
Não se pode cochilar com esses imigrantes



Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram nesta quinta-feira (12) as primeiras resoluções que vão disciplinar as próximas eleições municipais, marcadas para o dia 4 de outubro de 2020. Foram analisadas as minutas que tratam de Pesquisas Eleitorais; Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral; Modelos de Lacres; e Procedimentos de Fiscalização e Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação. O relator das instruções é o ministro Luís Roberto Barroso, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Pesquisas Eleitorais
A partir do dia 1º de janeiro, toda pesquisa de opinião pública que envolver as eleições ou candidatos devem ser previamente registradas na Justiça Eleitoral por meio do Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). Esse registro deve ocorrer em até cinco dias antes da divulgação. As regras estão disciplinadas na legislação eleitoral e detalhadas na resolução aprovada hoje. Entre as novidades incluídas na norma, está uma sugestão da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) para fixar um marco a partir do qual é admitida a retirada de um candidato da pesquisa. Sendo assim, o texto passa a determinar que o candidato cujo registro seja indeferido, cancelado ou não conhecido somente poderá ser excluído da pesquisa quando cessada a condição sub judice, ou seja, quando houver um julgamento definitivo sobre o seu pedido de registro. Essa novidade foi incluída no parágrafo 1º do artigo 3º da resolução.
Cronograma Operacional do Cadastro Eleitoral
De acordo com o ministro Barroso, esta resolução, por sua natureza eleitoral, é editada a cada pleito e, portanto, a regulamentação é restrita às Eleições Municipais de 2020. Em comparação às resoluções dos pleitos anteriores, as modificações realizadas se referem ao aperfeiçoamento das boas práticas das funções desempenhadas pelos órgãos e servidores da Justiça Eleitoral.
Modelos de Lacres
Esta resolução detalha os modelos de lacres e envelopes padronizados pela Justiça Eleitoral para garantir a inviolabilidade das urnas e das mídias a serem utilizados nos equipamentos eletrônicos – mais um fator de segurança que garante a lisura do processo eleitoral. Segundo o relator, a única modificação diz respeito à criação de um anexo que trata dos procedimentos de utilização dos lacres e do envelope de segurança. O ministro Barroso agradeceu “ao corpo técnico do TSE, que processou uma quantidade relevante de informações apresentadas durante as audiências públicas”.
Auditoria do Sistema Eletrônico de Votação
As regras para a fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação também foram aprovadas na sessão desta quinta. Esta resolução disciplina as fases de cerimônia da assinatura digital e lacração dos sistemas, o boletim de urna, o registro digital do voto e a auditoria dos sistemas, dentre outros procedimentos de segurança. Entre as principais novidades dessa resolução, estão as seguintes:
– ampliação do número de entidades fiscalizadoras para permitir a participação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Tribunal de Contas da União (TCU), das Forças Armadas, de Institutos Estaduais de Criminalística, de entidades privadas sem fins lucrativos com atuação em transparência e gestão pública e de departamentos de Tecnologia da Informação de universidades.
Nesse ponto, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, destacou que esta resolução é uma das mais importantes porque trata da transparência do processo eleitoral e afasta o mito da inauditabilidade da urnas eletrônicas. “Louvo, em especial, a inclusão e a ampliação do número de entidades que vão exercer atividade fiscalizatória durante o pleito, porque isso amplia a transparência e nos dá enorme tranquilidade, já que teremos o maior número de olhos voltados para os procedimentos que adotamos”, disse a magistrada.
Além disso, foram acatadas as sugestões de criação de um glossário para a definição dos principais termos técnicos utilizados, além da alteração de escopo da resolução a fim de que as entidades possam compreender melhor os métodos e documentos fornecidos para a verificação dos sistemas.
Resoluções
As resoluções do Tribunal regulamentam dispositivos contidos na legislação e sinalizam a candidatos, partidos políticos e cidadãos as condutas permitidas e vedadas durante o processo eleitoral.
O TSE tem até o dia 5 de março de 2020 para publicar todas as resoluções sobre o pleito, de acordo com o artigo 105 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997).
As minutas de todos os temas que ainda serão analisados pelo Plenário foram discutidas previamente em audiência pública.
Consulte todas as informações no Portal das Eleições.

O Prefeito, que deveria zelar pelo processo eleitoral, trabalhava abertamente pelos seus candidatos:

Na foto abaixo, o cidadão foi cabo eleitoral, mesário e escrutinador. Além de exercer a função de gestor do programa Bolsa Família.













A Prefeitura de Formosa do Rio Preto está desenvolvendo trabalho de fortalecimento e melhoria da qualidade de vida para os moradores de Buritizinho, Barra do Brejo, Brejo Seco e vizinhanças. Com mobilização e articulação das secretarias de Assistência Social e de Acompanhamento de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, fez-se o reconhecimento dessas regiões como comunidade remanescente de quilombola com a certificação da Fundação Palmares.


