédito: Flickr - Neil Palmer/CIATDescoberto em 2010, o rio Hamza percorre os estados do Amazonas, Amapá e Pará, desaguando no Atlântico. Crédito: Flickr – Neil Palmer/CIAT

Essa diferença de velocidade, aliada à profundidade e à natureza geológica do curso, foi fundamental para sua identificação como um corpo d’água distinto. Embora invisível a olho nu, o Hamza demonstra o quão complexa e interligada é a rede hídrica da região amazônica.

A existência do Hamza reforça a importância da Amazônia não apenas como um ecossistema superficial, mas também como um reservatório subterrâneo de recursos naturais. E levanta novas questões sobre como os sistemas hídricos subterrâneos interagem com os rios visíveis, o clima e os ciclos ecológicos da região.

Do portal Tempo.com

PGR pede condenação de Bolsonaro e mais 7 réus por golpe de Estado

Expectativa é de julgamento no STF ser realizado em setembro.

Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus do núcleo 1 da trama golpista.

A manifestação foi enviada ao ministro Alexandre de Moraes, por volta das 23h45, e faz parte das alegações finais, a última fase antes do julgamento dos acusados, que deve ocorrer em setembro deste ano.

No documento, que tem 517 páginas, o procurador-geral, Paulo Gonet, defende que Bolsonaro e os demais réus sejam condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

As penas máximas para os crimes passam de 30 anos de prisão.

Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação dos seguintes réus:

  • Walter Braga Netto, general de Exército, ex-ministro e vice de Bolsonaro na chapa das eleições de 2022;

  • General Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;

  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência – Abin;

  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;

  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;

  • Paulo Sérgio Nogueira, general do Exército e ex-ministro da Defesa;

  • Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Em caso de condenação, Cid deverá ter a pena suspensa devido ao acordo de delação premiada assinado com a Policia Federal (PF) durante as investigações.

Bolsonaro

Na manifestação, o procurador-geral descreveu o papel do ex-presidente Jair Bolsonaro na trama golpista.

Segundo ele, Bolsonaro figura como líder da organização criminosa e foi o “principal articulador e maior beneficiário” das ações para tentar implantar um golpe de Estado no país em 2022.

Nas palavras de Gonet, o ex-presidente instrumentalizou o aparato estatal e operou em “esquema persistente” de ataque às instituições públicas e ao processo sucessório após o resultado das eleições presidenciais.

“Com o apoio de membros do alto escalão do governo e de setores estratégicos das Forças Armadas, mobilizou sistematicamente agentes, recursos e competências estatais, à revelia do interesse público, para propagar narrativas inverídicas, provocar a instabilidade social e defender medidas autoritárias”, disse o procurador.

Próximos passos

Com a apresentação da manifestação da PGR, começa a contar o prazo de 15 dias para que a defesa de Mauro Cid, delator na investigação, apresente suas alegações finais ao STF.

Em seguida, será a vez das defesas dos réus apresentarem suas alegações no mesmo prazo.

Após receber todas as manifestações, a data do julgamento será marcada pela Primeira Turma da Corte.

Nos bastidores do STF, a expectativa é de que o julgamento seja realizado em setembro deste ano.

Da Agência Brasil

Câmara resiste a pressão bolsonarista por anistia em troca do fim do tarifaço

Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo

Mesmo entre os parlamentares que defendem Jair Bolsonaro (PL), a ideia de uma possível anistia pelo 8/1 já perdeu força.

Da FolhaPress.

A família Bolsonaro e seus principais apoiadores têm centralizado o discurso sobre a tarifa de 50% contra o Brasil, anunciada por Donald Trump, na ideia de que a medida só poderá ser revertida com o avanço no Congresso de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” que alcance o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Mas, mesmo entre os parlamentares que defendem o projeto de anistia ao 8 de Janeiro, essa estratégia não tem respaldo. Líderes da Câmara dos Deputados consultados pela Folha preferem não misturar os dois assuntos -alguns deles avaliam, na verdade, que são as tarifas que devem ter prioridade agora.

As conversas iniciais entre parlamentares aliados ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e deputados de esquerda seguem o entendimento de que o assunto já era complexo e de que não há chance de votá-lo antes do recesso, sob risco de parecer que o Congresso cedeu à ameaça estrangeira.

O deputado Rafael Brito (MDB-AL) ironiza que, se for para aprovar a anistia agora, é melhor pedir ao Trump que anexe o Brasil ao invés do Canadá. “[A carta de Trump] Nem aumenta, nem diminui [as chances da anistia] sepulta!”, avalia o emedebista.

O presidente Lula (PT) tem falado em ataque à soberania nacional e rebatido que o Brasil “não aceitará ser tutelado por ninguém”. Além disso, tem acusado a família Bolsonaro de atuar contra o país.

“A chance de aprovar anistia é zero, zero. Seria desmoralizante para o país, uma rendição à ingerência de um país estrangeiro. Essa é a fala de todo mundo do centrão com quem conversei”, diz o líder do PT na Câmara, o deputado Lindbergh Farias (RJ).

Um importante articulador do centrão afirmou, sob reserva, que as duas coisas devem caminhar separadas e concordou que, se as tarifas tiverem algum efeito sobre a anistia, será o de atrasá-la.

O assunto nem sequer chegou a ser debatido na reunião de líderes para definir a pauta da última semana de trabalho antes do recesso parlamentar.

Bolsonaristas também admitem, nos bastidores, que o clima com o centrão para votar o projeto ficou ruim, com a percepção de que, para esse grupo, aprovar a medida seria abaixar a cabeça para a ameaça de um país estrangeiro.

Até então, Motta discutia nos bastidores com bolsonaristas a possibilidade de votar o projeto ainda antes do recesso. Ele negociava um texto que contemplasse exclusivamente condenados pelo 8 de Janeiro que não tiveram papel de organizadores dos ataques.

