
A arrogante diatribe da imprensa “direitosa” e golpista.






A Prefeitura de Formosa do Rio Preto fez a entrega, neste domingo (22/12), de 199 cartões e 171 cartas de deferimento para os contemplados da 1ª etapa do Programa Bolsa Família Municipal (PBFM), instituído pela Lei n° 226/2019.
“É mais um sonho realizado. Investimento que proporciona para as famílias recurso para custear necessidades prioritárias e viverem melhor”, explicou o prefeito do município, Dr. Termosires Neto.
Já o deputado estadual Antônio Henrique Júnior enfatizou que “é isso que precisamos, fazer as grandes obras e também olhar para o povo que mais precisa”, disse parabenizando a gestão e a Câmara de Vereadores pela iniciativa.
A abertura da cerimônia de entrega dos cartões contou com um espetáculo de balé que encantou o público com as apresentações das participantes da Oficina Social do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do CRAS, que atende 180 meninas. Mais uma iniciativa promovida pelo governo municipal, por meio da Secretaria de Assistência Social.
Os primeiros cartões bancários foram entregues aos beneficiários pelo prefeito Dr. Termosires, deputado Antônio Henrique Júnior, secretário de Assistência Social, Edilberto Barreto, o presidente da Câmara, José de Zuza, a vice-prefeita Verônica Lisboa, a primeira-dama e secretária de Políticas Estratégicas, Ronúbia Setúbal, e pela coordenadora do CRAS, Roneide Saraiva.



















A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) apreendeu, nesta semana, duas carretas transportando aves de forma irregular na divisa da Bahia com Minas Gerais, próximo à região de Guanambi.O diretor-geral do órgão fiscalizador, Maurício Bacelar, enfatiza que produtores de outros estados tentam circular pela Bahia de forma ilegal, no entanto, sem o documento sanitário, as aves não podem ser comercializadas, o que colocaria em risco a sanidade de 18 milhões de animais do rebanho avícola baiano.

O presidente Jair Bolsonaro vem numa escalada de falta de compostura que beira a insanidade. O episódio de sexta-feira, em que destratou jornalistas, demonstrando falta de educação e preconceitos, é próprio de quem se sente acuado, e de fato o presidente está acuado, pela queda de sua popularidade, pelas limitações que as instituições democráticas lhe impõem, pelas denúncias contra seu filho Flávio, que envolvem toda uma família ampliada que, pelas acusações do Ministério Público do Rio.

“Sim, eu erro, não deveria ter falado. No futebol, de vez em quando, manda o colega ir para a ponta da praia. É a minha maneira de ser, não dá para mudar isso aí. Pau que nasce torto… É o linguajar que eu tenho. Não vejo como ofensivo.”



A Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej) e a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), em conjunto com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), encaminharam carta ao senador Sérgio Petecão, presidente da Comissão Mista da Medida Provisória nº 905/2019, na qual alertam para os “graves problemas que a MP gerará para a sociedade ao flexibilizar o acesso à profissão de jornalista”.

Cada deputado federal, cada Senador, que votar contra esse projeto de entregar a geração de energia e o regime de águas a interesses estrangeiros deveria ganhar uma estátua na Esplanada dos Ministérios ou no Panteão dos Heróis da Pátria.
O próprio Bolsonaro, que urrava contra essa privatização no tempo de deputado, deve entender que um país soberano não abre mão de suas instalações estratégicas, assim como não deveria ter aberto mão da exploração do petróleo por empresas estrangeiras.






“Realmente tinha uma previsão de começar a chover melhor no norte de MG, Bahia e região do Matopiba, mas houve uma mudança”, explica.
As lavouras de soja no Oeste baiano ou estão sofrendo muito com a seca ou tiveram germinação irregular. Plantar soja em janeiro é uma temeridade, porque por mais longo que seja o ciclo de algumas variedades, quando o fotoperíodo cair, a planta entra em processo de amadurecimento e logo a seguir em senescência.


