Pobreza na Argentina já atinge 1/3 da população urbana. O Brasil é o próximo.

A Argentina vive da sua história e das lembranças da fartura da carne, a melhor do mundo.

O problema nas cidades afeta 8,9 milhões de argentinos e avança em paralelo à subida da inflação, que chegou a 47,6% no ano passado

A inflação elevada e a recessão econômica na Argentina elevaram o índice de pobreza do país para 32% no segundo semestre de 2018, uma alta de 4,7 pontos percentuais ante a primeira metade do ano, mostraram dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) nesta quinta-feira 28.

Trata-se do número mais alto desde a crise econômica de 2001.

Na comparação com o segundo semestre de 2017, a pobreza urbana cresceu 6,3 pontos percentuais no país. São 8,9 milhões de argentinos vivendo nessa situação.

Veja a matéria na íntegra na Carta Capital.

No Brasil já existem 55 milhões de pobres ou pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, cerca de 26% da população total. Seremos a Argentina amanhã e a Venezuela depois de amanhã.

No trimestre encerrado em fevereiro, o número de desocupados atingiu 13,1 milhões de brasileiros.

Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (29). Essa alta representa a entrada de 892 mil pessoas na população desocupada.

Já soube de alguma medida do Novo Governo para aumentar o emprego? Nós também não. Só pensam em transferir os recursos da previdência para os bancos e acabar com a aposentadoria dos brasileiros.