Pandemia completa 6 meses e situação do Brasil e EUA preocupa

Mundo ultrapassa marca dos 10 milhões de casos do novo coronavírus. E Brasil e EUA são as incógnitas a serem resolvidas. Justamente às duas nações que estão sob governos com fortes nuances de extrema direita.

Do Jornal GGN, editado.

A pandemia de coronavírus completa seis meses de registros na próxima semana, e não mostra sinais de perder forças. Pelo contrário: a situação do Brasil ocupa grande parte dos debates nos bastidores da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Em artigo publicado no portal UOL, o jornalista Jamil Chade diz que os especialistas da entidade consideram o país como uma “ameaça global” no combate ao coronavírus, ao lado dos Estados Unidos.

Desde a contagem dos primeiros casos, o Brasil aparece na segunda colocação em termos de mortes e casos, mas uma fotografia mais precisa da situação pode ser vista em dados mais recentes: números da UE indicam que, apenas nos últimos 30 dias, o Brasil liderou tanto o registro de novos casos (863 mil) como de mortes (30,6 mil).

Mas não são apenas esses números que preocupam: o Brasil não tem um plano sobre como sair da crise, aliado à fatiga da população sobre a quarentena, os limites do pacote de ajuda econômica e a falta de testes suficientes mostram um país cada vez mais frágil para lidar com a questão.

Um sinal da reação global às medidas do Brasil é a exclusão do país na lista de nações autorizadas a voltar a voar para a Europa a partir de 1º de julho, e existe grande resistência entre os diplomatas quanto a uma eventual inclusão no futuro imediato.

Nos bastidores, a ordem na OMS é de não responder às criticas e provocações do presidente Jair Bolsonaro – além do entendimento de que uma crise política maior não ajudaria a salvar vidas, a organização considera que muitas das críticas e ameaças são apenas discursos para atender a base eleitoral.

Que dia! Grande dia! Mais 47 mil pessoas contaminadas pelo Covid-19.

O Brasil teve o segundo dia com maior número de novos casos de covid-19 registrados no balanço divulgado hoje (26) pelo ministério da Saúde. Foram 46.860 pessoas infectadas adicionadas às estatísticas.

Se as estatísticas estão certas, que 5% dos contaminados morrem, teremos em poucos dias mais 2.500 mortes.

A eugenia está dando certo: vamos nos livrar de velhos, pobres e dependentes da Saúde do Estado.

Hitler não matou 6 milhões de judeus, ciganos, homossexuais e aleijados? Então o que significam 200/300 mil mortes no Brasil?

Nada, não é sr. Presidente? Deixe lá o General de Brigada tocar a banda. Talvez ele ganhe a quarta estrela ao se aposentar.

Hoje morreram mais 1.055 brasileiros, somando um total que passa de 56 mil, mas teremos, ainda esta semana, um sanfoneiro tocando “Ave Maria” numa live com o Nosso Alecrim Dourado, o Gênio da Raça, a Manifestação Divina neste Vale de Lágrimas.

Pior pensar que ainda temos 60 dias, julho e agosto, até este jovem Napoleão de Hospício ser convidado a pegar o seu chapeuzinho de bico e cantar em outra freguesia.

 

Enquanto Ásia e EUA esperam a segunda onda do COVID, no Brasil contaminação ainda não chegou ao pico.

A contaminação não cede. São Paulo registra recorde de internações. O número de pacientes internados é de 14.274, sendo 8.508 em enfermaria e 5.766 em unidades de terapia intensiva.

Um levantamento feito pelo G1 mostra dados atualizados de ocupação das UTIs em cada estado do país, o número de testes realizados para detecção da Covid-19 e o total de pacientes recuperados da doença no Brasil.

Na quarta-feira (17), o Brasil bateu a marca de 500 mil recuperados da doença. Nesta quinta (18), o país atingiu a marca de 2,3 milhões de testes aplicados segundo as secretarias. Um salto de mais de meio milhão se deu com a atualização dos números do estado de São Paulo, que não divulgava a informação desde 27 de maio. Sete estados (AC, AL, ES, MA, MT, PE e RN) têm 80% ou mais de ocupação dos leitos de UTI.

Os dados são atualizados à medida em que cada estado divulga seus balanços diários. Veja abaixo os números de cada uma das unidades da federação:

Taxa de ocupação de leitos de UTI

  • Acre – 92% em todo o estado em 19/6
  • Alagoas – 84% em todo o estado 19/6
  • Amapá – 54,07% na rede pública e 58,38% na rede privada, em todo o estado em 20/6
  • Amazonas – 51,1% em UTI Covid e 67% em UTI geral em todo o estado em 20/6
  • Bahia – 75% em todo o estado em 20/6
  • Ceará – 69,56% em todo o estado em 20/6
  • Distrito Federal – 79% na rede privada e 60% na rede pública em 14/6
  • Espírito Santo – 82,07% em todo o estado em 20/6
  • Goiás – 75% dos leitos de gestão estadual em todo o estado em 20/6
  • Maranhão – 83,52% em todo o estado em 20/6
  • Mato Grosso – 75% em todo o estado em 20/6
  • Mato Grosso do Sul – 25% em todo o estado em 20/6
  • Minas Gerais – 72% em todo o estado em 18/6
  • Pará – 68,9% em todo o estado em 19/6
  • Paraíba – 71% em todo o estado em 20/6
  • Paraná – 55% em todo o estado em 19/6
  • Pernambuco – 83% em todo o estado em 20/6
  • Piauí – 68,7% em todo o estado em 18/6
  • Rio de Janeiro – 56% em todo o estado em 17/6
  • Rio Grande do Norte – 95% na rede pública e 90% na rede privada em todo o estado em 17/6
  • Rio Grande do Sul – 70,7% em todo o estado em 20/6
  • Rondônia – 75% em todo o estado em 19/6
  • Santa Catarina – 64% do sistema público em todo o estado em 20/6
  • São Paulo – 66,5% em todo o estado em 19/6
  • Sergipe – 65,2% na rede pública e 90,4% na rede privada em todo o estado em 18/6
  • Tocantins – 61,54% dos leitos ocupados em 19/6

Nordeste tem o maior número de casos de contaminação pelo Corona Vírus

Número de testes no Brasil não chega a 10% daqueles realizados na Rússia.

Os números da pandemia no Brasil e no mundo. Nossos vizinhos, inclusive a desorganizada Venezuela, tem se mostrado mais eficientes no tratamento do Corona. Nada comparável à Rússia, que tem a maior taxa de testes por milhão de habitantes e está logo abaixo do Brasil em número de casos de contaminação. 

A Região Nordeste registra um total de 300.568 casos de infecção pela covid-19, seguida pela Região Sudeste com 298,257 casos. No Norte do país, somam 175.875 casos. No Centro-Oeste, 38.658 casos. E no Sul, 37.156.

O Estado de São Paulo, o mais populoso e com maior número de contaminações, concentra 172.875 mil casos, 10.581 mortes.

A incidência da doença é de 404,7 casos por 100 mil habitantes, e a taxa de mortalidade é de 20,3 casos no mesmo universo. A letalidade da doença é de 5% das contaminações.

O Brasil conta hoje com 8.318 casos graves da doença, enquanto 379.245 pessoas recuperaram a saúde depois da infecção.

O País conta com apenas 7.055 testes por milhão de habitantes, enquanto a Rússia, terceira em número de contaminações, realiza 99.869 testes também por milhão de habitantes (146 milhões de habitantes).

Estes números dão uma ideia de quanto pode ser grave a sub-notificação no Brasil, que segundo as pesquisas da UFPel e IBOPE alcança um número de 7 vezes maior que os casos notificados. Se essa estatística se replicar de fato para todo o País, teríamos 5,9 milhões de contaminados, cerca de 278% a mais que os Estados Unidos, que está testando 77 mil pessoas em cada milhão de habitantes.

Da mesma maneira, a Índia, que tem apenas 321.626 casos notificados em uma população de mais de 1.379 bilhão de habitantes, poderia potencializar uma das maiores populações contaminadas, pois testa apenas 3.900 pessoas por milhão de habitantes.

O total geral de casos de contaminação no mundo só tem aumentado, com 7,860,730, apesar do número diário de mortes estar recuando, para um total de 432,200.

Vizinhos mais eficientes

Na Argentina, existem atualmente 30 mil casos e apenas 815 mortes em uma população de 45 milhões de habitantes. Os argentinos estão testando pouco, 5.054 por milhão de habitantes, num total de 228 mil testes, frente aos 1.49 milhão de testes realizados no Brasil.

A vizinha Venezuela, apesar da economia desorganizada e problemática, tem apenas 2.904 casos e 24 mortes atribuídas ao Corona, apesar de já ter testado mais de 1,06 milhão de testes – 37.511 por milhão – numa população de 28,4 milhão de habitantes, depois de receber importante ajuda médica e de equipamentos dos chineses.

E o Paraguai, dividido por fronteira seca com o Brasil, tem apenas 11 mortes depois de 1.261 casos, apesar de realizar 46 mil testes – 6.539 por milhão – em uma população total de 7,12 milhões de habitantes.

Esse é o motivo pelo qual os paraguaios fecharam as fronteiras, abrindo inclusive valas com retro-escavadeiras na longa fronteira seca (436 km) para não permitir a passagem de brasileiros.

Corona Brasil: aumento de 21.704 casos e 892 óbitos, contagem parcial.

