Vai atacar o Brasil? Que não seja numa segunda-feira, por favor!

Guerra só em dias úteis, pela manhã, menos nas segundas-feiras.

Após corte orçamentário, Exército suspende expediente às segundas-feiras. Medida preventiva foi tomada em razão da estimativa de rombo de R$ 139 bilhões nas contas do governo deste ano.

O Exército não terá mais expediente às segunda-feiras. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a medida foi adotada pelo comandante da Força, general Edson Pujol, como forma de economizar os gastos discricionários da instituição.

De acordo com a publicação, o comando do Exército prevê economizar cerca de R$ 2 milhões por dia em cada uma das cinco segundas-feiras do mês de setembro, período em que a medida foi adotada. O Exército teve 28% de seus gastos discricionários contingenciados pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

A medida preventiva foi tomada em razão da estimativa de rombo de R$ 139 bilhões nas contas do governo deste ano. O Estado confirmou a decisão de Pujol, anunciada ao Alto-Comando do Exército por meio de um e-mail revelado pelo jornal Folha de S. Paulo, com três generais, dois dos quais comandantes de tropas.

O corte de gastos deve afetar até mesmo as cinco brigadas classificadas como forças de emprego estratégico: a Brigada de Infantaria Paraquedista (com sede no Rio e subordinada ao Comando Militar do Leste), a 12.ª Brigada de Infantaria Aeromóvel (com sede em Caçapava, no interior paulista, e subordinada ao Comando Militar do Sudeste), a 23.ª Brigada de Infantaria de Selva (com sede em Marabá, no Pará, e parte do Comando Militar do Norte), a 5.ª Brigada de Cavalaria Blindada (Ponta Grossa, Paraná, no Comando Militar do Sul) e a 4.ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (em Dourados, em Mato Grosso do Sul), subordinada ao Comando Militar do Oeste. Editado pelo bahia.ba.

O Exército tem 151 oficiais generais, entre eles, general-de-exército (15), general-de-divisão (45) e general-de-brigada (91). E a Força Aérea possui um efetivo de 85 oficiais-generais, entre tenente-brigadeiro (08), major-brigadeiro (25) e brigadeiro (52). Na Marinha, são 67 oficiais-generais, divididos entre almirante-de-esquadra (07), vice-almirante (20) e contra-almirante (40). E mais um tanto de generais de pijama, que ficam em casa conspirando e pensando como garantir a pensão. O general Heleno, chefe do gabinete institucional de Bolsonaro (GSI) já disse que tem vergonha de receber o salário líquido de R$20 mil por mês.

Com tanto comandante, a medida mais apropriada é mesmo decretar feriado às segundas-feiras, cortar o almoço e tirar a tarde de folga. E rezar que a França não invada a Amazônia num final-de-semana prolongado.

Homem mata mulher e é linchado até a morte por populares

Uma mulher e o ex-companheiro dela foram encontrados mortos neste domingo (01/09/2019) na região do Café sem Troco, na vila Paranoá, periferia de Brasília. O caso é tratado como feminicídio seguido de homicídio.

De acordo com a delegada Jane Klebia, da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), os dois participavam de uma festa de aniversário quando começaram a discutir. Eles foram casados por dez anos e tinham sete filhos (com idade entre 3 e 11 anos), mas estavam separados há três meses.

O clima esquentou e ambos se agrediram. Aneilton Vitorino da Silva, 29 anos, matou Roseli Sousa Santos, 33, com pelo menos duas facadas. Em seguida, o homem foi linchado por populares e morreu no local. Ele foi agredido com socos, pontapés e tijoladas.

Segundo a delegada, há histórico de violência doméstica, mas a mulher nunca registrou ocorrência contra o companheiro porque não acreditava, conforme relatos de testemunhas, que ele iria fazer mal a ela.

A polícia está em busca dos autores do linchamento. Dois deles já teriam sido identificados.

Explica, agora: como ficarão essas sete crianças sem pai e mãe?

Sanders: 279 ataques a tiros em 244 dias de 2019 nos EUA.

Bernie Sanders, pré-candidato às convenções democratas nos EUA, lamenta as atitudes de Trump e sua firmeza em defender a Associação Nacional do Rifle:

244 dias de 2019. 279 incidentes de tiro em massa. Já é suficiente. Temos de enfrentar a Associação Nacional do Rifle e acabar com a epidemia de violência armada neste país.

O exemplo aí está para Bolsonaro, que continua tentando armar a população brasileira, porque acredita que eles serão seus defensores em um eventual golpe.

Radialista diz na Metrópole que Sinistro da Educação é cavalgadura

O radialista Mário Kertész afirmou hoje, em seu programa diário na Metrópole, que lamenta ver jovens políticos tentando defender o indefensável, no caso o Governo Bolsonaro.

O ministro da Educação [Abraham Weintraub], por exemplo, é uma cavalgadura, o que antigamente se chamava de cavalo batizado, porque nem fala português direito, escreve mal, é agressivo, é grosseiro, é de pouca cultura, porque troca Kafka com kafta, assecla com acepipe, e por aí vai. Mas eu acho que todos nós, brasileiros, estamos querendo uma política nova, de renovação, e os políticos que queiram fazer parte dessa política nova têm que ter coragem de enfrentar determinadas coisas. Mas fica todo mundo nessa história, então isso me deixa muito triste”, analisou.

O dilema da crise democrática brasileira e o colapso institucional difuso

Um artigo do advogado eduardense Elenildo Lenon Nunes Rocha, no site Consultor Jurídico.

A constituição brasileira jamais esteve tão ameaçada. De enunciados sobre direitos fundamentais irretocáveis a um sistema de governo que se aproxima do absolutismo. O desacredito do congresso nacional; dois processos de impeachment em menos de 30 anos; decisões judiciais contrárias ao texto formal; controle concentrado de constitucionalidade à mercê de influências externas, inclusive a mídia; consentimento de práticas ilegais sob o manto justificante do combate à corrupção e outros crimes de colarinho branco. Estes são exemplos das ameaças mais significativas.

A educação não é mais universal, é exclusividade de alguns privilegiados. O ódio se espalha como vírus, devido a convicções ideológicas e político-partidárias divergentes. O colapso constitucional-democrático é grave e pode levar o texto normativo promulgado em 05 de outubro de 1988 à morte, conforme identificou o professor Cristiano Paixão.

O jurista Calmon de Passos, por sua vez, afirmava que a crise institucional brasileira era esperável, a partir do momento em que o constituinte de 1988 “formalizou no texto constitucional o Estado do Bem-Estar mais avançado do mundo, quando na verdade nunca fôramos nem mesmo arremedo de Estado Social Democrático[1]”.

Para Calmon uma das maneiras de o constituinte conseguir a aprovação do novo ordenamento constitucional, gestado em meio à transição histórica de um regime autoritário para o chamado estado democrático de direito, onde o congresso nacional fragmentado entre direita, esquerda e centro sem qualquer condição de prevalecer individualmente, foi consentir um paradigma político guiado por acordos espúrios traduzido no sistema normativo que está ai, e que atende e justifica o discurso dos conservadores, serve aos reacionários e acalma os revolucionários.

Identificar e compreender as causas do derruimento dos pilares democráticos brasileiros apontando as perspectivas futuras para a retomada do compromisso com o sistema de regras e princípios presentes na Constituição, de modo a restabelecer a ordem constitucional é papel preponderante da produção científica voltada para preservação dos direitos e fortalecimento da democracia.