Essa possibilidade vem sendo descartada por Bolsonaro e sua família. Nos últimos dias, os filhos do ex-presidente foram a público defender que a solução contra as tarifas seria apenas a anistia a ele, que é réu em ação penal no STF (Supremo Tribunal Federal) que trata da tentativa de golpe após as eleições de 2022.

Deputado federal licenciado e atualmente vivendo nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que não há negociação sem uma “anistia ampla, geral e irrestrita”. Ele decidiu morar no país este ano, anunciando que atuaria para buscar sanções ao ministro Alexandre de Moraes do STF.

Em carta divulgada no dia do anúncio do tarifaço, assinada com o ex-apresentador Paulo Figueiredo, réu no caso da trama golpista, Eduardo afirmou que a medida de Trump “confirma o sucesso” do diálogo que mantém com autoridades do governo do republicano.

Já Trump, na carta enviada a Lula a respeito da sobretaxa, afirmou que a forma como o Brasil tem tratado Bolsonaro é uma “vergonha” e que o julgamento contra o ex-presidente é uma “caça às bruxas que precisa ser encerrada”.

Irmão de Eduardo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou a mesma terminologia em suas declarações recentes. “O primeiro passo que a gente tem que discutir [para resolver a sobretaxa] é sim uma anistia ampla, geral e irrestrita”, afirmou.

Alinhado a esse discurso, Steve Bannon, ideólogo do trumpismo e da extrema direta nos Estados Unidos, disse ao UOL que a condição para o fim da taxação é o fim da investigação contra Bolsonaro: “Derrubem o caso, derrubamos as tarifas”.

Bolsonarista e presidente da bancada ruralista, Pedro Lupion (PL-PR) poupou o ex-presidente na crise e também defendeu a anistia, mas ponderou à Folha que “precisa haver essa negociação” em torno das tarifas e que o Brasil precisa usar argumentos técnicos, como o impacto para a vida dos americanos.

“Não é uma questão de atendê-lo ou não atendê-lo [Trump]. Acho que precisa haver essa negociação. Não pode ser [um assunto] simplesmente ignorado”, disse ele na sexta (11).

Líder do PL na Câmara, o deputado Sóstenes Cavalcante (RJ) afirma que o governo Lula é quem deve resolver o problema da tarifa e cobra que o perdão aos condenados pelo 8 de janeiro seja votado logo.

“Eu não acho que o tarifaço nem atrapalha e nem ajuda, a anistia é só uma questão de ser incluída na pauta pelo presidente Hugo Motta”, diz o líder bolsonarista.

Já a esquerda e a base do presidente Lula culpam o bolsonarismo e a atuação de Eduardo no EUA pela sobretaxa imposta por Trump.

“Ele [Jair Bolsonaro] sabe que o momento de ser punido está chegando, essa tarifa é uma chantagem que faz o Brasil de refém”, disse a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).

Lula até aqui prega que tentará negociar e, se não houver avanço, usará a lei de reciprocidade, que foi aprovada com amplo apoio do Congresso Nacional este ano.

A lei criou mecanismos para o Brasil reagir a medidas unilaterais como essa, e permite ao governo brasileiro reagir com ações equivalentes.

O decreto que regulamenta o mecanismo está em fase final de discussão no Planalto e deve ser publicado nos próximos dias, detalhando as possibilidades de resposta brasileira.

Plataforma da Petrobras que reforçará o pré-sal deixa Singapura.

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (14), que o navio-plataforma P-78 deixou ontem Singapura, na Ásia, em direção ao campo de petróleo de Búzios, localizado na área do pré-sal da Bacia de Campos, litoral do Sudeste brasileiro. A P-78 será a sétima plataforma a operar no pré-sal.

Para antecipar o início da operação da produção de petróleo, o navio-plataforma já conta com a tribulação brasileira, que adiantará procedimentos e treinamento da equipe. A última vez que a Petrobras adotou a prática de transportar a tripulação foi em 1999.

A P-78 é uma plataforma modelo FPSO (Floating Production Storage and Offloading, em português, Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência), com capacidade de produção de 180 mil barris de óleo, além de comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos (m³) de gás diários.

A estrutura terminou de ser construída no estaleiro Benoi da empresa Seatrium e deve chegar ao Brasil na segunda quinzena de setembro. Fazer o deslocamento com a tripulação embarcada permite adiantar em duas semanas a entrada em operação, prevista para dezembro.

Segundo a Petrobras, a presença da tripulação durante o deslocamento permite que diversos sistemas complexos do FPSO sejam mantidos em condição operacional, além da continuidade do processo de comissionamento (verificação, inspeção e testes) e do treinamento das equipes nesses sistemas.

Pré-sal

Com a entrada em operação, a estatal estima aumentar em 18% a capacidade de produção instalada no campo de Búzios, para aproximadamente 1,15 milhão de barris diários.

Búzios fica a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. As seis plataformas que produzem atualmente em Búzios são P-74, P-75, P-76, P-77, Almirante Barroso e Almirante Tamandaré.

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador do setor, a produção do pré-sal corresponde a cerca de 80% do total de petróleo e gás produzido no Brasil.

Descoberto em 2006, o pré-sal contribuiu para a soberania energética do país, possibilitando que o país se mantivesse sem necessidade de importar óleo. Além da alta produtividade, os poços armazenam um óleo leve, considerado de excelente qualidade e com alto valor comercial.

O início da produção foi no campo de Jubarte, localizado na Bacia de Campos, litoral do Sudeste, em 2008. Ao lado da Bacia de Santos, é ali que se encontram os reservatórios, perfurados a uma profundidade de 5 mil a 7 mil quilômetros.

