Os policiais descobriram o carregamento em compartimentos ocultos na estrutura de um veículo de carga na cidade de Picos/PI





As operações de crédito ampliarão em R$ 1 bilhão a capacidade de investimento, impulsionando o desenvolvimento do Estado. Foram incluídas apenas as contratadas ou aquelas cujo pedido de autorização para a sua realização tenha sido encaminhado ao Poder Legislativo até 30 de agosto de 2019, levando-se em conta o grau de endividamento do Estado.



De acordo com o procurador da República Adnilson Gonçalves da Silva, autor das ações, juntos os acionados utilizaram verbas em finalidades diversas da manutenção e desenvolvimento da educação básica e do pagamento dos profissionais do magistério da educação básica – como prevê a Lei nº 11.494/2007.

Com ações realizadas na Clínica Escola de Fisioterapia, em Barreiras, os acadêmicos de Fisioterapia do Centro Universitário São Francisco de Barreiras (FASB) finalizam este ano de 2019 com um total de 5255 atendimentos nas áreas de Neurologia Adulto, Neuropediatria e Ortopedia. Realizados voluntariamente dentro das atividades desenvolvidas de forma articulada ao projeto pedagógico, a instituição ainda contabiliza os atendimentos desenvolvidos junto aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Hospital do Oeste (HO), Eurico Dutra, Maternidade Municipal, e na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), sediadas em Barreiras.
“Nossos estagiários de Fisioterapia ainda prestam atendimento junto às crianças da APAE, que apresentam atraso no desenvolvimento neuropsicomotor; no Abrigo de Idosos; e no Lar Espírita André Luís, com foco em diversos pacientes com patologias neurológicas, ortopédicas e outras demandas”, explica a coordenadora do curso, Magda Caino Teixeira Reis. “Além do papel de responsabilidade social do Unifasb, estas atividades são fundamentais para consolidar e difundir o conhecimento científico e acadêmico junto aos nossos estudantes, que desde os primeiros semestres já se envolvem, de forma gradual e dentro do contexto das disciplinas em sala de aula, com os atendimentos à população que não possui condições de cobrir os custos de um atendimento especializado”, complementa.
Serviço – Com previsão de serem reiniciadas em março do próximo ano, as atividades da Clínica Escola de Fisioterapia do UNIFASB ocorrem semestralmente e seguem o cronograma de aulas da instituição. Para agendar os horários dos serviços gratuitos, os interessados devem procurar a Unidade de Serviços da FASB localizada na rua 21 de setembro, nº 202 no bairro Renato Gonçalves, próximo à praça da Maçonaria, subindo à rua da feira. O atendimento ao público é realizado de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30min e das 14h às 18h. Outras informações na Unidade de Serviços pelo telefone: (77) 3612 2658.








O Projeto Rede da Cidadania chegou ao bairro Progresso, em Formosa do Rio Preto, promovendo ações de saúde, educação, assistência social, meio ambiente e segurança pública, no último sábado (14/12). “A gestão tem levado os serviços públicos para mais perto da população, principalmente nos bairros com maior índice de vulnerabilidade e risco social, identificando e buscando soluções para suas principais demandas, por meio de uma rede que envolve os diversos setores da administração e com a parceria da Polícia Militar”, explicou a primeira-dama e secretária de Políticas Estratégicas, Ronúbia Setúbal, articuladora e madrinha da iniciativa.
A comunidade participou de palestras sobre “Violência contra a Mulher”, com a Ten. PM Nina Marques, do Projeto Ronda Maria da Penha, e sobre “Combate ao Uso de Álcool e Drogas” com o Sd. PM Thiago Maurício da 86ª CIPM. Foram realizados mais de 35 testes rápidos de HIV, Sífilis, Hepatite B e C, aferição de pressão arterial, testes de glicemia, orientações e atendimentos do Creas, do Cras e do Bolsa Família e distribuição de mudas de espécies nativas para arborização do bairro.
Os participantes interagiram bastante sobre o tema ISTs e HIV/Aids e tiraram dúvidas com a Dra. Rosianne Nascimento da Silva. Contribuíram com a ação equipes da 86ª CIPM, da Secretaria Municipal de Políticas Estratégicas, Coordenação da Atenção Básica, Unidade de Saúde Alzira Barbosa, Cras, Creas, Bolsa Família, com o envolvimento de diversos profissionais como médica, técnicos de enfermagem, enfermeiras, assistentes sociais e técnicos da Assistência Social.