A Falsa Ideia de Estado do Bem-Estar

Ao menos até o seu vigésimo aniversário eram poucas as discussões acerca dos vícios de origem, forma e aplicabilidade do texto constitucional de 1988. Sendo rara exceção, dois anos depois da entrada em vigor da Carta Magna o Professor Calmon de Passos discorria em suas palestras sobre a “derrapagem” do legislador constituinte ao elaborar o texto da lei maior. O jurista baiano era crítico do texto constitucional e aspirava escrever sobre uma “conspiração insidiosa[2]” arquitetada para sua aprovação.

Texto normativo reflete o nível de poder da classe dominante no momento da elaboração e as forças por detrás de sua normatividade. Durante o regime antidemocrático (1964-1985) o poder era exercido pela força, o instrumento mais adequado naquele período. Na formatação da Constituição libertária, porém, a elite constituinte de 1988 exerceu o poder pela ideologia, alicerçada na promessa de um Estado de Bem-Estar que atendia os interesses de classes antagônicas. A solução encontrada se mostrou mais produtiva.

Os reflexos do vacilo legislativo dos constituintes de 1988 são bem atuais: crise institucional universalizada; congresso nacional desacreditado; vontade do povo anulada em dois processos de impeachment; o poder judiciário, não menos desacreditado, mas utilizando-se de uma espécie de paternalismo constitucional como um paladino supremo das soluções dos conflitos e, enfim, a “democracia em vertigem”.

Se antes não havia exercício de poder político, hoje, esse poder escapa ao controle social do povo. As atuais manifestações não possuem causa, apenas refletem o paradoxo ideológico acentuado pela polarização político-partidária. Existe um irrealismo constitucionalizado da realidade, calcado na ingênua crença de que a judicialização da convivência humana é a solução para os problemas existenciais e naturais de toda sociedade. A dormência coletiva é fruto de uma constituição cidadã generosa em enunciar direitos fundamentais e demasiadamente esmaecida e astuta ao assegurar esses direitos.

Segundo Calmon, enquanto a Europa e os Estados Unidos davam início ao “consenso de Washington” e sepultavam o Estado do bem-estar, levianamente, o constituinte de 1988 “formalizou no texto constitucional o Estado do Bem-Estar mais avançado do mundo, quando na verdade nunca fôramos nem mesmo arremedo de Estado Social Democrático”.[3]

Para o jurista baiano, a crise do constitucionalismo brasileiro era esperável. Hoje, percebemos a contemporaneidade de seu pensamento.

O dilema da frágil democracia brasileira e a crise constitucional
Em artigo dedicado aos 30 anos da promulgação da Constituição de 1988, compartilhado por pesquisadores da Universidade de Brasília, o professor Cristiano Paixão analisa a crise constitucional e conclui que ela se tornou mais evidente em 2016 a partir do impeachment da então presidente da República Dilma Rousseff, além de possui uma característica distinta: “é uma crise desconstituinte”. Das várias possibilidades, aponta dois possíveis desfechos para o problema. Primeiramente é o gradativo esvaziamento do texto constitucional que conduz a um estado de obsolescência. Pragmático, o pesquisador ainda prevê que se persistirem os ataques dos “movimentos desconstituintes” ao seu núcleo, será impossível restaurar minimamente o padrão de estabilidade institucional, o que pode levar a morte do texto promulgado em 1988.

O segundo desfecho é positivo, no sentido de que “será necessário contrapor uma resistência aos impulsos desconstituintes, sob a forma de um movimento. Um movimento reconstituinte”, “que antes de tudo deve retomar o compromisso com o sistema de regras e princípios presente na Constituição”.

Essas leituras da crise pelo professor Cristiano Paixão, de certo modo, demonstram a contemporaneidade do pensamento de Calmon de Passos,que numa perspectiva futurista já alertava sobre a crise no poder judiciário afirmando que “a ameaça à cidadania vem do poder não submetidos a efetivos controles sociais e isso não diz respeito apenas ao Executivo, à administração pública, mas a todas as funções do Estado e aos que as desempenham, incluídos o legislador e o julgador”.

Calmon afirmava que o processo legislativo constituinte de 1988 gerou a desmobilização da luta política ao instituir como núcleo da Constituição os direitos e garantias fundamentais. Em contraponto, o professor Cristiano Paixão não vê vício de origem no desenho constitucional que justifique uma redefinição do atual texto ou a sua substituição por meio de nova constituinte.

Segundo Paixão, o conceito de crise perdeu muito de seu componente de excepcionalidade[4]. A gradativa normalização do conceito tem duas consequências: uma espécie de banalização da ideia de crise e uma certa opacidade do conceito. A normalização da excepcionalidade é tão lesiva quanto a própria crise, porquanto permeia o campo da racionalidade. Não é racional nos acostumarmos com tiroteio diário no Rio de Janeiro, tampouco com ilegalidades institucionalizadas. Não é racional nos acostumarmos com a passividade letárgica do povo, mas é o que estamos vendo. Compreender a dimensão da crise, as perspectivas para o futuro e apontar possíveis caminhos, é papel da preponderante da comunidade acadêmica.

Conclusão

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Bolsonaro frita Dória e cozinha Moro em água morna.

Dória e Bolsonaro: antes, amigos de cagar juntos. Agora, inimigos raivosos.
Foto: Marcos Corrêa/PR

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), está “morto” para a disputa das eleições presidenciais de 2022, na avaliação do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Também na opinião de Bolsonaro, o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Mendonça, é mais “supremável” que o ministro Sergio Moro (Justiça).

As declarações foram dadas por Bolsonaro neste sábado (31) durante conversa de 1h30 com um grupo de jornalistas no Quartel-General do Exército, em Brasília.

A relação entre o presidente e o ministro está desgastada, com recentes episódios envolvendo a tentativa de interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, subordinada a Moro, e no Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão que tinha um aliado do ministro no comando.

Os jornalistas foram convidados por Bolsonaro a participar de um almoço, organizado por militares. Não foram permitidos o uso de gravadores nem a entrada de telefones celulares. Ao final do almoço, Bolsonaro sentou à mesa com os jornalistas presentes para conversar.

Descontraído, Bolsonaro comentou uma eventual indicação de Moro a uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo ele, isso vai depender do “dia a dia” e de como o Senado avaliaria o ministro em uma sabatina.

“Não me comprometi com o Moro no STF. Durante a campanha, o que eu prometi foi alguém do perfil do Moro”, disse.

O presidente disse então que o ministro da AGU é “terrivelmente supremável”.

Não é a primeira vez que Bolsonaro elogia Mendonça. Em julho, ele já havia dito que o ministro da AGU era “terrivelmente evangélico” e um bom nome para o STF.

Na conversa, Bolsonaro também falou sobre a corrida presidencial de 2022. Para ele, Doria está morto como candidato na próxima eleição. Na opinião, o tucano não tem chances na disputa. “Não dá para forçar ser quem você não é”.

Como diz Bebianno, ex-ministro de Bolsonaro e advogado particular do Presidente, não se atira em companheiros pelas costas. Bolsonaro e os filhos continuam fazendo isso com extrema perícia. Não erram um tiro. E certamente vão pagar o ônus da estupidez.

Bozo errou o pulo: pesquisas eleitorais apontam 4 democratas na frente de Trump.

Quatro democratas estão à frente de Trump em pesquisa da Fox News para presidência dos EUA. Joe Biden continua liderando, mas Elizabeth Warren subiu 16 pontos em cinco meses e ultrapassou Bernie Sanders, chegando ao segundo lugar, de acordo com emissora. Presidente perderia ainda para Kamala Harris.

