Tacla Duran denuncia rufianismo de delatores na farsa de Curitiba

Tacla Duran em foto do El País

Aquela figura simpática e luzidia do procurador Dallagnol defende no Estadão que o eleitor não vote em envolvidos em delações.

No twitter, o advogado Rodrigo Tacla Duran, aquele que foi proibido de depor na Lava-Jato, rebate:

“Ele promove o rufianismo de delator em Curitiba e dirige que sejam envolvidas determinadas pessoas e políticos e agora pede para que não se vote nessas pessoas tentando claramente direcionar as eleições aos candidatos de sua preferência em flagrante conflito de interesses.”

Tacla Duran ainda tem muito a falar sobre circulação de propinas na Lava-Jato, com objetivo de reduzir penas e até mesmo o envolvimento em determinadas circunstâncias. A Lava-Jato é uma pantomima, uma gigantesca farsa, que protege os “abiguinhos” e persegue os adversários.

O ex-advogado da Odebrecht, que escapou das garras de Dallagnol e Moro por ter dupla cidadania (brasileira e espanhola), ainda vai ser a principal testemunha do rescaldo da farsa num futuro próximo.

 

Câmara discute propostas polêmicas sobre orgânicos e agrotóxicos

Projeto prevê que a venda direta de produtos orgânicos do produtor ao consumidor poderá ser feita apenas por agricultor familiar de organização de controle social – Rovena Rosa/Agência Brasil

Camila Boehm – Agência Brasil

O projeto de lei (PL) 4576/2015, que trata da comercialização de alimentos orgânicos, aguarda parecer na Comissão de Defesa do Consumidor para seguir em tramitação na Câmara. A proposta em discussão tem posição contrária tanto do Ministério da Agricultura, como de representantes do setor da agricultura orgânica, em situação oposta à polêmica do PL 6299/02, que trata do registro, fiscalização e controle dos agrotóxicos no país, com defensores na Câmara e críticas de especialistas e entidades.

O texto do PL 4576/16 prevê que a venda direta de produtos orgânicos do produtor ao consumidor poderá ser feita apenas por agricultor familiar integrante de organização de controle social cadastrada nos órgãos fiscalizadores.

O Ministério da Agricultura (Mapa) se posicionou contra o PL 4576 e recomendou que não fosse dado prosseguimento à proposta por considerar que prejudica o desenvolvimento da atividade da cadeia produtiva de orgânicos. Em nota técnica, o Mapa concluiu que “além de não contribuir com o que já está regulamentado, [o PL] restringe a comercialização a milhares de pequenos agricultores, ou mesmo feirantes, uma parcela importante da cadeia produtiva”.

Críticas

Vice-presidente da região Centro-Oeste da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Rogério Dias, disse que o objetivo do projeto era aumentar a segurança para o consumidor, no entanto, não foi redigido de maneira correta e gerou polêmica.

“Se você pega a lei [nº 10831/03, que dispõe sobre agricultura orgânica], o decreto [6323/07] e a instrução normativa que complementa a regulamentação, os meios já estão dados para fazer o controle e a segurança. O que precisa é ter como executar isso de uma forma eficiente, então precisa ter mais fiscais, uma ação maior, mais trabalhos de orientação aos consumidores e comerciantes. Não é mudando a legislação que vai melhorar essa questão”, disse Rogério Dias.

Como foi escrito, o projeto de lei define que apenas o agricultor familiar cadastrado pode realizar venda direta, quando a venda é feita para alguém que não vai revender. “Ele proibiu que os outros agricultores, que são orgânicos e cumprem a legislação possam fazer venda direta. Isso é absurdo. Qualquer produtor que seja orgânico e que tenha a certificação [pode fazer venda direta atualmente]”, acrescentou.

Dias afirmou que nem todo produtor orgânico é cadastrado como agricultor familiar. Para conseguir certificação de agricultura familiar pelo governo federal – a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAF) –, é preciso cumprir alguns requisitos. Ele cita, por exemplo, o caso de aposentados que são agricultores, mas não podem ser incluídos na certificação porque tem uma outra renda, fora a da produção agrícola.

O PL 4576/2016, além de limitar a venda direta a apenas agricultores familiares, restringe também os locais de comercialização, que deverá ser feita somente “em propriedade particular ou em feiras livres ou permanentes, instaladas em espaços públicos”. O novo texto, segundo Dias, prejudicaria também a venda dos orgânicos pelo agricultor familiar para órgãos públicos.

“Como o governo compra para doar para pessoas que estão em situação de insegurança alimentar ou compra para botar na merenda escolar, então é venda direta”, disse Rogério Dias. “Mas, pelo novo projeto, não poderia mais fazer, porque ele diz que [a venda] só pode ser em feira”, acrescentou, avaliando que são limitações que não trazem vantagens e só causarão problemas à comercialização.

Polêmica

Sobre o projeto de lei 6299/02, chamado de PL do Agrotóxico, que flexibiliza o uso dos produtos no país, a autora do atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia de 2017, a professora do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), Larissa Mies Bombardi, afirmou que o projeto está na contramão das decisões recentes dos países europeus.

“O Brasil está retrocedendo porque a União Europeia tem sido cada vez mais restritiva e acabou de banir alguns inseticidas em função da mortandade de abelhas. Todo o arcabouço, digamos, de produtos proibidos lá, muitas vezes, é em razão da saúde humana justamente porque causam câncer ou malformação, todos esses agravos à saúde que são muito sérios. E a gente está afrouxando [a legislação]”, disse Larissa Bombardi.

No final de junho, o PL foi aprovado em uma comissão especial da Câmara, mas ainda tem que ser apreciado pelo plenário da Casa para virar lei. A professora alertou sobre as ameaças apontadas no atlas.

“Trinta por cento dos agrotóxicos que usamos no Brasil são proibidos na União Europeia. As quantidades também são exorbitantes. Com relação a quantidades, vale a pena mencionar que permitimos um limite de resíduo de agrotóxico nos alimentos e na água que são infinitamente superiores aos limites permitidos na União Europeia. Com um agravante que, no Brasil, a gente não tem fiscalização. Não tem fiscalização de resíduo de agrotóxico.”

Barreiras: Polícia entra em confronto com traficantes e três morrem baleados

Na madrugada desta quarta-feira (29), por volta das 2h, a Polícia Civil deflagrou uma operação em Barreiras contra o tráfico de drogas na região. Na ação, foram mortos três bandidos conhecidos como Caladão, Alex e Zabelê, além de 18 pessoas presas e conduzidas para o Complexo Policial.

