Luís Eduardo aparece em segundo lugar no Estado na criação de empregos em julho.

A Bahia registrou a abertura de 9.436 empregos com carteira assinada em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (27), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado do ano, entre janeiro e julho de 2025, a Bahia acumula 77.331 novos empregos formais.

Em julho, o estado apresentou desempenho positivo em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 3.314 novos postos. Na sequência aparecem Indústria (2.533), Construção (2.309), Comércio (651) e Agropecuária (629).

Salvador foi o município baiano com melhor saldo em julho, com 1.718 novos postos. A cidade tem hoje 690,3 mil empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no estado aparecem Luís Eduardo Magalhães (1.002), Lauro de Freitas (737) e Feira de Santana (615).

Brasil abre 56.151 novos postos de trabalho em março

Setor de Serviços foi o principal destaque do mês, registrando um saldo positivo de 57.384 vagas

O mês de março registrou a abertura de 56.151 novos postos de trabalho no Brasil, um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (20).

“Nosso Brasil segue a rota da retomada do crescimento, com mercado aquecido e a certeza de que estamos no rumo certo. O trabalho continua e hoje é mais um grande dia, pois esses resultados cofirmam nossa expectativa”, avalia o ministro do Trabalho, Helton Yomura.

Setores – Seis dos oito principais setores econômicos tiveram saldo positivo. O principal deles foi o de Serviços, com a criação de 57.384 novos postos de trabalho, crescimento de 0,34% sobre o mês anterior.

A Indústria de Transformação foi o segundo setor com melhores resultados (+10.450 postos), com um acréscimo de 0,14% sobre fevereiro.

O terceiro melhor resultado ficou com a Construção Civil (+7.728 postos), seguido do setor da Administração Pública (+3.660 postos), Extrativa Mineral (+360 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP) (+274 postos).

Apenas dois setores apresentaram saldos negativos: Agropecuária (-17.827 postos) e Comércio (-5.878 postos).

Regiões – Das cinco regiões, três apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sudeste, que teve um acréscimo de 46.635 postos. O Sul teve aumento de 21.091 vagas formais, seguido do Centro Oeste, que criou 2.264 novos postos. Os desempenhos negativos foram registrados no Norte (-231 postos) e no Nordeste (-13.608 postos).

Entre as unidades da federação, 15 estados e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo (+30.459), Minas Gerais (+14.149), Rio Grande do Sul (+12.667), Paraná (+6.514), Goiás (+5.312) e Bahia (+4.151).

Os menores saldos de emprego ocorreram em Pernambuco (-9.689), Alagoas (-6.999), Mato Grosso (-3.018), Sergipe (-2.477), Pará (-787 empregos) e Mato Grosso do Sul (-646).

Convenhamos: depois de dois anos do “Governo da Restauração”, conseguir pouco mais de 50 mil vagas num universo 520 vezes maior de desempregados e desocupados o resultado é pífio.

São 26 milhões de desempregados e desocupados, em busca do primeiro emprego. Acabaram com a maioria dos direitos trabalhistas e mesmo assim o número de admissões não aumenta.

O golpe não serviu ao povo brasileiro. Só serviu mesmo aos golpistas. Os tempos de pleno emprego de Lula e Dilma são apenas um lembrança tênue no retrovisor do mercado brasileiro.

A noite dos desesperados que o Governo Federal comemora

O Governo Federal está comemorando que no ano passado só foram perdidas 20.832 vagas de emprego no País, enquanto em 2015 e 2016 foram perdidas mais de 2.800.000 vagas.

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) isso significa “estabilidade no emprego”.

E que viva a estabilidade, com 12 milhões de desempregados e outros 12 milhões de pessoas que nunca foram empregadas, jovens desocupados que não conseguiram o primeiro emprego. Eles estão sub-empregados ou vivendo de bicos na economia informal.

Empurrando com a barriga a desindustrialização do País e penalizando a agricultura, essa “estabilidade” tende a se perpetuar.

O Governo das Temeridades, que prega o Estado Mínimo, e já cancelou mais de 60 mil cargos públicos que estavam desocupados, está criando o país dos desesperados.

Em breve teremos os concursos de danças da época da depressão nos Estados Unidos, em que os bailarinos dançavam por dias, em busca de um prêmio em dinheiro, tão bem relatado no livro “Mas não se matam cavalos?” de Horace McCoy, também conhecido como “A Noite dos Desesperados”.

