Chovem denúncias contra Beto Richa, o governador tucano do Paraná

O governador do Paraná, Beto Richa, está no centro de uma tempestuosa série de denúncias sobre um propinoduto dos mais robustos. Ele é ou era pré-candidato ao Senado.

O juiz Sérgio Moro, deu mais 30 dias para o Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigarem o caso, Mas já adiantou que mandará a denúncia para a Justiça Eleitoral.

O tucanato tem certas prerrogativas que os comuns mortais não têm.

O que é comprovado pela libertação de Paulo Preto, operador de José Serra e Geraldo Alckmin, contra o qual pesam robustas provas enviadas pelos procuradores suíços, os quais apontam depósitos de 35 milhões de francos suíços na conta do indigitado.

Algo em torno de R$121 milhões, que repousam tranquilos nos cofres do banco Bordier & Cie, em Genebra.

Conversando no zap com um amigo, hoje, questionei: “onde não se rouba neste País?” Ao que ele respondeu de plano: “Talvez nos puteiros, onde a bebida é honesta e os leões-de-chácara não permitem alterações”. 

Nesta quarta teremos um novo massacre em Curitiba?

O governador tucano do Paraná, Beto Richa, e o juiz Sérgio Moro, representados pelas forças da Polícia Militar, estão montando uma arapuca para coibir manifestações nesta quarta-feira, dia do depoimento de Lula em Curitiba.

É previsível. Beto Richa massacrou centenas de professores que se manifestavam, há dois anos, por melhoria salarial. Mais de 50 mil pessoas estão se dirigindo a Curitiba para protestar contra a atuação parcial do Magistrado.

Abaixo, cenas do massacre de Curitiba, ocorrido há dois anos:

Walter Thoms R.U.A. Foto Coletivo
Melvin Quaresma R.U.A. Foto Coletivo
Melvin Quaresma R.U.A. Foto Coletivo