
O economista gaúcho João Pedro Stédile, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), destacou em vídeo que o governo de Michel Temer é “uma vergonha”, que as medidas adotadas por ele são “um acinte”, e convocou militantes de todo o país para uma jornada nacional em denúncia contra o governo, a Globo, o agronegócio e as fazendas compradas por acusados de corrupção.
“Vocês sabem, em cada estado do nosso Brasil, tem os políticos que têm duas, três, até 62 fazendas, como esse [presidente do Senado] Eunício de Oliveira tem só no Estado de Goiás. É contra essa situação que nós temos que nos insurgir”, alerta.
Milhares de trabalhadores rurais ocupam nesta terça-feira (25), em todo país, fazendas ligadas a processos de corrupção ou a acusados de corrupção, para exigir a destinação das terras para assentamento de famílias. O MST também coloca a saída do governo atual e a convocação de eleições diretas como condição para a retomada da Reforma Agrária.
Desde a manhã desta terça, estão ocupadas as fazendas do ministro Blairo Maggi, no Mato Grosso, do presidente Michel Temer (em nome de Coronel Lima), em Duartina-SP, e do ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, em Barra Mansa, no Sul Fluminense. Outras ocupações ocorrem nas regiões Sul e Nordeste.
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Por Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil
A campanha do Vitória, que perdeu hoje, em casa por 2×1 para a Chapecoense, é irrecorrível. Não tem nenhum argumento a seu favor. Depois de fugir do rebaixamento por um milésimo no ano passado, este ano parece confirmar seu destino errático no futebol brasileiro.





