Brasil bate recorde e supera 4 milhões de barris de petróleo diários.

Brasil bate recorde e supera 4 milhões de barris de petróleo diários

Produção coloca país como potencial terceiro maior da Opep e gera US$ 37,5 bilhões em exportações até outubro.

Tudo começou em 1973, ano do primeiro grande choque do petróleo. Em 1973, a produção diária de petróleo no Brasil era de aproximadamente 180 mil barris por dia (bpd). 

Naquela época, o Brasil consumia cerca de 700 mil barris de petróleo por dia, o que significa que a produção nacional supria apenas cerca de 20% das necessidades do país. Essa alta dependência de importações, que representavam cerca de 80% do consumo total, tornou a economia brasileira extremamente vulnerável à crise do petróleo que eclodiu naquele ano, quando os preços internacionais quadruplicaram. 
A crise de 1973 teve um impacto econômico significativo no Brasil e motivou o governo a buscar maior autossuficiência energética, incentivando a exploração doméstica e programas de energia alternativa, como o Proálcool. 

Agora a  produção de petróleo no Brasil chegou a 4,030 milhões de barris por dia, segundo dados da ANP. O gás natural alcançou 194,780 milhões de metros cúbicos por dia, totalizando 5,255 milhões de barris de óleo equivalente. Sendo um recorde histórico para o período.Se o Brasil pertencesse à Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) seria o terceiro maior produtor de petróleo, ficando atrás somente da Arábia Saudita e Iraque. As exportações de petróleo resultaram numa receita de US$ 37,5 bilhões até outubro.

Caso a exploração seja bem-sucedida, projeções do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e da ANP sugerem que a produção diária na Margem Equatorial poderia atingir cerca de 1,1 milhão de barris por dia a partir de 2029. 

Acredite: Brasil tem o combustível de aviação entre os 3 mais caros do mundo.

Enquanto o governo estuda subsidiar a aviação regional, levantamento das empresas aéreas aponta que o querosene de aviação nos principais aeroportos do Brasil é o terceiro mais caro do mundo.
O preço pago pelo produto para voos domésticos só perde para o dos principais aeroportos do Sudão e do Chade, na África.

O primeiro é um país em guerra civil. O Chade não tem acesso ao mar e não refina petróleo: precisa receber combustível de outros países em longos trajetos de caminhão.

Mesmo assim, em Recife, o preço final para o mercado doméstico é quase igual ao praticado nesses países.

O levantamento foi realizado pela Iata (Internacional Air Transport Association), órgão mundial que representa as companhias aéreas. De Armando Avena, em Bahia Econômica.

Quer dizer que aquele papo todo de auto-suficiência, de pré-sal, de anoitecer terceiro mundo e amanhecer na OPEP, não passava de cascata oficial, de trololó? Que vergonha! E eu que acreditei! Esta é mais uma mentira sincera de Lula?

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