Do Estado de Minas
O valor total do prejuízo aos cofres públicos ainda não foi divulgado. Só na gráfica, estima-se que o prejuízo gire em torno de R$ 4 milhões.
Um dos funcionários contou que por volta das 6h desta segunda-feira um grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, esteve no gabinete do presidente da Câmara MUnicipal, Hélio Ferraz (PSDB), conhecido como o Baiano, e ”levou tudo do gabinete”, se referindo a computadores, documentos e outros objetos apreendidos.
A sede do Legislativo municipal, segundo esse funcionário ouvido pela reportagem, não foi o único local alvo de busca e apreensão na manhã de hoje. Os demais mandados foram cumpridos nas casas dos vereadores, onde eles foram presos, e de outros envolvidos na suspeita de corrupção.
Ao todo foram expedidos pela Justiça 40 mandados de prisão – as identidades dos demais envolvidos, além dos vereadores, não foram divulgadas – e 42 mandados de busca e apreensão.
Segundo as primeiras informações do Ministério Público Estadual (MPE), Nogueira e Modesto são novamente alvos da operação de hoje. Nogueira estava em liberdade, sob uso de tornozeleira, desde a última sexta-feira (13), data em que a Câmara de Uberlândia entrou em recesso (férias). O Legislativo só voltará a funcionar em 2 de fevereiro do ano que vem.

“Julgar procedente esta demanda, é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os realitys shows, a ostentação, o ‘bullying intelectivo’, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”.
“No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro Herói Nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor.”