Leia a matéria completa no g1.globo.com

Ferrari na primeira fila e Lecrerc absoluto na terceira pole do ano

O garoto monegasco de 21 anos, Lecrerc, busca agora a primeira vitória

Só deu Charles Leclerc em Spa-Francorchamps. O piloto da Ferrari dominou as três etapas do treino de classificação do GP da Bélgica e conquistou sua terceira pole position na temporada 2019. A Ferrari voltou a fazer dobradinha, e Sebastian Vettel completou a primeira fila, a 0s748 do tempo do companheiro de equipe.

Informações do Globo Esporte. A Globo transmite a F1 amanhã, domingo, a partir das 9 horas.

Mesmo sem a Mercedes fazer frente para a Ferrari, Lewis Hamilton conseguiu o máximo possível e vai largar na terceira colocação e terá ao seu lado na segunda fila o companheiro Valtteri Bottas. O inglês, que bateu no terceiro treino livre, viu seus mecânicos terminarem de consertar o carro só quando a classificação já havia começado.

Max Verstappen (RBR) e Daniel Ricciardo (Renault) ficaram com a quinta e sexta posições, enquanto Nico Hulkenberg (Renault), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), Sergio Pérez (Racing Point) e Kevin Magnussen (Haas) fecharam o top 10. No entanto, devido a uma série de punições por trocas de componentes dos carros de vários pilotos, o grid definitivo ainda não foi confirmado.

O GP da Bélgica começa amanhã às 10h10 (de Brasília), com transmissão ao vivo pela TV Globo. A narração será de Cleber Machado, com comentários de Reginaldo Leme e Luciano Burti. Antes, a partir das 9h, o GloboEsporte.com mostra em vídeo os bastidores nos momentos que antecedem a largada, o desfile dos pilotos e as entrevistas em inglês. Depois da prova, a transmissão segue com o pódio, as entrevistas e os comentários.

Governador entrega 120 novas viaturas para unidades policiais do Leste.

O policiamento preventivo e ostensivo de 88 municípios baianos será reforçado com a chegada de 120 novas viaturas destinadas à Polícia Militar da Bahia (PMBA).

O governador Rui Costa fez a entrega dos veículos na manhã desta sexta-feira (30), no 1º Batalhão de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC), em Feira de Santana, onde também inaugurou uma pista de atletismo de dimensões oficiais.

“Com essa entrega vamos ampliar o patrulhamento, e também estamos licitando um projeto de monitoramento através de câmeras, de forma que as imagens sejam processadas pela tecnologia, que aciona o comando. Com esse sistema, dezenas de criminosos já foram presos em Salvador, então estamos licitando isso para colocar inicialmente em 56 cidades da Bahia, para ter esse serviço reforçado e ampliado”, afirmou o governador Rui Costa.

O titular da Secretaria de Segurança Pública do Estado, Maurício Barbosa, destaca que a entrega das viaturas é muito importante para a região Leste, principalmente para Feira.

“Essa ação de hoje reforça a melhoria da infraestrutura da segurança pública, que vem sendo implantada pelo governo estadual, inclusive com aquisição de armamentos, materiais de perícia, coletes e outros itens que integram o dia a dia do policial”, ressaltou o secretário.

A ação desta sexta-feira integra um investimento de R$19 milhões, referente a um contrato global válido por 30 meses, que permite o uso e manutenção das viaturas distribuídas em todo o território estadual.

Na entrega em Feira, 20 unidades pertencentes à PMBA, entre Companhias Independentes e Batalhões, receberam veículos, beneficiando três milhões de baianos.

A 97ª Companhia Independente da Polícia Militar, responsável pelo policiamento em Irará e outros três municípios, foi uma das contempladas. O major João Himério, comandante da unidade, acredita que se trata de uma melhoria técnica com impacto na motivação aos policias. “Quando se dá melhores condições de trabalho à tropa, isso se reflete na operacionalidade”, afirmou.

Carro colide, parte-se ao meio e motorista perde as duas pernas

Um homem perdeu as duas pernas após uma colisão entre um carro, um ônibus e um caminhão, na BR 367, no povoado de Vera Cruz, entre Eunápolis e Porto Seguro, na manhã deste sábado (31).

Além do homem, outra pessoa também ficou em estado grave. Conforme imagens enviadas por leitor ao BNews, o carro partiu ao meio com a colisão.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Porto Seguro.

Aí, neste momento, Lula teve a infeliz ideia de reeleger Dilma!

Se o Lula fosse morar no sítio, proibisse internet e visitas e dissesse para Dilma: “Vai pra Porto Alegre cuidar do teu neto”, a Lava-Jato talvez não tivesse destruído a indústria naval, a construção pesada não teria sido arrasada, o pré-sal ainda fosse nosso, o Aécio Neto se reelegeria em 2018, o Moro ainda seria um juiz de piso e o Bolsonaro estaria reeleito para o undécimo mandato de deputado federal da bancada do baixo clero.

Lula fez bobagem, sim. Se não quisesse se manter no poder, os Estados Unidos e os fundos abutres estariam roendo o osso na malemolência como sempre fizeram, teriam ganho uma base aérea na fazenda do tio do Aécio.

Doria, ainda prefeito, estaria brigando às bolsadas e cuspidas para ser o próximo candidato do PSDB, o Dallagnol estaria falando de graça para acadêmicos do segundo semestre de direito e o Witzel estaria praticando tiro ao alvo nos travestis da Galeria Alaska.

E Aécio já teria uma frota de helicópteros, para carregar, cada um, 1.500 quilos de pasta base. Os Perrella já estariam na lista da Forbes e uma joint venture da droga bolivariana já teria sido assinada.

E o Luciano Huck? Mais rico, estaria com um Lata Velha Jet Set, em que os ricos quebradões concorreriam, depois de contar sua história triste, a uma reforma completa do seu jatinho, nas tardes de sábado.

Temer? Eduardo Cunha? Estariam morando, como Fernando Henrique Cardoso, na Avenue Foch, em deslumbrantes apartamentos de andar inteiro, onde Marcelinha e Cláudia Cruz, lindas e recatadas, sairiam nas tardes de primavera para degustar algo no Ritz e gastar uma sacola de dólares na Cristhian Dior.

O Brasil não seria a 5ª economia do mundo. Seria a quarta, depois de passar por fora, na curva, pela Alemanha. E já estaria no vácuo do Japão, pedindo passagem. E o Paulo Guedes não estaria gastando um bilhão de dólares por dia de nossas reservas para segurar a valorização da moeda americana. E continuaria pegando o dinheirinho dos fundos de pensão para suas maracutaias.

Ai, que lástima, se a Dilma resolve resistir e voltar a Porto Alegre, sem concorrer, e Lula vai para o monastério do Sítio. Já pensou: estourar um barril de chope todo dia e botar umas picanhas argentinas na brasa?

O povo não sabe viver. E político, muito menos.

Secretaria do Meio Ambiente de Formosa do Rio Preto – Nota de esclarecimento

A Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Formosa do Rio Preto vem a público esclarecer que a Resolução 004/2019 do Condema refere-se apenas à autorização para desenvolver atividade de lavra do minério xisto para produção de fertilizantes e corretivos agrícolas. Ou seja, o minério liberado através da licença será um tipo de pó de rocha, similar ao calcário para uso agrícola, nada tendo a ver com autorização para extração de gás.

A extração desse minério, possibilita o incentivo à agricultura, que reduzirá o custo na correção dos solos agricultáveis em toda a região.

Cabe informar que quem autoriza a extração propriamente dita é o órgão federal responsável, a Agência Nacional de Mineração (ANM), que, inclusive, fiscaliza e rege as normas de extração.

Ainda, os possíveis impactos ambientais, que já foram analisados, e foram firmadas condições que devem ser cumpridas a risca, sob pena de cassação da licença.

A Administração Municipal está atenta aos anseios da sociedade, em especial ao desenvolvimento sustentável.