Quase meio milhão de pessoas ficaram desempregadas só em Dezembro

programa-mais-empregoO país perdeu 462.366 vagas de emprego formal em dezembro de 2016, uma variação negativa de 1,19% em relação ao mês de novembro do mesmo ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados ontem (20) pelo Ministério do Trabalho. No acumulado de 2016, foram eliminados 1.321.994 postos de trabalho no Brasil, diminuindo o estoque de vagas formais em 3,33%.

Foram registradas 869.439 admissões e 1.331.805 desligamentos no período. O resultado mantém a tendência de mais demissões que contratações no mercado de trabalho brasileiro. A queda no estoque de emprego nas cinco regiões foi 22,4% menor que a observada no mesmo período de 2015.

A série histórica do Caged mostra que entre 2002 e 2016 ocorreram resultados negativos no estoque de vagas formais apenas em 2015 e 2016. A maior geração de empregos no período foi em 2010, quando 2.223.597 postos de trabalho foram criados. Os anos seguintes apresentaram resultados positivos, mas decrescentes.

De acordo com os dados, os oito setores de atividade econômica avaliados sofreram queda no nível de emprego. O setor de Serviços teve a maior redução do estoque de vagas em termos absolutos, com 157,6 mil postos a menos. O setor Indústria de Transformação perdeu 130,6 mil vagas. A maior queda percentual foi na Construção Civil, com 82,5 mil postos de trabalho fechados, o que representa um encolhimento de 3,47% do setor. O segundo maior recuo foi na Agricultura, com 48,2 mil vagas a menos.

CAGED: emprego cresceu em nove estados, apesar da queda violenta no resto do País

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Melhores resultados foram registrados na Paraíba, em Alagoas e no Acre. O Brasil fechou 86.543 vagas formais de trabalho em agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) de agosto revelaram uma reação favorável da geração de empregos entre os estados brasileiros. Das 27 Unidades da Federação, nove registraram ampliação no número de vagas de trabalho ocupadas. Em julho, apenas três haviam conseguido resultado positivo.

Os estados que mais geraram empregos foram Paraíba (+4.293 postos), Alagoas (+2.505 postos) e Acre (+1.179 postos, saldo recorde para o mês). Mas também houve incremento no número de postos no Maranhão (947), Ceará (871), Sergipe (722), Piauí (613), Tocantins (154) e Roraima (117).

Entre as 18 Unidades da Federação onde ocorreu diminuição no nível de emprego, as maiores quedas aconteceram em Minas Gerais (-23.849 postos), São Paulo (-16.992 postos) e Rio Grande do Sul (-12.737 postos). Porém, é importante destacar que os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul o reduziram ritmo de perda de vagas de emprego em relação a julho, quando foram registrados déficits de, respectivamente, 38.109 e 17.818 postos.

Regiões – Apenas o Nordeste registrou incremento no número empregos celetistas em agosto (+893). Porém, no Sudeste, Sul e Centro-Oeste o ritmo de queda das vagas de trabalho ocupadas arrefeceu. No Sudeste, em julho, a variação negativa havia chegado a -0,37%, mas em agosto ficou em -0,25%. No Sul, a melhora foi de -0,6% para -0,38%; e, no Centro-Oeste, de 0,18% para 0,09%. No Norte, a diminuição das vagas de emprego ocupadas permaneceu praticamente estável. Houve uma ligeira piora no déficit, de -0,11%, em julho, para -0,12%, em agosto.

O saldo do Caged do mês passado é fruto de 1.392.343 admissões e 1.478.886 demissões. Trata-se do pior resultado desde 1995, quando foram fechadas 116.000 vagas.

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Bahia perde 1.167 postos de trabalho em março. Luís Eduardo aumenta vagas.

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As informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, referentes ao mês de março de 2015, apontam que a Bahia contabilizou um saldo negativo de 1.167 postos de trabalho com carteira assinada. O resultado expressa a diferença entre o total de 62.480 admissões e 63.647 desligamentos.

O saldo registrado em março situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior (+631 postos) e representa o pior resultado da série para os meses de março (2004-2015). Todavia, revelou melhora em relação ao mês de fevereiro de 2015 (-7.463 postos), incluindo as declarações fora do prazo.

“Apesar do resultado negativo, destacamos que as empresas com até quatro funcionários continuam gerando emprego no Estado. Em março, foram 4.094 mil empregos criados em micro empresas”, afirma Eliana Boaventura, Diretora geral da SEI.

Setorialmente, em março, na Bahia, quatro setores registraram saldo negativo: Construção Civil (-2.136 postos), seguido por Comércio (-635 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (-86 postos) e Extrativa Mineral (-1 posto). Quatro setores apresentaram resultados positivos: Agropecuária (+ 465 postos), Administração Pública (+453 postos), Serviços (+404 postos) e Indústria de Transformação (+369 postos).

