Gênio do mal da quebradeira do Rio é mandada pra casa por Gilmar Mendes

Adriana Ancelmo, que muitos dizem ser a arquiteta maquiavélica e co-participe das maiores roubalheiras perpetradas por Sérgio Cabral no Rio de Janeiro, foi libertada hoje por um habeas corpus acolhido pelo ministro Gilmar Mendes.

O ínclito e douto Ministro do STF entende tudo de Rio de Janeiro.

Por fora bela viola, por dentro, pau bolorento

Quem vê essa carinha de determinada indignação, de injustiçada do momento, da ex-primeira dama do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo, libertada da prisão ontem, não deve nem imaginar o que a dita cuja apresentou junto com o marido.

Quantos morreram na fila do Sistema Único de Saúde, nas enfermarias superlotadas e corredores dos hospitais públicos, por falta de um médico ou de um remédio de alguns reais só porque a “baixinha” queria se emperiquitar de jóias, roupas e viagens caras?

Quantas mães e seus bebês foram sacrificadas no altar das iniquidades?

O povão se reuniu na porta do seu prédio para chamá-la de safada. Com justa razão. A moça é até bonitinha, mas valer que é bom não vale nada mesmo. Espera-se que volte logo para a cadeia, sem mordomias e sem encontros com Cabral.

Definitivamente não é caso de prisão, nem de prisão domiciliar: é caso de julgamento sumário e opção entre prisão perpétua com trabalhos forçados ou forca. Corrupção mata inocentes.

O Brasil não vai se endireitar enquanto tiver essa mentalidade cristã, ocidental e compreensiva.