“Alguém que cogita uma coisa dessas e diz isso publicamente pode facilmente nos jogar numa guerra, por exemplo”, disse Bebianno.
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Acidente ocorreu no Km-900, altura da BR-242, por volta das 13h. informações são da Polícia Rodoviária Federal (PRF)na saída para o Tocantins, trecho em que a estrada não tem acostamento — Foto: Blog do Braga
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Ainda de acordo com a polícia, o homem que provocou o acidente fugiu do local. Já a vítima morreu preso as ferragens antes de receber atendimento do Samu. — Foto: Blog do Braga
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Vítima morreu no local antes de receber atendimento do Samu. — Foto: Blog do Braga

Um posto bancário foi explodido em Mulungu do Morro, na região de Irecê, centro norte baiano, a 487 km de Salvador.




Formosa do Rio Preto comemorou na última quarta-feira (18/12) o primeiro ano de aniversário de implantação da primeira Casa do Cadastro Único e do Bolsa Família da Bacia do Rio Grande, com um café da manhã promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social.
“Aqui tem informação, tem o cafezinho, tem espaço lúdico para as crianças, tem atendimento humanizado realizado por uma equipe nota 10. Tudo pensando em tratar o nosso povo com dignidade e respeito, garantir direitos e ter uma gestão cada vez mais resolutiva, proporcionando uma vida melhor para as pessoas”, destacou o gestor do município, Dr. Termosires.
A usuária da Casa do Bolsa Família, Simone Oliveira, declarou “que o novo espaço agora mais centralizado e aconchegante facilitou a sua vida e que o excelente atendimento de toda equipe é o diferencial”.
Marcaram presença no evento, o prefeito Dr. Termosires Neto, acompanhado da primeira-dama e secretária de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, Ronúbia Setúbal, o secretário da Assistência Social Edilberto Barreto, a vice-prefeita Verônica Lisboa, o presidente da Câmara de Vereadores, José de Zuza, a vereadora Manuela Fernandes, a coordenadora Bruna Hellity e toda a equipe da Casa do Bolsa Família, secretariado e equipes do governo e comunidade em geral.
Quase 16 mil atendimentos no primeiro ano – Nos 12 primeiros meses de funcionamento do novo espaço, foram realizados cerca de 15.930 atendimentos, entre eles Atualização Cadastral, Inclusão de Novas Famílias, Desbloqueio, Reversão de Cancelamentos, Consultas SIBEC, Transferências, Emissão de Carteira do Idoso, Emissão Id jovem, Condicionalidade Sicon, Acompanhamento Saúde, Acompanhamento Educação e Visitas Domiciliares feitas pela assistente social.
De acordo com a coordenadora da Casa do Bolsa Família de Formosa, Bruna Hellity, “a gestão qualificou o atendimento para as quase 5 mil famílias beneficiárias do Bolsa Família e diversas outras que utilizam os serviços e programas do CadÚnico, proporcionando mais comodidade e facilitando o dia a dia desses cidadãos”, finalizou.