Por Pedro Grigori, Agência Pública/Repórter Brasil
Um agrotóxico fatal para as abelhas foi o mais encontrado em um levantamento do governo que analisa o resíduo de pesticidas em frutas e verduras vendidas em todo país. O resultado da nova edição do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, foi divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na semana passada e mostrou também que em 51% dos testes realizados foi encontrado alguma quantidade de resíduo de agrotóxico nos alimentos.
Na pesquisa, que testou 4.616 amostras de 14 alimentos, o ingrediente ativo Imidacloprido foi o mais encontrado. Ele é um neonicotinoides, um inseticida derivado da nicotina que tem capacidade de se espalhar por todas as partes da planta e, por isso, é fatal para os polinizadores.
Uma reportagem da Agência Pública e Repórter Brasil revelou em março deste ano que mais de 500 milhões de abelhas morreram em três meses em quatro estados brasileiros. Uma das principais causas das mortes foi justamente o contato com agrotóxicos à base de neonicotinoides, que atingem o sistema nervoso central das abelhas – afetando a capacidade de aprendizagem e memória, fazendo com que muitas delas percam a capacidade de encontrar o caminho de volta para a colmeia.
Ter um agrotóxico fatal para abelhas como o mais encontrado em alimentos é um alerta também para a saúde humana.
Primeiro porque ele acaba sendo consumido pelas pessoas. “Esse tipo de produto que se espalha por toda a planta é muito perigoso, pois lavar o alimento ou descascá-lo não é suficiente para retirar os resíduos de agrotóxico, que já circulam dentro da planta”, explica engenheiro agrônomo Leonardo Melgarejo, vice-presidente da regional sul da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA).
Outro problema desse tipo de agrotóxico ser o mais detectado no PARA é que, ao matar abelhas, se prejudica também a produção das lavouras. Isso porque elas são as principais polinizadores da maioria dos ecossistemas, promovendo a reprodução de diversas espécies. No Brasil, das 141 espécies de plantas cultivadas para alimentação humana e animal, cerca de 60% dependem em certo grau da polinização das abelhas. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 75% dos cultivos destinados à alimentação humana no mundo dependem das abelhas.
No PARA, o Imidacloprido foi encontrado em 713 amostras, ou cerca de 15% de todos os alimentos testados. Oito produtos agrotóxicos à base de Imidacloprido foram autorizados pelo governo de Jair Bolsonaro neste ano, com registros de comercialização indo para as multinacionais estrangeiras Sulphur Mills, Albaugh Agro (dois registros), Helm, Nufarm, Tide e Tradecorp, e para a nacional AllierBrasil.
Na edição anterior do PARA, com análises feitas entre 2013 e 2015, o Imidacloprido havia sido apenas o quinto ingrediente ativo mais encontrado nas amostras. Segundo a Anvisa, não é possível comparar os resultados porque a metodologia de pesquisa mudou — alimentos e períodos de análise agora são diferentes.
A pedido da Agência Pública e da Repórter Brasil, especialistas de organizações que estudam o tema dos agrotóxicos analisaram o relatório, disponibilizado no site da Anvisa, e afirmaram que os resultados são alarmantes, ao contrário do que fez parecer o tom otimista da divulgação oficial do relatório.
Para Melgarejo, da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), o relatório acende um alerta. “O número de 23% dos produtos apresentarem agrotóxico acima do permitido é assustador. E os 27% com veneno abaixo do limite não traz tranquilidade”, diz. “Nas definições de limites aceitáveis, é tido como base uma pessoa adulta de 50 quilos. Mas estamos alimentando crianças e bebês com esses mesmos alimentos. Estar abaixo do limite considerado seguro para um adulto de 50 quilos não significa dizer que é seguro para um bebê ou criança.”
Representantes da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida também criticaram o posicionamento da Anvisa em relação ao relatório, qualificado como “roupa bonita para um conteúdo altamente tóxico”. Em nota, a organização diz que apesar do aspecto técnico da publicação, o release divulgado no site da Anvisa é “extremamente otimista”. Segundo eles, o tom é “de uma peça de propaganda política para um relatório que, lido atentamente, traz grandes preocupações para a sociedade.”
A organização completa dizendo que “em um contexto de uso crescente de agrotóxicos ano a ano, e também de aumento sistemático das intoxicações por agrotóxicos, é lamentável ver a Agência que deveria garantir a segurança alimentar da população minimizando resultados gravíssimos sobre as condições da comida servida ao povo brasileiro”.