Os suspeitos, baleados e mortos em confronto com policiais, eram conhecidos por práticas de roubos de motos e por serem responsáveis por diversas mortes na região.

A ação contou com 25 equipes da Polícia Civil, Militar, Rondesp, PRF e um helicóptero Grupamento Aéreo PM (GRAER), que desde ontem (28) sobrevoavam os bairros periféricos da cidade e orientaram as guarnições. Do Mais Oeste.

A história se repete, agora como farsa.

Sobre as diatribes de ontem no Jornal Nacional:

A conclusão que se chega é que, mesmo separados por 52 anos, a história do golpe de 64 em muito se assemelha ao de 2016. E claro, ambos foram apoiados por essa massa coesa chamada classe média, ciosa dos seus privilégios. Os mesmos que foram para a rua na marcha da “Família, Tradição e Propriedade” contra os avanços progressistas de João Goulart, apoiados pela mesma imprensa dócil, foram os que se vestiram de verde e amarelo e foram gritar que não queriam pagar o pato.

O apoio internacional é o mesmo, com os Estados Unidos interessados como sempre em manter o quintal livre de ideologias que não sejam as suas, de exploração dos recursos naturais do País continente; as decisões da Suprema Corte e do legislativo são semelhantes. E até os canalhas têm o mesmo perfil psicológico.

Como dizia o barbudo Karl Marx, a história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa.

Estava querendo dar uma coxinhada em Minhami? Agora não está fácil.

O dólar fechou em alta terça-feira (28), em meio à cautela diante das incertezas com o cenário eleitoral doméstico predominando no mercado, destaca a Reuters. Com isso, a moeda fechou novamente no maior valor desde janeiro de 2016.

A moeda norte-americana subiu 1,44%, vendida a R$ 4,14.

Oh, não! Como as madames comprarão bolsas francesas falsificadas na China, com o dólar pela hora da morte? Vão ter que se dirigir à Mooca e à ladeira da 25 de março.

Julgamento de Bolsonaro é interrompido no STF

Durante o dia o candidato mandou recado desaforado aos ministros, dizendo-se inviolável.

A sessão em que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal julga o recebimento de denúncia pelo crime de racismo contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), candidato a presidente da República, foi suspensa por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. O placar está em 2 a 2. Moraes disse que concluirá seu voto na semana que vem.

Votaram contra Bolsonaro e pelo recebimento da denúncia os ministros Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. A favor do candidato, Marco Aurélio e Luiz Fux.

O acusado já é réu em dois outros processos, por injúria e incitação ao estupro, por declarações contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Considerado um dos ministros mais garantistas do Supremo e relator do Inquérito 4.694 contra Bolsonaro, Marco Aurélio afirmou que, no Direito Penal, “condutas passíveis de censura no plano moral são insuficientes para que se caracterize o crime”. Para ele, a conduta de Bolsonaro não configura crime, “seja por estarem as manifestações inseridas na liberdade de expressão, seja ante a imunidade parlamentar”.

O ministro Luís Roberto Barroso abriu divergência e votou pelo recebimento da denúncia contra Bolsonaro, pelas declarações sobre quilombolas.

O vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, acusou Bolsonaro dizendo que ele “equipara membros quilombolas a animal de abate”. Ele acrescentou: “A arroba é unidade de medida que se pesa animais para abate, como bovinos e suínos, não humanos”.

Entre outras declarações, em palestra no Rio de Janeiro, em 2017, o candidato do PSL fez a seguinte afirmação: “Eu fui em um quilombola em Eldorado Paulista. O afrodescendente mais leve, lá, pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador eles servem mais”.

Para a PGR, que atendeu uma representação da Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e a organização Terra de Direitos, Bolsonaro incitou o ódio. “Não se trata de hipérbole, mas de racismo. Ele disse que achava que ‘nem para procriar eles servem mais’. Isso reforça a denúncia, é uma incitação ao ódio”, afirmou o vice-procurador.

Já o advogado de defesa, Antônio Pitombo, afirmou que seu cliente não cometeu crime, mas ao se manifestar estava utilizando um direito: “Temos que pensar se podemos tirar o direito do exercício de expressão, mesmo que contrarie o que cada um de nós pensa”.

Segundo ele, a fala do cliente deve ser inserida na democracia. “Aqui não é a vergonha do advogado de defender alguém acusado de racismo. Aqui está a alegria do advogado de pedir a proteção da Constituição pela liberdade de expressão”, argumentou.

Bolsonaro, por sua vez, atacou o STF no mesmo dia de seu julgamento. “Quero mandar um recado para o STF: respeite o Artigo 53 da Constituição que diz que eu, como deputado, sou inviolável por qualquer opinião. E ponto final, p… (palavrão)”, disse o candidato, segundo o portal Terra. Com edição do Sul 21.

No Brasil, nem metade da população adulta alcança o Ensino Médio

Por Camila Costa

O Ensino Médio no Brasil é um gargalo a ser superado pelas escolas e pelo Estado, para que o país avance na educação. A defasagem da qualidade do ensino nesta etapa sugere mudanças na matriz educacional do País.

Apenas 58,5% dos jovens concluem a educação básica até os 19 anos de idade; e a maioria dos que conseguem concluir sai despreparada para o mercado de trabalho. Como consequência, o Brasil mantém um elevado número da sua população adulta que não concluiu o Ensino Médio.

Em 2017, 811 mil pessoas recorreram à Educação de Jovens e Adultos (EJA) para finalizar o processo de escolarização.

A informação é da Pesquisa, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2016-2017 (Pnad 2016-2017), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de pessoas frequentando o EJA no ano passado na etapa do ensino médio é 10,6% maior do que a registrada em 2016. Leia mais aqui.

“Em certa medida, a reforma do ensino médio é positiva nessa direção. Estabelece deveres positivos e, como somos uma democracia, e uma democracia inclusiva, e é importante o alcance integral do entendimento dessa palavra, temos no Brasil grande contingente da população adulta brasileira com baixa escolaridade, e tem que se dar atenção a esse contingente até porque é o contingente, sociologicamente falando, mais fragilizado”, pondera o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Rafael Lucchesi.

A oferta de ensino médio articulado com a educação profissional no Brasil permitiria o desenvolvimento de competências pertinentes ao mundo do trabalho, com vistas à melhoria da qualidade desta etapa de ensino e à inserção profissional dos jovens, segundo Lucchesi.

A recomendação do setor da indústria, enviada aos candidatos à presidência da República nestas eleições, é criar condições para implantar a nova Lei do Ensino Médio e revisar marcos
regulatórios, a exemplo da aprendizagem profissional. Confira aqui.