Os governistas de todas as latitudes estão comemorando uma eventual diminuição na notificação de casos e de óbitos. A verdade é que nos sábados e domingos existe uma sub-notificação maior, com a ausência das informações de algumas secretarias de Saúde. Isso acaba se refletindo nos levantamentos de terça e quarta-feira, que, assim, apontam para novos recordes.

O Brasil tem 42.055 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste sábado (13), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O consórcio divulgou na sexta-feira (12), às 20h, o quinto balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, seis estados (GO, MG, MS, PA, PE e TO) e o DF divulgaram novos dados.

Veja os dados atualizados às 13h deste sábado (13):

  • 42.055 mortes
  • 832.866 casos confirmados

(Na sexta, 12, às 20h, o balanço indicou: 41.901 mortes, 843 nas últimas 24 horas; e 829.902 casos confirmados. Desde então, houve atualizações em DF, GO, MG, MS, PA, PE e TO.)

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Bahia

Bahia registra 35.788 casos confirmados de coronavírus (Covid-19), o que representa 19,14% do total de notificações no estado. O boletim epidemiológico ainda contabiliza 15.279 pessoas recuperadas, 1.069 óbitos e 19.440 indivíduos monitorados pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

​Os casos confirmados ocorreram em 352 municípios do estado.

Barreiras

Neste sábado, 13, Barreiras teve o primeiro óbito provocado pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

A paciente, uma idosa de 74 anos, com histórico de Hipertensão Arterial Sistêmica – HAS e obesidade, estava internada desde o dia 09 de junho, no Pronto Atendimento Coronavírus, com diagnóstico positivo para Covid-19 em estado moderado. Com o agravamento, a paciente foi transferida para o HO, e na manhã desse sábado após complicações, a paciente não resistiu e veio a óbito.

Luís Eduardo Magalhães

O Município teve a notificação de mais nove casos no dia de hoje.

Os casos se referem: seis pacientes do gênero feminino, 23, 33, 39, 43, 58 e 65 anos; três pacientes do gênero masculino, 34, 37 e 40 anos. Cinco destes pacientes foram testados em clínica particular.

Os pacientes apresentam sintomas que não indicam necessidade de internação hospitalar e permanecem em isolamento domiciliar obrigatório, monitorados e acompanhados pelo serviço de Telemedicina e pela Vigilância Epidemiológica. Um dos pacientes encontra-se hospitalizado Hospital do Oeste, na cidade de Barreiras.

Corona: 21 pessoas ficam doentes a cada minuto no Brasil. Uma delas vai morrer.

Brasil tem 1.261 mortes por coronavírus em 24 horas, revela consórcio de veículos de imprensa; são 41.058 no total. Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 30.465 novos casos de Covid-19 em um dia; são 805.649 no total.

O Brasil teve 1.261 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 41.058 óbitos pela Covid-19 no país até esta quinta-feira (11). Veja os dados, consolidados às 20h:

  • 41.058 mortes ; eram 39.797 até as 20h de quarta-feira (10), uma diferença de 1.261 óbitos

  • 805.649 casos confirmados; eram 775.184 até a noite de quarta

Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

Pelo terceiro dia consecutivo, houve mais de mil mortes e mais de 30 mil novos casos em um intervalo de um dia. O Nordeste tem mais casos que o Sudeste. São 285 mil casos confirmados nos nove estados, contra 281 mil em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Covid Brasil: 1.005 mortes e 30,8 mil novos casos em 24 horas.

A estratégia do Governo de só divulgar o boletim depois do horário do Jornal Nacional, da Globo, obrigou a emissora a fazer uma edição extra, informando os dados. O que pensa um Governo como esse que pretende tornar a transmissão de informações sobre a maior crise sanitária do País em algo secreto. Na tarde desta sexta, o Ministério cancelou a coletiva de imprensa que estava agendada. E o portal do Ministério foi tirado do ar. 

O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (5) seu mais recente balanço de casos confirmados e mortes por complicações da Covid-19. Os principais dados são:

  • 35.026 mortes, eram 34.021 na quinta-feira (4)

  • Foram 1.005 registros de morte incluídos em 24 horas

  • 645.771 casos confirmados, eram 614.941 na quinta

  • Foram incluídos 30.830 casos em 24 horas

  • Nas últimas 24h, 11.977 pacientes foram recuperados

Balanço por estados

O Ministério da Saúde divulgou também a distribuição dos casos e mortes por complicações do coronavírus Sars-Cov-2 por estado brasileiro. Veja abaixo a distribuição dos casos e mortes por estado apenas nas últimas 24 horas:

Segundo o site worldometers, temos 288.652 casos recuperados e 322.307 casos ativos, em processo de tratamento ou internados.

Mais de meio milhão de pessoas estão contaminadas e temos 29.314 óbitos.

Brasil ultrapassou a marca de 500 mil casos confirmados do novo coronavírus (Sars-CoV-2), informou o Ministério da Saúde neste domingo (31).

De acordo com o balanço, existem 514.849 pessoas infectadas com a Covid-19 no país, que ocupa a segunda posição no ranking de nações com mais casos em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (mais de 1,7 milhão), conforme levantamento da Universidade Johns Hopkins.

Nas últimas 24 horas, 16.409 indivíduos foram diagnosticados com a doença, enquanto que mais 480 morreram, elevando o número total de óbitos para 29.314.

Ao todo, 278.980 pacientes estão em acompanhamento médico, o equivalente a 54,2%. Já 206.555 se recuperaram. (ANSA)

Avanço inexorável da pandemia no Brasil: nas últimas 24 horas, 1.039 mortes e 16.324 casos positivos.

O Brasil tem, até o momento, 391.222 casos confirmados de coronavírus, com 24.512 mortes. Foram 16.324 casos novos e 1.039 mortes só nas últimas 24 horas.

Já na Bahia, testes já apontaram a contaminação de 14.566 pessoas até o momento. Destas, 495 morreram. Em 24 horas, foram 362 novos casos e 18 óbitos.

Os casos confirmados ocorreram em 258 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (63,57%). Ao todo, 4.680 pessoas estão recuperadas na Bahia.

Na estado, dos 1.658 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para Covid-19, 917 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 55%. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 678 leitos exclusivos para o coronavírus, 465 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 68,58%.

Se estivéssemos em uma guerra com um exército estrangeiro ou mesmo numa guerra civil como desejam alguns malucos, perdendo mil soldados por dia e tendo mais de 15 mil feridos, qualquer governo teria perdido sustentabilidade política. Pacifistas já teriam saído às ruas e exigido o fim do conflito.

No entanto, o número de mortes parece não abalar as pessoas, que não dão a mínima atenção ao isolamento social e continuam promovendo festinhas e ajuntamentos nos comércios de todo o País.

Se temos 391.222 casos positivos e a pesquisa da UFPel indica sete vezes mais contaminados, hoje estaríamos com uma base de contaminação de 2,74 milhões. Maior que o número de contaminados nos Estados Unidos. Na verdade, cerca de um milhão a mais. O número de mortes deve ser proporcional.

Números da pandemia são trágicos. E a Saúde está aparelhada politicamente.

Brasil registra 807 novas mortes por coronavírus. Total de óbitos é de 23.473. Já próximo dos 30 mil que Bolsonaro promovia quando deputado. Só que ele falava em gente de esquerda. Mas quem está morrendo são pobres, das camadas mais vulneráveis da população.

O número de casos é de mais de 374 mil pessoas. E recém começa a chegar ao interior do País. Há poucos dias, eram menos de 10 os casos no Oeste baiano. Hoje, passam de 100 com folga.

A par disso, o aparelhamento ideológico do Ministério da Saúde preocupa. Não tarda o dia em que os números da pandemia poderão ser considerados sigilosos.

No último sábado (23), o epidemiologista Wanderson Oliveira anunciou sua saída do Ministério da Saúde.

Dessa forma, a pasta perdeu sua principal referência técnica e o profissional que desenvolveu o planejamento do governo brasileiro para o enfrentamento à pandemia. Em contrapartida, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o ministério deve receber mais 20 militares em cargos estratégicos, que farão companhia a outros 20 já nomeados.

Nenhum dos militares que trabalham no ministério possui formação técnica para atuar na área da saúde, nem mesmo o general Eduardo Pazuello, chefe temporário da pasta, que substituiu dois médicos no cargo, Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta. Quem atua no setor alerta para os perigos das mudanças.

“A subnotificação já afeta os dados hoje, minha preocupação é que passe a haver uma ação deliberada para produzir subnotificação e atraso na divulgação do avanço da epidemia”, explica Leandro Gonçalves, professor do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“Se eles quiserem, eles vão conseguir manejar a narrativa da extensão da pandemia no Brasil. Hoje, caiu o Wanderson da Silva, que é o cara que planejou o enfrentamento à pandemia no Brasil, cai com ele também o planejamento. Virá alguém que irá conduzir de outra maneira. Teremos os balanços diários e a mesma postura de alerta com relação ao vírus? Ou será que vai começar a mudar a narrativa?”, pergunta Gonçalves.

Além de Wanderson Oliveira, o Ministério da Saúde já havia perdido seu secretário-executivo João Gabbardo, que trabalhava na pasta havia mais de 40 anos e que foi exonerado no dia 22 de abril. Para o seu cargo, foi nomeado justamente o general Pazanello, que agora chefia o setor. Em 4 de maio, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos, Denizar Vianna, também foi demitido.