Construção

O casco da plataforma foi construído em estaleiros nas cidades Yantai e Hayang, na China, e em Ulsan, na Coréia do Sul. Os blocos foram integrados na Coreia do Sul, antes de seguir para Singapura, onde houve o comissionamento dos módulos, incluindo um construído no estaleiro da Seatrium, em Angra dos Reis, litoral fluminense.

Bolsonarismo vibrou com Trump, culpou Lula e agora racha sobre tarifaço; entenda.

Patriotas de ocasião, detritos sólidos de maré baixa.

Crise entre Brasil e EUA após tarifaço de Trump expõe contradições no bolsonarismo. Aliados recuam, pedem negociação e se dividem sobre estratégia. Bolsonaro e filhos pressionam por anistia em troca do fim das taxas. Lula reage e reforça soberania nacional.

Da FolhaPress

O bolsonarismo enalteceu o movimento de Donald Trump a favor de Jair Bolsonaro (PL) no começo da semana passada, partiu para a ofensiva contra Lula (PT) quando o americano anunciou o tarifaço dois dias depois, deu um passo atrás diante da repercussão negativa e agora se divide em relação às estratégias para enfrentar a crise.

Na segunda-feira da semana passada, por exemplo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) endossou Trump, defendeu Bolsonaro e abraçou críticas tanto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) como ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Com o tarifaço, o primeiro movimento de governadores de direita foi de culpar apenas o governo federal pelo que seria um afastamento dos Estados Unidos. Isso sem nenhuma menção crítica ao presidente americano ou às tarifas impostas ao Brasil.

Agora, porém, admitem o impacto negativo do tarifaço, reforçam a necessidade de diálogo, pedem negociações e temperam seu argumento com críticas mais brandas ao Executivo.

Já Bolsonaro e seus filhos Eduardo e Flávio seguem pressionando o Congresso pela aprovação de uma anistia que livre o ex-presidente do julgamento da trama golpista em troca do fim do tarifaço imposto por Trump após investida deles nos Estados Unidos.

1) Trump defende Bolsonaro

A crise começou na segunda-feira (7), com uma postagem de Trump na qual o americano saiu em defesa de Bolsonaro, dizendo que ele é vítima de perseguição e deveria ser julgado somente pela população brasileira nas urnas.
Tarcísio repostou a mensagem, cutucando ao mesmo tempo o TSE, que deixou Bolsonaro inelegível, e o STF, onde o ex-capitão será julgado ainda neste ano por tentativa de golpe.

Comentando a postagem, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse à Folha que “Trump não joga palavras ao vento” e que os próximos tempos poderiam trazer “boas novidades”.

2) Trump anuncia tarifaço

Trump anunciou o tarifaço na tarde de quarta-feira (9), na forma de uma carta endereçada ao presidente Lula. No documento, o republicano cita “caça às bruxas” contra Bolsonaro, fala em ordens ilegais de censura do STF e anuncia uma sobretaxa de 50% sobre todos os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.

Os Estados Unidos são o segundo maior importador de bens brasileiros, e qualquer tarifa nesse patamar trará consequências importantes para economia nacional.

Lula convocou seus ministros e respondeu na sequência, dizendo que o Brasil não será tutelado e que o Judiciário é independente.

Bolsonaro também se manifestou, relatando admiração pelos Estados Unidos e pedindo pressa aos Poderes em atender às exigências de Donald Trump.

Governadores de direita silenciaram por algumas horas. Quando vieram à público, foi para atribuir ao governo federal a culpa pelo tarifaço.

Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, disse na noite de quarta que “empresas e trabalhadores brasileiros vão pagar a conta do Lula, da Janja e do STF.”

Tarcísio foi na mesma linha. “Tiveram tempo para prestigiar ditaduras, defender a censura e agredir o maior investidor direto no Brasil”, disse. “Outros países buscaram a negociação”.

Ronaldo Caiado (União), governador de Goiás, fez críticas no mesmo sentido. Os governadores do Paraná, Ratinho Jr (PSD) e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que também são próximos de Bolsonaro, permaneceram em silêncio.

3) Recuo do bolsonarismo

O cavalo de pau começou já no dia seguinte, quando ficou claro que os estados seriam bastante afetados pela sobretaxa e que qualquer movimento confundido com endosso às tarifas traria impopularidade. Em São Paulo, Tarcísio foi alvo de editoriais duros da Folha e de O Estado de São Paulo.

Em vídeo gravado na quinta-feira (10), Zema voltou a criticar o julgamento da trama golpista, mas chamou de errada e injusta a taxação imposta por Trump.
Caiado falou novamente na formação de uma comissão parlamentar de negociação, mas evitou ataques contundentes ao governo. “Essa queda de braço só traz prejuízo ao povo brasileiro”, afirmou.

Em entrevista à imprensa, Tarcísio definiu os EUA como “aliados de primeira hora”, mas admitiu os efeitos negativos das tarifas e disse ser preciso negociar. “A gente precisa deixar de lado as questões ideológicas, as questões políticas, o revanchismo, e trabalhar”, afirmou.

O governador enforcou o restante da agenda daquele dia e voou a Brasília, iniciando uma rodada de conversas que incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro, o chefe da embaixada americana no Brasil e ministros do STF.

No encontro com Bolsonaro, avisou que adotaria o discurso de defesa da economia paulista e não o da anistia a bolsonaristas. Segundo relatos, o ex-presidente ficou calado e não fez objeções.

A magistrados do Supremo, Tarcísio pediu a liberação do passaporte de Bolsonaro para que o ex-presidente pudesse viajar aos EUA e negociar com Trump, como revelou a coluna Mônica Bergamo, da Folha. A proposta foi considerada “esdrúxula”.