Dados da Pnad indicam que o País abriga cerca de 70 milhões de pessoas com mais de 18 anos sem o Ensino Médio completo.

“Estamos tendo um grande desafio de aumentar o contingente de jovens que vão fazer o ensino médio, ajustar a adequação idade série, bem como melhorar a qualidade aberta à educação, concomitantemente, temos que corrigir o problema da matriz educacional”, observa Lucchesi.

Para o grupo etário de 15 a 17 anos, o ideal seria estar frequentando o ensino médio, porém, apenas 68,4% estavam na idade/série adequada em 2017, mesma de 2016 (68,0%), de acordo com a Pnad contínua.

O olhar, segundo ele, deve se voltar, principalmente neste momento, para a reforma do Ensino Médio (Veja Quadro). Para a especialista em gestão escolar Juliana Diniz, os tempos mudaram e a educação pede dinamismo e um ajuste às novas tecnologias.

“Num contexto da modernidade com todas essas possibilidades de mudanças aceleradas, quando você considera esse cenários e coloca um componente de qual lugar estamos nas escolas no país, claro que temos cases de sucesso, mas de regra estão com a cabeça e mentalidade do século 19, 20, educando alunos do século 21, quando pensa nesse lapso, nos parece que essa proposta traz um quê de modernidade, possibilitando que cada um dos alunos escolha determinadas habilidades e com isso tenha chance de melhorar a qualidade daquilo que se constrói, processo de escolha, o empoderamento desse aluno, considerando ele pessoa de potência”, declara Juliana.

Agressividade de jornalistas na Globo só somou pontos para Ciro Gomes

Nunca o candidato Ciro Gomes ganhará outro presente político como aquele com o qual foi agraciado ontem pela Rede Globo.

A agressividade, a falta de urbanidade dos entrevistadores – interrompendo o candidato todo o tempo – duvidando o tempo todo de suas afirmações; questionando o fato de Carlos Lupi, presidente do PDT, ser processado; alegando crescimento do crime organizado no Ceará.

A Globo deu, involuntariamente, alvará para Ciro Gomes crescer quatro ou cinco pontos nas pesquisas e começar a desafiar Bolsonaro por uma vaga no segundo turno.

Ciro quase perdeu as estribeiras com os mal-educados. Mas foi diplomático o suficiente para não afirmar que se a Globo pagar o que deve de impostos ao Governo, poderia incrementar a prestação de serviços de saúde e a educação em no mínimo 10%. 

Aliás, o temor da Globo sobre a candidatura de Ciro Gomes é justamente esse. Taxação de lucros, grandes fortunas e ganhos no mercado financeiro. Só os néscios não percebem, ao assistir os programas de maior audiência da Globo, a penúria que o grupo de comunicação enfrenta, sem anunciantes e repetindo o tempo todo comerciais próprios da programação e de interesse da própria rede. 

Aí está o interesse na campanha natimorta de Geraldo Alckmin. Esperemos para ver se eles questionam os depósitos numerados de Paulo Preto nos bancos suiços. 

OEA observará eleições no Brasil pela primeira vez

Embora na mídia, em especial, para os comentaristas da Globo News, o Brasil esteja caminhando em plena “normalidade democrática”, como o mundo não assiste a Globo, a OEA decidiu enviar, pela primeira vez na história, uma comissão para fiscalizar as eleições brasileiras deste ano.

A questão vai além do simples envio, se refere diretamente à demora do judiciário brasileiro, em se manifestar sobre a liminar concedida pela CDH da ONU, em favor do ex-presidente Lula.

A comissão, portanto, vem fiscalizar o cumprimento do pacto de San José da Costa Rica, que versa sobre os Direitos Humanos, nesse caso, sua aplicação em relação ao ex-presidente Lula. Já que a mesma compreensão já foi aplicada em outros casos, aqui no Brasil. Do blog A Postagem. 

Argentinos protestam por liberação de bases americanas em seu país

A população de Neuquen se manifestou em protesto contra a abertura de um centro de ajuda humanitária, crendo ser “uma espécie de disfarce” para outra base militar dos EUA. Os manifestantes, ativistas de direitos e os indígenas Mapuche, que entraram em confronto com o governo por conta de violações de terras e direitos indígenas, organizaram os comícios, porque acreditam que a instalação pode influenciar a situação na região.

O portal de notícias mexicano Aristegui Noticias já tinha informado recentemente que o presidente da Argentina, Mauricio Macri, havia dado luz verde à criação de pelo menos três bases americanas nas províncias de Neuquen, Misiones e Tierra del Fuego.

A inóspita Província de Neuquen, na encosta da Cordilheira dos Andes, tem investimentos pesados de empresas estrangeiras na exploração de gás e petróleo e hospeda também um observatório astronômico, que controla também satélites artificiais e missões espaciais, mantido pela China.

A base chinesa, que começou a operar em março e oficialmente não tem fins militares, é vista com desconfiança pelos americanos. Herança dos anos de Cristina Kirchner no poder, a instalação foi negociada em segredo com Pequim e causa estranhamentos na relação bilateral entre Buenos Aires e Washington.

A recente visita do secretário de Defesa dos EUA James Mattis está relacionada com a crescente influência econômica da China no Brasil e Argentina.

O que se comenta nos meios alternativos de informação é que a derrocada do Partido dos Trabalhadores depois de 13 anos no poder está relacionada com a posição frontal dos norte-americanos em relação ao desenvolvimento do bloco econômico dos BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – que temem o avanço da colaboração e perda da influência norte-americana nos negócios do Cone Sul.

A base norte-americana nos contrafortes da Cordilheira ameaçaria de maneira ímpar todos os países do Cone Sul.

Compradores de seis países vêm ver nosso algodão na origem

Abrapa leva compradores do algodão brasileiro para conhecer as principais etapas da produção da fibra na Bahia, Goiás e Mato Grosso

Um grupo de 25 representantes de seis países – Vietnã, Bangladesh, China, Turquia, Colômbia e Indonésia – convidados pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) – visita os três maiores estados produtores da pluma no Brasil, entre os dias 26 de agosto e 1º de setembro.

Trata-se da Missão Compradores 2018, iniciativa que vem sendo realizada há quatro anos pela entidade para apresentar ao mercado global o modelo nacional de produzir algodão, que se caracteriza pelas altas produtividades e práticas sustentáveis.

