Pesquisa CNT constata queda da aceitação da Presidenta.

O governo da presidenta Dilma Rousseff tem a aprovação de 31,3% da população segundo pesquisa divulgada, hoje (16), pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). O número é inferior aos 54,2% registrados na pesquisa anterior, divulgada em junho, antes das manifestações. A avaliação negativa do governo é de 29,5%.

O desempenho pessoal da presidenta foi avaliado como positivo por 49,3% dos entrevistados. O dado mostra queda, em comparação a última pesquisa quando o percentual foi de 73,7%. No total, 47,3% desaprovam a gestão de Dilma. Em junho, os que desaprovavam o governo eram 20,4% dos entrevistados.

A pesquisa registra que a queda na avaliação da atuação da presidenta Dilma ocorre após as manifestações públicas realizadas por todo o país “as quais foram motivadas, principalmente, por insatisfação elevada com a qualidade dos serviços públicos, gastos com a Copa do Mundo e com a corrupção”, diz o texto.

Nesta edição, foram entrevistadas 2.002 mil pessoas, em 134 municípios de 20 estados, entre os dias 7 e 10 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Da Agência Brasil.

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A maioria das rodovias brasileiras tem problemas sérios, diz CNT.

Quase dois terços das rodovias brasileiras estão em situação regular, ruim ou péssima, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta quarta-feira (24). De acordo com o levantamento, dos 95.707 quilômetros avaliados, 33,4% foram considerados em situação regular, 20,3%, ruim e 9%, péssima. Outros 27,4% estão em bom estado e apenas 9,9% em ótimo.

Em 2011, 57,4% das rodovias foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas, contra 62,7% deste ano. O levantamento avaliou, na época, 65.273 quilômetros de rodovias federais e 30.434 km de rodovias estaduais, desse total, 80.315 km estão sob gestão pública e 15.392 km sob gestão de concessionárias.

Enquanto apenas 27,8% das rodovias sob gestão pública estão em bom ou ótimo estado, o percentual positivo das rodovias concedidas é de 86,7%. A pesquisa também analisou as condições de 109 ligações rodoviárias, que são trechos regionais que interligam territórios de uma ou mais unidades da federação. Na lista das dez piores ligações, a maioria está nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com destaque negativo para o trecho que vai de Rio Verde a Iporá, municípios de Goiás, e de Natividade, no Tocantins, a Barreiras, na Bahia.

O estado de São Paulo tem o maior percentual de rodovias em ótima situação, com 49,9% do total, seguido por Rio de Janeiro (20,6%) e Paraná (18%). Os estados com maior percentual de estradas em péssimas condições são o Acre (38% do total), Roraima (25,3%) e Amazonas (22,5%).