Grupo Marabá inaugura nova loja do Marabá Universitário.

O Grupo Marabá inaugurou hoje a nova loja do Marabá Universitário. O novo estabelecimento tem 1.500 metros quadrados de área construída, 50 funcionários e possui equipamentos de conveniência, como estacionamento coberto, um restaurante disponível desde o café da manhã até o jantar, lanchonete, adega de vinhos e queijos, açougue completo e uma área especial hortifrutigranjeiros.

A inauguração da loja foi prestigiada pelo deputado Paulo Câmara e por membros da diretoria da Associação Baiana de Supermercados (ABASE), Joel Feldman – Presidente -, João Cláudio Nunes – Vice Presidente e Mauro Rocha – superintendente.

Um grande afluxo de clientes sucedeu ao corte da fita inaugural. A nova loja serve, além da Cidade Universitária, os bairros Luar do Cerrado, Verde Vida, Parque São José, Jardim Sol Nascente, Condomínio Ouro Preto e Residencial 90, entre outros.

Clientes, convidados, imprensa e autoridades foram recepcionados pelos sócios Jader Borges, Juninho Marabá, Hernanee Borges e Gustavo Carias.

 

 

Vox Populi: avaliação negativa de Bolsonaro cresce de 26 para 40%.

Entre abril e agosto deste ano, a avaliação negativa de Jair Bolsonaro como presidente saltou de 26% para 40% dos eleitores consultados em pesquisa nacional Vox Populi, enquanto a aprovação caiu de 26% para 23%, junto a uma queda de 39% para 35% dos que consideram seu desempenho “regular”. Apenas 2% não responderam à questão.

A reprovação representa a soma dos que consideram o desempenho “ruim” (13%) e “péssimo” (27%, ou mais de um quarto dos pesquisados), enquanto a aprovação soma apenas 18% de “bom” e 5% de “ótimo”.

A reprovação à maneira como o presidente faz política, às ideias que defende e ao modo como se relaciona com as pessoas e os opositores, o chamado “bolsonarismo”, aumentou de 30% para 47%, ou quase metade dos pesquisados.

A aprovação ao “bolsonarismo” despencou de 30 para 23% no mesmo período, enquanto os que se consideram “neutros” nessa questão passaram de 30% para 27%. Só 4% não responderam à questão. Lula continua sendo o melhor presidente para 50% das pessoas.

A queda expressiva da avaliação do desempenho de Bolsonaro verifica-se em todas as regiões e segmentos de sexo, idade, renda, escolaridade e religião, segundo o levantamento que ouviu 1.987 pessoas em 119 municípios entre 23 e 26 de agosto.

A pesquisa, contratada pelo PT, tem margem de erro de 2,2% e capta os impactos da aprovação da reforma da Previdência na Câmara, a crise das queimadas na Amazônia e os ataques do presidente aos governadores do Nordeste.

O pior desempenho do presidente se verifica no Nordeste (47% de negativo, 18% positivo e 32% regular), seguido do Sudeste (37%, 27% e 34%, respectivamente) e Norte (35%, 22% e 4%).

No Sul há praticamente um empate (29%, 32%, 34%). A reprovação a Bolsonaro entre homens cresceu de 29% para 35% e, entre mulheres, de 31% para 44%. Entre jovens, saltou de 29% para 40%; entre adultos, de 26% para 41%, e cresceu de 29% para 33% entre pessoas de idade madura.

A reprovação cresceu de 34% para 40% entre pessoas com ensino fundamental, de 26% para 39% entre as com ensino médio, e de 28% para 39% no ensino superior, tornando-se praticamente igual em todos os níveis de escolaridade.

Entre pessoas de baixa renda saltou de 32% para 43%; na faixa de renda média, de 27% para 37%, e de 23% para 36% na renda alta.

Entre os que se declaram católicos, a reprovação saltou de 33% para 42%. Entre os que se declaram evangélicos, a reprovação aumentou de 21% para 31%, empatando com a aprovação, que variou de 29% para 31%, com queda de 42% para 36% no “regular”.

Entre abril e junho, foi de 57% para 59% a percepção de que “o Brasil está no caminho errado”, enquanto passou de 33% para 31% a opinião de que o país está “no caminho certo”, com 10% que não responderam ou não sabem.

52% se declaram insatisfeitos em relação ao Brasil e 15% estão “muito insatisfeitos”, somando 67% de insatisfação, número semelhante aos 70% de abril.

Os que se dizem satisfeitos são 29% e os “muito satisfeitos” são 2%, somando 31% (29% em abril).

Líder do PSL na Câmara perdeu chefe de gabinete. Para a Polícia de Minas.

O Líder do PSL e o chefe de gabinete.

O delegado José Maria da Silva, que trabalhava como assessor do Delegado Waldir, líder do PSL na Câmara, foi preso em operação contra roubo de cargas e lavagem de dinheiro.

Praticamente toda a equipe lotada na especializada da Delegacia Estadual de Combate a Furtos e Roubos de Cargas de Goiás (Decar) foi parar na cadeia, inclusive o delegado José Maria da Silva, que hoje é chefe de gabinete do deputado federal Delegado Waldir.

Ontem, após a operação da Polícia Civil, o deputado exonerou José Maria. 

A geada e os furacões ameaçam a produção norte-americana de milho e soja

 

Feijão: terceira safra pressiona preços para baixo.

No momento em que a terceira safra de feijão está sendo colhida, os produtores ainda não tem certeza do quanto será colhido no total do Brasil.

Apesar dessa incerteza, o presidente do Ibrafe, Marcelo Eduardo Lüders, alerta que este é um momento de concentração e que o produtor tem a maior dificuldade para fazer suas negociações.

De acordo com um relatório da Conab, a Bahia poderia ter mais de 200 mil hectares, mas um levantamentos do Ibrafe e empresas que vendem insumos seria um volume menor.

“Então teríamos menos do que as 660 mil toneladas previstas oficialmente e deve ser algo mais próximo a 580 mil toneladas”, afirma Lüders.

“Durante essa semana tiveram negócios desde 120/125 reais no Mato Grosso, mas uma mercadoria com uma quebra maior por estar muito seca, uma boa mercadoria no MT com produtores procurando firmar entre R$ 135,00 e R$ 140,00 e o mesmo número em Goiás, procurando chegar em R$ 150,00, o que tem se mantido em Minas Gerais”, conta o presidente.

Para a liderança, os produtores tem obtido sucesso em enfrentar este momento de maior oferta e isso pode ser visto na comparação de preços com o mesmo período do ano passado, que teve preço médio de R$ 90,00 em agosto.

Em São Paulo, mercado parado

O mercado nessa sexta-feira operou com as sobras de ontem na Bolsinha. Foram ofertadas 5 mil sacas e até o encerramento desse informativo, às 6h32, nenhum lote havia sido negociado, deixando o mercado parado e com preços nominais.

O mercado segue calmo. No final do mês de julho e inicio do mês de agosto, os preços sofreram com oscilações positivas devido ao comportamento retraído dos produtores.

 

Polícia do Pará prende 3 grandes devastadores da floresta no Estado.

Polícia Civil do Pará identificou três suspeitos de provocar queimadas em área de floresta nativa no sudeste do estado. Nesta quinta-feira (29), policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa dos suspeitos. Dois são irmãos e proprietários da fazenda Ouro Verde, em São Félix do Xingu, e o terceiro é gerente da propriedade. A fazenda fica localizada dentro da Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu.

Segundo a polícia, foi encontrado no local um grupo de trabalhadores em condições análogas à escravidão. A operação está ainda em andamento.

