Deserto de Abu Dhabi tomado pelos colorados.

O maior colorado do Oeste baiano, Cidenei Hermann e seu filho Diego, mandam contar de Abu Dhabi que o deserto já está dominado, como mostra a foto. Amanhã começa a festa, diz Cidenei, referindo-se ao jogo das 14 horas contra os congoleses, campeões da África. Os colorados de todas as querências estão concentrados. Quando as camisas vermelhas do Internacional entram em campo pára tudo. O duro vai ser assistir a eleição da Câmara Municipal de Luís Eduardo, quando será eleita a Mesa Diretora para a próxima legislatura, e acompanhar a partida pelo celular.

Para quem não aguenta mais ouvir falar do Colorado.

Teresa Nemoto, secretária municipal de Cultura e Desporto e minha consultora para assuntos difíceis, complicados e aleatórios, criticou veementemente o volume de matérias sobre o bi-campeonato do Internacional. Quero deixar claro que escrevo para os meus leitores, que são preponderantemente torcedores do “Colorado das Vitórias”. Quando drapeja a bandeira alvi-branca, palpitam nossos corações. O leitor e cônsul do colorado em Barreiras, Cidenei Hermann, voltando da batalha do Beira-Rio, hoje em Brasília, escreveu: “Estou lendo o blog do jornal aqui”. Nós os colorados estamos mais eufóricos porque já temos o novo Adriano Gabirú, autor do gol do campeonato mundial em 2006. O nome dele é Leandro Damião.

Entenda, Teresa, o Internacional não é um time de futebol, é um partido e uma igreja. E todos os seus membros são devotos. Meu velho pai não cansava de afirmar: “Sou Maragato (do Partido Libertador, do lendário lenço vermelho), Colorado e até torço para o América do Rio, se conservar a camiseta rubra.” Nós só não acompanhamos o PT, porque aí seria pedir demais da nossa fidelidade à cor.