Gaúchos comemoram 185 anos da Revolução Farroupilha

 

Abaixo, um depoimento especial do Gaúcho da Fronteira, Heber Artigas Armua Frós, nascido no mundo das duas pátrias, uruguaia e brasileira, na cidades gêmeas de Rivera e Livramento.

Atenção para os versos declamados pelo cantor e compositor. Nada mais atual nos dias de hoje:

“Que bom seria se, na pampa agora, surgisse um novo general farrapo.

Eu só queria um novo caudilho, que terminasse com a ambição e a fome.

Que mostrassem para nossos filhos, que deuses falsos não governam homens!”

 

República Rio-grandense: 184 anos da Revolução Farroupilha.

Gaúchos de todas as querências comemoram neste 20 de setembro (1835) o levante que veio a desaguar na criação da República Rio-grandense. O levante contra as forças imperiais deu início ao chamado Decênio Heróico, período em que o Rio Grande do Sul teve Governo próprio, à revelia do Império, constituição, ministério, bandeira e hino. Protagonizado por um punhado de gaúchos, o Movimento Farroupilha teve como base o repúdio à tributação do charque gaúcho, principal produto de exportação do chamado Continente de São Pedro.

A República Rio-Grandense foi um Estado-nação, formado na região sul do Brasil, constituindo-se na mais longa revolta brasileira da qual se tem conhecimento, e, portanto, a mais longa do Império do Brasil (1822-1889). A República foi proclamada em 11 de setembro de 1836, pelo general Antônio de Sousa Neto, como consequência direta da vitória obtida por forças  gaúchas na Batalha do Seival (1836). No entanto, o objetivo principal nunca foi proclamar um estado-nação próprio, e, portanto, separado do Estado brasileiro, mas sim mostrar ao Império do Brasil que as oligarquias gaúchas não estavam nem um pouco satisfeitas com os altos impostos.

A Bahia tem uma passagem histórica importante com a Revolução Farroupilha. O general Bento Gonçalves, líder da revolução, esteve preso algum tempo no forte de São Marcelo, em Salvador, de onde fugiu a nado, auxiliado por seus companheiros baianos da Ordem Maçônica.

Um dos episódios mais marcantes e ao mesmo tempo obscuros foi o do Tratado de Paz, em que se previa a liberação do esquadrão de Lanceiros Negros, a mais brava força dos farroupilhas. Os gaúchos queriam libertar os negros da escravidão, pois haviam lutado ao seu lado. No entanto, foram dizimados pelas tropas imperiais, ao fim da revolução, debaixo de débeis protestos dos líderes farroupilhas.

Centenas de milhares de gaúchos e gaúchas comemoram, em grandes desfiles, à cavalo, hoje, no Rio Grande do Sul a data magna do Estado.

República Rio-grandense: 183 anos da Revolução Farroupilha.

Gaúchos de todas as querências comemoram neste 20 de setembro (1835) o levante que veio a desaguar na criação da República Rio-grandense. O levante contra as forças imperiais deu início ao chamado Decênio Heróico, período em que o Rio Grande do Sul teve Governo próprio, à revelia do Império, constituição, ministério, bandeira e hino. Protagonizado por um punhado de gaúchos, o Movimento Farroupilha teve como base o repúdio à tributação do charque gaúcho, principal produto de exportação do chamado Continente de São Pedro.

A República Rio-Grandense foi um Estado-nação, formado na região sul do Brasil, constituindo-se na mais longa revolta brasileira da qual se tem conhecimento, e, portanto, a mais longa do Império do Brasil (1822-1889). A República foi proclamada em 11 de setembro de 1836, pelo general Antônio de Sousa Neto, como consequência direta da vitória obtida por forças  gaúchas na Batalha do Seival (1836). No entanto, o objetivo principal nunca foi proclamar um estado-nação próprio, e, portanto, separado do Estado brasileiro, mas sim mostrar ao Império do Brasil que as oligarquias gaúchas não estavam nem um pouco satisfeitas com os altos impostos.

A Bahia tem uma passagem histórica importante com a Revolução Farroupilha. O general Bento Gonçalves, líder da revolução, esteve preso algum tempo no forte de São Marcelo, em Salvador, de onde fugiu a nado, auxiliado por seus companheiros baianos da Ordem Maçônica.

Um dos episódios mais marcantes e ao mesmo tempo obscuros foi o do Tratado de Paz, em que se previa a liberação do esquadrão de Lanceiros Negros, a mais brava força dos farroupilhas. Os gaúchos queriam libertar os negros da escravidão, pois haviam lutado ao seu lado. No entanto, foram dizimados pelas tropas imperiais, ao fim da revolução, debaixo de débeis protestos dos líderes farroupilhas.

