
A desorganização ou a inexistência de um sistema de captação de águas pluviais na zona urbana de Luís Eduardo Magalhães, além do vazamento de esgotos sanitários para o rio dos Cachorros ou Ponta d’Água deve ser objeto de denúncia ao Ministério Público dentro dos próximos dias, na forma de proposta de uma ação pública, para a responsabilização tanto do Governo Municipal como da companhia cessionária, a EMBASA.

O esgoto sem tratamento que está sendo lançado, na zona central da Cidade, no rio dos Cachorros, pode contaminar as margens do rio por mais de 6 km ao longo de seu curso urbano.
Como se não bastasse a contaminação do lençol freático da cidade por fossas sanitárias, pelo chorume do lixão e até pela ausência de um plano de controle ambiental do cemitério municipal.
Cerca da metade da região urbana do Município ainda não é servida de esgotamento sanitário e a permeabilidade do solo poderá comprometer até o Aquífero Urucuia, grande reserva de água pura sobre o qual repousam dezenas de municípios do Oeste baiano.




























Depois de algumas tentativas, há quatro meses a técnica de enfermagem Claudeane Mota do Nascimento, 22 anos, conseguiu se separar e sair de casa. 











“As portas do Recicla, que estavam abertas há mais de 10 anos, estão fechadas e nossos filhos, que podem ingressar nos cursos a partir dos 12 anos, estão perdidos. Para nós pais de baixa renda, que só pagavam o uniforme, o Recicla era a única esperança na iniciação para o primeiro emprego e um bom preparo para o mercado de trabalho”, diz a mãe, lamentando a suspensão das aulas.