Para a organização não governamental Greenpeace, a comunicação dos resultados foi “maquiada”. “Os problemas continuam os mesmos, mas a forma otimista que eles divulgaram faz parecer que melhorou, e isso, infelizmente, foi replicado por muitos veículos de imprensa. Ainda temos mais de 50% dos alimentos com alguma quantidade de agrotóxicos. E os 27% com agrotóxicos abaixo do limite são questionáveis, pois esses limites são muito frágeis quando falamos de várias alimentação completas durante o dia, com mistura de alimentos e substâncias, que tem um efeito diferente de um produto isolado”, explica Marina Lacôrte, especialista em Agricultura e Alimentação do Greenpeace.
Criado em 2001, o PARA testou nesta versão 14 produtos da dieta da população brasileira — abacaxi, alface, alho, arroz, batata-doce, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, manga, pimentão, tomate e uva. As amostras foram recolhidas em estabelecimentos de 77 municípios, entre agosto de 2017 a junho de 2018, ou seja, antes do início do governo de Jair Bolsonaro, no qual 467 produtos agrotóxicos foram liberados em menos de um ano, um recorde histórico.
Do total de amostras analisadas (4.616), em 2.254 (49%) não foram detectados resíduos, 1.290 (28%) apresentaram resíduos com concentrações iguais ou inferiores ao Limite Máximo de Resíduos (LMR), estabelecido pela Anvisa. E em 1.072 amostras (23%) foram identificados resíduos acima do permitido, incluindo até mesmo agrotóxicos proibidos de serem comercializados no Brasil.
Em 0,89% — quase um em cada 100 casos —, foi identificado potencialidade para causar riscos agudos à saúde, com efeitos como enjoo, vômito, dor de cabeça e febre nas 24 horas seguintes ao consumo do alimento.
A visão do governo, por meio da Anvisa, é a de que o resultado do relatório é positivo. “Temos situações pontuais de riscos, mas que não geram nenhum risco a saúde da população. Os dados mostram a segurança dos alimentos que a gente consome hoje”, garantiu Bruno Rios, diretor adjunto da Anvisa, em coletiva após a divulgação dos dados.
As coletas analisadas no PARA foram feitas pelas vigilâncias sanitárias e encaminhadas para os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens): Instituto Octávio Magalhães (IOM/FUNED/MG), Laboratório Central de Goiás (Lacen/GO) e Instituto Adolfo Lutz (IAL/SP); e para um laboratório privado contratado por processo licitatório.
Segundo o relatório, em cada amostra foram pesquisados até 270 ingredientes ativos, número bastante inferior aos 499 permitidos para serem comercializados no Brasil após avaliação da Anvisa, Ministério da Agricultura e Ibama. Foram detectados resíduos de 122 ingredientes ativos diferentes nas 4.616 amostras analisadas, o que resultou no total de 8.270 detecções de agrotóxicos — em muitos casos foram identificados mais de um tipo de pesticida em um só alimento, mas a Anvisa não especifica quais em seu relatório.
Depois do Imidacloprido, citado no início da reportagem, os ingredientes ativos mais encontrados foram os fungicidas Tebuconazol (570) e o Carbendazim (526) — este último proibido na União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Japão por causar problemas mutagênicos e de toxicidade reprodutiva. Em 2012, os EUA proibiram a importação do suco de laranja brasileiro devido à presença deste fungicida nos produtos.
Entre os 40 ingredientes ativos mais encontrados há o Carbofurano, um produto proibido no Brasil, identificado 52 vezes na atual pesquisa — na edição 2013-2015, o Carbofurano aparecia entre os 30 ingredientes ativos mais encontrados.
Em outubro de 2017, dois meses após o começo das análises, a Anvisa desautorizou a comercialização de agrotóxicos à base de Carbofurano justamente pela persistência de seus resíduos nos alimentos, além de malefícios à saúde humana. Ele também é classificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como altamente tóxico do ponto de vista agudo — a que causaria intoxicação nas 24 horas seguidas ao consumo.
De acordo com a Anvisa, a presença de agrotóxicos não autorizados nas análises tem como um dos motivos os poucos registros para culturas consideradas de baixo retorno econômico. Por isso, muitos produtores acabam utilizando agrotóxicos autorizados para uma cultura específica – soja, por exemplo, em outras culturas, caso da uva.
Entre os alimentos testados, a laranja foi a que mais apresentou resíduos de agrotóxicos. De 382 análises, apenas 157 não apresentaram vestígios de pesticidas, 173 apresentaram resíduos em concentrações iguais ou inferiores ao permitido pela lei e em 52 casos os níveis de agrotóxico encontrados estavam acima do permitido.
Foram encontrados 47 agrotóxicos diferentes nas laranjas vendidas em supermercados brasileiros, que incluiu até mesmo resíduos de Carbofurano, proibido no Brasil. O mais encontrado na fruta foi o Imidacloprido. Na laranja também foi encontrado a maior exposição para risco agudo. Depois da laranja, a goiaba e a uva foram os alimentos que mais apresentaram riscos agudos.