Centenas de milhares de gaúchos e gaúchas comemoram, em grandes desfiles, à cavalo, hoje, no Rio Grande do Sul a data magna do Estado.

O Hino Riograndense, na voz de Luiz Marenco

 

Humberto participa da abertura da Semana Farroupilha


Hasteamento das bandeiras de LEM, Bahia, Brasil, Rio Grande do Sul e do CTG Sinuelo dos Gerais


A programação da Semana Farroupilha do CTG Sinuelo dos Gerais se extende até a próxima terça-feira, 20 de setembro


Prefeito Humberto Santa Cruz e as prendas do Sinuelo dos Gerais


Vestido com as roupas típicas do gaúcho, o prefeito Humberto Santa Cruz disse que a comemoração da Semana Farroupilha é motivo de orgulho para LEM

O prefeito Humberto Santa Cruz vestiu bombacha, guaiaca e o lenço vermelho para participar na manhã desta terça-feira, 13, da abertura da Semana Farroupilha de Luís Eduardo Magalhães. A solenidade foi realizada no Centro de Tradições Gaúchas Sinuelo dos Gerais com a presença do patrão do CTG, Marcos Cézar Severo, e demais membros da peonagem, o juiz da Vara Crime da Comarca de Luís Eduardo Magalhães, Dr. Claudemir da Silva Pereira e o Comandante da Companhia de Policiamento Especializado do Cerrado (CIPE-Cerrado), Major Jailson Santos Amâncio.

Em seu pronunciamento, o prefeito Humberto Santa Cruz destacou que a comemoração da Semana Farroupilha é motivo de muito orgulho para todos moradores de Luís Eduardo Magalhães. “Por isso, de coração, desejo que os ideais de liberdade, igualdade e humanidade, marcas da Revolução Farroupilha, mais longa revolução do Brasil, que durou quase dez anos, entre 1835 e 1845, seja uma constante ao longo desta semana, até o dia 20 de setembro”, disse.

A programação da Semana Farroupilha de Luís Eduardo Magalhães continua nesta quarta-feira, 14, com o tradicional jantar italiano e apresentação da Invernada Artística às 20h; na quinta-feira, 15, também a partir das 20h, haverá torneio esportivo de bocha, bolão, cartas e tiro de laço; na sexta-feira, 16, é a vez da tertúlia livre; no sábado, 17, a programação começa as 9h, com uma gincana cultural e as 22h, baile com o grupo Fandangueando; no domingo, 18, as 16h, tem o tradicional desfile gaúcho pelas ruas da cidade e as 18h na Praça Albano Pedro Lauck, no bairro Jardim Paraíso. O encerramento da Semana Farroupilha acontecerá na terça-feira, 20 de setembro, com Missa Crioula as 19h, seguido de jantar as 21h.

Fonte: Assessoria de Comunicação da prefeitura de LEM

Certamente eu não iria terminar meus dias sem ver uma cena inusitada como essa: Humberto Santa Cruz de bombachas, guaiaca e lenço vermelho no pescoço. Ainda bem: se fosse o lenço branco da chimangada nunca mais falava com ele. E que viva a República do Piratini.

Rio Grande comemora o dia da sua Independência.

desfile

Mais de 150 instituições e 1.000 cavalarianos participaram, agora pela manhã, do desfile comemorativo da Revolução Farroupilha, em Porto Alegre. Por todo o interior, os desfiles se repetem, sempre com o tema da diversidade cultural e étnica do Rio Grande Sul, povoado por portugueses, espanhóis, negros, nativos indígenas e nos últimos 150 anos por imigrantes de origem italiana e alemã, dentre outras etnias. Os organizadores calculam em 15 mil pessoas presentes ao desfile em Porto Alegre.

A chama crioula vigia o desfile dos cavalarianos
A chama crioula vigia o desfile dos cavalarianos
Até o tradicional churrasco desfilou na avenida. Foto de  Samuel Maciel para o Correio do Povo.
Até o tradicional churrasco desfilou na avenida. Foto de Samuel Maciel para o Correio do Povo.

Que sirvam nossas façanhas de modelo à toda a terra

Uma homenagem ao 20 de setembro, Data Magna do Continente de São Pedro, e a toda essa gauchada que se espalhou pelos gerais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí, Minas e Gerais e Bahia. Como sempre se disse, trazemos o Rio Grande apresilhado na cincha.

