Ministério do Desenvolvimento social entregou 35 mil cisternas em 2016

Brasília – O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) já entregou neste ano 35 mil cisternas para consumo humano e 10 mil tecnologias sociais de acesso à água para produção de alimentos.

Com baixo custo e alto impacto na rotina dos sertanejos, a cisterna transformou o Semiárido – região marcada pela ausência ou escassez de chuvas. Nos últimos anos, o Programa Cisternas beneficiou quase 1,3 milhão de famílias com as cisternas de 16 mil litros em 1.222 municípios de 14 estados.

No caso das cisternas de consumo, cada reservatório atende uma família de até cinco pessoas num período de estiagem de oito meses. Além disso, 180 mil famílias também já foram beneficiadas com as tecnologias de armazenamento de água que viabilizam a produção de alimentos e criação de pequenos animais, entre outras atividades.

O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha, destaca que o programa é altamente eficiente e eficaz. “Com o programa, as famílias tiveram acesso à água de qualidade, o que reduziu vários problemas de saúde. A cisterna acabou com o transtorno que as mulheres enfrentavam em busca de água”, afirma.

Além disso, explica Caio Rocha, as tecnologias sociais de acesso à água garantem a produção dos agricultores familiares, o que gera renda para as famílias, com a comercialização do excedente em feiras locais ou para os programas de compras institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

O secretário reforça que o MDSA deve entregar ainda este ano 2 mil cisternas escolares nas áreas rurais. “Por determinação do ministro Osmar Terra, priorizaremos as cisternas nas escolas. Até o próximo ano, vamos entregar 5 mil cisternas e resolver a questão da falta de água nas unidades de ensino”.

Parceria – O Programa Cisternas, do governo federal, é executado pelo MDSA, em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Fundação Banco do Brasil, Petrobras, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e organizações da sociedade civil, como a Associação Programa Um Milhão de Cisternas (AP1MC), o Memorial Chico Mendes (MCM), governos estaduais e consórcios públicos municipais.

Esses burocratas e as suas idiossincrasias!

Diz a Codevasf, que está implantando cisternas até em Barreiras, que o objetivo é oferecer a água para consumo humano, cozimento e higiene bucal.

Pois bem: agora só faltar arrumar os dentes para o povo escovar e a comida para cozinhar. Pode apostar: entre uma caixa d’água e uma cesta básica por mês, o povo escolhe a cesta básica. Se vierem os dois juntos, melhor.

Milhares de cisternas plásticas pegam fogo em depósito do sudoeste da Bahia

As cisternas antes do incêndio.
As cisternas antes do incêndio.

Miséria pouca é bobagem. Um incêndio de grandes proporções destruiu, na noite deste sábado (12), milhares de cisternas doadas pelo Ministério da Integração Nacional (MI) para minimizar os efeitos da seca na Bahia. Os equipamentos, fabricados com polietileno, seriam doados a moradores de regiões afetados pela estiagem, considerada a pior dos 50 anos no estado, e estavam armazenados em uma área do perímetro urbano do município de Maracás, no sudoeste baiano.

A hora do incêndio
A hora do incêndio

Existem 490.000 famílias sem qualquer tipo de acumulação de água potável em todo o semiárido. Agora mais de 1.200 cisternas desapareceram e cada uma custou mais de R$5 mil ao Governo. Informação do Bahia Notícias e fotos de Vadinho Maracás.

O que restou depois do incêndio
O que restou depois do incêndio

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Luís Eduardo Magalhães receberá 240 cisternas da Codevasf

 

Da esquerda para a direita - Alessandra Hillmann, Maira de Andrada Santa Cruz, Walkyria Feitosa e Claudinea Duarte. Foto Leandro Abreu - ASCOM-LEM
Da esquerda para a direita – Alessandra Hillmann, Maira de Andrada Santa Cruz, Walkyria Feitosa e Claudinea Duarte. 

A cidade de Luís Eduardo Magalhães foi contemplada pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) com 240 unidades de cisternas para captação de água da chuva destinadas para a zona rural do município. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira, 22/01, por representantes da instituição.

Reunidas no gabinete do prefeito, a veterinária da Codevasf, Walkyria Feitosa, e a educadora socioambiental da Codevasf, Claudinea Duarte, apresentaram o projeto para a chefe de Gabinete, Alessandra Hillmann, e para a secretária de Trabalho e Assistência Social, Maira de Andrada Santa Cruz.

As cisternas de polietileno de 16 mil litros cada uma são destinadas a comunidades rurais sem abastecimento de água. A iniciativa faz parte do programa Água para Todos, do governo estadual. Uma audiência pública para definir o comitê gestor do projeto será marcada nos próximos dias.

Governo vai resolver problema da seca com informações à imprensa?

ABRE_CisternaO Exército, que controla a distribuição de água em oito dos nove estados nordestinos – além do norte de Minas Gerais –, socorre cerca de 2,84 milhões de pessoas nesta seca. Só o Maranhão não consta da lista dos militares.

No entanto, semanalmente recebemos informações da Codevasf, DNOCS e Ministério da Integração, que estão sendo instaladas novas cisternas, com capacidade para 16 mil litros. Essa quantidade de água deve ser suficiente, segundo os órgãos governamentais, para prover os oito ou nove meses em que as chuvas estarão ausentes do semi-árido.

A verdade é que se não chover para abastecer as cisternas, os pobres habitantes do semi-árido vão continuar dependendo da logística do Exército ou da vontade política dos prefeitos.

A Codesvasf diz que até superou as metas de instalação em estados como Bahia, Pernambuco e Alagoas, instalando mais de 34,5 mil cisternas.

E o fabricante das cisternas plásticas, afirma, também em informação à imprensa, que até maio entrega 60 mil cisternas ao DNOCS.