A atrapalhada do insigne eleitor fez lembrar a emblemática história do nosso amigo Carloman. Depois de ter recebido uma verba de propaganda de um candidato a deputado federal pela bancada da Bahia, saiu pintando muros – naquela época era permitido – por toda Barreiras.
Acontece que precisou fazer uma viagem a São Paulo, de carro. Levou seu material de trabalho. E onde via um muro branquinho logo tascava o nome do seu candidato.
Já em São Paulo, enquanto esperava resolver uns negócios, resolveu continuar sua missão. E estava pintando o seu segundo muro quando foi detido por um guardinha. Conduzido a uma delegacia, explicou que estava fazendo seu trabalho e ligou para o Deputado.
Foi quando recebeu a informação que propaganda para deputado baiano só valia na Bahia. Para sua profunda decepção.
Até o dia de ontem, Carloman estava fazenda propaganda para outro candidato a Deputado Federal, seu filho Carlos Tito Marques Cordeiro, agora com grande orgulho da carreira do primogênito, mas dentro dos estritos limites do território baiano.