Nesta edição, a expedição acontece em meio à colheita da safra 2017/2018, já considerada um recorde de produção, que deve fechar em 2,015 milhões de toneladas de algodão em pluma.

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Por que as oligarquias parecem preferir um povo de analfabetos?

Simon Plestenjak/UOL.

“É muito triste ver que o país tem uma vertente forte que manda no destino da nação que acha que educação, ciência e tecnologia é custo, não é investimento.”

Vanderlan Bolzani, cientista da UNESP, condecorada no Brasil e no Exterior, que reforça em matéria da Folha:

“Oligarquia milionária parece querer um Brasil de analfabetos.”

Veja a matéria na íntegra no UOL.

Lula reduziu pobreza em 50% diz estudo publicado em O Globo

Esta matéria foi publicada em 3/06/2011 nos jornais Valor Econômico e O Globo. De onde se deduz que mudou profundamente o pensamento da Rede Globo ou o nosso, em particular:

A pobreza no Brasil caiu com maior intensidade durante o governo Lula do que no de Fernando Henrique Cardoso. Desde o começo do Plano Real, a pobreza caiu 31,9% durante a Era FHC. Já no período em que o ex-presidente Lula esteve à frente do país – oito anos encerrados em dezembro de 2010 -, houve queda de 50,64%.

Os dados são resultado de uma pesquisa realizada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a partir de resultados obtidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O Brasil mais do que cumpriu a meta do milênio”, afirma Neri.

Entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010, o avanço na redução da pobreza no país foi de 16,3%, duas vezes o registrado no período entre 2002 e 2008, quando a queda foi de 8,2%.

“Certamente não é uma década espetacular em termos de crescimento da renda do brasileiro, mas, ainda assim, houve redução da desigualdade”, afirmou.

No ano de 2010, a renda média do brasileiro cresceu 2 pontos percentuais acima do PIB, ao avançar 9,6%, enquanto a alta do PIB foi de 7,5% no período. “Em termos de renda do brasileiro, foi um ano excepcional, de crescimento chinês”, disse Neri.

O ponto mais elevado da renda média foi durante o período eleitoral, inclusive pelos incentivos de recuperação da crise econômica, como a redução de IPI. É bastante comum, de acordo com o economista, que a renda cresça nos anos eleitorais e caia um pouco no ano seguinte. Mas a pobreza caiu continuamente no mesmo período.

(Juliana Ennes | Valor)

 

Pablo Barrozo participa de evento em Maraú e recebe apoio da população

Em campanha, o deputado estadual e candidato ao segundo mandato Pablo Barrozo (DEM) esteve neste domingo (26) no município de Maraú, na zona rural da cidade.

O candidato participou, junto com o vereador e candidato a deputado federal Rogério Lemos, de um evento político com a presença dos moradores da localidade e região, que lotaram o espaço. Barrozo recebeu o apoio da população presente para a caminhada rumo a vitória nas eleições deste ano. 

Hoje tem Ciro Gomes na Rede Globo

O candidato Ciro Gomes abre hoje a sequência de entrevistas de candidatos à Presidência no Jornal Nacional da Rede Globo. Se o William Bonner deixar o entrevistado falar – ao contrário do que foi feito na entrevista da Globo News – o fato será relevante. Ciro tem ideias coordenadas, é objetivo e conhece o assunto que está tratando. 

Outro fato a se lamentar é que a Rede Globo não permita que o candidato Fernando Haddad seja entrevistado. Se prosperar a tese de que Lula da Silva não é candidato, as ideias de seu eventual substituto são importantes para o eleitor.

Mas a Globo teima em negar o candidato Lula. O que não deixa de ser de uma burrice abissal, já que com essa negação aguçou o sentido do eleitor, o que é bem demonstrado pelas pesquisas de opinião como CNT/MDA, IBOPE e Datafolha.

Roda Velha e Vila do Rosário se preparam para a emancipação

Os moradores de Roda Velha, distrito de São Desidério, a 130 km da sede municipal, preparam-se para enfrentar uma campanha de emancipação nos próximos dois anos. O distrito já conta com mais de 9.000 habitantes, tem autonomia financeira, indústrias de transformação de produtos agrícolas e tem um dos maiores faturamentos do agronegócio em todo o País.

Os números são semelhantes na Vila do Rosário, que vem tendo investimentos sucessivos em urbanismo, comércio e serviços e também está a mais de 150 quilômetros de sua sede, Correntina.  

Situação bem diferente do resto do País, onde, segundo o jornal Estadão, um em cada três municípios brasileiros não consegue gerar receita suficiente sequer para pagar o salário de prefeitos, vereadores e secretários. O problema atinge 1.872 cidades que dependem das transferências de Estados e da União para bancar o custo crescente da máquina pública, segundo levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio (Firjan).

Alguns desses municípios foram criados após a Constituição de 1988, que facilitou esse movimento, e ainda não conseguiram justificar sua emancipação. Essa falta de autonomia financeira, porém, não impediu que voltasse ao Congresso um projeto de lei que permite a criação de 400 novos municípios.

Hoje, a situação mais grave está em cidades pequenas, que não têm capacidade de atrair empresas – o que significaria mais emprego, renda e arrecadação. Em geral, contam com um comércio local precário e, para evitar a impopularidade, as prefeituras cobram poucos impostos. Há cidades em que o IPTU só começou a ser cobrado depois que a crise apertou.

Rio São Francisco segura vazão para manter reservatórios

O baixo São Francisco: vazão regulada nas barragens.

A pelo menos 3 meses de chuvas substanciais nas cabeceiras, o rio São Francisco começa a demonstrar sua debilidade, com a queda do nível dos reservatórios, apesar da rígida regulação da vazão nas barragens. O reservatório de Sobradinho está pouco acima de 29% da sua capacidade; Três Marias com 39% e Itaparica com 21%. A capacidade de geração está limitada em Sobradinho à vazão de 550 m³/segundo, quando a descarga mínima até 2015 atingia até 1.300 m³/segundo.

De outubro de 2016 a maio de 2017, choveu 51% abaixo da média para o período, o que faz do período chuvoso de 2016/2017 o pior ano hidrológico para a bacia do São Francisco. O último ano de precipitação acima da média foi em 2011.

Na última temporada de chuvas, 2017/2018, grandes precipitações nas cabeceiras recuperaram parte dos reservatórios. Sobradinho chegou a ultrapassar 40%. No entanto a regulação tem proporcionado aparecimento de algas nas secas e salinização de grandes trechos do rio na foz.

