
Vem meteoro! O Brasil já está acabando mesmo.

































De Juliana Sayuri, do Intercept.

Da trupe do Sargento Pimenta, poucos se salvam. Os filhos são estúpidos, os ministros são estúpidos, os apoiadores no Congresso – cada vez menos e mais comprados – são estúpidos.
Mas esse sinistro da Educação, cujas origens pouco se sabe, semi-analfabeto e fundamentalista, certamente é o pior deles.
Ignorante, orgulhoso da sua ignorância, canastrão e doutrinado por aquele velho estúpido que está auto-exilado nos Estados Unidos. A educação brasileira vai levar um longo tempo para se recuperar desse desastre orquestrado.




Da Revista Forum
Gente perigosa, meu amigo. Muito perigosa. Diz um ditado popular que Deus os cria, o Diabo por temor da concorrência os separa, mas aos poucos, por si só, eles vão se reunindo novamente.

Da Agência Sertão, de Guanambi

O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06/2019, nome oficial da reforma da Previdência, aprovado em primeiro turno pelos deputados federais deixa uma porta aberta para que benefícios não programados, aqueles cuja concessão depende de eventos não previsíveis, como a morte, invalidez e a prisão, possam ser atendidos pelo setor privado.
Se o texto for aprovado em segundo turno pela Câmara dos Deputados e em dois turnos pelo Senado, o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) ou outros que virão poderão mandar uma lei complementar para o Congresso Nacional mudando as regras de concessão desses benefícios quando bem entenderam, com grande chance de aprovação. Isso porque, não precisarão dos votos da maioria absoluta (60%) dos deputados e senadores, como é necessário para a aprovação de uma PEC.
Hoje, a Constituição permite apenas a possibilidade de privatização do seguro acidente de trabalho. Uma lei complementar pode privatizar a concessão de benefícios como a pensão por morte, os auxílios doença (incapacidade temporária), reclusão e acidente; a aposentadoria por invalidez (incapacidade permanente); e o salário maternidade.
Para o ex-ministro da Previdência Social, Ricardo Berzoini, a possibilidade de privatização, especialmente dos auxílios doença e aposentadoria por invalidez vão deixar uma porta aberta para a máfia de seguradoras como acontece hoje com muitos planos de saúde, que dificultam a vida das pessoas negando procedimentos.
“Para aumentar os lucros eles podem reduzir o atendimento, como fazem os planos de saúde que se recusam a fazer determinados exames e procedimentos médicos”, critica Berzoini.
Segundo o ex-ministro, os benefícios que serão difíceis de serem negados são o salário-maternidade, o auxílio reclusão e a pensão por morte. Quem deverá sofrer mais para conseguir seus direitos serão os segurados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que se acidentam ou ficam doentes, dentro ou fora das empresas.
“Isto pode acontecer com quem precisa de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. Essas seguradoras podem simplesmente recusar o pedido do segurado do INSS”, diz.
Uma pessoa com doença incapacitante poderá ser tratada de maneira desumana, não ter reconhecida a sua doença e ficar sem renda, já que não conseguirá trabalhar
A privatização desses benefícios, que tem o objetivo claro de dificultar o acesso da população a um direito garantido pela legislação, é uma marca dos governos pós- golpe de 2016, que começou com o ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) e segue com Bolsonaro, na avaliação do ex-ministro Ricardo Berzoini.
E dados sobre o Programa de Revisão de Benefícios por Incapacidade – Operação ‘Pente Fino do INSS’ -, que começou em 2016 confirmam a análise de Berzoini.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, o INSS já cancelou 577.375 benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez – passaram pela perícia 1.182.330 trabalhadores e trabalhadoras e cerca de 49% perderam a renda mensal.
“Os governos do PT”, lembra Berzoini, “fizeram de tempos em tempos uma revisão nas aposentarias por incapacidade, mas somente para os que recebiam o benefício a longo prazo para evitar fraudes, mas não desta forma. Hoje, o governo aperta de maneira insensível e cria-se injustiças”.
“Sempre haverá fraudes que precisam ser combatidas, mas não desta forma, impedindo que, quem mais precisa como em casos de acidentes e incapacidade sejam prejudicados. A lógica dele desse governo é o interesse capitalista, de lucro”, analisa o ex-ministro da Previdência.

-“Nunca fui bolsonarista”


Muitos dos veículos recuperados pela PRF são clones de outros com mesmas características, marca e modelo. Desse modo, associado aos crimes de roubo ou furto, são identificados outros como uso de documento falso e receptação. Em 2019, já foram recuperados mais de 350 veículos furtados, roubados ou adulterados nas rodovias federais do estado.




Deixa o Paulo Guedes mais uns dois anos em Brasília e ele vai conseguir resultado igual, potencializado três vezes pelo número da população.
Não estão afastados os saques a supermercados, legiões de famintos e desempregados e uma convulsão social de proporções. Como na Venezuela. Como na Argentina.


