
Procurador confirma ao Correio Braziliense a autenticidade de mensagens sobre Moro







“Um consultor de licitação jamais poderia ser sócio da empresa que ganhou a licitação por um motivo muito simples: ele teve informações privilegiadas, se apropriou das informações para obter vantagem”.










O condutor, o caminhão e a droga (3020 quilos de maconha) foram encaminhados para a Polícia Federal em Salvador(BA).
Os PRFs encontraram bolinhas de naftalina para disfarçar o cheiro da maconha. Mas o K9 Friedel não se enganou ao denunciar o tráfico.




“É relativa a decisão da Segunda Turma do STF ao rejeitar uma liminar para libertar o petista. Tenho confiança de que, quando a discussão de mérito voltar, a suspeição do então juiz Sérgio Moro na condução dos processos contra o político deverá ser reconhecida.”


Do Estadão.
O militar começou a viajar como comissário de voo nos aviões da Presidência (Airbus 319 e Embraer E190) em 2017, durante o Governo Temer, ao contrário do que se noticiou de que ele estava na função desde os tempos do Governo Lula.
Por outro lado, é evidente que as altas autoridades que se servem das aeronaves do GTE – Grupo de Transporte Executivo nada tem a ver com o tráfico. Foi apenas uma questão de quebra de confiança por parte do militar, certamente pressionado por uma vida financeira desorganizada, o que não é comum entre militares.
A Advocacia Geral da União (AGU) defendeu, no Supremo Tribunal Federal (STF), a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de anular uma controversa portaria do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), que vem prejudicando cerca de 300 agricultores no Oeste do Estado.
Editada em 2015, a portaria transferiu 366 mil hectares de terra em Formosa do Rio Preto a um único homem, o mecânico José Valter Dias, e anulou as matrículas de imóveis de todos os agricultores que estão na região há mais de 30 anos. A área equivale a cinco vezes o tamanho de Salvador.
Em março deste ano, por 12 votos a 1, o CNJ anulou a portaria, apontando que ela causou efeitos “nefastos” na região.
A defesa de José Valter Dias entrou com ação (mandado de segurança) no STF pedindo à corte que cancele a decisão do conselho. A defesa alega que a decisão do CNJ seria “ilegal”, por não ter ouvido o mecânico.
A União pediu para fazer parte do processo “para que possa adotar as providências que entenda adequadas à defesa do interesse público”. Em manifestação encaminhada esta semana, a AGU ressaltou a “patente ausência de plausibilidade nas alegações” da defesa de Dias.
Segundo a AGU, a decisão do CNJ teve o objetivo justamente de preservar as garantias “do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, e, também, da segurança jurídica” – já que a portaria do TJBA anulou 300 matrículas de imóveis sem sequer ouvir os agricultores que estão há mais de três décadas na região.





Por Luiz Felipe Barbiéri, G1 — Brasília
A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 20 e 23 de junho e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em abril, o Ibope divulgou uma pesquisa também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente. Os números de abril foram:
Ótimo/bom: 35%;
Regular: 31%;
Ruim/péssimo: 27%;
Não sabe/não respondeu: 7%.
O percentual de Bolsonaro, contudo, supera o de FHC no 2º mandato (22% em março de 1999); o de Dilma Rousseff também no 2º mandato (12% em março de 2015); e o de Michel Temer (14% em setembro de 2016).
Outro item da pesquisa é a aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. O resultado foi:
A pesquisa divulgada nesta quinta também questionou os entrevistados se confiam no presidente. As respostas foram:
Questionados sobre as perspectivas para o restante do governo, os entrevistados responderam:
Do G1.globo.com


São os novos tempos neste Brasil velho sem porteiras!

Do Brasil de Fato e Sul 21.











Como lamentou um saudosista, “bons tempos aqueles em que o avião oficial só levava cachaça”.



André Lima, especial para o Congresso em Foco





A ação mais relevante diz respeito à entrevista exclusiva que Bolsonaro concedeu à Rede Record exatamente no mesmo horário de um debate entre presidenciáveis promovido pela Rede Globo.
Protocolada pela coligação de Fernando Haddad (PT), seu principal opositor nas eleições, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) afirma que o grupo Record deu “tratamento privilegiado” a Bolsonaro, concedendo-lhe mais espaço em suas plataformas (TV, rádio e internet) do que o destinado a outros candidatos à Presidência.
Na ocasião da entrevista exclusiva, o PT tentou obter uma liminar favorável da Corte Eleitoral para que a Record fosse impedida de exibir o programa.
A segunda ação que pede a declaração de inelegibilidade de Bolsonaro e Mourão é a que trata da exibição ilegal de outdoors em pelo menos 33 cidades distribuídas em 13 estados.

“A uniformidade das peças publicitárias revela a existência de uma ação orquestrada, a escapar da singela manifestação de apoiadores desavisados”, diz o PT. Para o partido, os outdoors também desequilibraram o pleito e violaram a autenticidade do voto, ainda que a chapa do PSL tivesse “total conhecimento das práticas” irregulares.
Os casos estão sob a relatoria do ministro Jorge Mussi. A instrução processual do primeiro processo, relativo à entrevista de Bolsonaro à Record, já foi concluída, incluindo a oitiva de testemunhas.
Ao contrário dessas duas ações, que já estão adiantadas na Corte, estão em ritmo lento as quatro investigações que apuram se disparos em massa de mensagens pró-Bolsonaro pelo WhatsApp favoreceram ilegalmente sua campanha.
O caso mais recente foi revelado pelo jornal Folha de S. Paulo, segundo o qual empresas brasileiras contrataram, durante o período eleitoral, uma agência de marketing espanhola para fazer os disparos em favor de Bolsonaro. O financiamento empresarial de campanha é proibido.
Com informações do Valor Econômico e Estadão, com edição de O Expresso.
