O avião fantasma mostra a trajetória ideal para o pouso, enquanto o B-777 da Asiana opta por uma trajetória mais baixa. “Puxar” os profundores do avião, no último momento, não evitou o choque do cone da cauda contra o quebra-mar da pista.
O avião fantasma mostra a trajetória ideal para o pouso, enquanto o B-777 da Asiana opta por uma trajetória mais baixa. “Puxar” os profundores do avião, no último momento, não evitou o choque do cone da cauda contra o quebra-mar da pista.
Os instantes finais da aproximação do voo AAR214, da Asiana Airlines, procedente de Seul, Coréia, com destino a San Francisco, Califórnia, monitorado pelo site Flight Radar. Problemas ainda não esclarecidos fizeram com que o Boeing 777, com mais de 300 passageiros e tripulantes, batesse o cone da cauda na cabeceira da pista. A aeronave perdeu o trem, as duas turbinas e o fogo irrompeu na parte dianteira da fuselagem. Foram confirmadas duas mortes e mais de 100 feridos.