General afirma que bolsonaristas tem “deficiência cultural”.

Paulo Chagas é convidado para comandar Odebrecht no DF: "Bela tarefa"

O general da reserva do Exército Brasileiro Paulo Chagas usou as redes sociais para tecer duras críticas a bolsonaristas. Em um texto publicado no X, antigo Twitter, o oficial escreve que o perfil desses eleitores se enquadra em dois tipos: o “do cão que ladra, mas não morde, ocultos atrás de codinomes” e o outro, que, segundo ele, sofre de “deficiência cultural e cognitiva, expressa na dificuldade de articular ideias minimamente coerentes”.

Cercado de bolsonaristas na ceia de Natal, ouvi várias afirmações do tipo “o País está quebrado com Lula”, “odeio esses comunistas” e outras saliências do gênero. Só não aguentei quando um bozopata afirmou: “Ele (Jair Bolsonaro) cometeu vários erros, mas nunca soube que era ladrão.”

Foi o momento em que saltei das botinas e fiz uma breve e educada relação de malfeitos, como segurar as vacinas na pandemia para conseguir uma propina na aquisição; a venda de estatais por uma parcela do seu valor; os pix sem origem que sustentaram o movimento golpistas e outros quetais. Acompanhados ao final, já sem educação nenhuma, de classificações como “ladrãozinho miudeiro”, “malandro descuidista de rodoviária”, “mequetrefe”, “criador das rachadinhas” e outros. 

Ficaram todos muito sérios, olhando na minha direção, pensando: “o velhinho finalmente assumiu o período da caduquice”.

Luís Eduardo Magalhães será, novamente, em 2026 o único município da Bahia em que um bolsonarista vai ganhar. A vergonhosa exceção confirma a regra.

Milícias de Bolsonaro estão falando em invadir a Embaixada da China.

China investe em pesquisa, aquisição de terras e infraestrutura na África Oriental.

Publicações feitas pelas milícias digitais do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais mostram que há risco de invasão da Embaixada da China no Brasil durante a mobilização golpista convocada pelos bolsonaristas no dia 7 de setembro. O ato surge como “resposta” à prisão do ex-deputado Roberto Jefferson pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das milícias digitais.

Mensagens difundidas neste domingo (15) e nos dois últimos dias mostram que os apoiadores do presidente elegeram a sede diplomática do país asiático como um dos alvos do movimento.

O mote de invasão da embaixada aparecem tanto nas hashtags do ato quanto em ataques direcionados ao embaixador Yang Wanming.

Roberto Jefferson, preso na quinta, pregava a expulsão de Wanming e chegou a fazer vídeo com ataques xenofóbicos ao diplomata, em julho. O presidente nacional do PTB chamou o embaixador de “chinês malandro”, “xing ling” e “macaco”.

“Tem que ir embora, o presidente tem que mandá-lo embora. Ele está afrontando o presidente”, disse em tom ameaçador. “Só por cima do nosso cadáver é que vão implantar aqui um regime ateu-marxista-comunista, onde um palhaço, macaco dá ordens às pessoas e repete Marx e Mao, como esse embaixador chinês. Não me ajoelho a esse macaco chinês”, completou.

Essa “tese” do ex-deputado parece estar sendo bastante difundida entre os bolsonaristas.

O ato de 7 de setembro tem sido mobilizado por figuras como cantor Sérgio Reis, que publicou vídeo ameaçando o STF. Em áudio vazado, ele fala em invadir o tribunal.

Da Revista Fórum.

Quem deve estar feliz com estas ameaças à China é o Agronegócio. O País asiático é o maior comprador de proteína animal, soja, milho e minérios do Brasil.

Isso só vai ajudar a China a decidir sobre os investimentos na África Oriental para ficar cada vez mais distante da insegurança política e jurídica do Brasil.

Um gambá sempre cheira outro: assassino apoia Bolsonaro na Esplanada.

