Interessados em exploração de minérios na Região de Caetité deverão apresentar propostas para a concessão da ferrovia e do novo porto de Ilhéus.
Grandes investidores e operadores globais nas áreas de mineração e siderurgia estão interessadas na licitação para a conclusão e a operação dos pouco mais de 1,5 mil quilômetros da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que vai ligar o Tocantins ao Oceano Atlântico passando pela Bahia.
O trecho da Fiol entre Ilhéus e Caetité, primeiro a ser licitado, tem 537,2 km de extensão, com um investimento previsto de R$ 3,4 bilhões, segundo dados da Valec. A licitação da obra estava prevista para acontecer em setembro do ano passado, mas foi adiada para março.
O geólogo baiano e presidente da Companhia Vale do Paramirim (CVP), João Carlos Cavalcanti, afirma que tem interesse no andamento da Fiol e que está preparando uma road show para oferecer ao mercado cinco blocos para a exploração de minérios como ferro, cobre, zinco, fosfato e alumínio.
Metro 1






























“De fato ele estava no sítio. Qual a relação que ele tem com o dono da fazenda. Isso tudo veio da polícia do Rio. Espero que eles nos passem todas as informações, porque nós não sabíamos de quem era a fazenda. Os desdobramentos da operação em si são nossos mas as informações de por que ele estava lá são da polícia do Estado do Rio”, contou.
A norma, segundo Alex da Piatã, visa beneficiar um número significativo de consumidores do ramo de telefonia. “O público que usa pré-pago é formado principalmente por pessoas de baixa renda. Tendo em vista que são milhões de pré-pagos na Bahia, estão, com certeza, arrecadando milhões de reais que esse público perde para as companhias telefônicas. Não faz sentido ter vencimento: não é algo perecível. É injusto!”, argumentou.