No acumulado dos três primeiros meses de 2015, os setores que registraram saldos negativos foram: Construção Civil (-7.662 postos), Comércio (-5.167 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (-138 postos) e Extrativa Mineral (-120 postos).

Quatro setores apresentaram saldos acumulados positivos: Agropecuária, Ext. Vegetal, Caça e Pesca (+1.549 postos), Administração Pública (+527 postos), Serviços (+26 postos) e Indústria de Transformação (+16 postos).

A Bahia (-1.167 postos) ocupou a 7ª posição no saldo de postos de trabalho dentre os estados da Região Nordeste e a 20ª posição no Brasil em março de 2015. Na Região Nordeste, o estado que gerou o pior saldo foi Pernambuco (-11.862 postos), seguido pela Paraíba (-5.691 postos), Bahia (-1.167), Maranhão (-659 postos), Alagoas (-496 postos) e Ceará (-357 postos). Dos nove estados da Região Nordeste dois totalizaram saldos positivos: Piauí (+1.016 postos) e Sergipe (+249 postos). Continue Lendo “Bahia perde 1.167 postos de trabalho em março. Luís Eduardo aumenta vagas.”

Bahia tem saldo negativo de 6.207 postos de trabalho em outubro

No acumulado do ano foram gerados 36.212 novos postos

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI/Seplan), referentes ao mês de outubro de 2014, a Bahia contabilizou um saldo negativo de 6.207 postos de trabalho com carteira assinada. Tal resultado expressa a diferença entre o total de 64.360 admissões e 70.567 desligamentos. O saldo registrado em outubro situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior (-2.419 postos) e ao mês de setembro de 2014 (+5.127 postos), incluindo as declarações fora do prazo.

empregoEm outubro, na Bahia, o único setor com saldo positivo foi o de Comércio (+1.396 postos). Os setores que registraram saldos negativos foram: Construção Civil (-3.313 postos), Serviços (-1.780 postos), Agropecuária (-1.358 postos), Indústria de Transformação (-918 postos), Extrativa Mineral (-103 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (-72 postos) e Administração Pública (-59 postos).

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, dos oito setores de atividade, cinco registraram saldos positivos. O setor com maior saldo acumulado foi Serviços (+24.341 postos), seguido pela Agropecuária (+7.156 postos), Comércio (+3.787 postos), Indústria de Transformação (+3.238 postos), Administração Pública (+769 postos). Entre os setores que apresentaram saldos negativos, no acumulado do ano, estão: Construção Civil (-2.440 postos), seguido pela Extrativa Mineral (-448 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (-191 postos).

Análise regional – A Bahia (-6.207 postos) ocupou a ultima posição no saldo de postos de trabalho dentre os estados da Região Nordeste e a 25ª posição no Brasil em outubro de 2014. Na Região Nordeste, seis estados apresentaram saldos positivos. O estado desta região que gerou o maior saldo foi de Alagoas (+7.735 postos), seguido pelo Ceará (+7.363 postos) e, em terceiro a Paraíba (+1.817 postos). Na quarta posição encontra-se o Piauí (+1.048 postos), Rio Grande do Norte (+732 postos) na quinta posição e, em sexto está o estado de Sergipe (+580 postos). Os estados com saldos negativos foram: Bahia (-6.207 postos), seguido pelo Maranhão (-2.792 postos) e por fim Pernambuco (-1.733 postos).

Acumulado do Ano – No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o Ceará passou a acumular um saldo de 43.503 postos de trabalho, contra 36.212 novos postos de trabalho na Bahia, isso levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Este resultado fez com que a Bahia perdesse o posto de maior gerador de empregos no Nordeste. Em terceiro lugar, na Região Nordeste, está a Paraíba (+14.626 postos), seguido pelo Piauí (+12.125 postos), Rio Grande do Norte (+11.749 postos), Maranhão (+8.549 postos), Sergipe (+8.247 postos) e Pernambuco (410 postos de trabalho). O estado de Alagoas (-8.400 postos) registrou o único saldo negativo da Região Nordeste, no acumulado de janeiro a outubro de 2014.

Análise RMS e Interior – Analisando os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos entre Região Metropolitana e Interior em outubro de 2014, constata-se que o resultado do emprego foi negativo tanto no Interior quanto na RMS. De forma mais precisa, a Região Metropolitana de Salvador obteve um saldo negativo de 5.393 postos de trabalho e, o Interior negativo em 814 postos de trabalho.