Os produtores do Oeste da Bahia poderão acessar o seguro agrícola para o consórcio milho-braquiária a partir da próxima safra. Com a implementação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) esse arranjo poderá ser mais adotado na região.
Especialmente nessa área do estado, onde os solos são arenosos, a braquiária contribui muito para o desenvolvimento das lavouras, já que esse capim auxilia na construção do perfil do solo, ajudando na infiltração e no armazenamento de água no solo para os cultivos sucessivos, além de contribuir para o controle de doenças e de plantas daninhas. Seu consórcio com o milho garante melhor produtividade e maior sustentabilidade da produção agrícola.
O Zarc faz a análise de risco, considerando a variabilidade climática, as características do solo e a ecofisiologica da cultura, e indica a época mais adequada para o plantio. O zoneamento faz parte do Programa de Garantia de Atividade Agropecuária (Proagro), além de ser usado por várias instituições financeiras para a concessão do crédito rural.
A ferramenta foi construída a partir de modelos matemáticos com informações climáticas e dados gerados em áreas de pesquisa agrícola. Mas, para que ela seja realmente adequada à realidade da região, a Embrapa inclui a etapa de validação pelo setor produtivo.
Em Luís Eduardo Magalhães (BA), a reunião técnica realizada no dia 16, contou com a participação de cerca de 30 pessoas, entre produtores rurais, consultores, gestores públicos, representantes de bancos, cooperativas e do setor privado.
Foram feitas apresentações sobre gestão e manejo de lavouras de grãos frente às variações climáticas e da metodologia usada, além da demonstração do aplicativo móvel para celular Zarc Plantio Certo.
Importantes contribuições surgiram durante as discussões, como a sugestão de aumentar a rede de estações meteorológicas com a incorporação de bases particulares credenciadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já que são poucas as bases oficiais existentes na região. Dessa forma, haverá um aumento da base de dados para a construção dos mapas para os anos seguintes.
Segundo o supervisor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cerrados, Sérgio Abud, é importante ouvir a opinião do produtor rural para conhecer a realidade em que eles trabalham, se os riscos que eles consideram são os mesmos identificados pela pesquisa. “A validação dá maior segurança para os coordenadores em relação aos dados que foram obtidos em áreas experimentais de pesquisa”, explica.
“O Zarc é resultado da antiga batalha do setor produtivo para reduzir o risco da atividade agrícola, e que só é possível com a interação entre os setores público e privado”, comentou o pesquisador Fernando Macena, acrescentando que uma das metas prioritárias do Programa Agir – Agro Gestão Integrada de Riscos (ProAgir), recém-lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é a ampliação e o contínuo aprimoramento do método.
A equipe da Embrapa Cerrados também visitou algumas propriedades rurais da região para entender o momento pelo qual estão passando, de atraso no início das chuvas, e orientou os produtores sobre como a ferramenta pode ser usada para ajuda-los na escolha dos melhores períodos de plantio quando há pouca chuva, como vem ocorrendo nos últimos anos.
Ferramenta tecnológica de análise de risco que considera a variabilidade climática, as características do solo e as características ecofisiológicas da cultura, o Zarc permite quantificar o risco para cada época de semeadura e para cada local, indicando a época mais adequada de plantio, além de contribuir para o aumento da produção e da produtividade agrícola, bem como para a racionalização do crédito agrícola, a redução de perdas, a proteção do solo e do meio ambiente.
Adotada como política pública desde 1996, a metodologia foi desenvolvida pela Embrapa, envolvendo atualmente 25 unidades de pesquisa e mais de 100 pesquisadores no aprimoramento e na atualização do modelo para mais de 40 culturas, com alcance de 24 Unidades da Federação. As recomendações geram portarias pelo Mapa, permitindo o acesso ao Proagro, ao Proagro Mais e à subvenção federal ao prêmio do seguro rural.
Para o pesquisador Fernando Macena, da Embrapa Cerrados, existe uma grande dificuldade para a construção do Zarc do consórcio milho-braquiária, pois se trata de sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP), que pode ser implantado de diversas formas e com diferentes objetivos. “É difícil contemplar essa dinâmica. Há produtores que aplicam herbicida (para dessecar a braquiária), outros querem fazer pastagem. Por isso é complexo elaborar o Zarc para esse consórcio”, afirmou.
Dos quase 15 milhões de hectares de sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) no Brasil, de acordo com o Censo Agropecuário 2017 do IBGE, 83% representam sistemas de ILP como o consórcio milho-braquiária, que proporcionam diversos benefícios econômicos, como aumento da produção de grãos, carne e leite; sociais, como a geração de empregos; e ambientais, como a mitigação de gases efeito estufa, sequestro de carbono e a redução da pressão para a abertura de novas áreas.