Durante a operação, um dos suspeitos foi preso em flagrante com um revólver calibre 38, sem porte legal, durante cumprimento de busca e apreensão, na sede da fazenda em São Félix do Xingu. Os três vão responder por danos em área de proteção ambiental, poluição, queimadas e associação criminosa. De acordo com a Polícia, equipes fazem buscas na fazenda e em outras propriedades dos investigados, localizadas no estado de Goiás.

Segundo o diretor de Polícia do Interior da Polícia Civil do Pará, delegado José Humberto Melo, as investigações mostram que o grupo já derrubou e tocou fogo em mais de 5 mil km² de mata, o equivalente a mais de 500.000 hectares. Uma área 20% maior que todo o município de Luís Eduardo Magalhães (*).

As investigações indicam que um dos suspeitos pode ter contratado mais de 50 homens para derrubar 20 mil hectares na fazenda Ouro Verde, que dica em área de proteção ambiental. Da Agência Brasil.

Nota da Redação:

O grande negócio desses devastadores não é formar pastagens ou instalar lavouras. É o negócio imobiliário paralelo. Desmatam, tiram a madeira de valor, queimam, atiram uma semente de capim ralo nas cinzas, em áreas indígenas ou terras devolutas do Estado, firmam a posse e as vendem ou arrendam para criadores de bois em extensão.

Três anos depois, as terras perdem a fertilidade, são invadidas pela juquira, as brotações da floresta, e são abandonadas, pois perderam todo e qualquer valor.

As áreas, se não sofrerem novos incêndios, voltam a se restabelecer, lentamente, em 20 ou 30 anos. Mas isso é difícil: atrás dos devastadores e dos pecuaristas vem os agricultores, sedentos de terras baratas ou abandonadas.

(*) O município de Luís Eduardo Magalhães tem 3.940 km²   

Que burro! Muito burro! Demasiadamente burro!

Pois o sinistro da Educação, herr Weintraub, mostrou, em ofício a Paulo Guedes, o sinistro das Finanças, que apesar de ocupar a pasta mais importante para o desenvolvimento desta Nação Morena, não passa de um sonoro analfabeto.

Na missiva, o Ministro se refere a “suspenção” e “paralização”, bem ao jeito do bandão de evadidos do EJA que votou no Bozo, outra figura de poucas luzes, que, por seu turno, escolheu o semovente para dirigir a Educação brasileira.

Contrariando a afirmação de Padre Cícero, esse jumento não é nosso irmão. É apenas um bardoto, inútil para o trabalho e para a função pública que exerce.

Publicação da Conab mostra defasagem na relação da colheita por insumo

Alguns produtos agropecuários, como o arroz, milho e soja, apresentaram queda de preço na relação de troca nos meses de junho e julho deste ano.

O indicador desta relação aponta o poder de compra dos produtores, pois mede a capacidade de aquisição de um insumo com a receita apurada na venda do produto.

A análise está na nova edição da Revista Indicadores da Agropecuária, produzida pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No caso do arroz, a redução na saca de 50 quilos chegou a 3,67%, caindo de R$ 42,88 para R$ 41,31, enquanto o milho caiu de R$ 29,18 para R$ 28,48 (2,4%) e a soja de R$ 64,54 para R$ 63,61 (1,4%) a saca de 60 quilos.

Esses resultados incluem também o algodão, feijão e trigo. Todos os produtos foram pesquisados nos municípios de Campo Verde e Sorriso (MT), Uruguaiana (RS), Unaí (MG), Londrina e Cascavel (PR).

A Revista Indicadores também traz outros temas relacionados à agricultura, como o Valor Bruto da Produção (VBP) de Mato Grosso do Sul, o qual mostra que as lavouras tiveram uma participação bem acima da ofertada pela pecuária no ano passado, de cerca de 67% contra 32% do segmento de criação de gado.

A publicação ainda inclui os índices do Prohort, de comercialização de frutas e hortaliças nas Ceasas, que registrou no início deste semestre uma redução nos preços de frutas e legumes para o consumidor.

Confira aqui a Indicadores da Agropecuária nº 08 – 2019

Marketing Político: jornalista gaúcho leva quatro troféus para casa.

O jornalista gaúcho, radicado em Brasília, Cassiano Sampaio foi um dos destaques do 1º Prêmio CAMP da Democracia realizado esta semana no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

O senior partner da Esplanada Comunicação Estratégica (DF) ganhou um ouro (Melhor Campanha de Defesa de Interesse), duas pratas (Melhor Estratégia de Redes Sociais e Melhor Campanha para Deputado) e um bronze (Melhor Logomarca e Slogan).

E este bronze vale ouro, já que os dois primeiros lugares foram para campanhas presidenciais (Meirelles, ouro, e Haddad, prata), enquanto ele concorreu com uma peça feita para um deputado distrital! 

A revista Veja achou o Queiroz. Ele está morando em São Paulo.

A capa da Revista Veja dessa semana mostra o paradeiro de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL) e envolvido em suspeita de lavagem de dinheiro.

De acordo com a reportagem, no último dia 26, por volta das 17h50, Queiroz esteve na recepção do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. De boné preto e óculos de grau, o paciente chegou sem seguranças nem familiares o acompanhando. Ele ficou cerca de uma hora no local.

Queiroz reside hoje no Morumbi, bairro nobre de São Paulo. A residência é bem próxima do hospital onde trata de uma neoplasia com transição retossigmoide. Queiroz, Flávio e outros assessores são investigados por movimentações financeiras suspeitas de valores. O órgão identificou, além da entrada e saída de R$ 1,2 milhão das contas de Queiroz, emissão de cheques de Queiroz no total de R$ 24 mil para primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Fabrício Queiroz, que é major aposentado da PM, estava sumido desde janeiro, quando foi chamado a prestar depoimento no contexto da investigação sobre as movimentações identificadas pelo Coaf, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras. Ele não apareceu para depor sobre o caso.

A suspeita do Ministério Público é a de que as movimentações são fruto de um sistema de coleta e repasse de dinheiro de funcionários do gabinete do senador Flávio Bolsonaro, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Do portal Metro1

Acho bonito isso. Sempre é louvável quando os amigos não abandonam um dos companheiros abatidos pela desgraça. Solidariedade é uma virtude quase abandonada pelo homem moderno. Não neste caso.

Dólar fecha 0,34% mais alto, a R$4,17.

Jota Camelo, up to date com a situação macabra do Brasil

O dólar voltou a subir ante o real nesta quinta-feira, alcançando o maior patamar de fechamento desde setembro do ano passado, na esteira de novo dia turbulento na vizinha Argentina e com o mercado ainda digerindo a estratégia de atuação do Banco Central no câmbio.

O dólar à vista teve alta de 0,34%, a 4,1717 reais na venda.

É o maior nível para um encerramento desde 13 de setembro de 2018, data em que a cotação terminou em 4,1957 reais, máxima recorde do Plano Real.

Na B3, o dólar futuro operava perto da estabilidade, a 4,1695 reais.

Recuperação da economia brasileira é a mais fraca em 40 anos, aponta estudo; números do PIB são divulgados hoje.

Apesar disso, Bolsonaro está alardeando que o PIB cresceu 0,4% no segundo trimestre em relação aos primeiros três meses deste ano (um trimestre de crescimento negativo em 0,4%), o que indicaria uma recuperação da economia.

Na comparação com o mesmo período de 2018, o PIB subiu 1%. No ano, a alta é de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado ficou mais próximo da ponta mais alta das previsões de mercado, que variavam de 0,2 a 0,5% em sua maioria.