“Até aqui, as pessoas responsáveis pela divulgação dos dados eram técnicas, que caíram para os militares entrarem. Eles podem dar um jeito de maquiar a cobertura do avanço da epidemia pelo Brasil”, afirma Gonçalves.

Ministério da Saúde confirma número recorde de mortes, 20.047, 1.188 só hoje.

Brasil tem 20.047 mortes causadas pelo novo coronavírus, diz ministério

Número dobrou em um intervalo de 12 dias. Foram incluídos ao balanço 1.188 registros de morte em 24 horas.

O Brasil registrou nesta quinta-feira um novo recorde diário de mortes pelo coronavírus, contabilizando mais 1.188 óbitos, o que eleva o total no país para 20.047, informou o Ministério da Saúde.

Em relação à contagem de casos, foram notificadas 18.508 novas infecções, fazendo com que o total chegue a 310.087. O número de casos relatados em um único dia fica pouco abaixo do recorde, registrado na quarta-feira, de 19.951.

A máxima diária anterior de óbitos era de 19 de maio, quando foram verificadas 1.179 mortes.

Segundo o jornal El País, existem mais 11.000 óbitos suspeitos, em que falta de testes ou falha na coleta das amostras impede averiguar o que provocou falecimentos por síndrome respiratória aguda grave, um quadro comum na infecção por coronavírus

A evolução da Pandemia na Bahia, no Brasil e no Mundo

O Brasil teve 844 novos registros de mortes nas últimas 24 horas e total chega a 13.993. O resultado representou um aumento de 6,4% em relação a ontem(13), quando foram contabilizados 13.149 mil falecimentos pela covid-19. O balanço diário foi divulgado no início da noite de hoje pelo Ministério da Saúde.

Bahia registra 6.955 casos de Covid-19 e 262 óbitos

A Bahia registra 6.955 casos confirmados de Covid-19, o que representa 32,36% do total de casos notificados no estado.

Considerando o número de 1.963 pacientes recuperados e 262 óbitos, 4.730 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 194 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (68,85%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência  são Ipiaú , Utinga , Ilhéus, Itabuna  e Salvador.

Na Bahia, 643 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

No mundo epidemia avança

Hoje o número de contaminados já passa de 4,5 milhões, com 95 mil casos novos e 303 mil mortes.

Boletim de hoje em Barreiras

A Prefeitura de Barreiras informa que hoje foram identificados 30 (trinta) novos casos com características que indicam suspeição de Coronavírus (COVID-19), preenchendo os critérios indicativos para coleta.

Trata-se de dezenove pessoas do sexo masculino, destas, quatro com faixa etária até 30 anos, dez com faixa etária entre 30 e 50 anos e uma com faixa etária acima dos 50 anos. Onze pessoas do sexo feminino, destas, duas com faixa etária até 30 anos, sete com faixa etária entre 30 e 50 anos e duas com faixa etária acima dos 50 anos.

Informa ainda que dos 42 (quarenta e dois) casos suspeitos que aguardavam resultados, 05 (cinco) foram concluídos e testaram negativo. Tratam-se de três pessoas do sexo masculino, de 11, 19 e 26 anos e duas pessoas do sexo feminino, de 20 e 44 anos.

No momento, a Secretaria de Saúde está monitorando 125 (cento e vinte e cinco) casos com suspeitas leves que se encontram em isolamento respiratório domiciliar, sem exigência de notificação para coleta de exames.

Coronavírus: mortes superam 11 mil e devem dobrar em 20 dias.

Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (10), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 11.123 mortes provocadas pela Covid-19 e 162.699 casos confirmados da doença em todo o país.

O balanço do Ministério da Saúde divulgado neste sábado (9) informava 10.627 mortos e 155.939 casos.

Portanto, temos, nas últimas 24 horas um aumento de 6.760 casos positivos e 496 mortes.

Dobro de mortes em 20 dias

Simulações feitas por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicadas hoje pelo jornal “O Globo” mostram que o número de mortes por covid-19 pode dobrar em 20 dias.

Além disso, é possível que o país tenha 400 mil casos até o dia 5 de junho. Especialista em aplicações médicas e biológicas do grupo, Carlos Alberto Bragança Pereira é o responsável pelo cálculo da estimativa.

Para chegar ao número ele usa um modelo que leva em conta o número de infecções e o período de sobrevida ao vírus nos casos em que há mortes.

Bahia registra 5.558 casos confirmados e 202 óbitos de Covid-19

​A Bahia registrou 5.558 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19). Considerando o número de 1.384 pacientes recuperados e 202 óbitos, 3.964 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.​

O boletim epidemiológico registra 10.864 casos descartados e 20.085 notificações. Até o momento, 623 profissionais de saúde tiveram diagnóstico positivo para Covid-19. A redução de 23 casos em relação ao último boletim justifica-se pela identificação de pacientes em duplicidade no momento da integração das diversas bases de dados.​

Morte de Médico

Natural da cidade de Jequié, o médico Ramon Barbosa, de 43 anos, foi mais uma vítima do novo coronavírus. O profissional, que atuava na linha de frente de combate a doença não resistiu às complicações provocadas pelo vírus e faleceu neste domingo (10), em Salvador. Ele atuava na sala vermelha do no Hospital Geral Prado Valadares e era plantonista no Hospital São Vicente, unidade de triagem da Covid-19. 

Secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas publicou uma nota nas redes sociais lamentando o falecimento do médico. “É com grande pesar que recebi a notícia do falecimento do colega Ramon Barbosa, de 43 anos, que trabalhava na linha de frente da sala de emergência do Hospital Prado Valadares, em Jequié, vítima da COVID-19. Seu sacrifício não será esquecido”, escreveu. 

No dia 20 de abril, na cidade de Ilhéus, outro profissional da saúde faleceu vítima da doença respiratória. Gilmar Calazans Lima, de 55 anos, era colaborador do Hospital Regional Costa do Cacau e tinha como fatores de risco obesidade, diabetes e hipertensão (relembre aqui).

Novos Casos em Barreiras

A Prefeitura de Barreiras, por meio da Secretaria de Saúde, informa que hoje foram identificados 03 (três) novos casos com características que indicam suspeição de Coronavírus (COVID-19), preenchendo os critérios indicativos para coleta. Tratam-se de duas pessoas do sexo masculino, de 38 e 42 anos e uma pessoas sexo feminino de 46 anos.

A Secretaria de Saúde informa ainda que está monitorando agora 142 (cento e quarenta e dois) casos com suspeitas leves que se encontram em isolamento respiratório domiciliar, sem exigência de notificação para coleta de exames.

Informa também que Barreiras teve até o momento dois casos positivos e que os pacientes já receberam alta da quarentena e estão curados. Ressalta também que caso suspeito não é caso confirmado e não pode ser noticiado como caso positivo.

Brasil: casos de Covid são 132.367 com 9.054 óbitos.

As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 132.367 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 9.054 mortes. Treze das 20 cidades com maior mortalidade estão no Amazonas.

Só nos últimos 30 dias foram registradas 8.022, porquanto em 6 de abril os óbitos eram apenas 566. Como estava previsto, a curva de contaminação empinou rapidamente com cerca de 600 mortes por dia.

Ontem existiam mais 1.643 óbitos em investigação no País.

novo coronavírus infectou mais de 3,9 milhões de pessoas no mundo até esta quinta-feira, causando mais de 270.000 mortes. Os Estados Unidos já registraram mais de 76.000 óbitos, com 1,3 milhão de contaminados.

Ceará, Maranhão, Amazonas, Pará e Maranhão estão com alta de taxa de ocupação de suas unidades hospitalares dedicadas ao tratamento do Coronavírus.

 

Bahia registra 3.135 casos de COVID-19. No País, 421 óbitos hoje, com total de 6.750.

No País, sub-notificação pode significar que números de contaminações sejam nove vezes maior, elevando o número absoluto para algo em torno de 850.000 pessoas contaminadas.

A Bahia registra 3.315 casos confirmados de Covid-19, o que representa 20,39% do total de casos notificados no estado. Considerando o número de 727 pacientes recuperados e 123 óbitos, 2.465 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

Os casos confirmados ocorreram em 145 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (63,35%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes são: Ilhéus (1.367,61) Uruçuca (1.218,38), Itabuna (994,26), Coaraci (765,02) e Salvador (731,11).

O boletim epidemiológico registra 7.930 casos descartados e 14.917 notificações em toda a Bahia. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.

Taxa de ocupação

Na Bahia, dos 838 leitos disponíveis do Sistema único de Saúde (SUS) exclusivos para Covid-19, 367 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 44%. No que se refere aos leitos de UTI adulto e pediátrico, dos 318 leitos exclusivos para o coronavírus, 169 possuem pacientes internados, compreendendo uma taxa de ocupação de 53%. Cabe ressaltar que novos leitos serão abertos progressivamente mediante o aumento da demanda.

Exames

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) realizou 19.628 exames do tipo RT-PCR, que é o padrão ouro para identificar o genoma viral do coronavírus, no período de 1° de março a 2 de maio de 2020. Atualmente 2.378 amostras estão em análise laboratorial e os exames são liberados em até 48 horas.