Em evento no interior de São Paulo neste sábado (12), Tarcísio moderou o tom ainda mais. Sem voltar a vincular as tarifas ao governo Lula, afirmou que vê a sobretaxa como “algo complicado” para o país, elogiou o Itamaraty e negou que tenha pedido liberação do passaporte de Bolsonaro a ministros do STF.

4) Racha e pressão pela anistia

Já sob fogo da esquerda por ter vestido o boné com o slogan “Make America Great Again” e por ter endossado as críticas de Trump, o governador paulista virou alvo também do bolsonarismo.

Logo depois da visita de Tarcísio à embaixada americana, Eduardo Bolsonaro postou mensagem no X rejeitando qualquer acordo que não passasse pela anistia. “Ou há uma anistia ampla, geral e irrestrita para começar ou bem vindos à ‘Brazuela'”, escreveu o deputado.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também criticou o governador e defendeu a anistia como forma de reverter as taxas. “Talvez eu esteja um pouquinho mais atualizado do que o Tarcísio e tendo a ter uma leitura um pouco melhor do que está passando na cabeça do presidente dos Estados Unidos”, afirmou.

Numa suave modulação do discurso, o ex-presidente Jair Bolsonaro postou mensagem neste domingo (13), em que diz não que “não se alegra” com o possível impacto das tarifas. Ainda assim, ele insiste no pedido de anistia: “Em havendo harmonia e independência entre os Poderes nasce o perdão entre irmãos e, com a anistia também a paz para a economia.”

5) Reação de Lula, PT e esquerda

Nesse meio tempo, a esquerda reuniu 15 mil pessoas na Avenida Paulista, em protesto que seria sobre taxação de grandes fortunas, mas acabou incorporando a pauta da soberania nacional. O público foi maior que o da última manifestação bolsonarista (12 mil).

Parte do PT enxerga na carta de Trump uma oportunidade para que Lula se apresente como defensor dos interesses nacionais. Também surge, nessa visão, a chance de jogar para a oposição o desgaste gerado pelas tarifas.

“Aquela coisa covarde, que preparou um golpe, não teve coragem de fazer, está sendo processado, vai ser julgado e mandou o filho para os Estados Unidos pedir para o Trump fazer ameaça”, criticou Lula em evento na sexta-feira (11), se referindo a Bolsonaro.

Na Justiça, não há indicativo de que o Supremo vá ceder às exigências de Trump, e o julgamento da trama golpista deve prosseguir normalmente. A situação de Eduardo Bolsonaro, que é investigado por tentativa de obstrução de Justiça, no entanto, pode se agravar.

Prefeitura prorroga prazo de pagamento do IPTU 2025

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães prorrogou, em caráter excepcional, o prazo para pagamento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) referente ao exercício de 2025.
De acordo com o novo calendário, os contribuintes poderão efetuar o pagamento nas seguintes condições:

* Cota única com 20% de desconto até o dia 31 de julho de 2025;
* Parcelamento em até seis vezes, com vencimento da primeira parcela também em 31 de julho. As demais vencem no último dia útil dos meses de agosto a dezembro de 2025.

Atenção aos contribuintes que já realizaram o pagamento:
Quem já efetuou o pagamento do IPTU 2025 sem o recálculo, terá direito a crédito referente ao valor pago a mais. Os limites definidos são:

– Imóveis residenciais: até 25% acima do valor pago no exercício anterior;
– Imóveis não residenciais: até 50% acima do valor do exercício anterior;
– Imóveis territoriais (terrenos): até 100% acima do valor do exercício anterior.

Importante: O valor excedente poderá ser utilizado para quitar outros débitos tributários do mesmo contribuinte ou ser restituído, mediante solicitação junto ao Setor de Tributos.

Atendimento ao público

A solicitação de crédito ou restituição pode ser feita presencialmente no Setor de Tributos, localizado na sede da Prefeitura, na Avenida Octogonal, Praça dos Três Poderes – 1º andar.
Horário de atendimento: das 8h às 12h e das 14h às 18h.
Mais informações também estão disponíveis no site: luiseduardomagalhaes.saatri.com.br
Ou pelo WhatsApp: (77) 3628-9000

O dinheiro que começa e encerra as guerras. E apropria-se dos despojos.

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Robert Francis Kennedy Junior é um advogado ambiental e autor americano. Tem fama de maluco, mas conta com detalhes a apropriação, pelo mercado financeiro, dos ativos ucranianos do pós-guerra. Sobrinho do presidente John F. Kennedy e filho de Robert F. Kennedy, ganhou proeminência por promover visões antivacina. Foi candidato independente para as eleições presidenciais americanas de 2024.

Antes da guerra, a Ucrânia plantava cerca de 17 milhões de hectares com culturas de primavera. Quase a metade do que planta toda a região Sul em diversas safras. Em 2021, os agricultores ucranianos semearam quase essa área. No entanto, após o início da guerra em 2022, essa área foi reduzida em 22%, resultando em 2,8 milhões de hectares não semeados.

Segundo dia da Cacauicultura 4.0 reforça conexões e promove imersão em conhecimento técnico no Cerrado Baiano.

O segundo dia da Cacauicultura 4.0 foi marcado por troca de experiências, palestras técnicas, debates e painéis que reuniram produtores, especialistas e pesquisadores de diversos países e estados brasileiros, em pleno Cerrado baiano. O foco das discussões foi a construção de uma cacauicultura mais moderna, produtiva e sustentável. Entre os principais temas abordados estiveram o cultivo regenerativo, o manejo integrado de pragas, inovações tecnológicas e as novas exigências do mercado internacional.