O dado era especialmente aguardado pela possibilidade de confirmar ou não a entrada do Brasil em uma recessão técnica, situação simbólica de fraqueza econômica em que um país é colocado quando tem dois trimestres seguidos de resultado negativo.

Nos primeiros três meses de 2019, o PIB brasileiro teve queda de 0,2% ante o trimestre anterior, na primeira retração desde o fim da recessão de 2015 e 2016.

Com informações da Reuters, Estadão e Exame.

Quebrado, Governo não libera nem emenda parlamentar do próprio Bolsonaro

Quando ainda era candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL) decidiu destinar R$ 2 milhões de sua verba parlamentar como deputado federal pelo Rio para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG).

O gesto foi parte de um agradecimento pelo atendimento do hospital após o ataque a faca sofrido durante a campanha eleitoral, em 6 de setembro, há quase um ano.

A Santa Casa, no entanto, confirmou que “ainda” não recebeu nenhuma das emendas impositivas destinadas à instituição.

Em 2017, a Santa Casa tinha um déficit mensal de R$2,3 milhões, segundo o próprio deputado, em sua justificativa da emenda. Portanto a emenda de Bolsonaro não taparia o buraco nem de um mês.

Secretaria de Educação promove curso preparatório para classificados na Olimpíada de Matemática


A Secretaria Municipal de Educação (SME) de Formosa do Rio Preto está realizando o PROJETO OBMEP 2019, curso preparatório para a 2ª Fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2019. Na última terça-feira (27/08), à tarde, foi a vez dos estudantes do Ensino Fundamental II, 8º e 9º anos, classificados no Nível II participarem da aula de reforço, em contraturno da escola, com o professor  Elias Manoel Santos, diretor de ensino da SME.

O projeto foi iniciado neste mesmo dia, pela manhã, com os estudantes classificados no Nível I, 6º e 7º anos. Nesta sexta-feira (30/08) a aula de reforço será para os alunos do Nível III, Ensino Médio e o cronograma de aulas segue até o dia 13 de setembro com o professor Alberto Peixoto, coordenador do Proinfo.

De acordo com a orientadora educacional, Valdélia Ramaccotti, a iniciativa é desenvolvida contando com professores voluntários com experiência e histórico de sucesso em edições passadas da Olimpíada, em conjunto com os professores de matemática da sala regular e do “Programa Mais Educação” de cada aluno que está classificado, trabalhando provas dos concursos anteriores e tirando as dúvidas que surgirem.

“O objetivo é melhorar o desempenho dos alunos de Formosa na Olimpíada Nacional de Matemática. Esse é um importante reforço e resgate para inserir novamente o município entre aqueles que têm alunos premiados”, explica Valdélia.

A prova da 2ª Fase da Obmep 2019 acontece no dia 28 de setembro. Em Formosa são 40  alunos classificados no Nível I, 44 no Nível II e 53 no Nível III.

Taxa previdenciária sobre exportações deixa agronegócio ouriçado

Por Maria Carolina Marcello, da Reuters

O relator da reforma da Previdência, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), entregou nesta terça-feira seu parecer, que retira da proposta dispositivos relacionados à questão social e assistencial e estabelece, ainda, a cobrança de contribuição previdenciária de determinados setores.

A parte principal do relatório retira do texto as modificações relacionadas ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), e também suprime pontos que se referem à aposentadoria especial, dois temas que já vinham provocando resistência no Congresso desde a discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara.

Uma segunda parte do parecer, que irá compor uma PEC paralela, irá sugerir a cobrança de contribuição previdenciária patronal de entidades filantrópicas —com exceção de santas casas e de assistência social— e de agroexportadoras.

A proposta alternativa, que será separada do texto da reforma, foi a saída encontrada por senadores para estender as novas regras previdenciárias a Estados e municípios sem forçar a PEC original a uma nova votação na Câmara dos Deputados.

“Propomos relevantes mudanças de justiça fiscal”, diz o senador no parecer. “Somos pela revisão de renúncias previdenciárias de baixo impacto social, particularmente as feitas em benefício de grupos econômicos que podem arcar com as contribuições”, argumenta.

O relator propõe, no relatório, além da revisão das renúncias para as filantrópicas e da reoneração do agronegócio exportador, a exigência, para o Simples, de contribuições para financiar benefícios previdenciários em casos de acidente de trabalho ou exposição a agentes nocivos.

Tasso lembra ainda que as mudanças na tributação ocorrerão de maneira gradual e progressiva, em um prazo de cinco anos.

“Não temos clareza sobre porque faculdades destinadas a elite da elite; hospitais que pagam salários de 6 dígitos; ou bem-sucedidos produtores rurais não devem pagar o INSS de seus funcionários. A lógica aqui é simples: se eles não estão pagando, alguém está”, diz o parecer.

A proposta de retomar a tributação sobre os agroexportadores pode esbarrar em resistências, principalmente entre integrantes da chamada bancada ruralista. O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), por exemplo, chegou a retirar o tema de uma medida provisória que relatou.

De acordo com o senador, a PEC paralela também trará mudanças na pensão por morte, outro tema de grande controvérsia que preocupou tanto a bancada feminina da Câmara quanto a evangélica.

“Tem também na PEC paralela pequenas modificações na pensão por morte, que não pode ser inferior a um salário mínimo”, disse o relator.

“É diferente para quem tem renda formal e para quem não tem renda formal, de maneira que ninguém tenha menos do que 1,6 salário mínimo”, explicou.

O senador garantiu que o texto apresentado nesta terça irá gerar uma economia de 1 trilhão de reais em dez anos, mesmo patamar desejado pelo governo quando enviou a PEC para o Congresso.

Segundo ele, o impacto gerado na economia prevista com a PEC com a retirada do BPC e de dispositivos da aposentadoria especial, além das mudanças na pensão, serão compensados com a contribuição de filantrópicas e agroexportadoras.

“Vamos dar uma economia para a União, tirando o que nós atenuamos na questão social, principalmente, e acrescentando essas receitas, nós vamos dar à União uma economia de cerca de 1 trilhão, ou seja, aquilo que o governo queria, mais do que o que veio da Câmara”, afirmou.

O senador calcula ainda que a inclusão de Estados e municípios irá gerar para esses entes da Federação uma economia de 350 bilhões de reais.

CALENDÁRIO

Tasso entregou o relatório ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e à senadora Simone Tebet (MDB-MS), que preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde a proposta tramita.

Após conversar com líderes, a senadora anunciou que o parecer será lido no colegiado na manhã da quarta-feira. Em seguida será concedido um prazo de vista automática por 5 dias, mantendo a previsão de votação do texto na quarta-feira da próxima semana na comissão.

A ideia é incluir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência na ordem do dia do plenário no dia 10 de setembro, quando deve ocorrer uma sessão temática dedicada ao debate do tema.

A votação do primeiro turno está prevista para o dia 24, e estima-se que a do segundo turno ocorra em 10 de outubro.

Na mesma linha, Alcolumbre afirmou que está mantido o calendário de tramitação da proposta, que estima a conclusão da votação na Casa no início de outubro.

“É o calendário que está estabelecido. Na primeira quinzena de outubro, digamos assim, mas a nossa conta é até o dia 10 de outubro estarmos deliberando essa matéria em plenário em segundo turno”, disse o presidente.

Por se tratar de uma PEC, a reforma precisará passar, depois de tramitar pela CCJ, por dois turnos de votação no plenário do Senado. Para ser aprovada, a proposta precisa de ao menos três quintos dos votos, o equivalente a 49 senadores, nas duas rodadas de votação em plenário.

Soja e café sobem nos mercados. Feijão estável.

