Devido à falta de manutenção e condições de operação das 83 pistas públicas de voos baianas, 23 estão interditadas e somente oito têm balizamento noturno. Os 52 aeródromos restantes operam de forma limitada. É asfalto precário, mato grande, invasão do trânsito local, de animais e das antenas de telefonia em um espaço que deveria ser exclusivo para o pouso das aeronaves. Isso sem contar com outras 12 pistas que deixaram de existir há mais de 30 anos. “Tinha pistas em Taperoá, Nilo Peçanha, Camamu, Itapebí e Itanhém, mas isso faz mais de 30 anos. Em Oliveira dos Brejinhos, Medeiros Neto tem uns dez anos que não tem mais pista. Em Gamboa do Morro, Praia do Forte, Senhor do Bonfim e Itamaraju também não existem mais. A de Itacaré foi abandonada há mais de 15 anos”, diz o gerente comercial da Abaeté Linhas Aéreas, Álvaro Guimarães. O órgão responsável pelas pistas é o Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), que assegura tomar medidas para recuperar os equipamentos. Informações da Tribuna da Bahia.
A história repete-se de maneira insidiosa: apesar do poder público não realizar, quando a iniciativa privada quer fazer, encontra óbices legais ou políticos. Salve, Brasil!