Pesquisadores dizem que reforma trabalhista aumentou desigualdade

Ao completar seis meses em vigor, a reforma trabalhista tem impactado de maneira mais relevante setores marcados por baixos salários e alta rotatividade, como o comércio, aumentando a precarização para os empregados desse segmento, apontam pesquisadores da Unicamp, em artigo. 

Publicado na semana passada no site “Brasil Debate”, o texto foi citado nesta segunda-feira (25) na rede social Twitter pelo ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, cotado para substituir Luiz Inácio Lula da Silva como candidato do PT à presidência nas eleições de outubro.

Leia mais no Valor Econômico.

 

Economista de Bolsonaro diz que vai acelerar política econômica de Temer

Paulo Guedes, o “jênio” contratado por Bolsonaro para ser o condutor da economia:

“Vamos fazer o que Temer vem fazendo, só que mais rápido”.  

Pobre País! Temer faz o pior governo da história e o guru de Bolsonaro ainda quer acelerar o processo? 

Pesquisa aponta Rui Costa com 61% das intenções de voto

Pesquisa eleitoral realizada pela Real Time Big Data entre os dias 16 e 17 deste mês de agosto mostra que o governador Rui Costa (PT) lidera a corrida pelo Palácio de Ondina em todas as regiões da Bahia. O estudo por região foi divulgado pela RecordTV Itapoan nesta segunda-feira (27).

Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), o petista aparece com 61% das intenções de voto. Zé Ronaldo, candidato ao governo pelo DEM, tem 12%. O terceiro colocado é João Henrique (PRTB), que pontua com 1%. Os outros candidatos somam 3%. Indecisos representam 15%, nulos e brancos, 8%.

No sul baiano, Rui Costa lidera com 46%; Zé Ronaldo, 10%; outros, 1%; indecisos, 28%; nulo e branco, 15%.

No centro-norte e nordeste, o petista também aparece a frente dos demais candidatos com 48%. Zé Ronaldo tem 30%; João Henrique, 1%; outros, 3%; indecisos, 12%; nulos e brancos, 6%.

Nas regiões do oeste baiano e Vale do Rio São Francisco, Rui Costa tem 55%.  Zé Ronaldo aparece com 12%; outros 1%; indecisos são 27%, nulo ou branco representam 5%.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número de identificação BA-05201/2018, ouviu 1.200 eleitores, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de até 3% para mais ou para menos.

PRF apreende 100 K de drogas em ônibus que vinha de São Paulo

Uma carga com 100 quilos de maconha foi apreendida dentro de um ônibus em um trecho da BR-116 de Vitória da Conquista, no sudoeste. A ação ocorreu neste domingo (26). Um passageiro, de 39 anos, responsável pela droga, foi preso. À Polícia Rodoviária Federal (PRF-BA), ele disse que tinha recebido uma quantia para levar a droga de São Paulo até a cidade de Planalto, também no sudoeste baiano.  

No compartimento externo de bagagens do veículo, os policiais encontraram dentro de cinco caixas, 122 tabletes de maconha que pesavam aproximadamente 100 kg. Com o homem, ainda foram encontrados cocaína, que estava dentro de uma sacola, pesando quase 1 kg. Preso em flagrante, o acusado, que é natural de São Paulo, foi levado para a delegacia de Polícia Civil em Vitória da Conquista, onde responderá por tráfico de entorpecentes.

Candidatos gastam R$87 milhões na primeira semana de campanha

Na primeira semana após o início oficial das campanhas, candidatos declararam à Justiça Eleitoral gastos de R$ 87 milhões, principalmente com publicidade. Apesar de parte dos políticos manifestar interesse em usar as redes sociais como forma de convencer o eleitor e reduzir custos, a propaganda em material impresso – panfletos, adesivos e santinhos – consumiu mais recursos – R$ 10 milhões em nove dias. Já o impulsionamento de conteúdo nas redes sociais teve gastos de R$ 381 mil.

As informações constam no site do Tribunal Superior Eleitoral, que apresenta neste ano, pela primeira vez, as prestações de contas em um sistema digital dedicado à eleição. A divulgação visa dar transparência ao gasto do dinheiro público – as campanhas terão R$ 1,7 bilhão do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, além de parte da verba do Fundo Partidário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Número de eleitores aumenta, mas Justiça eleitoral encolhe para economizar.

Com o pretexto de economizar R$ 61,4 milhões neste ano e corrigir discrepâncias do número de eleitores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  cortou 395 juízes e 395 promotores que atuariam nas eleições, noticia o jornal Folha de S. Paulo.

A cifra representa 1,48% do total autorizado à Justiça Eleitoral para despesas com pessoal, ou 0,86% do valor estabelecido na Lei Orçamentária Anual de 2018 sob a rubrica tarja de “gestão do processo eleitoral”.

O estado do Rio tinha 253 zonas eleitorais e sofreu a maior redução – 88 delas deixaram de existir. O TSE diz que havia distorções. Na cidade de São Paulo, por exemplo, havia 58 zonas eleitorais para 8,9 milhões de votantes. Na capital fluminense, por outro lado, eram 97 zonas para 4,8 milhões de eleitores.

O jornal destaca que “a medida sofre críticas de magistrados e representantes do Ministério Público, que apontam sobrecarga e menos fiscalização como consequências dos cortes. Por outro lado, juízes e promotores recebem, além do salário, uma gratificação para atuar na Justiça Eleitoral.”

E acrescenta que: “até o ano passado, havia 3.040 zonas eleitorais em todo o país, cada uma com um juiz e um promotor, de acordo com o TSE. Com as extinções, agora são 2.645.”

Sargento do Exército morre em bar do Rio. É o quinto militar morto depois da intervenção.

Foto: Marcos Vidal/Futura Press/Folhapress

O segundo-sargento do Exército Gilson Alberto de Souza Amaral foi morto a tiros na madrugada deste domingo (26), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense (RJ). Ele foi morto quando estava em um bar no bairro de Austin.

Segundo a Polícia Civil, homens em duas motos teriam se aproximado do local por volta das 3h30 e disparado contra o militar, que foi atingido pelo menos três vezes. Gilson é o quinto militar morto no Rio desde que a intervenção federal na segurança pública foi decretada pelo presidente Michel Temer, em fevereiro deste ano. 

Na semana passada, três militares (um cabo e dois soldados) morreram em uma operação das forças de segurança nos complexos de favela do Alemão e Penha, zona norte no Rio. Em junho, um soldado morreu após um acidente de trânsito na Avenida Brasil. Eles se somam à estatística de 65 policiais militares mortos no Estado neste ano. 

