Rui Costa quer consulta popular para volta da CPMF

Rui-Costa

Três governadores eleitos de estados do Nordeste são a favor da volta da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) com o dinheiro arrecadado direcionado para a saúde. Os políticos se posicionaram sobre o assunto nesta terça-feira (9), durante o encontro de governadores eleitos do Nordeste, que acontece em João Pessoa.

Camilo Santana (PT), do Ceará, é o que mais defende a volta do imposto. Renan Filho (PMDB), de Alagoas, concorda com o petista e Rui Costa (PT), da Bahia, defende que seja feita uma consulta popular antes de definir a volta da CPMF. Eles conversaram com a TV Cabo Branco quando chegavam para participar da reunião de trabalho, que acontece no Centro de Conveções. A meta é discutir uma pauta única para a região e o encontro deve ser encerrado com o lançamento da Carta dos Governadores Eleitos.

Os governadores que vão assumir a gestão dos estados nordestinos em 2015 participam. Além do anfitrião Ricardo Coutinho (PSB), que foi reeleito governador da Paraíba, também devem participar Camilo Santana (PT), do Ceará; Robinson Faria (PSD), do Rio Grande do Norte; Renan Filho (PMDB), de Alagoas; Rui Costa (PT), da Bahia; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; Flávio Dino (PC do B), Maranhão; e Wellington Dias (PT), do Piauí. Também participa o vice-governador Belivaldo Chagas Silva (PSB), de Sergipe. Do G1 da Paraíba.

 

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Plebiscito tranquilo no Pará

Foto de Tarso Sarraf, da Agência Estado, para o site R7

A movimentação de eleitores nas cidades paraenses é tranquila nas primeiras horas de votação do plebiscito que poderá desmembrar o Estado do Pará em três. Os eleitores, que começaram a chegar nos locais de votação por volta das 5h locais, terão até as 17h (horário local) deste domingo (11) para escolher pela divisão ou pela manutenção do território como está agora.

Os líderes das frentes contra a divisão do Pará, chamados unionistas, afirmaram na manhã deste domingo que estão otimistas com relação ao resultado do plebiscito que acontece hoje no Estado, mas admitem que o baixo comparecimento às urnas em Belém preocupa. Os separatistas apostam em um alto índice de abstenção na capital para reverter o processo do plebiscito, amplamente favorável à não separação do Estado.

A derrota eminente dos separatistas deve calar fundo no entusiasmo dos franciscanos, que querem a independência do seu território da Bahia.