
Da Agência Sertão, de Guanambi

Da Agência Sertão, de Guanambi

O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, nome oficial da reforma da Previdência, aprovado em primeiro turno pelos deputados federais deixa uma porta aberta para que benefícios não programados, aqueles cuja concessão depende de eventos não previsíveis, como a morte, invalidez e a prisão, possam ser atendidos pelo setor privado.
Se o texto for aprovado em segundo turno pela Câmara dos Deputados e em dois turnos pelo Senado, o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) ou outros que virão poderão mandar uma lei complementar para o Congresso Nacional mudando as regras de concessão desses benefícios quando bem entenderam, com grande chance de aprovação. Isso porque, não precisarão dos votos da maioria absoluta (60%) dos deputados e senadores, como é necessário para a aprovação de uma PEC.
Hoje, a Constituição permite apenas a possibilidade de privatização do seguro acidente de trabalho. Uma lei complementar pode privatizar a concessão de benefícios como a pensão por morte, os auxílios doença (incapacidade temporária), reclusão e acidente; a aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente); e o salário maternidade.
Para o ex-ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini, a possibilidade de privatização, especialmente dos auxílios doença e aposentadoria por invalidez vão deixar uma porta aberta para a máfia de seguradoras como acontece hoje com muitos planos de saúde, que dificultam a vida das pessoas negando procedimentos.
“Para aumentar os lucros eles podem reduzir o atendimento, como fazem os planos de saúde que se recusam a fazer determinados exames e procedimentos médicos”, critica Berzoini.
Segundo o ex-ministro, os benefícios que serão difíceis de serem negados são o salário-maternidade, o auxílio reclusão e a pensão por morte. Quem deverá sofrer mais para conseguir seus direitos serão os segurados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que se acidentam ou ficam doentes, dentro ou fora das empresas.
“Isto pode acontecer com quem precisa de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Essas seguradoras podem simplesmente recusar o pedido do segurado do INSS”, diz.
Uma pessoa com doença incapacitante poderá ser tratada de maneira desumana, não ter reconhecida a sua doença e ficar sem renda, já que não conseguirá trabalhar
A privatização desses benefícios, que tem o objetivo claro de dificultar o acesso da população a um direito garantido pela legislação, é uma marca dos governos pós- golpe de 2016, que começou com o ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) e segue com Bolsonaro, na avaliação do ex-ministro Ricardo Berzoini.
E dados sobre o Programa de Revisão de Benefícios por Incapacidade – Operação ‘Pente Fino do INSS’ -, que começou em 2016 confirmam a análise de Berzoini.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o INSS já cancelou 577.375 benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez – passaram pela perícia 1.182.330 trabalhadores e trabalhadoras e cerca de 49% perderam a renda mensal.
“Os governos do PT”, lembra Berzoini, “fizeram de tempos em tempos uma revisão nas aposentarias por incapacidade, mas somente para os que recebiam o benefício a longo prazo para evitar fraudes, mas não desta forma. Hoje, o governo aperta de maneira insensível e cria-se injustiças”.
“Sempre haverá fraudes que precisam ser combatidas, mas não desta forma, impedindo que, quem mais precisa como em casos de acidentes e incapacidade sejam prejudicados. A lógica dele desse governo é o interesse capitalista, de lucro”, analisa o ex-ministro da Previdência.

-“Nunca fui bolsonarista”


Muitos dos veículos recuperados pela PRF são clones de outros com mesmas características, marca e modelo. Desse modo, associado aos crimes de roubo ou furto, são identificados outros como uso de documento falso e receptação. Em 2019, já foram recuperados mais de 350 veículos furtados, roubados ou adulterados nas rodovias federais do estado.




Deixa o Paulo Guedes mais uns dois anos em Brasília e ele vai conseguir resultado igual, potencializado três vezes pelo número da população.
Não estão afastados os saques a supermercados, legiões de famintos e desempregados e uma convulsão social de proporções. Como na Venezuela. Como na Argentina.







Fonte: Publicidade
O juiz Vicente Reis de Santana Filho, da Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa da Comarca de Salvador,

ENTENDA O CASO
Em março deste ano, o CNJ determinou a anulação imediata de uma portaria editada em 2015 pelo TJBA, que transferiu uma área de 366 mil hectares em Formosa do Rio Preto a um homem só, o borracheiro José Valter Dias.