 

O ator Guilherme de Pádua, assassino confesso de Daniella Perez, foi a uma manifestação pró-Bolsonaro, em Brasília, acompanhado da esposa, a estilista Juliana Lacerda. Em uma das publicações feitas no Instagram, o casal aparece de máscara com estampa da bandeira do Brasil e critica “políticos corruptos”.

“Estamos aqui no Congresso Nacional, agora estamos indo ali pra manifestação, né, em prol do Brasil. É isso mesmo, gente, o Brasil precisa mudar. Esses políticos corruptos, esses esquemas de tetas públicas, que o pessoal só fica explorando o povo brasileiro e o dinheiro, e as melhorias não chegam nas mãos do povo, não chegam na vida do povo. Se Deus quiser o Brasil vai mudar, não é meu amor?”, diz o casal no vídeo.

Em outro trecho do vídeo gravado durante a manifestação, Guilherme crítica a oposição e afirma que eles estão “torcendo até para o vírus”.

“Sabe o que mais me impressiona neste momento político que o Brasil está passando? O que mais me impressiona é que tem pessoas que estão torcendo para tudo dar errado, torcendo para o Brasil se afundar em uma crise, torcendo até para o vírus, para que ele mate mais pessoas ou para que ele cause mais danos ao país em geral”, disse.

Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, sua ex-mulher, foram condenados por homicídio qualificado, com pena de 19 anos e 6 meses de prisão pela morte de Daniella Perez, filha da autora Gloria Perez. O caso ocorreu em 1992 e a atriz foi morta com 19 facadas, entre pescoço, coração e pulmões, sendo atirada posteriormente em um matagal. Após seis anos preso, Guilherme deixou a cadeia e hoje é pastor evangélico.

Da “Isto é” e TV Democracia.

As palavras malditas, ditas em horas pouco oportunas.

Não sei se já são os primeiros efeitos do cortes nas verbas da Educação, mas a verdade é que os eleitores de Bolsonaro nunca tiveram muita intimidade com a língua de Luís de Camões, a “última flor do Lácio, inculta e bela”, no dizer de Olavo Bilac.

Para eles, mais do que cultuar a Língua dos seus pais, é importante portar uma arma de 1.600 joules de impacto.

Madame Almerinda, a profetisa, que parece estar desembarcando da nave bolsonarista, me ligou escandalizada:

– Creedo, meu querido periodista, essa palavra inserida no cartaz pode ser de mau augúrio. Lembra de Mussolini, que terminou pendurado pelos pés num posto de gasolina? Lembra de Sadam Hussein, que acabou enforcado depois de puxar saco de norte-americanos durante 15 anos?

Observe no cartaz, que eles foram ainda muito felizes. Dada a estupidez de alguns espécimes raros da extrema-direita, poderiam ter escrito “fássil” e “forssa”.

Grande número de brasileiros não tem moral para reclamar da corrupção

Flagrante de um cidadão de bem

As ações desenvolvidas pela CEMIG e pela Light, cessionárias de distribuição de energia em Minas Gerais e Rio de Janeiro, no sentido de coibir o roubo de eletricidade através dos chamados “gatos” estão chegando a conclusões emblemáticas. O furto de energia está localizado principalmente em residências de classe média e acima e em empresas de alto consumo, como padarias, restaurantes e até academias.

O fato ganha mais relevância quando a grande maioria dessas pessoas bate no peito e pede o fim da “corrupição”. Os desvios de conduta não são exclusividade da classe política. Apenas esta está mais exposta à mídia e às instituições.

O chamado “cidadão de bem”, que reivindica essa condição e o fim da corrupção, sempre com uma opinião radical, no modelito bolsonarista, é uma das piores pragas deste Brasil do Século XXI.

O jornal da Ku Klux Kan, os racistas que assassinavam negros no Sul dos Estados Unidos, já se denominava “Cidadão de Bem”, “Good Citizen”.