Quanto ao saldo de emprego da Bahia de janeiro a outubro de 2014 (+36.212 postos de trabalho), enfatiza-se que a participação do Interior foi quase quatro vezes maior em geração de novos postos de trabalho que a verificada na RMS. Enquanto o Interior criou 28.716 novos postos, a RMS criou 7.496 novos postos de trabalho com carteira assinada. Estes dados podem ser vistos na tabela a seguir:

Análise Municipal – Dentre os municípios com mais de 30 mil habitantes, em outubro de 2014, Brumado, Alagoinhas e Dias D’Ávila se destacaram na criação de novas oportunidades de trabalho formal na Bahia. Em Brumado foram gerados 406 novos postos de trabalho; Alagoinhas registrou saldo positivo de 356 postos de trabalho; e Dias D’Ávila, 177 postos.

Entre os municípios que tiveram os menores saldos de empregos em outubro de 2014, encontram-se: Salvador (-3.305 postos), Lauro de Freitas (-1.291 postos); e Camaçari (-1.188 postos).

 

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Bahia tem saldo de 4.090 postos de trabalho em agosto de 2014

O Ministro do Trabalho, Manoel Dias, divulga ganhos de novos empregos
O Ministro do Trabalho, Manoel Dias, divulga ganhos de novos empregos

No acumulado do ano foram gerados 32.931 novos postos na Bahia. Barreiras abriu 297 novas vagas de emprego de janeiro a agosto deste ano; Correntina, 235; Luís Eduardo Magalhães, 1.063; Santa Maria da Vitória, 75; e São Desidério, 1.233, o melhor desempenho entre os maiores municípios do Oeste.

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged/MTE), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI/Seplan), referentes ao mês de agosto de 2014, a Bahia contabilizou um saldo de 4.090 postos de trabalho com carteira assinada. Tal resultado expressa a diferença entre o total de 66.900 admissões e 62.810desligamentos. O saldo registrado em agosto situou-se em um patamar superior ao contabilizado em igual período do ano anterior (+3.955 postos) e superior ao mês de julho de 2014 (495 postos), incluindo as declarações fora do prazo. No Brasil, o CAGED aponta abertura de 101.425 novas vagas em agosto, acumulando 751.456 novos postos de trabalho com carteira assinada no ano.

De janeiro a agosto, o estado gerou 32.931 novas vagas, sendo que a participação do interior foi aproximadamente quatro vezes maior em geração de novos postos de trabalho que a verificada na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Enquanto o interior criou 26.703 novos postos, a RMS criou 6.228 novos postos de trabalho com carteira assinada. Continue Lendo “Bahia tem saldo de 4.090 postos de trabalho em agosto de 2014”

Bahia gera 631 novos postos de trabalho em março. Luís Eduardo bem colocado.

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI/Seplan), referentes ao mês de março de 2014, a Bahia contabilizou um saldo positivo de 631 postos de trabalho com carteira assinada. O saldo situou-se em um patamar superior ao contabilizado em igual período do ano anterior (+375 postos) e inferior ao mês de fevereiro de 2014 (+8.306 postos), incluindo as declarações fora do prazo. A Bahia (+631 postos) ocupou a segunda posição no saldo de postos de trabalho dentre os estados da Região Nordeste e a 9ª posição no Brasil em março de 2014.

Na Região Nordeste, apenas dois dos nove estados apresentaram saldos positivos. O estado desta região que gerou o maior saldo foi Piauí (+983 postos). Entre os estados que geraram saldos negativos, Alagoas teve o menor saldo do mês (-10.132 postos), seguido de Pernambuco (-7.883 postos); Paraíba (-3.694 posto); Maranhão (-2.637 postos); Ceará (-2.000 postos); Sergipe (-1.015 postos) e Grande do Norte (-1.297 postos).

Setorialmente, em março, na Bahia, o setor com maior saldo positivo foi o de Agropecuária (+1.079 postos), seguido por Indústria de transformação (+566 postos) e por Serviços (+446 postos) em terceiro lugar. Em quarto lugar ficou o setor de Administração pública (+116 postos), seguido por Serviços Industriais de utilidade pública (+93 postos); Extrativa mineral (+65 postos) e, em sétimo lugar, o setor de Construção civil (+15 postos). Registrou saldo negativo o setor de Comércio (-1.749 postos).

