Luís Eduardo: hoje tem curso sobre aplicação do herbicida 2,4-D.

Logotipo Iniciativa 2,4-DCom o objetivo de gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, as empresas Atanor, Dow AgroSciences, Milenia e Nufarm uniram-se para formar a Iniciativa 2,4-D. Essas empresas promovem, hoje, 19, em Luís Eduardo Magalhães, no hotel Saint Louis, um treinamento para produtores rurais da Região. O grupo realiza, desde 1999, ações educativas sobre boas práticas agrícolas em diversas regiões do país e estimula o uso correto de equipamento de proteção individual. Além disso, a Iniciativa 2,4-D apoia projetos como o Projeto Acerte o Alvo – evite a deriva na aplicação de agrotóxicos, realizado no Paraná. O grupo defende que o uso adequado das tecnologias de aplicação e os cuidados para se evitar a deriva são essenciais para garantir a eficácia e a segurança ambiental na utilização de defensivos agrícolas.

“Uma melhor consciência das condições ambientais e um melhor entendimento das causas da deriva podem ajudar os agricultores, operadores de pulverizadores e técnicos a decidirem por aplicações mais seguras e eficientes, garantindo, ao mesmo tempo, eficácia biológica e segurança ambiental,” afirma Ana Cristina Pinheiro, Coordenadora da Iniciativa 2,4-D.

O grupo apresenta-se como fonte de informação e esclarecimento, que, apoiado por estudos acadêmicos, visa a desmistificar o uso do 2,4-D. Como resultado da aliança entre as quatro empresas, o site www.iniciativa24d.com.br foi criado para disponibilizar informações que devem ser consideradas serviço público, resultado de pesquisa da Iniciativa 2,4-D.

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Justiça mantem registro do herbicida 2,4 D e sementes transgênicas.

A justiça indeferiu o pedido do Ministério Público Federal (MPF) para suspensão dos registros de produtos que contenham o ingrediente ativo 2,4 D. A decisão do juiz Jamil Rosa, da 14ª Vara Federal, também foi para a suspensão dos processos que envolvam a liberação de sementes transgênicas tolerantes a este produto pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTBio), até que se conclua a reavaliação toxicológica da molécula pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

soja transgenicaNo texto, o juiz sustenta que não se pode, abruptamente, excluir do mercado um produto de largo uso agrícola e reconhecidamente eficaz no combate às ervas daninhas, sendo responsável, inclusive, pelos atuais ganhos produtivos na agricultura.

Ainda no parecer, o juiz afirma ser “temerária a suspensão dos registros deferidos pelos órgãos e entidades competentes na área de produtos agrotóxicos sem estudos técnicos conclusivos, o que já está sendo empreendido, no que concerne ao 2,4-D, pela agência especializada, a título de reavaliação”.

Segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a decisão da 14ª Vara Federal endossa o cuidado do governo federal na análise e aprovação de defensivos agrícolas.  “Não se pode simplesmente proibir o uso de um produto já analisado pelo governo e por dezenas de grandes países, não sendo proibido em nenhuma nação. A agricultura brasileira não pode e não será prejudicada com a proibição de registro e uso de ingredientes largamente testados”, explicou. Continue Lendo “Justiça mantem registro do herbicida 2,4 D e sementes transgênicas.”