Segundo o Comando Militar do Leste, o sargento era lotado no Batalhão Escola de Comunicações, em Deodoro, zona oeste da capital, e estava desde março de 2017 afastado de suas funções em razão de um tratamento de saúde. A Polícia Civil diz que o sargento foi preso em flagrante “há pouco tempo” por porte irregular de arma de fogo de uso restrito e descartou a hipótese de latrocínio. 

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense assumiu o caso. O Exército lamentou a morte e disse que as circunstâncias serão investigadas em inquérito policial. 

A morte de três militares no Alemão durante troca tiros foi evento de dimensão inédito para as Forças Armadas. A última vez que um militar morreu em circunstâncias semelhantes foi na ocupação da favela da Maré, em novembro 2014. Naquela ocasião, um cabo morreu em confronto com traficantes.

No último dia 20, o cabo Fabiano de Oliveira Santos, 36, foi morto após ser baleado no ombro, em um confronto ocorrido em área do Complexo da Alemão conhecida como Serra da Misericórdia. No mesmo dia, João Viktor da Silva, 21, soldado paraquedista, foi atingido por um tiro na cabeça na favela Vila Cruzeiro, também no Alemão. Os dois foram atingidos quando um grande cerco foi montado nos complexos de favelas da zona norte. 

Na ocasião, um terceiro militar também foi baleado. Inicialmente, o CML (Comando Militar do Leste) havia informado que ele não corria perigo de morte, mas veio a óbito dois dias depois. Ele foi baleado na perna e chegou a ficar internado no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, zona norte do Rio.

O Comando Militar do Leste não deu detalhes sobre a dinâmica das mortes. Sabe-se que na operação, houve intensos confrontos.

Carpeggiani conseguiu: tirou o Vitória da série de derrotas e da Zona da Degola

O Salvador da Pátria está de volta. O Vitória venceu o Atlético-MG por 1 a 0, neste domingo (26), no Barradão, em jogo válido pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O gol foi marcado por Léo Ceará, aos 23 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o time rubro-negro chegou aos 22 pontos, saiu do Z-4 e agora ocupa a 13ª colocação.

Veja abaixo a classificação do Brasileirão depois da rodada de ontem e hoje (21ª):

 

Nesta quinta-feira, Rui Costa visita LEM em campanha

O candidato ao Governo do Estado, Rui Costa, estará com sua comitiva, nesta quinta-feira, em Luís Eduardo Magalhães. À tarde visita Riachão das Neves e, à noite, Barreiras.

Segundo press-release distribuído pela assessoria de imprensa do Candidato, “mesmo liderando a corrida pelo governo estadual, com 50% das intenções de votos, Rui escolheu centrar a estratégia, no pouco tempo de campanha, em visitas aos municípios do interior. “O clima é de pé no chão. Não vou mudar minha postura porque estou na frente. É o povo nas urnas que define o resultado, e é com eles que quero estar”, reiterou o candidato ao ser perguntado sobre as pesquisas, neste sábado (25), na passagem pelo Recôncavo. 

Desde que iniciou a caravana Correria pela Bahia, no último dia 17, ele já visitou 32 cidades. Hoje foram Valença, Nazaré, Muniz Ferreira, Santo Antônio de Jesus, Conceição do Almeida e Sapeaçu. Neste domingo foram cinco:  Cruz das Almas, Governador Mangabeira, Muritiba, Conceição da Feira e São Gonçalo dos Campos, totalizando 37 cidades em duas semanas. “O ritmo da correria já começa a acelerar, e vamos fazer ainda mais pelo povo da Bahia”, garante.

Zé Carlos da Cebola lança candidatura em Luís Eduardo Magalhães

Uma grande comitiva de políticos da Região de Irecê, chefiada pelo candidato Zé Carlos da Cebola, será recepcionada hoje, em Luís Eduardo Magalhães, por líderes políticos, para o lançamento da candidatura na Capital do Agronegócio.

O evento se dará na rua Ibititá, 351, às 18 horas, bairro Santa Cruz, com a presença esperada da grande massa de migrantes da Região de Irecê.

Doinha, à direita, entre correligionários, em evento do PP em setembro de 2015.

Entre os chefes políticos que virão de Irecê, o ex-prefeito da cidade, Hildebrando Seixas, o Doinha, muito conhecido em LEM pela sua atuação no Governo de Humberto Santa Cruz.

Prefeito de 1982 a 1988, Doinha foi prefeito num dos períodos de maior seca na Região. E ficou conhecido como o primeiro gestor a contratar aviões especializados para bombardear com sais as nuvens que se formavam na região. Vendo seus conterrâneos assolados pela fome, chegou a divulgar a possibilidade de vender próprios da Prefeitura para comprar gêneros alimentícios.

Hoje comemora-se o Dia do Soldado. Ordem do Dia é dura e objetiva.

Hoje, 25 de agosto, comemora-se no seio das Forças Armadas, o Dia do Soldado. A Ordem do Dia do Exército reflete dúvidas e incertezas no futuro do País:

“Em 1º de Março de 1845, Caxias, então vencedor da Guerra dos Farrapos, celebrou a Paz de
Ponche Verde. A conclamação final sintetizava seu espírito pacificador: “Abracemo-nos e unamo-nos, não peito a peito, mas ombro a ombro, em defesa da Pátria, que é a nossa mãe comum”, mostrando que somente a superação dos antigos e injustificáveis antagonismos abriria caminho para a construção de um futuro grandioso.

Ao celebrarmos 215 anos de seu nascimento, nunca foi tão importante ao Brasil enaltecer as
qualidades desse brasileiro exemplar.

Os herdeiros de Caxias têm se superado, diariamente, para honrar seu legado, ao atuar, de
forma anônima e abnegada, em benefício da população, onde e quando for preciso.
Hoje, passados dois séculos de seu batismo de fogo, o espírito pacificador de Caxias, mais do
que nunca, faz-se necessário ao Brasil.

Vivemos uma era de conflitos e incertezas, na qual os individualismos se exacerbaram e o bem comum foi relegado a segundo plano.

Perdemos a disciplina social, a noção de autoridade e o respeito às tradições e aos valores,
o que nos tornou uma sociedade ideologizada, intolerante e fragmentada. Estamos nos infelicitando, diminuindo nossa autoestima e alterando nossa identidade.

Somos um grande país, que não consegue vislumbrar um projeto para o seu futuro,
nem, tampouco, identificar qual o papel a exercer no concerto das nações.