De acordo com a primeira-dama Secretária Municipal de Acompanhamento de Políticas Estratégicas, Programas e Projetos, Ronúbia Setúbal, há um olhar diferenciado para a promoção do desenvolvimento do município, da melhoria da vida das pessoas, com respeito ao próximo, com apoio para a geração de renda, com mais inclusão social e atendimento humanitário e socioassistencial para todos e, em especial, para os bairros e localidades com maior vulnerabilidade ou risco social. “Muitos resultados já podem ser vistos, como é o caso daquela dessa região quilombola que, pela primeira vez na história do município, recebe atenção de verdade e adequada. Isso que é cuidar verdadeiramente e bem das pessoas”, enfatizou Ronúbia.
Entre as ações realizadas também estão a organização da associação de moradores, o fortalecimento do associativismo através de capacitação com o Sebrae, iniciativas voltadas para a delimitação territorial dessas comunidades pelo Incra, assistência contínua para as famílias por meio do Cras (com distribuição de cestas básicas e outros benefícios socioassistenciais) e auxílio habitacional para algumas famílias em vulnerabilidade social.
A gestão também tem se empenhado para resolver o problema de abastecimento de água nessa área tão seca do município e foi buscar a parceria da Cerb, por meio de emenda parlamentar do deputado Antonio Henrique Júnior, para perfurar um poço artesiano que substituirá o atendimento feito com carros-pipa por água direto nas torneiras das casas. Nas três primeiras tentativas, não obteve-se sucesso, mas a Prefeitura já solicitou um novo procedimento e mantém o esforço em torno da referida solução.












Digam-me, os mais esclarecidos: o Presidente da República precisava mesmo entrar em rota de colisão com o Presidente do seu Partido?
O Presidente precisava mesmo cancelar o seguro obrigatório de veículos – DPVAT – para prejudicar a seguradora de Luciano Bivar, que tinha menos de 2% na fatia do total dos seguros?
O Presidente da República tinha intenções de administrar nas vultuosas verbas do Fundo Partidário do PSL, se agora, com o novo partido, Aliança, terá uma mínima participação no dinheiro, mesmo em 2022?
Os ímpetos juvenis de Jair Bolsonaro tem lhe custado caro e queira Deus que lhe custem ainda mais, afirmamos, data maxima venia.

Arruda e Possamai: cassados por 8 anos.


Segundo a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), “não houve problema com a tubulação de água, houve um rompimento da rede de esgoto causado pelo desmoronamento”. Uma perícia da Polícia Civil determinará as causas do acidente.



Por Vasconcelo Quadros

O deputado federal, Eduardo Bolsonaro, disse que para fechar o STF bastaria um soldado e um cabo
“Praças e graduados merecem a mesma defesa que os trabalhadores civis””, afirma o deputado Marcelo Freixo (Psol)

Escutem só o que este médico está dizendo:
A dieta dos prazeres à mesa pode ser uma ameaça à saúde se a escolha do cardápio não for bem diversificada no dia a dia. O alerta é do cirurgião oncologista Samuel Aguiar Júnior, diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A.C. Camargo, hospital referência no tratamento de câncer.
De acordo com o médico, embora não se possa fazer uma associação direta de casos de câncer de intestino com o hábito alimentar, existem evidências de que os riscos de se contrair a doença aumentam nos grupos populacionais onde é exagerado o consumo de carnes, principalmente das processadas, enquanto se deixam de lado as fibras vegetais, as frutas e as verduras.
A história sobre o exagero no consumo de carnes, lembra a do capataz da estância de um frigorífico em Guaíba, no Rio Grande do Sul. O frigorífico arrematava gado geral, separava o gado gordo para o abate e o gado de cria invernava na fazenda, aos cuidados do velho Gumercindo, que vivia, solito, no verdor dos seus 70 e poucos anos, num rancho de pedra juntos aos mangueirões da estância.
A cada mês, quando recebia o salário, Gumercindo, homem de toda confiança, pedia que descontassem dos seus ganhos uma novilha gorda, pra fazer um churrasco. Logo se espalhou a lenda que o Gumercindo comia toda a carne da novilha sozinho, durante parte do mês seguinte, uns 150 kg de carne, o que dava mais de 5 kg de carne por dia.
Sabedor da lenda, o Secretário de Turismo da Municipalidade foi procurar Gumercindo no rancho, pois achava que o homem era um fenômeno, churrasqueando dessa maneira, digno de ser incluído nas atrações turísticas da progressista Guaíba.
Chegando lá, foi recebido no quarto do fogo, onde um espeto alentado pingava preguiçosamente a gordura na brasa.
-Pois é, seu Gumercindo, disse o Secretário, me contaram que o senhor come, sozinho, mais de 5 kg de churrasco por dia.
Ao que Gumercindo respondeu de pronto, com franqueza de sentimentos:
-Sozinho não como, seu Secretário. Mas se tiver uma mandioca aferventada ou umas batatas doce assadas no borralho, aí, sim, como até 10 kg de carne gorda.
Aí acrescento: e se tiver uma companheirada boa, um chimarrão e uns tragos de “caña” para destrancar a goela, dá pra comer mais de 10 kg, nem que seja só para lembrar do véio Gumercindo. Tudo temperado na lenha do branquilho ou da pitangueira. Afinal, ninguém fica pra semente.

Moro é o ministro mais bem avaliado do governo Bolsonaro; Damares fica em segundo lugar.






Do InfoMoney, editado.