Até 2012, os resultados do PARA eram lançados anualmente. Desde então, optou-se por divulgar o relatório compilado de três anos. O último foi divulgado em 2016, com dados de 2013 a 2015. Não houve coletas em 2016, por conta de uma reestruturação no projeto, que só voltou à ativa no segundo semestre de 2017.
Na edição anterior, onde foram analisadas 12.051 amostras em três anos, o percentual de alimentos com agrotóxicos acima do permitido pela lei era de 19,7%, menos do que o atual.
Além disso, até 2015, o PARA trabalhava com uma lista de 25 alimentos a serem analisados, que representavam 70% da cesta de alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, segundo dados brutos da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE de 2008-2009, que traça o perfil de orçamento doméstico e condição de vida da população brasileira. Agora, a partir da reestruturação, o número de alimentos foi ampliado para 36, mas nem todos os alimentos escolhidos serão analisados anualmente, pois as análises vão variar dentro de cada triênio. Nesta edição, por exemplo, apenas 14 foram analisados, e alimentos como o feijão e a batata ficaram de fora, mas devem entrar nas próximas edições.
A rotatividade é criticada por especialistas da área. “Produtos muito importantes, que estão no prato do brasileiro, não aparecem no resultado. O trigo que vai no pãozinho do dia a dia, o feijão que é um ingrediente tradicional no prato brasileiro. Não é uma boa ideia a Anvisa fracionar as análises para períodos específicos, quando a população consome esses produtos durante todo o ano”, explica o engenheiro agrônomo Leonardo Melgarejo.
Marina Lacôrte, do Greenpeace, também criticou o baixo número de alimentos apresentados. “Esses dados tem que ser avaliados todo o ano, pois há safras todos os anos. Eles argumentam que essas alterações ocorrem por questões financeiras, mas esse é um investimento necessário que o governo deve fazer: a saúde da população. Se o problema é financeiro então que se retire a isenção de impostos para os agrotóxicos, e utilizem esses impostos para bancar programas como esse”, diz.