Óbitos

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) contabiliza 123 mortes pelo novo coronavírus nos seguintes municípios: Adustina (1); Água Fria (1); Araci (1); Belmonte (1); Buerarema (1); Camaçari (1) ; Capim Grosso (1); Catu* (1); Feira de Santana (1); Gongogi (2); Ilhéus (5); Ipiaú (1); Itabuna (5); Itagibá (1); Itapé (1); Itapetinga (2); Jequié (1); Juazeiro (1); Lauro de Freitas (5); Maraú (1); Nilo Peçanha (1); Salvador (78); São Francisco do Conde (1); Ubaitaba (1); Uruçuca (4); Utinga (1); Vitória da Conquista (3).

Faixa etária

Quanto ao sexo do total de casos confirmados, 58,59% foram do sexo feminino. A faixa etária mais acometida foi a de 30 a 39 anos, representando 27,48% do total de registros com diagnóstico positivo para Covid-19. O coeficiente de incidência por 1.000.000 de habitantes foi maior na faixa etária de 80 anos ou mais (485,53/1.000.000 habitantes), indicando que o risco de adoecer foi maior nesta faixa etária, seguida da faixa de 30 a 39 anos (397,10/1.000.000 habitantes).

Ressaltamos que os números são dinâmicos e, na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação.

Brasil: sub-notificação pode

esconder mais de 700 mil contaminados

Parentes de presos esperam por notícias na prisão de Puraquequara, na região de Manaus (AM), após rebelião neste sábado, dia 2 de maio de 2020 (MICHAEL DANTAS/AFP via Getty Images)

O Ministério da Saúde divulgou neste sábado (2) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil. Foram 421 mortes registradas e 4.970 novos casos confrimado de Covid-19  em 24 horas. Agora o País, soma 6.750 mortes e 96.559 casos confirmados.

Em São Paulo, são 31.174 casos e 2.586 mortes. O Rio de Janeiro tem mais de 10.000 pessoas infectadas, registrando 10.546 casos e 971 mortes.

São Paulo segue como o Estado com maior número de casos, são 31.174 pessoas identificadas com a doença e 2.586 óbitos. O Rio de Janeiro registra 971 mortos neste sábado e 10.546 contaminações. Em seguida, o Ceará tem 8.309 contaminados e 638 mortes; Pernambuco registra 628 mortos e 8.145 casos; e Amazonas possui 8.145 casos e 501 mortes. A Bahia  tem ao todo 3.315 casos já confirmados, sendo que 123 morreram em decorrência do coronavírus.

O governo admite que há uma grande sub-notificação de casos de óbitos e de contaminações, mas evita fazer projeções do número real. Estados como São Paulo já chegaram a falar em um volume até nove vezes superior ao número oficial.

Os principais dados coletados pelo portal G1 são:

  • 6.750 mortes, na sexta-feira (1º) eram 6.329

  • Foram 421 mortes registradas em 24 horas.

  • 96.559 casos foram confirmados e, na sexta-feira (1º), eram 91.598

  • Em 24 horas, foram 4.970 novos casos

  • Há 40.973 pacientes recuperados

  • Em São Paulo, são 31.174 casos e 2.586 mortes.

  • Rio de Janeiro tem mais de 10.000 pessoas infectadas, registrando 10.546 casos e 971 mortes

Covid-19: Mortes chegam a 5.466 no Brasil e 100 na Bahia.

Do g1.globo.com

Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (29) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil.

Os principais dados são:

  • 5.466 mortes, na terça-feira (28) eram 5.017

  • Em 24 horas, foram 449 mortes a mais, aumento de 9%

  • 78.162 casos confirmados, na terça-feira eram 71.886. Foram 6.276 casos a mais (9%)

  • 38.564 estão em acompanhamento (49%)

  • 34.132 pessoas estão recuperadas (44%)

  • 1.452 mortes em investigação

  • São Paulo tem 2.247 mortes e 26.158 casos confirmados

Nesta quarta-feira, a doença atingiu o maior patamar com relação ao número de casos desde a chegada da Covid-19 no Brasil: é a primeira vez que foram registradas 6.276 infecções em um dia, maior número da série. Na terça-feira, o país já havia contabilizado o maior número de mortos em 24h, com mais 474, e chegou a 5 mil mortes.

Bahia chega a 100 mortes

O registro de mais três mortes por coronavírus ampliou para 100 o número casos fatais da doença na Bahia, conforme boletim epidemiológico divulgado pela SESAB (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia) nesta quarta-feira (29).

São  2.676 casos confirmados de Covid-19, o que representa 18,71% do total de casos notificados no estados pela doença.

A sub-notificação criminosa

O Ministério da Saúde afirma que não há como saber exatamente quantas pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no país. Como não há testagem em massa, boa parte dos portadores assintomáticos ou com sintomas leves não chega a ser testada.

A prioridade nos testes é para os pacientes graves, aqueles que precisam ser hospitalizados.

As evidências indicam, no entanto, que até mesmo o número de mortes e casos graves de coronavírus é maior do que o confirmado oficialmente a cada dia pelo Ministério da Saúde e as secretarias estaduais. É o que mostram pelo menos quatro fontes de dados, confirmadas por especialistas.

Veja quais são as evidências de subnotificação de mortes e casos graves de Covid-19 até agora no Brasil:

  • Número total de mortes em São Paulo em março de 2020 ficou 168% acima do registro oficial

  • Internações por síndromes respiratórias aumentaram quase 10 vezes em 2020 no Brasil

  • Cartórios registraram aumento de 1.035% nas mortes por síndrome respiratória no Brasil em março e abril de 2020

  • Número diário de enterros em cemitérios públicos de Manaus aumentou 161% entre 9 e 25 de abril

Uma análise inédita feita a partir de registros ainda não processados pelo sistema de saúde mostrou que as mortes provocadas pela pandemia de Covid-19 no município de São Paulo estavam na realidade 168% acima do número atribuído oficialmente ao novo coronavírus em março.

O levantamento mostrou que houve 743 mortes naturais a mais na capital, ou 12,5% acima da média registrada no mesmo mês entre 2015 e 2019. Dessas, apenas 277 foram atribuídas oficialmente ao novo coronavírus.

O cálculo foi feito pelo epidemiologista Paulo Lotufo, da USP, com base em registros de óbito ainda não processados pelo sistema, o que garantiu um dado mais atualizado.

As informações foram fornecidas pelo Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade (PRO-AIM), da Secretaria Municipal da Saúde. Este programa recebe todos os atestados de óbitos na cidade das funerárias, hospitais, casas de repouso ou cartórios e consegue fazer o recorte mais atualizado possíveis.

Coronavírus: Brasil caminha rápido para o colapso hospitalar e funerário, com até 1 mil mortes por dia.

Enterros à noite em Manaus, depois que mortes atingiram 100 por dia.

Nos Estados Unidos, o Coronavírus já alcançou mais de 1,03 milhão de pessoas, com quase 60 mil mortes. No entanto isso não foi suficiente para ele se oferecer ao Governador da Flórida para suspender voos de passageiros originados no Brasil, dizendo que o Brasil enfrenta um forte surto da pandemia.

A verdade é que Trump sabe o que está acontecendo no Brasil. Sub-notificação de casos e de mortes. Mesmo a rarefeita informação oficial já dá uma ideia de como a crise sanitária do País pode ser agravar:  se para registrar mil mortes foram necessários 30 dias, agora este número está se repetindo a cada 3 dias e em breve, talvez antes do final do mês, vai acontecer em apenas 24 horas. Estaremos então em pleno colapso médico e funerário.

O sereno e equilibrado Presidente do Brasil disse hoje:

“Sou Messias, mas não faço milagre”

Número de mortes por coronavírus no Brasil dobra a cada 5 dias, aponta Fiocruz

“Nossa situação hoje é pior do que a de Itália, Espanha e Estados Unidos”, diz o epidemiologista Diego Xavier

O número de mortes provocadas pelo novo coronavírus no Brasil tem dobrado a cada cinco dias, informa reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

Segundo a publicação, nos Estados Unidos, por exemplo, essa duplicação ocorre a cada seis dias, e na Itália e na Espanha, a cada oito. O dado consta da última nota técnica do MonitoraCovid-19, um sistema da Fiocruz que agrupa dados sobre a pandemia, e revela a velocidade com que a doença se dissemina em território brasileiro.

“A nossa situação hoje é pior do que a de Itália, Espanha e Estados Unidos. Por isso, o número de mortes está dobrando em um espaço de tempo menor”, afirmou ao Estadão o epidemiologista Diego Xavier, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), da Fiocruz, e um dos responsáveis pelo trabalho. Além de epidemiologistas, geógrafos e estatísticos do Icict/Fiocruz têm trabalhado com a ferramenta para produzir análises sobre o avanço da doença.

“Os dados de óbitos são mais confiáveis do que os dados de casos para medir o avanço da epidemia”, justificou Xavier. “Isso porque, no caso do óbito, mesmo o diagnóstico que não foi feito durante a evolução clínica do paciente pode ser investigado. Além disso, a situação clínica do paciente que vem a óbito é mais evidente, quando comparada aos casos que podem ser assintomáticos e leves.”

De acordo com a reportagem, a nota técnica também alerta para a interiorização da epidemia, que está chegando de forma acelerada aos municípios de menor porte do País. Dentre os municípios com mais de 500 mil habitantes, todos já apresentam casos da doença. Naqueles com população entre 50 mil e 100 mil habitantes, 59,6% têm casos. Já 25,8% dos municípios com população entre 20 mil e 50 mil, 11,1% daqueles com população entre 10 mil e 20 mil habitantes e 4,1% dos municípios com população até 10 mil habitantes apresentam doentes de covid-19.