Foto: Notícias Agrícolas

A saca de 60 quilos da soja começou a quinta-feira (29) com alta de 0,06% no Paraná, e o grão é vendido a R$ 82,15 no estado. Na cidade de Pedro Afonso, em Tocantins, o produto é comercializado a R$ 80,50.

Na cidade maranhense de Balsas o valor da saca também é R$ 80,50, enquanto em Rondonópolis, no Mato Grosso, a soja é negociada a R$ 82.

Em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras a soja começou o dia comercializada a R$72,50, mas esse valor deve ser reajustado durante o dia.

Café em alta depois de sucessivas quedas

A saca de 60 quilos do café arábica registrou elevação de 0,68% no preço e é vendida a R$ 422,10 na cidade de São Paulo. O café robusta também apresentou elevação no valor. A alta foi de 3,23% e a saca é comercializada a R$ 296,98 para retirada no Espírito Santo.

Mercado calmo no feijão em São Paulo

O mercado nessa quinta-feira recebeu novas entradas que se somaram com as sobras de ontem. Foram ofertadas 10 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 30 % do total, restando até as 6h31 a quantidade de 7 mil sacas. O mercado ficou calmo. O feijão carioca extra nota 9,5 saiu em torno de R$ 164 a R$ 166 a saca mais despesas.

LEM: Embasa retoma obra para expandir acesso à rede coletora de esgoto no bairro Santa Cruz

Desde a última segunda-feira (26), a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) retomou as intervenções para expandir o acesso à rede de esgotamento sanitário no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia. Ao longo de toda a semana, a obra vai se concentrar na rua Ibitiba, segundo cronograma, sendo interrompido tráfego, das 8h às 18h para a implantação dos ramais prediais e das caixas de inspeção. O trabalho sempre será iniciado e concluído no mesmo dia. A recomposição do asfalto do trecho onde o asfalto foi danificado para a intervenção será recuperado nesta sexta-feira (30).

As obras no bairro Santa Cruz foram retomadas depois de finalizadas a fase de expansão no Centro de Luís Eduardo Magalhães junto aqueles imóveis que ainda não tinham acesso à rede por meio dos ramais prediais e as caixas de inspeção. Até o mês de outubro, a empresa responsável por executar os acessos para ligação dos imóveis à rede de esgoto deve concluir os trabalhos, permitindo que mais 5,5 mil imóveis sejam beneficiados com coleta e tratamento de esgoto doméstico.

O gerente regional da Embasa, Francisco Araújo, explica que a empresa está acelerando as intervenções na cidade até outubro, quando é previsto o início da retomadas chuvas, dificultando as escavações para a implantação na rede. “É uma obra necessária e vem sendo realizada em ruas onde já existe a rede coletora, mas que ainda não tem os ramais, que é a estrutura que vai coletar e transportar o esgoto dos imóveis para esta rede”, afirma.

Investimento

Nos últimos quatro anos, a empresa investiu R$ 21,6 milhões em reparos no sistema de esgotamento sanitário de Luís Eduardo Magalhães – rede coletora, estações de bombeamento e estação de tratamento – para garantir que os esgotos domésticos sejam coletados dos imóveis e transportados até a estação de tratamento para retornar de forma segura ao meio ambiente. Neste ritmo, a previsão é que até o final de deste ano a cobertura de atendimento do serviço de esgotamento sanitário atinja 68%, saindo dos atuais 40%.

Presidente da Bahia Mineração fala sobre o Porto Sul na Assembleia

Com o objetivo de transformar a Bahia no terceiro maior produtor de ferro do país, a Bamin – Bahia Mineração só aguarda o fim do processo de desapropriação em Ilhéus para inciar as obras do Porto Sul.

Por ele e a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), cuja conclusão das obras ficará a cargo da inciativa privada, a empresa estima exportar 18 milhões de toneladas de minério por ano e redesenhar o mapa da mineração no Brasil. As expectativas foram feitas pelo presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, em audiência pública na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

O evento foi promovido pela Comissão Especial da Ferrovia de Integração Oeste Leste e do Porto Sul da ALBA, presidida pelo deputado Antonio Henrique Jr. (PP), e contou ainda com as participações do chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Luiz Gugé; e o assessor de Estudos Técnicos da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), Maurício Pedrão.

Antes da audiência, Eduardo Ledsham se reuniu com o presidente da Assembleia, Nelson Leal (PP), e adiantou algumas informações sobre essas duas obras consideradas essenciais para o desenvolvimento da Bahia.

Na audiência pública, o presidente da Bamin afirmou que o investimento da empresa chegará a R$10 bilhões na mina e no Porto Sul, em Ilhéus.

“Os empreendimentos da Bamin vão gerar mais de 10 mil empregos diretos e 60 mil indiretos, durante a implantação, e de 1.500 empregos diretos e 9 mil indiretos na operação”, contabilizou Ledsham, no encontro.

Ainda segundo ele, a empresa está comprometida com desenvolvimento regional e tem a meta de contratar pelo menos 60% da mão de obra local. “Em Ilhéus já concluímos o treinamento de 400 pessoas, que estarão preparadas para trabalhar no Porto Sul, assim que as obras comecem”, afirmou.

Para o início das obras do Porto Sul, Eduardo Ledsham explicou que a empresa só aguarda agora o processo de conclusão das desapropriações, cuja responsabilidade é do Governo do Estado. “Ainda existe uma disputa judicial para se resolver”, explicou o presidente da Bamin. De acordo com ele, todo licenciamento ambiental das obras do porto já está resolvido. “O licenciamento demorou sete anos para sair, mas hoje está concluído”.

Só no Porto Sul, segundo ele, o investimento da Bamin chegará a R$4 bilhões. “O terminal terá capacidade de movimentar mais de 40 milhões de toneladas por ano e terá uma infraestrutura moderna e altamente avançada para garantir eficiência”, afirmou Ledsham. O equipamento, acrescentou, poderá receber grandes embarcações de até 220m de comprimento e calado com carga total de 18,3m. De acordo com Ledsham, o porto não só escoará a produção de minério da Bahia, mas também de fertilizantes e grãos produzidos sobretudo no Oeste baiano.

Para que isso aconteça, lembrou ele, é necessário a conclusão da Ferrovia Oeste-Leste. Depois de pronta a Fiol, que foi dividida em quatro trechos, será integrada à Ferrovia Norte-Sul, aumentando a capacidade de exportação por estas duas vias.

O primeiro trecho, de Ilhéus a Caetité, com extensão de 537 km, já tem cerca de 72% de execução física da obra completada. O restante será concluído pela inciativa privada.

Para tanto, continuou o presidente da Bamin, o governo deve leiloar para concessão da iniciativa privada esse primeiro trecho ainda este ano. “É preciso que isso seja feito logo, porque a cada dia que se adia o leilão, mas reinvestimento é necessário para se manter a estrutura atual”, afirmou ele.

Quando concluída, a Fiol terá 1.527 km de extensão e ligará o Porto Sul a Figueirópolis, no Tocantins, onde será conectada à Ferrovia Norte-Sul.

No final da audiência, o deputado Antônio Henrique Jr. informou que os integrantes da comissão farão uma visita tanto às obras do Porto Sul como do primeiro trecho da Fiol.

“Queremos ver de perto o andamento dessas obras estruturantes para a Bahia”, afirmou o presidente do colegiado. Eduardo Ledsham disse que será um prazer receber os deputados e afirmou que eles poderão inclusive percorrer um trecho da ferrovia. “Temos recebido a visita de muitos prefeitos e vereadores de municípios próximos, além de estudantes que se interessam muito ao descobrir a importância do setor de mineração”, disse  Ledsham.