Lavoura de soja, nas proximidades de Luís Eduardo Magalhães: plantada, replantada e ainda com estande abaixo do necessário para uma boa produtividade.







Só 8% dos entrevistados acham o governo ótimo ou bom. Em março de 2018, eram 9%. E em outubro de 2017, 16%.

Neste ano pré-eleitoral, acontece de tudo. Aqui no Oeste já tem prefeito pensando em obrigar açougueiros a entregar a carne assada, acompanhada de salada de maionese de batata, farofa e chimichurri.
A gente precisava mesmo é de um prefeito macho que decretasse: gás a 40 reais, gasolina a 2,00 reais e energia com conta máxima, mensal, de 30 reais. E real paritário com o dólar, a R$1,00.

Este ano o natal não vai ser natal, vai ser audiência de conciliação!

Por Jairo Costa Júnior, na Coluna Satélite, do Correio 24 horas.







*
Por | por José Maschio para o IG
Em 1999, o correspondente da Folha de S. Paulo no Paraná teve acesso a mais de 5.000 páginas contendo informações de todas as remessas ilegais para bancos do exterior de verdadeiras fortunas em dólares.
Nenhum dos beneficiados pelo esquema foi punido e o Brasil nunca soube seus nomes, pois – apesar do sigilo ter sido quebrado pela Justiça ainda em 1999 – os editores decidiram não publicar o nome dos apresentadores de TV, cineastas, empresários, empresas de comunicação, siderúrgicas e bancos que sonegaram impostos para tirar do país bilhões de dólares.
O autor de um dos maiores “furos jornalísticos” relembra essa história para a Marco Zero Conteúdo.
Há 20 anos, o Brasil se assombrava com a quebra do sigilo das remessas CC5 . Um escândalo monumental. Do nada o país soube, em setembro de 1999, que US$ 124 bilhões (*) haviam saído ilegalmente do país. Um monumental esquema de lavagem de dinheiro.
O que seria uma oportunidade única de o país punir os responsáveis acabou por se transformar em um golpe contra a economia nacional . Com a elite brasileira unindo-se pra se proteger.
O escândalo das remessas CC5 mostrou como os donos do poder agem em conjunto contra os interesses nacionais. E mais: acabou por ser laboratório da Lava Jato , braço do MPF e do Judiciário no golpe que impediu Dilma em 2016. Um golpe articulado entre interesses de uma elite nacional e dos Estados Unidos, em que a soberania nacional foi minada.
Para o leitor entender esse processo todo, convém historiar. Em 1998, o procurador da República, Celso Antônio Três, tentava, sem sucesso, quebrar os sigilos das remessas para o exterior de uma então obscura casa de câmbio em Cascavel (interior do PR), a Cash Câmbios, dos irmãos Mauro e Celso Barater, que era deputado estadual no Paraná pelo PSDB.
O procurador já tinha conseguido provar que a Cash Câmbios operava com laranjas (uma dona de banca de jornal aparecia como sócia). Só não conseguia a quebra do sigilo das remessas.
Três esbarrava na burocracia do Banco Central . Era flagrante a má vontade do banco. Uma má vontade tão grande que o juiz titular da Vara Federal de Cascavel sugeriu ao procurador que pedisse a quebra total das remessas realizadas em todo o País.
Em maio de 1999, o Banco Central, enfim, liberou uma listagem completa das remessas entre 1992 a 31 de dezembro de 1998. Período solicitado pelo procurador. Remessas essas que totalizavam US$ 111, 4 bilhões. Vale ressaltar que o dólar, nesse período era equiparado em um por um com o real.
Saltou aos olhos, na época, as remessas enviadas pelo grupo Globo , como empresas como Globosat Comunicações, Globopar, Globo Participações ou Globosat Telecomunicações. Perspicaz, Três espantou-se com os valores enviados pelas organizações Globo (e seus braços empresariais).
Logo, o susto virou indignação. O BC alegou erro na primeira remessa da listagem e enviou uma nova. Nesta segunda listagem, os valores subiram de US$ 111,484 bilhões para US$ 124,134 bilhões. Logo, a bagatela de US$ 12,66 bilhões a mais.
Inexplicavelmente, na segunda listagem, as remessas da Globo haviam diminuído em torno de R$ 200 milhões entre maio e julho, quando chegou à Procuradoria da República de Cascavel a listagem definitiva.
Então repórter da Folha de S. Paulo, tive acesso à listagem no início de setembro . Cópias das duas listagens das remessas (quatro volumes com um total de 1.283 páginas) ainda são conservadas por esse repórter.
Ai começou o calvário do procurador Celso Três. Inicialmente, ele fez o que era de sua competência. Distribuiu para procuradorias de todo o país , nas respectivas jurisdições dos réus, para que as ilegalidades fossem investigadas. E eram muitas.
A mais fácil e identificável era a sonegação de imposto de renda (de 27,5%) de cada remessa. Mas existiam claros indícios de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha nessas operações.
Os obstáculos começaram dentro do Ministério Público Federal. A Procuradoria Geral da República travou uma batalha interna para criar uma força-tarefa específica. A alegação, na época, era para facilitar o trabalho de investigação.
Na esfera política, iniciou-se articulações para a criação de uma CPI sobre as remessas. Preservar o empresariado nacional era, e hoje isso é evidente, uma tentativa de vários setores, da imprensa inclusive.
A Folha de S. Paulo não fugiu à regra. Em 16 de setembro em um texto em que omitia, propositadamente, os nomes dos envolvidos nas remessas, o jornal se escudou atrás de um “parecer jurídico”. “
Vale destacar a nota de rabicho no texto da Folha: ´”A Folha decidiu não divulgar o nome das pessoas físicas ou jurídicas que fizeram remessas CC5 justamente pela dificuldade em separar quem utilizou de forma legal o mecanismo e quem lavou dinheiro”.
Uma falácia utilizada para centrar fogo em doleiros e agentes financeiros e preservar o empresariado nacional. Todas as remessas pelas contas CC5 eram ilegais pela própria natureza das contas.
Criada em 1965 pela ditadura militar, as remessas CC5 haviam sido regulamentadas por decreto presidencial em 1979 (governo Figueiredo). Em 1996, (com Gustavo Franco à frente do BC) uma carta circular desviou a finalidade das CC5 , liberando seu uso para todos.
Mais grave, o Banco Central autorizou a bancos em região de fronteira, especialmente em Foz do Iguaçu, a utilizar indiscriminadamente as contas CC5. Criadas para envio de lucros das multinacionais no país e de não residentes (brasileiros com residência no exterior) as CC5, na prática, se tornaram autênticos paraísos fiscais dentro das instituições financeiras no país.
No início do século XXI, as ações articuladas do MPF, Justiça Federal e a classe política provocaram a criação da força-tarefa do Banestado (do MPF), na criação da CPI do Banestado (Congresso Nacional) e na criação da Vara Federal dos Crimes de Colarinho Branco (a 13º Vara Federal de Curitiba).
O objetivo público: combater a lavagem de dinheiro . O objetivo privado: conter e controlar os desdobramentos do escândalo para preservar a elite financeira e empresarial.
A alegação para centrar fogo, nas investigações, no Banestado é que o banco havia enviado US$ 14 bilhões, dos US$ 124 bilhões, para o exterior. A triste realidade era outra. Vendido pelo então governo Jaime Lerner ao banco Itaú, o Banestado não mais existia.
Bem mais cômodo e tranquilo que investigar as instituições financeiras ainda atuantes ou mesmo o Banco Central , principal responsável pela sangria financeira.
Em 2003, na Vara Federal especialmente criada para o esquema, surge a figura de Sérgio Moro , que se orgulha de ostentar no currículo cursos no Departamento de Estado dos EUA sobre lavagem de dinheiro.