Para o epidemiologista, a decisão de suspender o isolamento social em municípios que não têm nenhum caso da doença registrado é extremamente temerária, sobretudo em um momento de aumento da velocidade da disseminação da doença. “Estão tomando uma decisão muito arriscada”, disse. O pesquisador lembrou que, mesmo que não haja registro oficial, a doença já pode estar circulando.

Além disso, ressalta ele, as cidades menores estão ligadas às maiores, e é inevitável que o vírus chegue até elas. “À medida que a doença avança para o interior e atinge cidades menores, a demanda por serviços mais especializados de saúde, como UTIs e respiradores, também cresce”, constata. “Só que esses municípios menores, em sua maioria, não detêm esses recursos de saúde, então terão de enviar seus pacientes a centros maiores, que já apresentam leitos, equipamentos e pessoal de saúde em situação difícil”, alertou Xavier.

Com edição do bahia.ba

Brasil já é o terceiro país do Mundo em número de casos críticos de COVID-19

Ave César, os que vão morrer te saúdam!

Por Carlos Alberto Reis Sampaio, em Opinião.

Apesar de ser apenas o décimo segundo em casos de contaminação, 36.925, o que deve ser debitado à baixa capacidade de testagem (apenas 296 por milhão de habitantes) e portanto da sub-notificação, o País é considerado o terceiro em casos graves, com 6.634.

Isso demonstra apenas a insanidade do maluco que assumiu o Ministério da Saúde que declarou ontem que comprar mais insufladores pulmonares pode ser um mau investimento. A atitude deixa transparecer de que o Governo Federal deseja um agravamento rápido da crise, com 70% de contaminados como previu Bolsonaro, para que a economia rapidamente volte aos eixos.

Como classificaram especialistas em psiquiatria, o Presidente da República revela forte sociopatia, sem a mínima empatia com os que vão morrer num curto espaço de tempo com o colapso do sistema médico-hospitalar.

Ao colapso esperado, com dezenas de milhares de mortes, sobrepor-se-á um colapso no sistema de abastecimento.

O desejo de todos é que Bolsonaro e seu séquito de imbecis não sejam desentronizados do poder, nesse ínterim, já com as cabeças separadas dos corpos, o que resultaria em fortes confrontos com as forças armadas e a morte de mais outro tanto de miseráveis enlouquecidos.

A tabela acima pode ser vista em sua integralidade aqui.

Segundo estudos de universidades e outras instituições, colapso da Saúde deve começar na próxima terça-feira.

Com informe de Camilla Veras Mota, da BBC News Brasil em São Paulo, editado

Mantido o nível atual de isolamento social, volume total de infectados pela covid-19 pode passar de 3 milhões e o de mortos, de 393 mil, diz estudo conduzido por pesquisadores brasileiros.

Em um cenário de isolamento vertical como aquele defendido pelo presidente Jair Bolsonaro, com distanciamento social apenas daqueles com mais de 60 anos, seriam cerca de 26 milhões de infectados e 723 mil mortos.

No ritmo atual de evolução da pandemia de covid-19 no Brasil, o volume de unidades de terapia intensiva (UTIs) disponíveis no país não seria suficiente para atender a demanda a partir da semana do dia 21 de abril.

Essa é a projeção de um modelo matemático criado por um grupo de seis pesquisadores das áreas de Física e Medicina ligados às universidades federais de Alagoas e do Rio Grande do Norte, à Santa Casa de Maceió, ao Centro de Testagem e Acolhimento de HIV/AIDS de Itaberaba (BA) e à Escola Superior de Ciências da Saúde, em Brasília.

O estudo, publicado no dia 3 de abril, foi submetido a publicação internacional e é preliminar, ou seja, ainda não foi avaliado por pares – mas mostrou aderência aos dados reais pelo menos até o último dia 15 de abril: a evolução do número de mortos divulgados pelo Ministério da Saúde (um indicador com menor sub-notificação do que o volume total de casos e, por isso, mais confiável) tem sido consistente com as previsões apontadas pela equipe e usadas como base para o cálculo da utilização dos leitos de UTI nos hospitais.

O trabalho leva em consideração ainda as medidas de distanciamento social atualmente vigentes – a chamada “quarentena voluntária” -, seu impacto na redução da transmissão da doença e o percentual médio de infectados que precisam ser internados nas unidades de terapia intensiva por apresentarem quadros mais graves de infecção nos pulmões.

Em São Paulo, que concentra o maior número de mortos e infectados, o primeiro hospital atingiu nesta quarta (15/04) 100% de ocupação de leitos de UTI, o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, como informou o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann, em coletiva de imprensa.

O mesmo já aconteceu no Ceará, com todos os leitos disponíveis ocupados em Fortaleza e uma lista de 48 pessoas precisando de internação.

Péssima notícia: Mandetta acha que próximos 110 dias serão os piores para o País

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), declarou, em entrevista à CNN nesta sexta-feira (10), que os meses de maio, junho e julho serão os piores em relação ao contágio do novo coronavírus no país.

As previsões mais pessimistas infelizmente poderão estar certas: 600 mil mortes depois que 90% da população estiver infectada, agravada a crise com a entrada do inverno nos estados do Sul. Se isso acontecer, teremos cenários de filmes de terror: saques, valas comuns para enterrar indigentes, corpos nas ruas e colapso absoluto do sistema hospitalar do País.

As perspectivas mais otimistas falam em “apenas” 50 mil mortes, um número semelhante ao de mortes violentas no País a cada ano.

“Maio, junho e julho serão os meses piores. Quem dita o ritmo da doença é o quanto teremos de equipamentos e o quanto estamos dispostos a fazer em nome do social, do ir e vir”, afirmou.

Mais cedo, o ministro anunciou a liberação de R$ 114 milhões para o estado da Bahia, além de R$ 48 milhões para Salvador para contribuir no combate da doença.

Estudo prevê ao menos 44 mil mortes de Covid-19 no Brasil; isolar só idosos eleva nº para 529 mil.

Informação de Giovana Girardi, no Estadão

Uma estratégia de isolamento social que só mantenha idosos em casa, como sugere o presidente Jair Bolsonaro, ainda poderia levar à morte mais de 529 mil pessoas no Brasil em decorrência da covid-19.

A taxa é um pouco menos da metade da que poderia ocorrer se nada fosse feito no País para conter a dispersão do novo coronavírus. Mas é muito mais alta do que os resultados que poderiam ser conseguidos com uma estratégia rápida e ampla de isolamento social.

Os números fazem parte da nova pesquisa do Grupo de Resposta à Covid-19 do Imperial College de Londres, instituição que vem fazendo quase em tempo real projeções matemáticas do crescimento da pandemia e avaliações das ações em andamento.

Foi um trabalho dessa equipe com projeções para os Estados Unidos e o Reino Unido, que fez o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, recuar sobre a ideia de adotar um isolamento vertical. Johnson foi diagnosticado com coronavírus nesta sexta-feira, 27.

Bolsonaro voltou a defender o fim do isolamento social nesta sexta. ‘Infelizmente algumas mortes terão. Paciência’, disse, à BandTV. “O brasileiro quer trabalhar. Esse negócio de confinamento aí tem de acabar, temos de voltar às nossas rotinas. Deixem os pais, os velhinhos, os avós em casa e vamos trabalhar.”

O trabalho mais recente do Imperial College, divulgado nessa quinta-feira, 26, expandiu a modelagem para 202 países. Os cientistas, liderados por Neil Ferguson, comparam os possíveis impactos sobre a mortalidade em vários cenários: ausência de intervenções, com distanciamento social mais brando, que eles chamam de mitigação, ou mais restrito, que é a chamada supressão.

As estimativas foram feitas com base nos dados da China e de países de alta renda, o que pode significar que para as nações de baixa renda a realidade possa ser ainda mais grave que a apontada no trabalho. Os pesquisadores consideram que se houvesse no Brasil uma restrição mais ampla de isolamento, e feita de modo rápido, os resultados seriam bem menos dramáticos. Mas ainda haveria cerca de 44 mil mortes.

Hoje a Justiça Federal suspendeu a decisão de Bolsonaro de reabrir as igrejas e as lotéricas, aquelas mesmas que tem vidros blindados e não deixam o vírus passar. Santa Ignorância!

Gripe H1N1 também tira o sono das autoridades da Saúde.

Informação de Jairo Costa Júnior, na coluna Satélite, do Correio:

“Enquanto os olhos se voltam para os primeiros casos confirmados de coronavírus na Bahia, é outra doença que vem tirando o sono de autoridades em saúde pública e equipes de vigilância epidemiológica no Estado, sobretudo, na capital e maiores cidades do interior.

Segundo apurou a Satélite, foram registrados nos últimos dias um aumento substancial de pacientes infectados por H1N1, vírus causador da chamada gripe suína, responsável, há cerca de uma década, por epidemia semelhante à atual e com taxa de letalidade próxima a do novo coronavírus.

Como as atenções estão voltadas para o Covid-19, as autoridades da área mantêm o H1N1 longe do radar da imprensa.”

Pandemia de gripe A (H1N1) iniciou em 2009. Em agosto o Ministro da Saúde declarou que 78% dos casos de gripe no país são decorrentes do H1N1 e 20% das mortes mundiais são brasileiras. Em 26 de agosto o Ministério da Saúde confirmou que os casos fatais chegaram a 557, o que levou o país a liderar o número de mortes pela pandemia em todo o mundo.