Presenças confirmadas na grande inauguração do Marabá Universitário

Joel Feldman – Presidente da Abase e João Cláudio Nunes – Vice Presidente da Abase

Já está confirmada a presença, na inauguração da nova loja do Grupo Marabá, da diretoria da Associação Baiana de Supermercados (ABASE), que pela primeira vez vem a Luís Eduardo Magalhães.

Mauro Rocha – Superintendente da Abase e Paulo Câmara, deputado estadual.

Virá prestigiar também Paulo Câmara, deputado estadual e representante de nossa cidade na Assembleia Legislativa da Bahia.

O Grupo Marabá convida toda a população de Luís Eduardo Magalhães e Região para participar conosco dessa Grande festa de inauguração, amanhã, sexta-feira, 30, às 9 horas.

 

 

Fachin arquiva processo contra Jaques Wagner por falta de provas

Foto de Elza Fiúza, da ABr.

Wagner foi alvo de perseguição dos procuradores do MPF, que tentaram acelerar a ação contra o petista pouco antes do segundo turno da eleição do ano passado.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, determinou o arquivamento de ação penal movida contra o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Wagner foi alvo de perseguição dos procuradores do MPF, que tentaram acelerar a ação contra o petista pouco antes do segundo turno da eleição do ano passado. A revelação foi feita pela série Vaza Jato, do The Intercept Brasil.

O ex-governador da Bahia era acusado pelos procuradores da Lava Jato de participar de uma organização criminosa que teria desviado recursos, por meio de caixa 2, da Petrobras.

Fachin entendeu, no entanto, que uma vez que não houve a oferta de denúncia pela Procuradoria-Geral da República (PGR) após mais de dois anos de investigação e nem a existência de elementos que justificassem o prosseguimento da investigação na primeira instância, o processo deveria ser arquivado.

O relator argumentou que o encerramento do inquérito é fundamentado no artigo 18 do Código de Processo Penal (CPP) e não impede a reabertura das investigações caso surjam novas provas.

Apesar do desmentido de Bolsonaro, segue boicote ao couro bovino brasileiro.

curtumes
Curtumes tem alto consumo de mão-de-obra. A produção de couros já vinha caindo. Agora a situação piorou.

Do portal Brasil 2 pontos

Pelo menos 18 marcas de roupas e calçados internacionais, como Timberland, Kipling, Vans e The North Face, solicitaram a suspensão de compras de couro do Brasil por causa das queimadas na Amazônia. A informação foi passada nesta terça-feira (27/8), pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), associação que representa as empresas produtoras de couro, em carta enviada ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

“Recentemente, recebemos com muita preocupação o comunicado de suspensão de compras de couros a partir do Brasil de alguns dos principais importadores mundiais. Este cancelamento foi justificado em função de notícias relacionando queimadas na região amazônica ao agronegócio do País. Para uma nação que exporta mais de 80% de sua produção de couros, chegando a gerar US$ 2 bilhões em vendas ao mercado externo em um único ano, trata-se de uma informação devastadora”, escreve José Fernando Bello, presidente executivo do CICB.

“Entendemos com muita clareza o panorama que se dispõe nesta situação, com uma interpretação errônea do comércio e da política internacionais acerca do que realmente ocorre no Brasil e o trabalho do governo e da iniciativa privada com as melhores práticas em manejo, gestão e sustentabilidade. Porém, é inegável a demanda de contenção de danos à imagem do País no mercado externo sobre as questões amazônicas”, continua a entidade, que na sequência, lista alguns exemplos de empresas que fizeram esse pedido.

Na carta, foram citadas: Timberland, Dickies, Kipling, Vans, Kodiak, Terra, Walls, Workrite, Eagle Creek, Eastpack, JanSport, The North Face, Napapijri, Bulwark, Altra, Icebreaker, Smartwoll e Horace Small. Bello afirma ainda que a entidade está tentando reverter o quadro, mas pede “ao ministério uma atenção especial sobre a realidade que já nos é posta, com a criação de barreiras comerciais por importantes marcas ao produto nacional”.

Alta nas queimadas

Após uma série de embates diplomáticos entre o presidente Jair Bolsonaro e dirigentes de outros países, como a França, o governo federal finalmente decidiu por aceitar ajuda financeira internacional para conter os incêndios na Amazônia. “O ponto essencial é que esse dinheiro (…) não vai contra a soberania brasileira e que a gestão dos recursos é de nossa responsabilidade “, disse um porta-voz da presidência.

Imprensa estrangeira segue batendo forte em Bolsonaro

A internauta, psicóloga Sílvia Costa, no Twitter:

Agora é a Itália… Depois de jornais da Suécia, Portugal, Espanha, França, Dinamarca, Suiça, Bélgica, Noruega e até o “comunista” The New York Times, é a vez do L’Espresso, um dos maiores jornais da Itália dizer na capa:

“Jair Bolsonaro e seu governo são um flagelo para o Brasil”

Congresso derruba veto e retoma punição para quem divulgar ‘fake news’

O crime de divulgação de fake news ocorrerá quando a pessoa divulgar – com finalidade eleitoral – ato ou fato atribuído falsamente a outro, sabendo de sua inocência.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Parlamentares rejeitaram veto e criaram pena para quem divulgar notícia falsa em eleições

O Congresso Nacional derrubou nesta quarta-feira (28) veto ao Projeto de Lei 1978/11, atribuindo a mesma pena de denúncia caluniosa com fins eleitorais (reclusão de 2 a 8 anos) à divulgação de fake news (notícia falsa) também com finalidade eleitoral. O trecho será incorporado à Lei 13.834/19.

O veto foi derrubado com o placar de 326 a 84 na Câmara dos Deputados e de 48 a 6 no Senado Federal.

Segundo o texto confirmado pelos parlamentares, o crime de divulgação de fake news ocorrerá quando a pessoa divulgar, com finalidade eleitoral, ato ou fato atribuído falsamente a outro sabendo de sua inocência.

Na justificativa do veto, o Poder Executivo argumentou que o patamar dessa pena é “muito superior” à pena de conduta semelhante já tipificada em outro artigo do Código Eleitoral, que prevê detenção de seis meses a dois anos. Isso violaria o princípio da proporcionalidade entre o tipo penal descrito e a pena cominada.

Notícias falsas

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) afirmou que a derrubada do veto vai evitar que os políticos sejam vítimas de notícias falsas.

“Essa lei quer evitar que as pessoas produzam mentiras para destruir a imagem de quem faz da política o seu ofício. Ou nós consertamos a democracia brasileira ou vamos ficar aplaudindo a sua destruição”, disse.

Para o deputado Hildo Rocha (MDB-MA), o veto foi equivocado. “O presidente [Jair Bolsonaro] foi mal orientado, porque de fato a sociedade não quer fake news. Em eleição, com certeza pode desvirtuar o resultado dela”, declarou.

Mas o líder do Cidadania, deputado Daniel Coelho (PE), alertou que a lei pode não ter o efeito desejado.

“O problema é o seguinte, da maneira como está o texto, nós estamos punindo da mesma forma quem cria a fake news e quem simplesmente propaga. Nós deveríamos construir um texto punindo partidos e políticos, não o cidadão”, afirmou.

Já no início da votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, aproveitou o tema para anunciar que uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para investigar fake news será instalada na semana que vem.

Reportagem – Eduardo Piovesan – Edição – Pierre Triboli, da Câmara Federal.

É hora de se perguntar: e a mamadeira de piroca, o kit gay e outras mentiras que Bolsonaro levou até a entrevista do Jornal Nacional? Como ficaria hoje?

E aquele episódio da facada, tão pouco explicado até hoje, já que se sabia que Bolsonaro tinha uma cirurgia do sistema gástrico agendada.