No acumulado dos três primeiro meses do ano, dos oito setores de atividade, seis registram saldos positivos. O setor com maior saldo acumulado foi Serviços (+8.615 postos) seguido por Indústria da Transformação (+2.029 postos) e, no terceiro lugar, o setor de Construção Civil (+1.961 postos). Agropecuária, Extrativa Vegetal, Caça e Pesca (+1.368 postos) foi o setor com quarto maior saldo de postos de trabalho, seguido por Administração Publica (+601 postos) e Extrativa Mineral (+87 postos), em sexta colocação. Entre os setores que apresentaram saldos negativos, no acumulado do ano, foram Comércio (- 1.171 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (-95 postos).

Acumulado do Ano

No acumulado dos três primeiros meses do ano, a Bahia apresentou um saldo de 13.395 novos postos de trabalho, isso levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Este resultado fez com que a Bahia se consolidasse na liderança de geração de empregos no nordeste. Em segundo lugar, na Região Nordeste, está o Ceará (+2.401 postos), seguido por Piauí (+2.326 postos), Sergipe (+1.780 postos) e Rio Grande do Norte (+796 postos). Os demais estados do Nordeste tiveram saldos negativos no acumulado do ano. O estado de Alagoas (-14.434 postos) registrou menor saldo da Região Nordeste, no acumulado de janeiro a março de 2014, seguido de Pernambuco (-11.956 postos); Maranhão (-6.800 postos) e Paraíba (-860 postos).

Análise RMS e Interior – Analisando os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos entre RMS e interior, constata-se que no interior foram criados 2.182novos postos de trabalho, e na Região Metropolitana de Salvador foram eliminados 1.551 postos. No primeiro trimestre, a participação do interior do estado contribuiu com mais que o dobro da criação de postos de trabalho da RMS. Enquanto o interior criou 9.108 novos postos, a RMS criou 4.287 novos postos de trabalho com carteira assinada.

Os municípios baianos que mais geraram empregos em março foram Camaçari, Jequié e Luís Eduardo Magalhães. Camaçari registrou 659 novos postos de trabalho, Jequié gerou 529 postos e Luís Eduardo Magalhães gerou 440 postos.

Entre os municípios que tiveram os menores saldos de empregos em março de 2014, destacam-se: Salvador (-2.495 postos); Porto Seguro (-609 postos) e Brumado (-226 postos).

Bahia cria mais de 7,4 mil empregos em fevereiro

carteiras

As informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), referentes ao mês de fevereiro de 2014, apontam que a Bahia contabilizou um saldo positivo de 7.420 postos de trabalho com carteira assinada. Tal resultado expressa a diferença entre o total de 69.334 admissões e 61.914 desligamentos.

O saldo registrado em fevereiro situou-se em um patamar superior ao contabilizado em igual período do ano anterior (-1.076 postos) e superior ao mês de janeiro de 2014 (+ 4.471postos), incluindo as declarações fora do prazo. Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Liderança no Nordeste

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a Bahia apresentou um saldo de emprego de 11.891 novos postos de trabalho, levando-se em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Este resultado fez com que o estado consolidasse na liderança de geração de empregos no nordeste. Em segundo lugar na Região Nordeste, no acumulado do ano, está o Ceará (+3.522 postos), seguido pela Paraíba (+2.625 postos), Sergipe (+2.587 postos), Rio Grande do Norte (+1.858 postos) e Piauí (+878 postos). Os estados que tiveram saldos negativos, no acumulado dos dois primeiros meses de 2014, foram: Pernambuco (-4.879 postos), Maranhão (-4.878 postos) e Alagoas (-4.520 postos).

Ainda no acumulado dos dois primeiros meses de 2014, os setores que registraram saldos positivos foram: Serviços (+8.317 postos), Construção Civil (+1.377 postos), Indústria da Transformação (+1.338 postos), Comércio (+425 postos), Administração Pública (+424 postos), Agropecuária, Extrativa Vegetal, Caça e Pesca (+199 postos) e Extrativa Mineral (+17 postos). O único setor que apresentou saldo negativo no acumulado do ano foi o de Serviços Industriais de Utilidade Pública (-206 postos).

Quanto ao saldo de emprego de janeiro a fevereiro de 2014, enfatiza-se que a participação do interior do estado na geração de empregos formais foi um pouco maior do que a participação da Região Metropolitana de Salvador. Enquanto o interior criou 6.180 novos postos, a RMS criou 5.711 novos postos de trabalho com carteira assinada.

confiança

gacea

Emprego cai na Bahia no mês de fevereiro, apesar da recuperação do setor de serviços

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), referentes ao mês de fevereiro de 2013, a Bahia contabilizou um saldo negativo de 1.076 postos de trabalho com carteira assinada, apesar da significativa recuperação do setor Serviços.