Para superar tantos desafios, tornou-se frequente o emprego das Forças Armadas em missões
variadas, como as de garantia da lei e da ordem, atendendo prontamente ao chamado de diversas Unidades da Federação.

Atuamos no Rio Grande do Norte, no Espírito Santo e, particularmente, no Rio de Janeiro, onde a população alarmada deposita esperanças em uma intervenção que muitos, erroneamente, pensam ser militar.

Passados seis meses, apesar do trabalho intenso de seus responsáveis, da aprovação do povo
e de estatísticas que demonstram a diminuição dos níveis de criminalidade, o componente militar é, aparentemente, o único a engajar-se na missão.

Exigem-se soluções de curto prazo, contudo, nenhum outro setor dos governos locais empenhou-se, com base em medidas socioeconômicas, para modificar os baixos índices de desenvolvimento humano, o que mantém o ambiente propício à proliferação da violência.

Apesar de admitirmos que as leis vigentes devam ser modificadas com urgência, continuamos a proceder com naturalidade em face à barbárie de perder mais de 63.000 vidas por ano.
Enquanto isso, há soldados nas fronteiras, ainda que lhes faltem recursos para uma eficaz e
rápida atuação.

Há soldados em Pacaraima, porta de entrada da Venezuela para o Brasil, tentando minimizar uma
tragédia humanitária, que está sendo acompanhada com preocupação pela comunidade internacional.
Há soldados distribuindo água no semiárido nordestino há mais de 15 anos.
Há soldados trabalhando na nossa infraestrutura, na distribuição de vacinas, e na garantia da votação e apuração.
Soldados foram chamados para vistoriar presídios e superar a grave crise de abastecimento,
só contornadas graças ao espírito conciliador que trazem dentro de si.

Vivemos tempos atípicos. Valorizamos a perda das vidas de uns em detrimento das de outros.
Há quatro dias, durante operações no Rio de Janeiro, perdemos o cabo Fabiano de Oliveira Santos e o soldado Marcus Vinícius Viana Ribeiro, ambos do 2º Batalhão de Infantaria Motorizado, além do soldado João Viktor da Silva, do 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista. Suas mortes tiveram repercussão restrita, que nem de longe atingiram a indignação ou a consternação condizente com os heróis que honraram seus compromissos de defender a Pátria e proteger a sociedade.

Como eles, há soldados das três Forças Armadas que têm sacrificado suas vidas para que
o futuro do Brasil seja diferente. É chegada a hora de dizer basta ao diversionismo, à radicalização retrógrada e à fragmentação social.
Urge retomar o espírito pacificador de Caxias, que soube, respeitando as diferenças, encontrar um caminho de sinergia e de coesão para o País.

Meus comandados!
É preciso que busquemos a união, com espírito público, sacrifício e ética.
O Brasil tem pressa para reencontrar sua identidade.
Que as inúmeras virtudes do “Duque de Ferro” nos sirvam de inspiração.
Que nessa hora, coberta de dúvidas, sejamos corajosos para nos despojarmos daquilo que nos
desagrega.

Nós, soldados da Pátria, não podemos temer. O Brasil e os brasileiros serão sempre a nossa
servidão.”

Hamilton surpreende na chuva e marca sua 78ª pole no Gp da Bélgica.

A Fórmula 1 voltou, depois das férias de verão, no icônico autódromo de Spa-Francochamps, na Bélgica. E voltou com muitas emoções, inclusive uma garoa fina nos últimos momentos da competição classificatória. A surpresa maior, dois carros da controvertida Force India, na terceira e quarta posição, com base no bom acerto aerodinâmico da equipe, empurrado pelo potente motor Mercedes. Outra surpresa foi Romain Grosjean (Haas/Ferrari), na quinta posição, superando a Ferrari de Haikonnen e os dois carros da Red Bull.

Lewis Hamilton marcou a pole #78 de sua carreira neste sábado no circuito de Spa-Francorchamps, superando seu rival ao título da temporada Sebastian Vettel em uma emocionante qualificação para o Grande Prêmio da Bélgica deste domingo (26). Hamilton superou Vettel por oito décimos de segundo, com a pista secando no fim do Q3.

A chuva não caiu durante as primeiras sessões da qualificação (Q1 e Q2), mas chegou no início do Q3. Depois de todos saírem dos boxes com pneus para o seco, eles foram forçados a voltar para trocar pelos compostos intermediários.

Os carros deram algumas voltas antes da chuva parar e a pista rapidamente começar a melhorar. Apesar de ter feito sua volta após Hamilton, Vettel não conseguiu melhorar o “1:58.179s” do britânico da Mercedes.

A surpresa ficou com a “nova” equipe do grid da F1. Depois de entrar o fim de semana da Bélgica com dúvidas se realmente poderiam correr, a Racing Point Force India dominou a segunda fila do grid. Esteban Ocon vai largar na P3 seguido por Sergio Perez.

Romain Grosjean vai largar na P5 com a Haas, à frente da Ferrari de Kimi Raikkonen. O finlandês não participou do fim da sessão, aparentemente com seus mecânicas trabalhando em algum problema em sua SF71-H.

A Red Bull foi a decepção da sessão, já que foi forçada a se contentar apenas com a quarta fila. Max Verstappen superou Daniel Ricciardo, com a equipe austríaca não aproveitando as mudanças nas condições climáticas.

Kevin Magnussen foi apenas o 9º colocado com a outra Haas, enquanto Valtteri Bottas terminou em 10º. O finlandês não marcou tempo na sessão final de qualificação, já que vai largar na parte de trás do grid na corrida de amanhã depois de receber penalidade pela troca de motor neste fim de semana.

O dia também não foi nada bom para a McLaren, com sua dupla eliminada ainda no Q1. Stoffel Vandoorne ficou atrás de Fernando Alonso.

Outra grande surpresa do dia, negativa, foi a eliminação de Carlos Sainz (Renault) ainda no Q1. No entanto, ele vai largar ao lado de seu companheiro de equipe Nico Hulkenberg para a corrida, que foi o mais lento no Q2.

A Sauber novamente passou para o Q2 com sua dupla de pilotos, ficando atrás das duas Toro Rosso, que por muito pouco não conseguiu participar do Q1 para o GP da Bélgica.

O Grande Prêmio da Bélgica de F1 acontece neste domingo (26 de agosto) com a largadas ás 10h10 (horário de Brasília). 