A primeira providência de Moro foi enviar à Receita Federal a relação dos empresários que haviam feito remessas. Ele queria cobrança administrativa das ilegalidades.
O empresariado nacional , que tinha utilizado as contas CC5 para não pagar imposto de renda nas remessas, não titubeou: tratou logo de comprar os auditores.
Ficava mais fácil que pagar o imposto devido. Essa manobra de Moro resultou no que chamam hoje de Operação Zelotes . Em que auditores e empresários surgem como réus.
Nos governos populares de Lula e Dilma e a falta de critério politicamente objetivo para indicar ministros ao STF (Supremo Tribunal Federal) só facilitou a ação dos golpistas que assumiram a Lava Jato.
Não é de graça que tucanos não são investigados. São parceiros do esquema que hoje, graças aos vazamentos pelo The Intercept, está cada vez mais escancarado. Um golpe contra o país, cujo laboratório teve início há 20 anos.
(*) Algo como 744 bilhões de reais, considerados o câmbio de hoje e a inflação do dólar, um valor mais de uma dezena de vezes maior que a soma dos prejuízos causados pelo propinoduto da Petrobras. Quem foi para a cadeia? Com exceção dos doleiros, por algum tempo, ninguém. Nem poderiam ir. Eles eram do PSDB.
Fonte: Economia – iG @ https://economia.ig.com.br/2019-12-12/maior-escandalo-financeiro-do-pais-completa-20-anos-de-impunidade.html