Tal resultado expressa a diferença entre o total de admissões (59.530 vagas) e desligamentos (60.606 vagas). O saldo registrado em fevereiro situou-se em um patamar superior ao contabilizado em igual período do ano anterior (-1.619 vagas), porém inferior ao mês de janeiro de 2013 (-628 vagas).

Mesmo com o resultado positivo do setor Serviços no mês em análise, com a geração de 1.165 novos postos de trabalho, o fraco desempenho, principalmente nos setores da Agropecuária (-1.175 postos), do Comércio (-1.088 postos) e da Indústria da Transformação (-373 postos), contribuíram negativamente para o resultado de fevereiro.

Com este saldo, a Bahia ocupou a quinta posição entre os estados da Região Nordeste, apenas o Ceará contou com saldo positivo no período, 3.060 novos postos de trabalho. Os outros estados apresentaram saldos negativos:

Sergipe (-123 postos), Piauí (-345 postos), Rio Grande do Norte (-844 postos), Bahia (-1.076 postos), Maranhão (-1.217 postos), Paraíba (-3.193 postos), Pernambuco (-4.370 postos) e Alagoas (-7.773 postos).

Alto dos cerrados dezembro

Bahia perde empregos em janeiro. São Desidério é destaque em criação de novas vagas.

De acordo com as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cinco setores da economia mostraram recuperação em relação a dezembro de 2012 e tiveram saldos positivos, contribuindo para um maior número de admissões no estado em janeiro: Construção Civil (+855 postos), Agropecuária (+427 postos), Serviços (+399 postos), Extrativa Mineral (+74 postos) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (+12 postos). No entanto, o setor de Comércio, que apresentou saldo positivo em dezembro de 2012, registrou uma redução de postos no mês (-2.244 postos), por conta, principalmente, dos empregos temporários de final de ano, o que influenciou diretamente no saldo de postos de trabalho em janeiro de 2013, negativo em 628.

Tal resultado expressa a diferença entre o total de admissões (64.977 postos) e desligamentos (65.605 postos). O saldo registrado em janeiro situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior (6.861 vagas) e superior ao do mês de dezembro de 2012, que contou com 50.074 pessoas admitidas e 66.605 desligadas (saldo de -16.273 postos).

As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).
Entre o mês de dezembro de 2012 e janeiro de 2013, a Bahia saiu da nona colocação quanto aos saldos do Nordeste para a segunda. Todos os estados da Região Nordeste obtiveram resultados negativos no mês de janeiro de 2013: Sergipe (-23 postos), Bahia (-628 postos), Piauí (-1.028 postos), Alagoas (-2.093 postos), Paraíba (-2.699 postos), Maranhão (-3.233 postos), Rio Grande do Norte (-3.265 postos), Ceará (-4.700 postos), Pernambuco (-11.531 postos).
Interior se destaca na geração de empregos – De acordo com os dados referentes aos saldos de emprego para a distribuição intra-estadual no mês de janeiro de 2013, o resultado no interior do estado foi positivo, com 50 vagas de emprego formal criadas. Em janeiro de 2013, Mata de São João, São Desidério e Lauro de Freitas destacaram-se na criação de novas oportunidades de trabalho formal na Bahia. Mata de São João gerou 373 empregos, São Desidério registrou a criação de 367 empregos e Lauro de Freitas apurou um saldo de 341 novas contratações formais.

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Bahia: emprego cresce no interior e diminui na Capital

Nos oito primeiros meses de 2012, o estado da Bahia apresentou um acréscimo de 38.969 postos de trabalho, levando-se em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Este resultado representa o maior saldo absoluto de emprego da Região Nordeste no acumulado do ano. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

No mês de agosto, a Bahia contabilizou um saldo positivo com a criação de 442 novos postos de trabalho com carteira assinada. O saldo registrado em agosto situou-se em um patamar inferior ao contabilizado em igual período do ano anterior e também ao verificado no mês de julho de 2012. Os setores que apresentaram os melhores resultados foram os setores de Serviços (+2.757 postos), do Comércio (+1.053 postos), superando a queda da Agropecuária (-1.922 postos) e da Construção Civil (-1.109 postos).

Armando Castro, diretor de Pesquisas da SEI, avalia que o resultado do Caged de agosto exprime a atual fase da economia baiana. “O crescimento recente da nossa atividade econômica se dá pelo consumo, portanto está relacionado com a expansão da renda das famílias, cujas políticas de transferência de renda e crescimento real do salário mínimo impulsionam fortemente. A consequência é um significativo impacto sobre o comércio e os serviços, resultando em consistente crescimento do emprego nos setores”, explica Castro.