Feminicídio cresce na Bahia e em todo o País.

Em 2019 a Bahia registrou 101 casos de feminicídio, 25 a mais do que no ano anterior. Em números absolutos, o estado é um dos que teve maior aumento. Seguem essa mesma linha São Paulo (182), Minas Gerais (136), e Rio Grande do Sul (100)  Os dado constam de um levantamento da Folha de S. Paulo, que verificou o aumento do feminicídio como tendência nacional.

Dados de 2019 mostram que a estatística do feminicídio trilhou a contramão dos demais crimes violentos e cresceu 7,2% no país, com expansão expressiva em alguns estados.

Conforme apuração do jornal, que consultou as 27 unidades da federação, 1.310 mulheres foram vítimas de violência doméstica ou por sua condição de gênero em 2019. Em 2018 haviam sido 1.222.

No relato das agressões constam espancamento, estrangulamento, uso de machado, pedra, pau, martelo, foice, canivete, marreta, tesoura, facão, enxada, barra de ferro, garfo, chave de fenda, bastão de beisebol, armas de fogo, mas, em especial, facas.

O feminicídio virou qualificador do homicídio em 2015, elevando a punição de 6 a 20 anos para 12 a 30 anos.

Os números mostram que em 2019 houve aumento de mais de 30% nos registros em São Paulo, Santa Catarina, Alagoas, Bahia, Roraima, Amazonas e Amapá. Só na região Norte houve recuo.

Em números absolutos, São Paulo (182), Minas Gerais (136), Bahia (101) e Rio Grande do Sul (100) registraram o maior número de casos.

Norte-americanos confirmam super safra brasileira de soja

Por Roberto Samora, da Reuters

O Brasil deverá colher uma safra recorde de soja de 125 milhões de toneladas em 2019/20, estimou nesta terça-feira o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que elevou em 2 milhões de toneladas a estimativa na comparação mensal, à medida que a colheita brasileira ganha ritmo.

O órgão do governo dos EUA também aumentou a expectativa de exportação de soja do Brasil no ciclo 2019/20 em 1 milhão de toneladas em relação à projeção de janeiro, para 77 milhões de toneladas, ao mesmo tempo em que vê maiores importações pela China, algo avaliado com cautela por um analista no Brasil, enquanto não ficam claros os efeitos do coronavírus para a demanda.

O Brasil, maior exportador de soja há alguns anos, deverá ser também o maior produtor global da oleaginosa em 2019/20, superando os EUA, que registrou problemas climáticos na temporada atual e tem produção estimada pelo USDA em 96,84 milhões de toneladas –número estável ante janeiro.

A estimativa de exportação de soja dos EUA também foi elevada, para 49,67 milhões de toneladas, ante 48,31 milhões de toneladas em janeiro.

Os dois maiores exportadores globais da oleaginosa deverão exportar mais que o esperado com uma expectativa de maiores importações pela China, principal comprador global da oleaginosa.

“As importações de soja pela China foram elevadas em 3 milhões de toneladas, para 88 milhões de toneladas, refletindo maior processamento”, disse o USDA.

Dessa forma, as importações chinesas em 2019/20 devem superar as registradas no ciclo anterior em mais de 5 milhões de toneladas, segundo o USDA.

“Isso reflete um cenário base que contempla um controle razoavelmente rápido do coronavírus, e vem a reboque do acordo comercial Fase 1 (entre EUA e China), no qual eles (americanos) acreditam que haverá aumento das exportações dos EUA”, disse à Reuters, o gerente de consultoria de agronegócio do Itaú BBA, Guilherme Bellotti.

“É um número (previsão de importação da China) que está em xeque, que vai depender de como vai ser o controle da peste suína africana”, acrescentou ele, comentando sobre outro fator que deve ser observado. “O rebanho parou de cair (pela peste suína), parece que estamos em uma estabilidade… É um número que olhamos com muita cautela, está sujeito a inúmeras variáveis.”

O USDA ainda elevou as expectativas de estoques finais de soja na China em 2 milhões de toneladas, para 21,73 milhões de toneladas.

O USDA também prevê uma exportação do Brasil em 2019/20 maior do que a vista na temporada anterior, quando somou 74,59 milhões de toneladas.

MT É DESTAQUE

O aumento na produção de soja do Brasil, que deverá ter uma safra com volume histórico se a atual estimativa for mantida, ocorre com boas condições climáticas no Mato Grosso e uma melhora nas chuvas ao Sul e Nordeste do Brasil, disse o USDA.

Na temporada passada, quando alguns Estados sofreram com uma seca, o Brasil colheu 117 milhões de toneladas, segundo o USDA.

O número do USDA para a safra atual do país supera a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de 123,25 milhões de toneladas, conforme número atualizado nesta terça-feira.

Você já viu esse vídeo? Os oito carros mais inseguros do Brasil. É de arrepiar.

 

Note bem: os resultados são sobre carros fabricados em 2018. O AutoVideos apresenta a lista dos carros que mais derraparam nos crash tests de segurança do Latin NCAP.

Você pode acessar também o site do Latin NCAP, clicando aqui.

Cadê aquele caminhão de dólares que estava aqui? Sumiu? Pergunta lá no posto Ipiranga.

Saída de dólares do país soma US$ 44,7 bilhões em 2019, a maior em 38 anos. Leia a matéria de Alexandro Martello, no G1, sobre a retirada recorde de dólares na economia, um sinal que nem todos os investidores estão otimistas como o Paulo Jegues.

Já que a exportação de veículos caiu com a crise na nossa parceira Argentina, commodities como o minério de ferro e a soja estão com preços aviltados e os fundos abutres estão se retirando, quem vai nos ajudar?

Trata-se da maior fuga de capitais em quase quatro décadas. Até então, a maior saída havia sido registrada em 1999, quando US$ 16,18 bilhões deixaram a economia brasileira, na crise depressiva do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso. O novo recorde supera em quase três vezes aquele momento.

Ah! Mas a Bolsa está subindo, as relações trabalhistas estão desregulamentadas, a inflação é a menor em XX anos, o juro é o menor em YY anos, o deficit da previdência será saneado e vem aí a reforma tributária.

Investidores retiraram US$ 62,244 bilhões da economia brasileira em 2019 por meio de transações financeiras. Somente da bolsa de valores, os investidores estrangeiros retiraram R$ 44,5 bilhões em 2019 – o maior volume de toda a série histórica divulgada pela B3, iniciada em 2004, diz o jornalista.

Diz um especialista na matéria:

“Grande parte ou quase a totalidade dos investidores estrangeiros já se retirou do país e agora estamos esperando o retorno, não mais como capital especulativo.”

“Guernica”, de Pablo Picasso. O retrato da tragédia.

Com a economia fragilizada pela informalidade e o desemprego, o crescente atraso tecnológico, a instabilidade política criada pelos sucessivos confrontos políticos propostos pelo Governo, uma diplomacia rasteira e atrelada aos estertores políticos de Trump e, fatos surreais, como um ministro da Educação analfabeto e uma ministra dos Direitos Humanos medieval e mitômana, temos o quadro da tragédia social colocado na parede, sem moldura.

A democracia norte-americana vem sempre depois das grandes descobertas de petróleo.

Planta de gás boliviano

As reservas de petróleo do Brasil alcançam 15,7 bilhões de barris, mas as reservas do pré-sal podem alcançar 43 bilhões de barris.

As reservas venezuelanas estão estimadas em 300 bilhões de barris, as maiores do mundo, mas tem aquele probleminha do apoio russo e chinês e uma defesa anti-aérea, a mais preparada da América do Sul.

Ontem o Irã anunciou a descoberta de novos campos de petróleo da ordem de 50 bilhões de barris. Mas também tem um probleminha na defesa do País, que foi atacado durante 10 anos pelo Iraque, financiado pelos EUA, e não cedeu um centímetro quadrado do seu território.

Então, vamos pensar em democracia, em primeiro lugar na Bolívia e suas imensas reservas de gás e depois no Brasil, onde já temos uma simpática governança local.

As veias abertas da América Latina.

Vem meteoro! O Brasil já está acabando mesmo.

Será que o indigitado Capitão Pimenta está em surto?

Notícias de ontem que chamaram a atenção dos leitores:

Bolsonaro “adverte” STF sobre mensagens da Lava Jato

Bolsonaro manda ciclista procurar Queiroz na casa da mãe

Bolsonaro será interpelado pelo STF sob acusação a ONGs na Amazônia

Bolsonaro evita falar sobre ministro corrupto: “Estou de cabeça quente”.

Bolsonaro cancelou campanha para defender pacote anti-crime.

Bolsonaro chama Luciano Huck de pau mandado da Globo

Bolsonaro recebe Chefe da PF após indiciamento do Ministro do Turismo.

Bolsonaro tem dia de glória no Rock in Rio: multidão pede mais tomate cru ao Presidente.

Imagine só: num sábado tranquilo, com temperatura bem mais amena que nos dias anteriores e umas pancadinhas de chuva para amenizar a secura do ar, o simplório Presidente da República é motivo de um monte de manchetes depreciativas sobre o cargo e sobre a sua pessoa.

Acho que está na hora de levantarmos os braços aos céus e pedirmos a vinda do prometido super meteoro. Quem sabe do caos ressurja um mundo melhor, sem esquizofrenias e paranoias de todos os calibres.

