A lawfare na República de Curitiba chegou ao ponto de condenar Lula pelo testemunho de dois delatores, Léo Pinheiro e José Aldemário. Que são exatamente a mesma pessoa.
A juíza, distraída ou mal intencionada, nem leu os depoimentos obtidos pelo Ministério Público.
Na verdade estão todos cooptados, a soldo, pelo new establishment jurídico do País, que deseja a destruição completa da indústria petroleira brasileira e da construção pesada. Veja logo a seguir do total desmonte da Petrobras, as concorrências internacionais para as obras de infraestrutura.
O jornalista Reinaldo Azevedo comentou ontem que a magistrada distraída condenou Lula, no âmbito da Lava Jato, sem haver nenhuma conexão com a Petrobras, alvo da operação.
O Jornalista destaca que “essa não é uma questão irrelevante”:
“Se ela mesma admite que inexiste nexo entre os contratos da Petrobras e o imóvel, então o caso não deveria estar na 13º Vara Federal de Curitiba”, observa.
Reinaldo diz ainda que há menos vínculos entre o sítio e contratos da Petrobrás do que entre Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz.
O juiz Sérgio Moro fez uma das palestras de abertura do Congresso Brasileiro de Procuradores Municipais na noite desta terça-feira (21), no teatro da Ópera de Arame, em Curitiba (PR).
Um grupo de procuradores havia planejado abrir oito faixas com as letras da palavra “vergonha”, assim que o magistrado começasse a falar ao microfone. Porém, a equipe de segurança do evento decidiu apreender os objetos antes da palestra.
Afronta
Procuradora em Fortaleza, Rosaura Brito Bastos explica o motivo dos protestos. “A gente considera o convite ao Sérgio Moro uma afronta para a advocacia. O evento é de advogados, e ele é um juiz que reconhecidamente não respeita as prerrogativas dos advogados. Inclusive, ele já mandou um advogado fazer concurso para juiz, o que é um absurdo, um desrespeito”, analisa.
Com as faixas apreendidas, os procuradores mudaram de estratégia: começaram a vaiar e gritar a palavra “vergonha” sempre que o nome de Sérgio Moro era citado no palco. Como o grupo era minoritário, os gritos de protesto eram abafados por aplausos, na maioria das vezes.
“Eu vi que ele levou até um susto quando a gente começou a dizer que [a presença dele] era uma vergonha. Ele não esperava isso”, disse Guilherme Rodrigues, ex-presidente da Associação Nacional dos Procuradores Municipais (ANPM), que organiza o Congresso. “Nem toda a classe está idiotizada. Nem todo mundo entrou nessa barca furada, nesse jogo midiático. É bom que isso fique registrado. Lá na frente, os colegas que estão nos recriminando, nos condenando, vão nos agradecer”, completou.
Desde maio
A polêmica começou há seis meses, quando os procuradores receberam a notícia de que Sérgio Moro seria um dos palestrantes do evento. Setenta e dois membros da ANPM enviaram uma carta à organização “visando preservar nossa entidade de qualquer acusação de partidarização política”. O texto, enviado no dia 25 de maio, também ressalta que “o juiz Sérgio Moro é visto como um julgador que fragiliza o modelo acusatório desenhado na Constituição de 1988, revelando pouco apreço ao processo justo”.
Como alternativa, os procuradores indicavam que a palestra de Moro fosse seguida de um “contraponto”, do ponto de vista jurídico. Um dos juristas sugeridos para cumprir esse papel no evento foi Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça.
Carlos Figueiredo Mourão, presidente da ANPM, respondeu a carta com um ofício, em nome da Associação, no dia 31 de maio. O argumento dele é que a palestra do magistrado seria relevante do ponto de vista do combate à corrupção no Brasil: “Em momento algum, cogitou-se fala do palestrante sobre atuação judicial, persecução criminal, operação Lava Jato ou qualquer outro tema. Destaca-se, também, que (…) a posição defendida pelos palestrantes não espelha a posição da organização do evento, mas servem para fomentar o debate”.
Controvérsia
Segundo a assessoria de imprensa do evento, os cartazes que formavam a palavra “vergonha” não foram tomados à força, mas sim, entregues à organização após um acordo com os manifestantes, “para evitar bagunça”.
Guilherme Rodrigues relata o incidente de outra forma. “Enfrentei os seguranças e entrei [com as faixas] na marra. Eles ameaçaram chamar o comando da polícia, e nós falamos que podiam chamar, que eu não entregaria [as faixas]. Depois, eles aproveitaram um descuido nosso e puxaram a faixa. Ainda reagi e tentei tomar de volta. Foi aí que os colegas pediram para deixar para lá”, disse.
A palestra durou cerca de uma hora, mas os procuradores insatisfeitos deixaram o teatro logo ao início da fala do juiz. Sérgio Moro falou sobre o avanço da operação Lava Jato, pediu rigor no combate à corrupção sistêmica e não comentou as reações negativas de parte da plateia.
Quantas cabeças coroadas repousarão, com placidez em seus travesseiros, depois desta notícia? Por obra e graça do diretor-geral da PF, Leandro Daiello, a operação não seguirá avante, tratando-se agora dos trâmites dos inquéritos abertos na Justiça.
A direção da Polícia Federal encerrou o grupo de trabalho da Operação Lava Jato em Curitiba. A decisão foi confirmada à revista Época por três fontes ligadas ao fato. Segundo informações, a decisão foi comunicada aos quatro delegados que ainda estavam na força-tarefa da operação.