RMS e interior do Estado – Os resultados do emprego no interior do estado foram positivos, enquanto que na Região Metropolitana de Salvador foram negativos, de acordo com os dados referentes aos saldos de emprego para a distribuição intra-estadual no mês de agosto de 2012. No interior foram criados 522 empregos, ao passo que na Região Metropolitana de Salvador foi apurada uma perda de 80 postos.

No que se refere ao período de janeiro a agosto de 2012, a Região Metropolitana de Salvador foi responsável por 10.220 novos postos de trabalho, enquanto que o interior foi responsável pela criação de 28.749 novos empregos com carteira assinada. No acumulado, o interior representou 74% do total de empregos criados no estado.

Em agosto de 2012, Juazeiro, Salvador e Pojuca destacaram-se com os melhores desempenhos na criação de novas oportunidades de trabalho formal na Bahia. Juazeiro gerou 1.040 empregos, sendo que o setor de destaque foi a Agropecuária. Em Salvador, foram registrados 946 empregos, com destaque para o setor de Serviços. Já Pojuca apurou um saldo de 412 novas contratações formais, também com o setor de Serviços como destaque.

Emprego no semestre cai mais de 25% em relação ao ano passado

O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formal no primeiro semestre do ano segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com isso, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada teve uma alta de 2,76% sobre a quantidade registrada em dezembro de 2011.

O setor agrícola teve o melhor desempenho:  com a criação de 135.440 empregos, obteve a maior taxa de crescimento o período, com 8,69%. O resultado do Comércio, ao abrir 56.122 postos ( +0,66%),  decorreu da geração de 31.551 postos (+2,24%) no Comércio Atacadista e de 24.571 postos no Comércio Varejista (+0,35%). 

No entanto, houve queda de 25,9% frente ao mesmo período do ano passado, quando foram abertas 1,41 milhão de vagas. Trata-se, também, do pior resultado para o período desde 2009, quando foram criados 397,9 mil empregos com carteira assinada.

Na região Nordeste, foi observado o menor crescimento em relação ao semestre passado: apenas 27.743 postos de trabalho foram criados (+0,46%).

Emprego na Bahia cresce 4,45% nos últimos 12 meses.

Segundo os dados do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, em janeiro de 2012 foram criados 6.861 empregos celetistas, equivalente à elevação de 0,41% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Tal resultado foi o melhor da Região Nordeste e decorreu principalmente da expansão nos setores de Serviços (+3.363 postos), da Construção Civil (+1.477 postos) e da Indústria de Transformação (+1.375 postos).

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, no acumulado dos últimos doze meses, o montante de empregos gerados atingiu 71.095 postos de trabalho, correspondendo a um aumento de 4,45%. Este resultado foi o segundo melhor da Região Nordeste, menor apenas que o registrado para Pernambuco (96.213 postos).

A Bahia e o País perdem vagas de trabalho em dezembro.

Em 2011 foram gerados 76.041 empregos celetistas na Bahia, o segundo melhor da Região

Nordeste, sendo superado pelo observado Estado de Pernambuco (+89.607). Tal expansão decorreu principalmente da expansão nos setores de Serviços (+36.447 postos), do Comércio (+16.610 postos), da Construção Civil (+8.587 postos), e da Indústria de Transformação (+5.685 postos).

 Em dezembro, por razões sazonais que marcam a série do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (entressafra agrícola, férias escolares, período de chuvas, esgotamento da bolha de consumo no final do ano), verificou-se declínio de 0,92% no nível de emprego ou -15.069 postos de trabalho.

Entre os municípios baianos com mais de 30 mil habitantes, Correntina perdeu 447 empregos e gerou 152, com um deficit de 295. E Barreiras gerou 862 vagas, mas perdeu 1263, gerando um desemprego de 401 pessoas. Luís Eduardo Magalhães não gera estatística, porque certamente os bem informados técnicos do Ministério do Trabalho ainda consideram o Município com população menor de 30 mil habitantes.

BRASIL: CRESCIMENTO FOI 23,5% MENOR QUE EM 2010.

O Ministério do Trabalho informou nesta terça-feira que o saldo líquido de empregos com carteira assinada no país caiu 408.172 em dezembro de 2011. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no acumulado do ano passado, o saldo foi de criação de 1.944.560 vagas formais, 23,5% menor que 2010. O resultado de dezembro ficou dentro do intervalo previsto pelos analistas, de perda de 341 mil a 482 mil postos, e ficou pior que a mediana, negativa em 398 mil.