O coordenador-geral de Pesquisa e Inovação da Ceplac, Paulo Marrocos, destacou o papel da pesquisa científica para o fortalecimento da cadeia produtiva do cacau e a importância da aproximação com instituições de ensino. “A pesquisa é essencial para o fortalecimento estratégico da produção de cacau. O mundo vê o Brasil como um sistema robusto, e isso reforça a necessidade de firmar parcerias sólidas com universidades. Elas ampliam as possibilidades de inovação e consolidação da cadeia. Para nós, da Ceplac, é uma honra participar mais uma vez desse evento e contribuir com as diretrizes estratégicas da cacauicultura”, afirmou.

Painéis ampliam visão sobre produtividade e mercado

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LEM: Saúde no seu Bairro fecha edição com 5 mil atendimentos e aprovação da população.

Edson e Zoraide.

 

A primeira edição do Programa Saúde no seu Bairro foi finalizada neste sábado (12), em Luís Eduardo Magalhães, com um saldo de 5 mil atendimentos realizados em três dias de ação. A iniciativa levou exames, consultas em sete especialidades e diversos serviços de saúde para mais perto da população, garantindo cuidado e acolhimento.

Edson Lobo, morador do município há 20 anos, afirmou que a saúde da cidade vive seu melhor momento. “Hoje eu realizei três exames e passei pelo gastro. Atendimento muito bom, equipe de excelência. A qualidade da saúde de LEM nem se compara com muitas cidades da região. Moro há 20 anos aqui e, com Junior Marabá, a saúde tem vivido o seu melhor momento”, destacou.

Zoraide Rodrigues também aprovou a iniciativa: “Uma equipe maravilhosa, tudo muito organizado. Nota 10! Que continue e tenha mais vezes.”

O secretário de Saúde, Dr. Pedro Henrique Ribeiro, ressaltou a qualidade do atendimento e a diversidade dos serviços ofertados. “Nossa estrutura contou com sete especialidades médicas, além de exames e atendimentos multidisciplinares. Tudo isso com uma equipe altamente capacitada, que tem trabalhado com foco na humanização e na qualidade”, enfatizou.

O prefeito Junior Marabá comemorou os resultados e agradeceu aos profissionais envolvidos. “Estamos muito felizes com os resultados. Mais de 5 mil atendimentos em três dias demonstram o quanto esse programa é importante para a nossa população. Agradeço a toda a equipe da saúde pelo cuidado, dedicação e acolhimento com cada paciente”, afirmou.

Conecta LEM marca presença na 7ª edição da Corrida do Algodão

Nesta sexta (11) e sábado (12), a equipe técnica do setor de Eficiência Digital da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães participa da 7ª edição da Corrida do Algodão, que acontece na Praça do Avião, no bairro Jardim Paraíso.

Durante o evento, promotoras realizam ações de ativação da marca Conecta LEM, com distribuição de brindes exclusivos e interação com o público, incentivando o uso do aplicativo e apresentando suas funcionalidades.

De acordo com Patrícia Torunsky, responsavel pelo setor de Eficiência Digital, “o objetivo da participação é reforçar a presença do Conecta LEM junto à comunidade, mostrando como a tecnologia pode aproximar o cidadão dos serviços públicos de forma prática e acessível”.

A Corrida do Algodão é uma realização da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e conta com o apoio da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

Robinson Almeida critica tarifa de Trump contra o Brasil e responsabiliza Bolsonaro: “Bolsonarismo comete crime de lesa-pátria”.

Deputado defendeu soberania brasileira ao destacar que o Brasil não é uma colônia dos EUA.

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou duramente a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Trump justificou a medida como uma retaliação ao Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo ele, estaria “perseguindo” o ex-presidente Jair Bolsonaro e criminalizando aliados políticos em razão da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Para Robinson, a justificativa é “absurda e inaceitável” e representa um ataque direto à soberania e à democracia brasileira. O parlamentar também responsabilizou Bolsonaro pela medida, acusando a extrema-direita de agir contra os interesses nacionais.

“Enquanto o presidente Lula trabalha por justiça tributária, pra taxar os super-ricos, Bolsonaro se articula para taxar o Brasil, prejudicar o setor produtivo e gerar desemprego entre os brasileiros. O bolsonarismo é antinacional, antipatriota e essa articulação para prejudicar o comércio internacional brasileiro não deixa dúvidas”, afirmou Robinson.

A imposição tarifária por parte de Trump reacendeu críticas à postura submissa de Bolsonaro diante dos interesses norte-americanos. Para o parlamentar baiano, a aliança entre o presidente dos EUA e a extrema-direita brasileira representa uma ameaça concreta à independência institucional do país.

“Inaceitável a intromissão de Trump sobre a política brasileira disfarçada de aumento das taxas. Bolsonaro, lambe-botas de Trump, é cúmplice do ataque à soberania do país. O Brasil é dos brasileiros e não é uma colônia americana”, enfatizou o parlamentar, que defende prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Robinson também condenou o apoio da extrema-direita brasileira à medida, apontando a incoerência entre o discurso patriótico que adotam e as ações concretas que enfraquecem o país.

“Apoiar esse tipo de medida, como está fazendo a extrema-direita, é o oposto de ser patriota — é trabalhar contra o próprio país e contra quem vive e produz aqui”, enfatizou.

A retaliação de Trump — baseada em decisões soberanas do Judiciário brasileiro — fere princípios básicos da diplomacia e tenta interferir diretamente no Estado de Direito de um país parceiro, enfatizou Robinson Almeida.

“No centro desse embate está a soberania nacional, que não pode ser barganhada por alianças pessoais ou interesses eleitorais estrangeiros. A medida e justificativa do presidente Trump são absurdas e inaceitáveis. O Brasil não é submisso aos interesses americanos, o Brasil é dos brasileiros e está acima dos interesses pessoais de Bolsonaro”, concluiu.

Lula: governo tem apoio do povo para enfrentar sanção de Trump.

