Reservatórios do rio São Francisco chegam ao fim da temporada seca com muita água.

As chuvas pesadas que cairiam na temporada 2019-2020, na grande bacia hidrográfica do Rio São Francisco ( 639.219 km2 de área de drenagem – 7,5% do País), ao longo dos seus 2.700 km de curso e 168 afluentes continuar a render bons frutos no sistema de reserva de água.

Os principais reservatórios ainda mostram grande volume de água: Itaparica com 53% e Três Marias e Sobradinho com mais de 60%. Bem longe daquilo que se viu nos anos anteriores, quando a geração de energia ao longo do rio caiu para números abaixo de dois dígitos e Sobradinho chegou a interromper totalmente o o fluxo de água na última turbina ainda em funcionamento.

A situação atual se reflete em tranquilidade para mais de uma centena de municípios onde os ribeirinhos vivem do rio para cultivar roças irrigadas, dessedentar animais e a própria população.

Depois de muitos anos e de uma temporada de chuvas excepcionais, quando Sobradinho e Três Marias, chegaram a ter perto de 100% de sua capacidade de acumulação, o São Francisco volta a ser o grande rio da Integração Nacional.

Dois tornados atingem Santa Catarina na tarde de ontem

Dois tornados ocorreram em Santa Catarina nesta sexta-feira (14). A confirmação foi feita pela Defesa Civil do Estado na madrugada deste sábado (15). Os fenômenos foram registrados em Água Doce, no Meio-Oeste, e Irineópolis, no Planalto Norte.

Os meteorologistas estão insistindo que teremos, este ano, novamente a ocorrência do fenômeno La Niña, com o resfriamento das águas do Pacífico na linha equatorial. Isso significa chuvas tardias no Centro-Oeste e Nordeste e pouca chuva na Região Sul.

O oceano Pacífico permanece sob resfriamento. Nas últimas semanas, a porção leste registrou desvio de temperatura de -2 °C. Já a região central do oceano, a mais estudada no que diz respeito aos fenômenos El Niño e La Niña, voltou a marcar temperaturas abaixo da média (-0,5° C), após um mês de julho com desvios mais próximos do normal.

Em sua última atualização, a Agência Americana de Meteorologia de Oceanografia (NOAA) indica que as simulações numéricas variam entre neutralidade e a efetiva formação do La Niña. Mas o órgão trabalha com maior hipótese de o fenômeno ocorrer na primavera de 2020 (60% de chance) e no verão de 2021 (55% de chance). Vale salientar que outras simulações não indicam desvios negativos de temperatura tão significativos ou duradouros, o que mantém a dúvida sobre a hipótese da formação de um fenômeno La Niña clássico. Do Canal Rural, editado.