Uma particularidade do consórcio é que ele consome mais água da chuva que a cultura solteira do milho, encurtando a janela de plantio. “Por outro lado, a braquiária, que não sofre tanto com os veranicos, prepara um perfil maior de exploração do solo, proporcionando mais água ao sistema. A planta que limita o sistema é o milho”, explicou o pesquisador.
O Zarc visa à indicação de datas ou períodos mais adequados de semeadura do milho consorciado com a braquiária por município, considerando a característica do clima, o tipo de solo e o ciclo da cultivar, de modo a evitar que adversidades climáticas coincidam com as fases mais sensíveis das culturas, minimizando perdas agrícolas.
São utilizados como parâmetros de entrada dados sobre clima (chuvas, evapotranspiração de referência, temperatura mínima a cada período de 10 dias), solo (profundidade efetiva do sistema radicular e capacidade de armazenamento de água) e da cultura do milho (ciclo, fases da planta, coeficiente de cultura para consumo de água e profundidade do sistema radicular). Esses parâmetros geram o Índice de Satisfação de Necessidade de Água (ISNA) para as fases críticas da cultura, que no caso do milho são a de plantio/emergência e de florescimento e frutificação.
Para a indicação das datas de plantio em decêndios (períodos de 10 dias), a metodologia leva em conta o ciclo da cultura (precoce, médio ou tardio) e classifica os solos de acordo com a textura – arenosa (teor de argila entre 10% e 15% e baixa capacidade de retenção de água), média (15% a 35% de argila e média capacidade de retenção de água) ou argilosa (35% ou mais de argila e alta capacidade de retenção de água).
Essas informações baseiam os mapas do Zarc, que apontam o risco climático do plantio/semeadura a cada decêndio nas diferentes regiões do País. O risco pode variar de 80% (oito anos de sucesso do plantio a cada 10 anos), 70% (sete anos de sucesso a cada 10 anos) ou 60% (seis anos de sucesso a cada 10 anos). “Não dizemos que o produtor não pode plantar fora dessas datas, estamos falando dos riscos”, esclareceu Macena.
Para o público presente, o pesquisador demonstrou o uso da ferramenta simulando os riscos de plantio do milho safra e safrinha em consórcio com a braquiária em diferentes decêndios, considerando alguns ciclos (precoce e médio) e tipos de solos (médio e argiloso). Ele explicou que as séries de decêndios são atualizadas visando contemplar veranicos e eventos climáticos adversos como os fenômenos El Niño e La Niña, que produzem diferentes efeitos de acordo com a região do Brasil.
O aplicativo móvel Zarc – Plantio Certo, disponível na loja de aplicativos da Embrapa, fornece as épocas “ideais” para o plantio de 43 culturas (por município, ciclo da planta e tipo de solo), a cultivar mais apropriada para determinado propósito (em 12 culturas) e as condições climáticas antes e durante a safra. Antes, era preciso acessar as tabelas divulgadas apenas nas portarias publicadas no Diário Oficial da União ou no site do Mapa.
Segundo a pesquisadora da Embrapa Cerrados, Alexsandra Duarte, as informações do aplicativo são simples e palatáveis para facilitar a decisão do produtor. “A ideia é que seja um insumo tecnológico, servindo de orientação no momento de decidir qual pacote (tecnológico) utilizar”, disse. A pesquisadora demonstrou o uso do Zarc Plantio Certo com o plantio do milho em Brasília (DF), apontando as diversas variáveis informadas.
Em reunião técnica realizada na Embrapa Cerrados no dia 4 de dezembro, cerca de 30 pesquisadores, técnicos, extensionistas, produtores rurais e representantes de cooperativas discutiram a validação do Zarc para o consórcio milho-braquiária para o Distrito Federal e Entorno.
Ferramenta tecnológica de análise de risco que considera a variabilidade climática, as características do solo e as características ecofisiológicas da cultura, o Zarc permite quantificar o risco para cada época de semeadura e para cada local, indicando a época de plantio mais adequada, além de contribuir para o aumento da produção e da produtividade agrícola, bem como para a racionalização do crédito agrícola, a redução de perdas, a proteção do solo e do meio ambiente.
As informações servirão de base para um relatório que será elaborado pelos pesquisadores da área de agroclimatologia da Embrapa Cerrados e encaminhado ao Comitê Gestor do Zoneamento Agrícola de Risco Climático da Embrapa. O comitê fornecerá as informações ao Mapa para que seja publicada uma portaria disciplinando o Zarc para o consórcio milho-braquiária para o Distrito Federal e Entorno.

Paulo Guedes e Bolsonaro querem implantar o Imposto sobre Transações Financeiras, que nada mais é que a antiga CPMF. Agora, me diga: chegaram a questionar o ICMS dos alimentos, dos remédios e das tarifas de água e energia? Entraram e saíram calados. Com o novo imposto poderiam ajudar os estados a minimizar a tremenda carga tributária na ponta do consumo, que obviamente castiga apenas os mais pobres. Rico não está nem aí para o fato do quilo da picanha custar quase 100 reais. Manda comprar e ponto final.


“Não seja preconceituoso. Vou te processar por homofobia. Você é homofóbico”, ironizou o presidente diante da não resposta do profissional.
“Você tem uma cara de homossexual terrível e nem por isso eu te acuso de ser homossexual”, disse o presidente.
“Pergunta para a tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, está certo? Querem comprovante de tudo.”, concluiu o presidente.