“Achei estranho porque o documento do IPVA 2019 não chegou, então fui consultar no site do Detran e me deparei com a surpresa de que meu carro estaria a 710 km/h na EPNB.”


De Márcia Delgado, do Metrópoles, editado.


A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (2), a Operação Imhotep que visa desarticular uma organização criminosa responsável por fraudes em licitações e desvios de recursos destinados à prestação de serviços de transporte escolar em prefeituras municipais de Tocantins e do Maranhão.
No decorrer das investigações, foi apurado que, somente entre os anos de 2017 e 2018, a principal empresa envolvida – uma cooperativa de fachada, cujo capital social é de apenas R$ 6,5 mil – foi favorecida por empenhos em 19 municípios, que totalizaram mais de R$ 16,6 milhões, provenientes de contratos superfaturados e prestados de forma integral por terceiros. O dano aos cofres públicos apurado, neste primeiro momento, é de cerca de R$ 2,8 milhões.

A Operação Imhotep está cumprindo 33 mandados de busca e apreensão – dois no Maranhão (Imperatriz e e Sítio Novo do Maranhão) e os demais em diversos municípios do Tocantins (Palmas, Pugmil, Augustinopolis, Palmeiras do Tocantins, Praia Norte, Sampaio, Sítio Novo do Tocantins, Araguatins, Buriti do Tocantins, São Sebastião, São Miguel, Praia Norte, Carrasco Bonito, Nazaré).
As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Araguaína/TO, que também decretou a suspensão de contratos em 11 municípios do Tocantins.
Também estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva; bloqueio de bens dos investigados; e a suspensão dos contratos prestados pelas empresas com as prefeituras. O trabalho conta com a participação de 94 policiais federais e de 12 auditores da CGU.
Impacto social
Além do prejuízo ao erário, os desvios praticados pela organização criminosa causaram impacto na vida dos estudantes, já que os serviços de transporte escolar são prestados por terceiros subcontratados pela cooperativa e, muitas vezes, em veículos totalmente inadequados ao transporte de pessoas. Nela, alunos de Sítio Novo do Maranhão (MA) estão desprotegidos na carroceria de um caminhão de carga, estacionado em frente à sede da prefeitura. O registro foi feito em novembro de 2018, durante trabalho de fiscalização da CGU.
Denúncias
A CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União, mantém um canal para o recebimento de denúncias. Quem tiver informações sobre a Operação Imhotep, ou sobre quaisquer outras irregularidades, pode enviá-las por meio de formulário eletrônico. A denúncia pode se anônima, para isso, basta escolher a opção “Não identificado”.

Do Estadão



A iniciativa é uma ação do governo do Estado, através da Secretaria de Segurança Pública (SSP), apoiada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), que ajuda na logística e acolhimento do efetivo policial quando este precisa pousar nas fazendas.
Liderado pela Policia Militar da Bahia, por meio do Comando de Policiamento da Região Oeste (CPRO), a Operação conta, ainda, com o contingente do Comando de Policiamento Especializado, Cipe Cerrado, 3ª Companhia de Polícia Rodoviária, Rondesp, CIPRV, CIPT e as 85 e 86 CIPMs.
O objetivo é intensificar a ronda rural nesta época em que aumenta o índice de criminalidade na região. Para tanto, além do policiamento terrestre, um helicóptero fica de prontidão para fazer a varredura aérea sempre que houver necessidade. A ação beneficia toda população da cidade, com redução significativa do índice de violência.


A operação ressalta a postura do setor, que passou a investir em vigorosos programas de compliance e conformidade.
Com isto, a cadeia produtiva de proteína animal reforça seu compromisso com os consumidores e importadores do Brasil e do mundo pela transparência e pela preservação da qualidade dos produtos.



Quando os terráqueos estiverem vivendo 700 anos e as suas naves viajando a velocidade da luz, será uma boa migrar para esse novo planeta.
Uma viagem de 30 anos, dormindo em baixa temperatura, e estaremos numa nova terra, livres de tipinhos como Trump, Putin, Bolsonaro e chineses e indianos poluidores.

Do site Mais Oeste.



De Fernando Machado, no ZDA

Cavalgada na Cacimbinha