Presidente critica atuação de Bolsonaro para tarifas da Casa Branca.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, nesta sexta-feira (11), que o governo tem apoio do povo brasileiro para enfrentar as sanções econômicas do governo dos Estados Unidos (EUA) e que o Brasil não pode “baixar a cabeça” para as chantagens e ameaças de Donald Trump.

“Esse país não baixará a cabeça para ninguém. Ninguém porá medo nesse país com discurso e com bravata. Ninguém. E eu acho que, nesse aspecto, nós vamos ter o apoio do povo brasileiro, que não aceita nenhuma provocação”, disse o presidente, durante cerimônia, em Linhares, no Espírito Santo (ES), de lançamento de indenização a atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais (MG).

Diversos setores da sociedade brasileira têm criticado a medida do governo Trump de taxar todos os produtos brasileiros em 50%, incluindo organizações empresariais, de trabalhadores, meios de comunicação, do Parlamento e dos movimentos sociais.

Lula voltou a defender o uso da Lei de Reciprocidade para responder as taxações de Trump caso as negociações com Washington não surtam efeito. Trump alega falsamente que os EUA têm déficit comercial com o Brasil, o que é desmentido pelas próprias estatísticas dos EUA.

“Entre comércio e serviço, nós temos um déficit de US$ 410 bilhões com os EUA [em 10 anos]. Eu que deveria taxar ele”, disse Lula, acrescentando que Trump está “mal informado”.

O presidente Lula ainda fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que vem sendo investigado pelo Ministério Público (MP) por supostamente articular sanções contra o Brasil para escapar do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe de Estado. Já Trump alega que ele é vítima de perseguição política e associa as tarifas contra o Brasil ao julgamento do político do PL.

“Que tipo de homem que é esse que não tem vergonha para enfrentar o processo de cabeça erguida e provar que foi inocente? Quem está denunciando ele não é ninguém do PT, quem está denunciando ele são os generais e o ajudante de ordens dele, que era coronel do Exército”, disse Lula.

O presidente ainda questionou a ação da família Bolsonaro contra o julgamento da trama golpista. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se licenciou do cargo de parlamentar e foi para os EUA, onde pede ações do governo Trump contra o Brasil.

“O ‘coisa’ [Bolsonaro] mandou o filho, que era deputado, se afastar da Câmara para ir lá, ficar pedindo, ‘Ô Trump, pelo amor de Deus, Trump, salva meu pai, não deixa meu pai ser preso’. É preciso que essa gente crie vergonha na cara”, disse Lula, ainda na cerimônia, em Linhares (ES).

Bolsonaro é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de liderar uma tentativa de golpe de Estado para anular as eleições presidenciais de 2022 com objetivo de se manter no poder. Ele teria pressionado os comandantes militares para aderir ao golpe, com planos de assassinatos do presidente Lula, do vice, Geraldo Alckmin, e do ministro do STF Alexandre de Moras.

Nas redes sociais, Bolsonaro elogiou Trump, disse que a tarifa é resultado do afastamento do Brasil “dos seus compromissos históricos com a liberdade” e pediu “aos Poderes que ajam com urgência apresentando medidas” para resgatar a “normalidade institucional”. Bolsonaro e seus aliados negam os crimes imputados de tentativa de golpe de Estado.

Para analistas consultados pela Agência Brasil, a sanção de Trump contra o país é chantagem política mirando o Brics, a regulação das big techs e uma tentativa de interferir no processo judicial e político interno.

 

Senador Flávio afirma que se uma bomba não for suficiente para o Brasil se render, pode vir a segunda.

Flávio Bolsonaro, com sua inteligência afiada, parece estar também no Comitê Eleitoral pró-reeleição de Lula. Ainda vai voltar a lavar dinheiro de rachadinhas na loja de chocolate. Os Bolsonaros vão passar para a história no mesmo capítulo de Joaquim Silvério dos Reis e Calabar.

Luís Eduardo Magalhães inova com Programa de Saúde Itinerante

Programa Saúde no Seu Bairro descentraliza serviços de saúde em Luís Eduardo Magalhães

A cidade de Luís Eduardo Magalhães inovou mais uma vez na área da saúde. Após criar o Centro de Parto Normal – que já trouxe ao mundo mais 700 luiseduardenses, o prefeito Junior Marabá deu início nesta quinta-feira (10) a uma ação pioneira na região: o programa Saúde no seu Bairro, que leva atendimentos médicos especializados para mais perto da população.

“A ideia do Programa é entregar até o sábado, dia 12, atendimento de qualidade para um grande número de pessoas, descentralizando os serviços”, disse Dr. Pedro Henrique Barreto, secretário municipal de saúde. “Durante os três dias, a expectativa é atender 5 mil pacientes em sete especialidades, entre elas, ultrassonografia, cardiologia, oftalmologia, ortopedia e ginecologia”, concluiu Dr. Pedro.

Uma das atendidas foi a dona de casa Maria do Carmo, que realizou uma ultrassonografia das mamas. “Graças a Deus, estou saindo com o resultado do meu exame na mão. Estou muito feliz, atendimento nota 10”, comemorou.

“Essa cidade sonhou por muito tempo com uma saúde que oferecesse dignidade, com uma saúde que estivesse na porta da sua casa. E a concretização desse programa é uma alegria, é muito gratificante cuidar da nossa população, das nossas famílias. Da mesma forma que zeramos as filas por cirurgias eletivas, o objetivo agora é zerar as filas por exames e consultas”, ressaltou o prefeito Junior Marabá.

Lula: governo vai recorrer à OMC contra tarifas dos Estados Unidos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (10), em entrevista à Record TV, que o governo federal vai abrir uma reclamação oficial à Organização Mundial do Comércio (OMC), para tentar reverter as tarifas de 50% sobre exportações de produtos comerciais aos Estados Unidos, anunciada ontem por Donald TrumpCaso não haja sucesso, no entanto, o país adotará retaliações proporcionais, garantiu o presidente brasileiro.

