
Seria importante que todo eleitor interessado no desenvolvimento econômico, social e cultural de Luís Eduardo Magalhães anotasse a lista de nomes abaixo:
Juvenal da Silva Xavier, o Juvenal Canaã
Elton Alves de Almeida, o Eltinho
Wangles Glicerio Santos, o Guinho da Contem
Mardônio Carvalho,
Renildo Nery dos Santos,
Sidnei Giachini
Katerine Rios e
Alaídio Castilhos
Na noite de ontem, eles protagonizaram uma das piores, senão a pior, página da história do legislativo eduardense, ao rejeitarem o projeto de doação de uma área de 55 hectares para a construção do campus da UFOB. Isso aconteceu depois dos mesmos vereadores aprovarem, por unanimidade, há menos de um mês a mesma doação, em primeira votação.

Na presença do Pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional da UFOB, Poty Lucena; de Jacques Miranda, vice-reitor da UFOB; e de Rosana Marques, diretora do Campus de LEM, além de um grande número de alunos, os ditos cujos fizeram uma grande algaravia para votar contra o seu próprio voto de alguns dias atrás.

Eltinho chegou a afirmar que não conhecia a área, porque estava cercada e com uma porteira fechada. E, com exatidão, disse que a área ficava muito distante do centro de Luís Eduardo, a 9 km (entre os conjuntos residenciais dos extremos da cidade, existem distâncias de até 25 km). Em contrapartida, Reinildo apresentou o mapa de outra área, que fica a 15 quilômetros do centro, além de um acesso em terra, mas esqueceu, que na outra ponta da cidade onde estaria o terreno doado, existe um grande aglomerado urbano, a Cidade Universitária, que fica a 8 km do centro.

Nada disso, nenhum argumento era verdadeiro. Os vereadores situacionistas que votaram contra o Governo tiveram, depois das eleições, interesses financeiros contrariados pelo Executivo. Eles pertencem ao famigerado “Grupo dos 5”, que quer tomar o poder na Câmara. A Oposição embarcou na picuinha e também votou contra, com exceção de Claudionor Machado, que aprovou o projeto do Executivo, com propriedade, pois é membro da Comissão de Constituição e Justiça e advogado de profissão.
Nem mesmo o sorriso alvar e as poucas luzes de alguns vereadores podem evitar que reconheçam a importância de uma universidade federal em Luís Eduardo Magalhães, tanto para o desenvolvimento da educação, da pesquisa e como provedora importante de empregos.
Os oito vereadores que não aprovaram a doação, obstando assim a construção dos primeiros prédios do campus já em 2015, representavam pouco mais de 15% dos eleitores à época das eleições de 2012.
Agora, dificultando e atrasando a instalação do campus estão prestando um grande desserviço a quem os elegeu. Enquanto eles despacham em seus luxuosos gabinetes, com assessores, carros, telefones e gasolina pagos pelos contribuintes, os filhos desses contribuintes ficarão mais um ou dois anos em salas espartanas, cedidas pela Prefeitura, para que possam iniciar seus cursos superiores.
Logo após a rejeição do projeto do Executivo, os estudantes se retiraram das galerias e alguns vereadores se homiziaram na cozinha, numa sala ao lado do plenário, para fugir às vaias dos universitários e de líderes comunitários. Uma verdadeira vergonha!