União Europeia mantém proibição de 30% dos agrotóxicos liberados no Brasil

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Dos 96 princípios ativos dos agrotóxicos liberados no Brasil em 2019, 28 não são liberados ou registrados pela União Europeia, de acordo com levantamento do jornal Folha de S. Paulo.

A reportagem comparou o Brasil com seis dos maiores exportadores agrícolas do mundo de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura: Argentina, Austrália, Canadá, Índia e União Europeia.

Nenhum liberou a quantidade de ingredientes legalizada no Brasil, o mais próximo sendo os Estados Unidos, que têm 93 deles.

A Austrália tem apenas 36, a Índia tem 30 e o Canadá libera 18.

O nível de toxicidade tolerado em cada local, o interesse comercial no produto e as condições climáticas são algumas das razões para as diferenças na comparação, que foi feita com base nos ingredientes dos pesticidas. Edição do Metro1.

 

Recorde da safra 2018/2019 salva a economia brasileira

 

Por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

“E vem aí o novo recorde de safra no Brasil. Uma boa notícia perante a tristeza do pífio crescimento do PIB em 2019, em torno de 1%, ou abaixo disso.

Os produtos com maior aumento de área plantada foram o milho segunda safra (819,2 mil ha), soja (717,4 mil ha) e algodão (425,5 mil ha). A soja apresentou um crescimento de 2% na área de plantio, chegando a 35,9 milhões de hectares.

Iremos para 240,6 milhões de toneladas de grãos, 5,7% a mais do que na safra passada. Não fosse o crescimento da safra brasileira e o resultado positivo, nossa situação econômica seria muito mais aflitiva.

Dessa forma, economicamente falando, o agro para o governo Bolsonaro por enquanto o está salvando. Entretanto, para que possamos crescer o agronegócio brasileiro agora, não o conseguiremos mais sem um planejamento.

Precisamos de comunicação. Primeiro mostrar aos clientes internos e externos o agro brasileiro legal. Aquele que não faz desmatamento ilegal, que aplica defensivos corretamente, que tem as práticas conservacionistas e sustentáveis de acordo com o estado da arte científica.

Depois precisaremos consertar as imperfeições da ilegalidade no registro de terras e aperfeiçoar o grande drama da crise fundiária ilegal no país. E em paralelo a tudo isso, precisamos urgentíssimo de um business plan, ou seja,  um plano de negócios, como qualquer empreendedor; desde o mais micro ao maior do mundo precisa fazer.

Uma meta de A a Z, de todas as cadeias produtivas brasileiras. Rumo a um trilhão de dólares para o agro nacional e um bilhão de toneladas de produtos em cinco anos; ou fazemos isso ou não haverá o crescimento do PIB brasileiro.

Nota da Redação:

Se o Governo permitir, não interferindo ideologicamente na pauta de exportações brasileiras, como foram os casos recentes dos países árabes, da China e agora, o caso do milho para o Iran, a agropecuária ainda vai segurar a economia por um longo tempo. Por que de fato a indústria se afunda, de mãos dadas com o comércio e serviços.

Vem aí a volta da espiriteira de álcool às cozinhas brasileiras.

O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP ), Décio Oddone , afirmou nesta terça-feira que o governo estuda permitir a venda fracionada de gás de cozinha aos consumidores e também do botijão parcialmente cheio. Além disso, ele afirmou que o governo cogita liberar a venda de botijão sem marca de distribuidoras.

Esse é o primeiro estágio: depois teremos a volta ao fogão de lenha, a espiriteira de álcool, querosene ou óleo de soja usado.

Hoje mesmo o sinistro da Economia, o tal Paulo Guedes, foi à TV falar que vai reduzir em 40% o preço do gás. Só que ele não deixou claro que é o gás natural, automotivo e industrial, e não o liquefeito de petróleo, usado no fogão da maioria dos brasileiros.

Depois de alcançarmos o novo milênio, estamos voltando rapidamente aos primórdios do século XX. Que Deus abençoe esta pátria morena, tão distraída.

10 coisas que a gente não vê, mas até podem existir.

O quê a gente não vê, mas pressente que existe:

  • Perna de cobra

  • Disco voador

  • Fome de 5,2 milhões de brasileiros

  • Um Presidente da República

  • Polícia-bandido e miliciano no RJ

  • O inglês do Dudu

  • A namorada do Carluxo

  • O laranjal do Flávio.

  • Atestado de sanidade mental do Bozo.

  • Um Congresso de patriotas.

Enquanto isso, o Brasil, como uma imensa máquina do tempo, retroage à época da inquisição e de colônia de Portugal.

O Sinistro do Meio Ambiente nega as mudanças climáticas no Planeta e permite aumentar o desmatamento;

O Sinistro das Relações Exteriores diz que educação sexual precoce precisa ser afastada (o que ele tem a ver com isso?);

O Presidente Sinistro nega a fome de 5,2 milhões no País e só pensa em petistas escondidos embaixo da cama;

O Sinistro da Justiça nega parcialidade em julgamentos.

Enfim, cara amiga, vista a burka e vá cumprir suas obrigações domésticas. E nem pense em assistir o filme da Surfistinha. Já cancelei a assinatura do Netflix e desliguei o roteador de internet.

Bolsonaro e os coices entre os poderes; 6 meses de um governo de ruptura

Os mais novinhos talvez não saibam, mas em 21 de abril de 1993, os brasileiros foram às urnas para decidir qual seria o sistema de governo do país.

Os eleitores tiveram de escolher entre o parlamentarismo, o presidencialismo ou optar pela restauração da monarquia. Venceu o regime presidencialista.

Dos 67 milhões de eleitores que foram às urnas, 37,1 milhões escolheram o modelo presidencial como o ideal para ser adotado no Brasil.

Desde então o país passou por sete eleições. Foram seis presidentes diferentes, sendo que dois deles assumiram o cargo após a destituição do titular.

Em todos os casos, sem exceção, os chefes do Executivo tiveram de enfrentar o “dilema institucional brasileiro”, como diagnosticou o escritor Sérgio Abranches, no célebre artigo em que cunhou o conceito de ‘presidencialismo de coalizão’.

No Brasil, para um presidente governar é necessário que ele consiga costurar a ampla maioria dos votos no parlamento.

Na República tupiniquim, onde a fragmentação partidária é gigantesca – são mais de 30 legendas – esses acordos precisam ser realizados com siglas que, em muitos casos, encapam bandeiras contraditórias em relação ao programa do partido no poder.

Do plebiscito de 1993 até aqui, todos os presidentes usaram desse expediente para conseguir governar. Aliás, esse mecanismo político está registrado na vida do país em diversos momentos de nossa República.

Em 2019, porém, o chefe do Executivo decidiu quebrar todo esse histórico. Eleito com um discurso anti-establishment, com promessas de renovação política – de forma que impusesse o fim do chamado toma lá, dá cá, Bolsonaro não tem aceitado dividir o poder com o parlamento.

O presidente apostava na própria força popular como fórmula para pressionar o Congresso. O problema é que o discurso beligerante atrapalhou o governo na formação de uma base parlamentar sólida.

Diante de algumas derrotas na Câmara e no Senado, Bolsonaro viu nascer a discussão sobre a implantação de um chamado “parlamentarismo branco”, onde o Executivo seria escanteado pelo Congresso, perdendo o protagonismo dos principais projetos.

Na última semana, Bolsonaro reagiu publicamente a situação – “Querem me deixar como a rainha da Inglaterra?”, perguntou.

Merkel diz que situação do Brasil é dramática sob governo Bolsonaro

Em sessão no Parlamento em Berlim, Angela Merkel descreveu como “dramática” a situação no Brasil sob o governo do presidente Jair Bolsonaro nas questões ambientais e de direitos humanos. Merkel quer incluir na pauta do G20 a situação do Brasil e das suas conexões comerciais e políticas no Cone Sul.

O verdadeiro “Mecanismo”: desde 2003 já se organizava o golpe no País

Os norte-americanos sabiam da viabilidade do pré-sal desde o início do século. Quando o PT ganhou o poder iniciaram a conspiração pelo golpe, para dominar o petróleo e outros recursos naturais. Como foi tentado na Venezuela e realizado na Líbia, no Iraque, nos Emirados Árabes. Eles financiaram durante 10 anos a guerra Irã-Iraque para dominar todo o petróleo do Golfo Pérsico e neste momento, com o incêndio de dois petroleiros, estão tentando uma nova guerra contra o Irã.

“Roteiro da trapaça: um bilionário do petróleo americano, Rex Tillerson, proprietário da maior petrolífera Americana (Exxon) resolve ser dono de uma extensão territorial com reservas gigantescas de petróleo em solo do Brasil.

Montou uma base de informações e tecnologia em Curitiba, instalado na cidade em 2003, no início do governo Lula. Discreto. Mas iniciando a República de Curitiba.

Cooptou os líderes políticos influentes e donos de partidos, com trânsito em Washington, ex-presidentes e donos do PSDB e PMDB, FHC e Sarney. Aliciou agentes do judiciário e legislativo brasileiros. Cooptou instituições de empresários para executarem as manobras de Guerra. A Fiesp foi contratada para expandir um clima de “crise” em um país de pleno emprego.

E a divulgação e estratégias de desinformação a cargo da experiente rede americana de televisão Globo. Trapaça internacional simples, mas em terreno complex. O americano Rex Tillerson da Exxon é o golpista mestre.”