A nova prefeita de Sítio do Mato, Sofia Márcia, ainda não conseguiu pagar os servidores municipais, depois de tomar posse no dia 27 de novembro, no afastamento, pela Justiça, do seu esposo, Alfredinho.O SINSPUB – Sindicato dos Servidores Públicos
Municipais de Bom Jesus da Lapa e Sítio do Mato, entidade
sindical na representação dos servidores públicos
municipais de Sítio do Mato.
Vem por meio desta, comunicar aos comerciantes
da região e toda a população de Sítio do Mato que a
prefeitura de Sítio do Mato não realizou até esta data o
pagamento dos servidores públicos os seus vencimentos,
este sindicato vem esclarecer e informar que após a
renúncia do ex-prefeito Alfredinho Magalhães ocorrido
em 22 de novembro de 2019, a Vice-prefeita Sofia Marcia
assumiu a gestão municipal em sessão da Câmara
municipal realizada no mesmo dia, assim que tomou
conhecimento do pedido de renúncia do cargo de prefeito
Municipal de Sítio do Mato, a Câmara Municipal deliberou o
seu afastamento e vacância do cargo, bem como da posse
da a\Vice Prefeita, no cargo de prefeito.
Parcela dos servidores municipais da Vigilância
Epidemiológica, Agentes de Combate às Endemias, PSF,
SAMU e Agentes Comunitários de Saúde ainda não
receberam os seus salários vencidos em 30 de
novembro de 2019 com o atraso, estes estão sofrendo
constrangimentos no comércio, vulnerabilidade alimentar,
necessidades ao sustento familiar, pagamento de juros
bancários e falta de recursos no deslocamento para
exercerem suas funções.
A atual gestão municipal fez da utilização de
serviços de sonorização e veiculação em rádio da
comunicação do atraso no pagamento de salário dos
servidores, houve também a circulação via grupo de
Whatsapp a seguinte mensagem:
A PREFEITURA MUNICIPAL DE SÍTIO DO
MATO INFORMA QUE O BANCO BRADESCO ESTENDEU
ATÉ ESTA QUARTA-FEIRA, ONZE DE DEZEMBRO, O
PRAZO FINAL PARA EXECUTAR O PAGAMENTO DOS
SERVIDORES MUNICIPAIS./ A PREVISÃO ERA DE QUE
OS SALÁRIOS FOSSEM PAGOS AINDA NA SEMANA
PASSADA, MAS O BANCO ALEGOU QUE SÓ
CONSEGUIRÁ CONCLUIR O PROCESSO NESTA
SEMANA./ O ATRASO NO PAGAMENTO SE DEVE A UM
PROTOCOLO DO BANCO NECESSÁRIO POR CONTA DA
TRANSMISSÃO DE CARGO DO PREFEITO ALFREDINHO
PARA A PREFEITA MARCINHA./ A PREFEITURA TEM
COLABORADO DA MELHOR FORMA POSSÍVEL PARA
QUE OS PAGAMENTOS TENHAM AGILIDADE./ SE VOCÊ
É SERVIDOR MUNICIPAL E TEM ALGUMA DÚVIDA OU
SUGESTÃO, PROCURE A AGÊNCIA DO BANCO
BRADESCO EM BOM JESUS DA LAPA.//
A publicação do DECRETO LEGISLATIVO Nº
001/2019 em Diário Oficial da Câmara municipal ocorreu no
dia 27 de novembro de 2019, apesar desta formalidade de
transmissão de cargo, não se justifica a morosidade e tentar
a gestão se eximir de responsabilidade, pois, o tempo para
que a atual gestão em ter acesso as contas bancárias e
alterações de senhas não é tão demorado assim, ressalta-se
que este sindicato possui conta e também opera suas
transações via Banco do Bradesco com as mesmas
funcionalidades que a pessoa jurídica do município.
Responsabilizar a instituição financeira pelo atraso no
pagamento dos salários dos servidores não é adequado!
Houve uma veiculação via whatsapp que o problema seria o
“TOKEN”. O Token Físico é um dispositivo eletrônico que gera
senhas numéricas aleatórias para acesso à conta nos Canais
Digitais do Bradesco, este sindicato também utiliza desta
ferramenta e já tivemos que fazer alterações de senhas por
mais de um vez, o atendimento para a substituição não
demorou mais que um dia, então a justificativa utilizada pela
gestão é duvidosa, cabendo inclusive o agente financeiro se
manifestar, tendo em vista que o município atribui ao agente
financeiro Bradesco a responsabilidade pela falta de
pagamento dos servidores municipais do município de Sítio
do Mato
Solicitamos a gestora municipal que tenha
RESPEITO para com os servidores e realize o pagamento
de seus vencimentos sempre na data limite, pois, ao que
tudo indica a prioridade da gestão é a realização de eventos
de inaugurações e reuniões políticas e não com os
servidores, sendo que o salário tem natureza alimentar!
Caso a inadimplência do município persista em
não honrar com suas obrigações, esta entidade estará
sempre apoiando os servidores e recomendará em
assembleia se assim decidir os servidores a suspenção dos
serviços por falta de pagamento até em função da
impossibilidade de locomoção dos servidores além da
responsabilização judicial do município.
Diante do flagrante atraso no salário de parcela
de servidores da área de Saúde, o SINSPUB REPUDIA a
falta de compromisso e o tratamento dado pela prefeita de
Sítio do Mato Sofia Marcia logo no início de sua gestão,
para com os servidores e o bom andamento do serviço
público.
Ao tempo, informa aos associados que as medidas
judiciais serão diligenciadas para conter a arbitrariedade
perpetrada pela gestão municipal.

Do Globo, com edição do Metrópoles e O Expresso.

Do Notícias Agrícolas, editado por O Expresso.


Da RBA, com edição Sul 21.

De acordo com documentos de guerra, o exército alemão lançou 5 bombas sobre o Palácio de Buckingham e a capela em 13 de setembro de 1940. Embora a família real estivesse na residência naquele momento, felizmente, ninguém foi ferido.
Durante o show aéreo Lowestoft Seafront Air, na Inglaterra, um raio atingiu um garoto de 13 anos que segurava um guarda-chuva. O garoto sobreviveu, saindo somente com uma queimadura no ombro e ficando no hospital por alguns dias.
O Costa Concórdia naufragou numa sexta-feira, 13.
Nesse mesmo dia, a queda da aeronave Aeroflot-217 se transformou na pior catástrofe aérea da história russa. Todos os 174 passageiros a bordo morreram em uma tentativa de pouso, devido ao mau tempo. No entanto, a causa do acidente não foi esclarecida até hoje.

A liquidação geral tomou conta do país neste fim de ano. Na mesma semana, os grandes recursos naturais do país – a água doce e a floresta -, ambos concentrados na Amazônia, foram privatizados.