A meta do Ministério do Trabalho no início do ano passado era de geração de 3 milhões de postos, 500 mil a mais do que em 2010. Ao longo do ano, o então ministro Carlos Lupi reduziu a projeção para 2,5 milhões e, em seguida, para algo mais próximo de 2,3 milhões. A meta do governo considera, além do Caged, também as informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que inclui os dados dos empregos públicos, mas que serão conhecidos só em meados do primeiro semestre deste ano.

Novas vagas de emprego são poucas em Barreiras.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou dados de novembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) em Barreiras. Foram 1.017 contratações e 993 demissões. Saldo de 24 vagas de trabalho. Esses 24 cidadãos que mantiveram seus empregos deviam comemorar com um jogo de futebol. São 11 pra lá, 11 pra cá, o juiz e a torcida barreirense clamando por prosperidade. 

Na região da Grande Salvador, foram geradas +0,73% de vagas em novembro. O acumulado do ano é de 41.690 empregos, crescendo a taxa de 5%. Luís Eduardo Magalhães não é contemplada com os estudos do CAGED.

O Brasil gerou 42.735 vagas de empregos formais em novembro deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho. Esse número é 69% menor do que o volume de empregos gerados em novembro de 2010, quando foram preenchidas 138.247 vagas.

No acumulado de janeiro a novembro deste ano, o Caged mostrou a criação de 2,3 milhões de postos de trabalho. O desempenho é menor que o mesmo período de 2010, quando foram abertos 2,9 milhões de postos.

Em relação a outubro, os dados do Caged demonstram, em novembro, uma redução no ritmo de crescimento do emprego. No mês anterior, foram geradas 126 mil vagas.

Trata-se do pior resultado para novembro, desde 2008, quando foram ocupadas 41 mil vagas formais. Em 2008, o Brasil sentia os primeiros efeitos da crise financeira internacional, com a concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, ocorrida em setembro daquele ano.

Barreiras perdeu empregos em julho.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) de julho apontam que, dos 83 municípios baianos com mais de 30 mil habitantes, Barreiras teve o sexto pior desempenho do Estado, com 1.256 demissões e 1.012 contratações. Saldo final: 244 trabalhadores na rua da amargura.

Barreiras só não foi pior que Cruz das Almas, Dias Dávila, Eunápolis, Itamaraju e Feira de Santana. Confira aqui.

Emprego cresce puxado pela locomotiva do campo.

O emprego no conjunto das nove Áreas Metropolitanas cresceu 0,65% (+99.850 postos de trabalho). Esse resultado decorreu da expansão generalizada do emprego, com quatro regiões metropolitanas revelando recordes e duas o segundo melhor resultado.

As Áreas Metropolitanas que mais se destacaram foram: São Paulo (+37.225 postos ou +0,59%), Rio de Janeiro (+19.680 postos ou +0,76%, o melhor saldo para o mês) e Belo Horizonte ( +9.160 postos ou +0,61%).

Também se verificaram recordes em Curitiba (+8.372 postos ou +0,83%), Salvador (+5.782 postos ou +0,69%) e Recife (+3.556 postosou +0,44%).

No Interior dessas Áreas, o emprego cresceu 1,05%, correspondente ao incremento de 137.509 postos de trabalho.

Esse desempenho mais favorável em relação ao conjunto das Áreas Metropolitanas foi impulsionado pelo setor Agrícola. Os Interiores dos estados desses aglomerados urbanos que mais se destacaram foram São Paulo (+81.908 postos ou +1,49%) e Minas Gerais (+27.194 postos ou +1,15%). Do editor em Brasília, Cassiano Sampaio.

Cresce emprego na Bahia. Estado só perde para Pernambuco em um ano.

Segundo os dados do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, em março de 2011 foram criados 2.758 empregos celetistas na Bahia, equivalente à elevação de 0,17% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Foi o melhor saldo da Região Nordeste. Tal comportamento decorreu principalmente da expansão nos setores da Agropecuária (+1.648 postos) e da Construção Civil (+1.222 postos), cujos saldos superaram a queda do Comércio (-1.518 postos).

Nos três primeiros meses do corrente ano houve acréscimo de 17.193 postos (+1,09%), o melhor desempenho absoluto da Região Nordeste.

Nos últimos 12 meses verificou-se crescimento de 6,72% no nível de emprego

ou geração de 100.771 postos de trabalho. Esta geração foi a segunda maior da Região Nordeste, sendo superado somente pelo observado em Pernambuco (+115.514 postos).