Grid de Largada – GP da Bélgica de F1:

1) Lewis Hamilton (Mercedes) 1’58.179s
2) Sebastian Vettel (Ferrari) 1’58.905s
3) Esteban Ocon (Force India/Mercedes) 2’01.851s
4) Sergio Pérez (Force India/Mercedes) 2’01.894s
5) Romain Grosjean (Haas/Ferrari) 2’02.122s
6) Kimi Räikkönen (Ferrari) 2’02.671s
7) Max Verstappen (Red Bull/TAG Heuer) 2’02.769s
8) Daniel Ricciardo (Red Bull/TAG Heuer) 2’02.939s
9) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari) 2’04.933s
10) Pierre Gasly (Toro Rosso/Honda) 1’43.844s
11) Brendon Hartley (Toro Rosso/Honda) 1’43.865s
12) Charles Leclerc (Sauber/Ferrari) 1’44.062s
13) Marcus Ericsson (Sauber/Ferrari) 1’44.301s
14) Carlos Sainz (Renault) 1’44.489s
15) Fernando Alonso (McLaren/Renault) 1’44.917s
16) Sergey Sirotkin (Williams/Mercedes) 1’44.998s
17) Lance Stroll (Williams/Mercedes) 1’45.134s
18) S.Vandoorne (McLaren/Renault) 1’45.307s
19) Valtteri Bottas (Mercedes)  penalidade de grid
20) Nico Hülkenberg (Renault) penalidade de grid

Com informações da F1Mania

João Dória é condenado à perda dos direitos políticos por 4 anos

Paula Paiva

Do g1.globo.com

A juíza Carolina Martins Cardoso da 11ª Vara da Fazenda Pública condenou nesta sexta-feira (24) o candidato ao governo de São Paulo pelo PSDB, João Doria, à suspensão dos direitos políticos por 4 anos. A decisão foi publicada no site do Tribunal de Justiça de São Paulo. Cabe recurso. A assessoria diz que Doria vai recorrer.

Como foi uma decisão de 1ª instância, Doria pode seguir fazendo campanha e concorrer ao cargo de governador.

O ex-prefeito de São Paulo foi denunciado pelo promotor Wilson Tafner por improbidade administrativa por ter usado o símbolo “SP Cidade Linda” em ações da Prefeitura. Para o MP, Doria usou o símbolo em ações da administração municipal para se promover. A Lei Orgânica Municipal diz que os símbolos da cidade são apenas a bandeira, o brasão e o hino.

Na decisão de 26 páginas a qual a reportagem teve acesso, a juíza reconhece o argumento utilizado pelo Ministério Público. “Ainda que não se tenha informações a respeito da exata importância gasta com a publicidade coibida através da presente ação, há prova cabal de que houve dispêndio do erário público, e cabível a sua apuração em futura liquidação de sentença”.

Além da suspensão dos direitos, a juíza diz que Doria deve abster-se de divulgar ou utilizar o slogan “SP Cidade Linda” ou qualquer outro símbolo que não sejam os oficiais definidos na Lei Municipal nº 14.166/2006, providenciando a retirada do material no prazo de 90 dias. Desde o começo de fevereiro a Prefeitura proibe o uso da logomarca.

Zé Ronaldo e ACM Neto são recebidos no subúrbio de Periperi

Com as presenças do candidato ao governo da Bahia Zé Ronaldo, da candidata a vice Mônica Bahia, dos candidatos ao Senado Jutahy Magalhães e Irmão Lázaro, além do prefeito ACM Neto, vereadores e demais candidatos a deputado estadual e federal, a coligação Coragem para Mudar a Bahia realizou hoje pela manhã uma caminhada pela principal rua do subúrbio de Periperi, nas imediações do Clube Flamenguinho.

Cada vez mais popular em Salvador, depois das primeiras aparições em debates e entrevistas nas TVs e rádios, Zé Ronaldo foi bastante requisitado para fazer selfies com moradores e comerciantes locais. “Gosto desse corpo a corpo, gosto de falar olhando nos olhos do povo. Nós vamos melhorar a vida das pessoas. Eu tenho certeza disso”, disse Zé Ronaldo.

 O subúrbio de Periperi, que já foi estância de veraneio para a classe média de Salvador, hoje convive com a violência urbana e absoluta falta de segurança. “O governo do estado está ausente por aqui”, diz Elias Nascimento, morador da Urbis. “Antigamente podíamos colocar nossas cadeiras na porta e ficar conversando até mais tarde. Hoje temos de dormir cedo por causa da violência”.

Sempre recebido carinhosamente pela população do subúrbio, em função do volume de obras que realizou na região, o prefeito ACM Neto dançou e brincou com os moradores. “Foi o primeiro político a olhar para o subúrbio”, diz Elias Nascimento, referindo-se principalmente à recuperação da orla marítima. Segundo ele, o governo do Estado nada faz para melhorar um problema grave, que é a falta de água da Embasa. “O atual governador prometeu um VLT pra substituir os trens, mas parece que será uma promessa igual à construção da ponte de Itaparica. Meu velho, o ex-governador Jaques Wagner chegou a morar no subúrbio de Itacaranha, nos anos 70, mas em duas gestões como governador &nbs p;nada fez pelo subúrbio”, reclamou. Da assessoria de imprensa do Candidato.

Barreiras: conselheira tutelar é presa por envolvimento no tráfico de drogas

Agentes da Polícia Civil da 11ª Coordenadoria de Polícia do Interior (COORPIN) da cidade de Barreiras cumpriram nesta sexta-feira (24), por volta do meio-dia, o mandado de prisão preventiva contra Naiana de Souza Prado, Conselheira Tutelar Municipal, em decorrência do mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal, no processo que apurou os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, por conta do envolvimento do seu ex-companheiro identificado como João Paulo dos Santos da Paz, preso no último dia 23 de maio deste ano.

Na oportunidade, foi apreendido 10 quilos de maconha e meio kilo de cocaína. Ainda de acordo com a polícia, nesse mesmo processo, a Polícia Civil havia efetuado a prisão em flagrante da irmã de João Paulo, identificada como Gabriela dos Santos da Paz, no dia 10 de julho, de posse de uma balança de precisão e 250 gramas de maconha.

A 1ª Delegacia Territorial de Barreiras já havia concluído o inquérito policial, indiciado os três por tráfico de drogas e associação para o tráfico, porém ao receber a denúncia formalizada pelo Ministério Público Estadual, a 2ª Vara Criminal decretou a prisão de Naiana. A presa, que estava com as suas atividades no Conselho Tutelar suspensa desde o início das investigações, segue detida no Complexo Policial aguardando a decisão da Justiça. Informações da Polícia Civil.

Veja aqui o começa desta história em reportagem de O Expresso do dia 23 de maio.