Ferrovia terá seminário e comissão legislativa pelo porto

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O deputado federal João Leão enviou convite para o Seminário Seminário “FIOL, Ferrovia de Integração Oste Leste – A Bahia quer, o Brasil precisa”, no dia 25 de março, segunda-feira, às 09:00 horas, no auditório da UPB – União dos Municípios da Bahia, à Terceira Avenida, S/N – Centro Administrativo da Bahia. Na Assembleia Legislativa, o deputado Augusto Castro (PSDB) foi eleito presidente da Comissão Especial Porto Sul da Assembleia Legislativa da Bahia. Sua escolha foi por unanimidade dos demais membros da comissão, criada em 2011 por iniciativa do próprio Augusto Castro. A Comissão é importante para o Oeste baiano, pois o Porto Sul integra as obras da Ferrovia Oeste-Leste, que terá grande impacto no desenvolvimento do Oeste baiano.

Devagar como tudo que acontece neste País, a ferrovia está andando, como se pode ver pelas fotos.

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Urânio que chega a Caetité é tema de polêmica na Assembleia da Bahia.

Os deputados Bruno Reis (PRP), Targino Machado (PSC) e Augusto Castro (PSDB) apresentaram um requerimento conjunto à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa solicitando a formação de uma comissão para acompanhar in loco a situação das 90 toneladas de material das Indústrias Nucleares Brasileiras (INB) que estão estacionadas no Batalhão da Polícia Militar de Guanambi. “O fato é que existe um grande problema de opinião pública e não adianta o governador Jaques Wagner dizer que o material transportado pelas carretas é urânio. A população precisa estar convencida, mas não está porque o governo da Bahia já deu mostras de sua leniência”, afirmou.
O deputado cobrou um laudo independente sobre o conteúdo do material transportado pelas carretas. Ele lembrou que o Brasil já testemunhou tragédias nucleares, como a provocada em Goiânia em setembr de 1987, quando dois catadores de lixo encontraram cápsulas de césio 137 e, poucas horas depois, dezenas de pessoas foram contaminadas, provocando a morte de mais de 600 pessoas.
Bruno Reis encerrou o discurso com um questionamento. “Cabe uma pergunta: a INB tem a sua sede localizada no Rio de Janeiro e está presente na Bahia, Ceará, Sâo Paulo e Minas Gerais. Por que esta carga tem de vir para a Bahia? Por que não vai para São Paulo ou outros estados?”.