O material a seguir foi publicado no Diário Liberdade , com edição do portal 247

Segundo Julian Assange, fundador do site Wikileaks, há alguns indícios da participação do governo dos Estados Unidos no que chamou de “golpe constitucional” ou “golpe político” contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, em agosto de 2016. Para ele, “a situação atual está sendo construída há muito tempo”.

Em entrevista ao jornalista e escritor Fernando Morais, para o blog Nocaute, o ciberativista australiano revelou que as espionagens feitas pelos órgãos do governo dos EUA, como a NSA (Agência Nacional de Segurança), a membros do governo brasileiro, como a própria presidenta, envolviam interesses políticos, econômicos e financeiros do país norte-americano.

“Cinquenta por cento do orçamento da NSA é destinado a entender qual o rumo que um país, gabinete ou presidente está tomando política e financeiramente, para que os EUA possam reagir e conduzi-lo a um caminho específico, incluindo na lista de alvos as importantes companhias energéticas”, declarou Assange.

A interceptação de conversas telefônicas se soma às informações fornecidas por políticos brasileiros, incluindo o atual presidente, Michel Temer, à embaixada dos Estados Unidos sobre a situação política do Brasil.

A Wikileaks publicou documentos que revelam que, em 2006, Temer foi pessoalmente à embaixada dos EUA fornecer informações e opiniões sobre o Brasil.

“Isso mostra um grau de conforto com a embaixada americana que é um pouco preocupante. O que ele terá como retorno? Ele está claramente dando informações internas à embaixada dos EUA por alguma razão, provavelmente para pedir algum favor aos EUA, talvez receber informações em troca”, opinou Assange.

Ele revelou também que a embaixada estadunidense consultou políticos de diversos partidos, do gabinete de Temer e até mesmo do próprio PT, partido da então presidenta Dilma e do ex-presidente Lula.

Os recursos petrolíferos brasileiros sempre estiveram na mira das grandes companhias estadunidenses.

Documentos publicados pela Wikileaks descrevem contatos entre políticos brasileiros e representantes norte-americanos do setor a respeito da entrega das então recém-descobertas reservas do pré-sal, que teriam a Petrobras como principal beneficiária em detrimento das empresas estrangeiras.

Os políticos defendiam a não exclusividade da Petrobras nos ganhos com a exploração do petróleo, favorecendo o acesso de empresas como a Chevron e a ExxonMobil.

“Considerando a intenção do Departamento de Estado dos EUA em maximizar os interesses da Chevron e da ExxonMobil, [o Brasil] está provendo aos Estados Unidos inteligência política interna sobre o que se passa politicamente no país e com essa informação pode fazer manobras pelo interesse das grandes companhias americanas de petróleo que não está necessariamente alinhado com os interesses do Brasil”, afirmou o ciberativista.

A garantia de 30% da exploração do pré-sal nas mãos da Petrobras – lei aprovada em 2010, cujo atual governo está tentando acabar – não favoreceria as multinacionais norte-americanas, mas sim competidores, como a estatal China Oil ou a russa Gazprom, que poderiam “aportar mais recursos ao Brasil”, de acordo com Assange.

“Essa questão da Petrobras é realmente uma questão sobre que tipo de estado o Brasil quer ser. Um estado forte ou um estado muito fraco com grandes empresas estrangeiras e multinacionais tomando conta dos seus recursos naturais?”, questionou.

Ainda segundo ele, a Petrobras é considerada um aliado do PT pelos opositores, o que faz com que queiram reduzir o poder da empresa, favorecendo as companhias estadunidenses.

“Portanto, uma maneira de trocar favores com os Estados Unidos é facilitar para a Chevron e a ExxonMobil o acesso a partes do petróleo.”

Todo esse processo poderia ficar ainda mais claro ao se observar que a Exxon foi o segundo maior frequentador da Casa Branca durante todo o mandato de Barack Obama, visitando-o, em média, uma vez por semana, segundo Assange.

Seu CEO, Rex Tillerson, foi nomeado o novo secretário de Estado por Donald Trump. Além disso, quando era secretária de Estado, a ex-candidata à presidência Hillary Clinton teve como uma de suas principais funções “pressionar a favor dos interesses das empresas de petróleo”.

“O que podemos ver nas mensagens [vazadas pela Wikileaks] é que o Departamento de Estado está constantemente focado em tentar conseguir bons acordos e tentar manipular em nome da Chevron e da Exxon”, destacou o ativista digital.

Para poder implementar com sucesso esses planos, foram fundamentais as campanhas nos meios de comunicação utilizando “robôs” nas redes sociais que difundiram massivamente boatos e convocaram a população para ir às ruas a favor do impeachment. Assange acredita que isso foi financiado por capital estadunidense.

“Essas coisas não acontecem na América Latina sem apoio dos EUA, financeira e logisticamente, por meio de Inteligência”, disse.

“O Brasil é um país que atrai muito interesse. Se você olhar para a quantidade de espionagem em diferentes países da América Latina, é o país mais espionado pelos EUA”, revelou. Explicou ainda que o motivo é simplesmente o Brasil ser “mais importante economicamente”.

Campanha de vacinação contra a gripe inicia nesta segunda-feira

Marcello Casal Jr/AgenciaBrasil

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em uma nova etapa na próxima segunda-feira (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda, o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

Dessa forma, poderão receber a vacina trabalhadores da saúde, indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, bem como a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. Da Agência Brasil.

Crise empurra 7,4 milhões de brasileiros à pobreza, diz Banco Mundial

Total de pessoas abaixo da linha da extrema pobreza saltou de 5,6 milhões para 10,1 milhões no País.

Da FolhaPress

A crise econômica dos últimos anos empurrou 7,4 milhões de brasileiros para a pobreza entre 2014 e 2017, segundo cálculo feito pela Folha a partir de um documento divulgado nesta quinta-feira pelo Banco Mundial e da base de dados da instituição.

Isso representou um salto de 20,4% – de 36,5 milhões para quase 44 milhões – no número de pessoas vivendo com menos de US$ 5,5 por dia. O valor representa a linha oficial da pobreza usada pelo organismo multilateral e é expresso em paridade do poder de compra (PPC), que reflete diferenças no custo de vida dos países. Com base na cotação atual entre o real e o dólar, seria o equivalente a cerca de R$ 637 por mês.

O Banco Mundial trabalha ainda com a definição dos que são considerados extremamente pobres, precisando sobreviver com menos de US$ 1,90 (em PPC) por dia, o equivalente a R$ 220 a preços de hoje.

A conta feita pela reportagem a partir da base de dados da instituição com foco nesse outro recorte revela um lado ainda mais perverso da crise brasileira. O total de brasileiros vivendo abaixo da linha da extrema pobreza saltou de 5,6 milhões para 10,1 milhões entre 2014 e 2017. Ou seja, houve um acréscimo de 4,4 milhões de brasileiros considerados miseráveis no período.

O relatório divulgado pela instituição apresenta uma análise dos principais fatores que provocaram mudanças nos indicadores sociais da América Latina nas últimas décadas e alerta os governantes para a grande vulnerabilidade da chamada pobreza aos sabores do ciclo econômico que, na região, é muito sujeito a variações nos preços de commodities.

No caso brasileiro, o Banco Mundial mostra que 54% da queda na pobreza entre 2003 e 2013 se deveu ao impacto favorável da conjuntura – marcada por forte demanda externa por produtos básicos – sobre a renda per capita.

Embora os cálculos da instituição indiquem que o ciclo econômico teve grande peso na América do Sul como um todo, o efeito desse movimento sobre a redução da pobreza no Brasil foi maior do que em nações vizinhas como Chile (31%) e Peru (28%).

Já as políticas para a redistribuição de renda, como o Bolsa Família, explicaram 33% da diminuição na parcela de pobres na população brasileira na chamada “década de ouro”. Apenas 13% do movimento de redução da pobreza no Brasil se deveu a mudanças estruturais – e, portanto, mais sustentáveis – na composição da renda per capita.

Essa análise ajuda a explicar a reversão na tendência de queda da pobreza no Brasil após a eclosão da recessão de 2014.

O Banco Mundial afirma que, como o Brasil abriga um terço da população da América Latina, os movimentos do indicador no país têm forte peso sobre o da região como um todo. A instituição ressalta que, excluindo o Brasil da amostra, em média, a pobreza caiu na América Latina após 2014.

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Vamos emprestar uns troquinhos à Boeing, que eles estão precisando muito.

Embraer 190-E2, agora financiado pelo contribuinte diretamente aos norte-americanos.

No jornal Valor Econômico, o presidente da EMBRAER afirma que a Boeing poderá ter acesso a crédito do BNDES para desenvolver suas atividades no Brasil.

Quem duvida é louco.

Se eles abriram as informações da PF ao FBI; se eles abriram mão de uma parte do território brasileiro na base de Alcântara; se eles entregaram o petróleo do pré-sal; se eles vão entregar a previdência aos fundos abutres; se eles estão entregando os aeroportos e pretendem entregar todo o regime de águas da Nação, privatizando hidrelétricas; se eles entregaram a própria EMBRAER, por que não emprestar uns troquinhos à Boeing, que está com mais de 500 aviões no chão, grundeados como se diz na linguagem técnica?

O que é de deixar pasmo e a falta de iniciativa dos militares, sempre tão ciosos do seu nacionalismo, que permitem o esfacelamento do patrimônio nacional sem levantar nem o dedo mínimo.