“Não tenha dúvida que, primeiro, nós vamos tentar negociar. Mas, se não tiver negociação, a Lei da Reciprocidade será colocada em prática. Se ele vai cobrar 50% de nós, nós vamos cobrar 50% dele”, reforçou o presidente.

A ideia de Lula é que o recurso à OMC seja articulado com outros países que também estão sendo taxados pelos Estados Unidos (EUA).

“Dentro da OMC, você pode encontrar um grupo de países que foram taxados pelos EUA. Tem toda uma tramitação que a gente pode fazer. Se nada disso der resultado, vamos ter que fazer [de acordo com] a Lei da Reciprocidade”, acrescentou.

A lei brasileira citada pelo presidente foi sancionada em abril e estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira

Apoio a empresas

Lula destacou que abrirá um comitê, com participação dos empresários que exportam aos EUA, para analisar o novo cenário comercial com os americanos.

“Não vou dizer um gabinete de crise, vou dizer um gabinete de repensar a política comercial brasileira com os EUA”, pontuou.

O presidente prometeu apoiar o setor empresarial e se empenhar para fazer com que os produtos do Brasil que deixarão de ser vendidos aos EUA sejam comprados por outros países.

“Vamos ter que proteger [o setor produtivo], vamos ter que procurar outros parceiros para comprar nossos produtos. O comércio do Brasil com os EUA representa 1,7% do PIB [Produto Interno Bruto]. Não é essa coisa de que a gente não pode sobreviver sem os EUA. Obviamente que nós queremos vender”.

>> Tarifaço: indústria e comércio pedem mais diplomacia e menos ideologia

Respeito e soberania

Em um trecho da entrevista, publicado em suas redes sociais, Lula voltou a cobrar respeito de Trump e criticou a forma como a carta foi divulgada, antes mesmo de chegar ao destinatário de forma oficial.

“O Brasil é um país que não tem contencioso de ninguém. Aqui, tudo se resolve numa conversa. Achei que a carta do presidente Trump era um material apócrifo. Não é costume você ficar mandando correspondência para outro presidente através do site do presidente da República”, criticou.

Lula lembrou da bicentenária relação diplomática de Brasil e EUA e destacou ter se dado bem com todos os demais líderes norte-americanos com que se relacionou nas últimas duas décadas.

“O Brasil tem 201 anos de relação com os Estados Unidos. Uma relação diplomática virtuosa, uma relação de benefício para ambos os lados. Eu me dei bem com todos os presidentes. Me dei bem com o Clinton, com o Bush, com o Obama, com o Biden. O Brasil é um país de conversa”.

Sobre os termos da carta de Trump, o presidente brasileiro voltou a rebater que haja algum tipo de disparidade comercial entre os países, já que os EUA obtêm superávits comerciais com Brasil há pelo menos 15 anos.

>> Sanção de Trump contra Brasil é chantagem política e mira o Brics

Quanto à exigência de Trump de impedir que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja julgado pelo crime de tentativa de golpe de Estado, Lula disse que o Poder Judiciário é independente.

“Eu não me meto no Poder Judiciário porque aqui o Judiciário é autônomo”, disse.

“O que não pode é ele pensar que ele foi eleito para ser xerife no mundo. Ele pode fazer o que ele quiser dentro dos EUA. Aqui, no Brasil, quem manda somos nós, brasileiros”, continuou o presidente.

Lula ainda responsabilizou Bolsonaro pela penalização ao comércio brasileiro. “O ex-presidente da República deveria assumir a responsabilidade, porque ele está concordando com a taxação do Trump ao Brasil. Aliás, foi o filho dele que foi lá fazer a cabeça do Trump”.

O presidente se referiu ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que está morando nos Estados Unidos.

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Governo federal cria ‘IPI verde” e reduz imposto para carros populares flex.

Funcionário de posto abastece carro flex, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Programa zera a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos compactos com alta eficiência energética-ambiental fabricados no Brasil.

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (10) dois programas para reduzir as alíquotas de carros populares. O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e deverá ser publicado no “Diário Oficial da União” em edição extra.

O decreto regulamenta o programa Mover e cria o programa Carro Sustentável. O programa Carro Sustentável zera a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos compactos com alta eficiência energética-ambiental fabricados no Brasil.

Para ter direito ao IPI zero, o carro deve:

  • Emitir menos de 83g de CO₂ por quilômetro

  • Conter mais de 80% de materiais recicláveis

  • Ser fabricado no Brasil (etapas como soldagem, pintura, fabricação do motor e montagem)

  • Se enquadrar em uma das categorias de carro compacto.

Para os demais veículos, o decreto estabelece um novo sistema de cálculo do IPI, que entra em vigor em 90 dias.

A nova tabela parte de uma alíquota base de 6,3% para veículos de passageiros e de 3,9% para comerciais leves, que será ajustada por um sistema de acréscimos e decréscimos.

O cálculo levará em conta critérios como eficiência energética, tecnologia de propulsão, potência, nível de segurança e índice de reciclabilidade.

Segundo o governo, o decreto não terá impacto fiscal.

O decreto prevê ainda que veículos com melhores indicadores receberão descontos nos impostos, enquanto os com piores avaliações sofrerão um acréscimo.

O governo estima uma redução das alíquotas para 60% dos veículos comercializados no Brasil, considerando o número de carros vendidos em 2024.

O governo não detalhou quanto os carros ficarão mais baratos, mas explicou que os decontos dependem da eficiência energética de cada modelo.