Iotti e Radicci, representante de todos os gaúchos de origem italiana

Radicci

 

iottiCarlos Henrique Iotti é jornalista formado pela Fabico (UFRGS). Nasceu em Caxias do Sul, na serra gaúcha, em 27 de fevereiro de 1964. Signo de peixes, lua em peixes e ascendente em peixes. Sabe-se lá o que significa isso. Trabalhou no estúdio de Joaquim da Fonseca. Publica nos jornais Zero Hora, de Porto Alegre (RS), Pioneiro, de Caxias do Sul (RS), Diário de Santa Catarina (SC), Diário do Povo, de Pato Branco (PR) e Estado do Paraná, de Curitiba (PR). Pai do Rafael e da Camila, é metido a pescador (www.iottiflyfishing.com.br), corre maratonas e tem uma Rural Wyllis 73. Clique na charge para ampliar.

República Rio-grandense: 177 anos da Revolução Farroupilha.

Gaúchos de todas as querências comemoram neste 20 de setembro (1835) o levante que veio a desaguar na criação da República Rio-grandense. O levante contra as forças imperiais deu início ao chamado Decênio Heróico, período em que o Rio Grande do Sul teve Governo próprio, à revelia do Império, constituição, ministério, bandeira e hino. Protagonizado por um punhado de gaúchos, o Movimento Farroupilha teve como base o repúdio à tributação do charque gaúcho, principal produto de exportação do chamado Continente de São Pedro.

A República Rio-Grandense foi um Estado-nação, formado na região sul do Brasil, constituindo-se na mais longa revolta brasileira da qual se tem conhecimento, e, portanto, a mais longa do Império do Brasil (1822-1889). A República foi proclamada em 11 de setembro de 1836, pelo general Antônio de Sousa Neto, como consequência direta da vitória obtida por forças  gaúchas na Batalha do Seival (1836). No entanto, o objetivo principal nunca foi proclamar um estado-nação próprio, e, portanto, separado do Estado brasileiro, mas sim mostrar ao Império do Brasil que as oligarquias gaúchas não estavam nem um pouco satisfeitas com os altos impostos.

A Bahia tem uma passagem histórica importante com a Revolução Farroupilha. O general Bento Gonçalves, líder da revolução, esteve preso algum tempo no forte de São Marcelo, em Salvador, de onde fugiu a nado, auxiliado por seus companheiros baianos da Ordem Maçônica.

Um dos episódios mais marcantes e ao mesmo tempo obscuros foi o do Tratado de Paz, em que se previa a liberação do esquadrão de Lanceiros Negros, a mais brava força dos farroupilhas. Os gaúchos queriam libertar os negros da escravidão, pois haviam lutado ao seu lado. No entanto, foram dizimados pelas tropas imperiais, ao fim da revolução, debaixo de débeis protestos dos líderes farroupilhas.

Centenas de milhares de gaúchos e gaúchas comemoram, em grandes desfiles, à cavalo, hoje, no Rio Grande do Sul a data magna do Estado.

O Hino Riograndense, na voz de Luiz Marenco

Jabor, um paulistano, fala sobre o gauchismo.

Este artigo é antigo. Arnaldo Jabor, paulista e paulistano, descreve o sentimento que sempre uniu e une ainda hoje os gaúchos. Nada melhor para comemorar amanhã a data magna da República do Piratini, a década gloriosa em que o Rio Grande foi uma pátria separada do Brasil. Não que o gaúcho tenha qualquer gosto pelo separatismo nos dias de hoje. Nada disso. O Rio Grande quer apenas continuar dando exemplo de igualdade, liberdade e fraternidade, o lema farroupilha. O artigo:

“O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. 
Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! 
Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa’. Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. 
Um regionalismo que simplesmente não existe em São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa: abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. 
Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, 
todo mundo cantando a letra! 
‘Como a aurora precursora / 
do farol da divindade, / 
foi o vinte de setembro / 
o precursor da liberdade ‘
Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado. 
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é…Foi então que me deu um estalo. Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? 
De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será. 
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. 
Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. 
Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre. 
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. 
Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda: 
‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’
Arnaldo Jabor.

Ilustração da bandeira gaúcha: Fallavena.

 

Gaúchos comemoram Semana Farroupilha em Luís Eduardo.

A Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães é parceira na realização da Semana Farroupilha, promovida pelo CTG Sinuelo dos Gerais na cidade. A Semana Farroupilha acontece de 13 à 20 de setembro e conta com uma variada e rica programação.

O evento lembra o começo da Revolução Farroupilha, que tinha como ideal a fundação de uma república independente do antigo Império Brasileiro.

A Abertura Oficial da Semana aconteceu ontem, terça feira, 13, às 8h com o acendimento da Chama Crioula no Cemitério Municipal. Hoje, 14, às 19h30 acontece a Missa Crioula seguido por um Jantar Típico. Dia 16, sexta-feira às 19h30 haverá um Jantar Italiano com apresentações artísticas. No sábado, a partir das 22h Baile Tradicionalista com “Os Querencianos” e dia 20 a Semana Farroupilha conta com um Jantar de Encerramento com apresentações artísticas.