Duas apostas fáceis de ganhar: depois que a aprovação do presidente Bolsonaro saltou de 32 para 37%, conforme pesquisa Datafolha publicada ontem, ele não larga mais o auxílio emergencial, onde conquistou esses 5 pontos de ótimo e bom.
Larga do Paulo Guedes, mas não larga o Bolsa Eleições, que o Congresso estipulou em R$600,00, contra sua (dele, Presidente) própria vontade.
Outra aposta: depois que se sentiu seguro na cadeira com o apoio do Centrão, não larga mais os deputados, que eram os 300 picaretas na época do Lula, mas são em torno de 200 agora.
Mesmo com a saída de mentirinha do MDB e DEM, em manobra evasiva de mentirinha, o Centrão, dividido em dois blocos, vai permitir que Bolsonaro termine o mandato.