Por exemplo, um carro de passeio híbrido-flex pode ter a alíquota reduzida em até 1,5 ponto percentual. Se também atender ao critério de eficiência do MOVER, perde mais 1 ponto, e se cumprir o nível 1 de reciclabilidade, perde mais um 1 ponto. Com isso, o IPI desse veículo cai de 6,3% para 2,8%.

Programa Mover

O programa Mover, elaborado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, cria uma política de diretrizes sustentáveis para a produção de veículos no Brasil. Ao todo, são R$ 19 bilhões disponibilizados em créditos financeiros para empresas habilitadas no programa.

O texto prevê benefícios fiscais para empresas que investirem em sustentabilidade e também estabelece novas obrigações para a venda de veículos novos no país.

Empresas que investirem em pesquisa, desenvolvimento e produção de tecnologias sustentáveis para a indústria automotiva poderão receber créditos financeiros.

O governo federal poderá estabelecer obrigações ambientais para a venda de carros, tratores e ônibus novos no país.

Do g1.globo.com

O Brasil se levanta contra o imperialismo ianque

PRF apreende, em Barreiras, caminhão com 34 toneladas de excesso de peso.

No final da tarde desta quarta-feira (9), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a abordagem de um caminhão com diversas irregularidades na BR-242, em frente à Unidade Operacional da PRF em Barreiras (BA).

Durante a fiscalização, os policiais constataram que o veículo, que transportava uma carga de milho em grãos, circulava com 34 toneladas de excesso de peso bruto total e também 28 toneladas acima da Capacidade Máxima de Tração (CMT).

A fiscalização de excesso de peso é fundamental para a segurança viária e a preservação da infraestrutura rodoviária. Caminhões que trafegam com carga acima dos limites estabelecidos representam riscos consideráveis à segurança dos demais condutores, aumentando a possibilidade de falhas nos sistemas de frenagem, instabilidade em curvas e maior risco de acidentes. Além disso, o excesso de peso causa danos severos ao pavimento, acelerando o desgaste das pistas e elevando os custos de manutenção das rodovias.

Diante das irregularidades constatadas, o caminhão foi retido para regularização. A PRF segue intensificando as ações de fiscalização em todo o estado, com o objetivo de garantir o cumprimento da legislação de trânsito e proteger a vida nas estradas.

Mesmo com frio, Paulista se enche de manifestantes em defesa do Governo Lula.

Cadelos traidores: Tarcísio e Bolsonaro comemoram em churrascaria as tarifas de Trump.

Menos de 24 horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar, por meio de uma carta publicada nas redes sociais, que irá impor tarifa de 50% em todos os produtos brasileiros exportados para os EUA, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o ex-presidente Jair Bolsonaro foram comemorar a medida do governo estadunidense em uma churrascaria.

Na carta publicada em seu perfil na Truth Social, Donald Trump atrela a retirada das tarifas aos produtos brasileiros à anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, apontado como o mentor intelectual da tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.

Para Donald Trump, Jair Bolsonaro é vítima de uma “caça às bruxas” e o julgamento contra ele é ilegal, o que não encontra pé na realidade e se configura como clara intromissão em assuntos soberanos do Brasil.

Em resposta, Lula afirmou que o Brasil, caso os EUA levem adiante a tarifa, vai aplicar a lei da reciprocidade e também defendeu a Corte brasileira e o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de Estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais”, declarou Lula.

Nas imagens, Tarcísio e Jair Bolsonaro aparecem sorridentes, com pratos cheios de comida e tirando fotos com admiradores, em claro deboche com os brasileiros que devem ser afetados pelas tarifas de Donald Trump.

Procurador-Geral do Ministério Público da Bahia visita Luís Eduardo Magalhães e anuncia futura sede do MP no município.

O Procurador-Geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, visitou o município de Luís Eduardo Magalhães no fim da manhã desta quarta-feira (09), acompanhado de comitiva, para conhecer a área destinada à construção da futura sede do Ministério Público da Bahia (MPBA) na cidade.
Durante a visita, o procurador foi recepcionado pelo prefeito Junior Marabá, pela primeira-dama Cinthya Borges, além de secretários municipais e vereadores. O encontro marca um passo importante na consolidação das instituições públicas no município.

O prefeito destacou a importância do fortalecimento das instituições na cidade, que cresce de forma acelerada. “É muito importante ver as instituições de Luís Eduardo Magalhães crescendo. Nossa cidade se desenvolve rapidamente, e os serviços públicos precisam acompanhar esse ritmo. O Ministério Público representa um atendimento essencial à sociedade. Já temos aqui a Prefeitura, o Fórum, a OAB, a Câmara Municipal, e a presença do MP é fundamental. Quanto mais acessível for esse serviço, mais justiça social conseguimos entregar. A cidade cresce, e com ela, crescem as demandas da população. Ter o Ministério Público garantindo os direitos fundamentais é essencial para quem escolheu LEM para viver e buscar uma vida melhor”, afirmou Junior Marabá.

O Procurador-Geral reforçou o compromisso do MPBA com o município e destacou que a construção da sede está entre as prioridades da gestão. “Com esse espaço, o Ministério Público estará mais presente, com mais estrutura e condições de fazer ainda mais por essa população. Nossa presença em Luís Eduardo Magalhães é para efetivar direitos fundamentais e promover justiça social em uma região próspera e que valorizamos muito. É uma grande alegria estar aqui como chefe do Ministério Público da Bahia. Assumo o compromisso de, a partir da regularização do terreno, conduzir a construção e entrega dessa sede tão aguardada com a maior celeridade possível”, declarou Pedro Maia.

O projeto de doação do terreno para construção da sede do MPBA será encaminhado à Câmara de Vereadores em breve, e de acordo com o presidente da casa Reinildo Nery, apreciada e aprovada com celeridade.