A expectativa é que a formalização do desmanche ocorra no próximo boletim interno da Superintendência da PF no Paraná, que deve sair na próxima segunda-feira (10).
De acordo com a Época, os delegados e agentes voltarão às suas funções na Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor), deixando de se dedicar exclusivamente à Lava Jato.
Os investigadores acreditam que a produção de provas em processos relevantes seja prejudicada. Novas fases da operação podem nem sequer ser deflagradas, segundo procuradores da República.
O governador tucano do Paraná, Beto Richa, e o juiz Sérgio Moro, representados pelas forças da Polícia Militar, estão montando uma arapuca para coibir manifestações nesta quarta-feira, dia do depoimento de Lula em Curitiba.
É previsível. Beto Richa massacrou centenas de professores que se manifestavam, há dois anos, por melhoria salarial. Mais de 50 mil pessoas estão se dirigindo a Curitiba para protestar contra a atuação parcial do Magistrado.
Abaixo, cenas do massacre de Curitiba, ocorrido há dois anos:
O boneco inflável que representa o ex-presidente Lula da Silva com uniforme de presidiário reapareceu, hoje pela manhã, em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba. Mesmo depois de ter sido ferido de morte por um militante do PT, o boneco estava lá, com seus olhinhos de terror.
Nesta quarta-feira, a acareação tripla entre Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, ex-executivo da Toyo Setal, Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, se realizava na sede da PF.
Até na crise política sem precedentes que abala o País, o brasileiro não perde o humor.
Entre o fim da noite de sexta-feira e este sábado, o vice-presidente da construtora Mendes Júnior, Sérgio Cunha Mendes, e os dirigentes da Camargo Corrêa, Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, se apresentaram à Polícia Federal em razão de prisão decretada durante a etapa da Operação Lava-Jato intitulada “Juízo Final”. São, portanto, 22 os presos até agora.
Os executivos da Camargo Corrêa apresentaram-se em São Paulo, no fim da manhã de hoje. Eles tiveram prisão temporária decretada e não foram localizados pela Polícia Federal (PF) ontem.
Os dois foram encaminhados de avião para Curitiba, sede das investigações e ações penais decorrentes dos inquéritos policiais. Avancini é diretor-presidente da Camargo Corrêa Construções e Participações S/A. Auler preside o conselho de administração da empreiteira.
Eduardo Leite, vice-presidente da Camargo Corrêa, que se entregou à PF no fim da tarde de ontem, cumpre prisão preventiva e pode responder ao processo atrás das grades. Seus advogados buscam obter habeas corpus no Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região (Sul) para suspender a detenção cautelar.
Um dia após a deflagração da sétima fase da Operação Lava Jato, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo disse, hoje (15), em entrevista na sede da Presidência da República em São Paulo, que a Petrobras “não pode e não vai parar”, apesar do escândalo de corrupção que envolve a empresa. “Se por um lado as investigações tem que prosseguir, de outro lado, a Petrobras não pode parar”, disse o ministro.
Ele ressaltou que conversará com a presidenta da empresa, Graça Foster, para que “se tenha clareza” sobre a forma como o governo atuará com relação aos contratos firmados entre a Petrobras e as demais empresas envolvidas na investigação de corrupção. “A Petrobras não parará, continuará atuando e a lei será respeitada. A melhor defesa que precisamos fazer da Petrobras, que é uma empresa vital para o país, é investigar os fatos, apurar as ocorrências e punir pessoas”.
Entre 5 e 6 mil manifestam-se contra o Governo
Entre 5 mil e 6 mil pessoas, segundo a Polícia Militar (PM), concentraram-se neste sábado (15) em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) onde fecharam todos os sentidos da Avenida Paulista. Eles pediram o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A manifestação foi acompanhada por mais de 500 policiais militares.
Em sua maioria, os manifestantes vestiram camisas nas cores verde e amarelo e seguravam bandeiras do Brasil gritando “fora PT”. A maior parte deles fez uma caminhada pela Avenida Paulista em direção a Praça da Sé.
Cinco trios elétricos foram parados em frente ao Masp e dividiram os manifestantes. Em minoria, alguns manifestantes defenderam a ditadura militar e, em outro grupo, pessoas que se manifestaram contra a ditadura e defendiam a democracia. No entanto, esse grupo que reuniu a maioria dos manifestantes, pediu a anulação das eleições.
O período da ditadura militar durou 20 anos (1964-1985) e ficou conhecido como “os anos de chumbo”. Os militares e civis que aderiram ao golpe de 1964, perseguiram, torturaram e mataram estudantes, artistas, jornalistas, políticos e qualquer pessoa que fosse contrária ao regime. Os direitos civis foram cassados pelos generais presidentes e o Congresso foi fechado. Os perseguidos foram obrigados a deixar o país para não sofrerem as consequências do regime militar.
Em Brasília, colégio eleitoral que votou majoritariamente com a Oposição, apareceram 400 gatos pingados para protestar.
O doleiro Alberto Youssef foi levado para o Hospital Santa Cruz, em Curitiba , depois de passar mal na tarde deste sábado (25). A informação foi confirmada pela Polícia Federal (PF) e pelo advogado Antônio Figueiredo Basto, responsável pela defesa de Youssef.
O hospital também confirmou que o doleiro está internado no local, porém, não divulgou nenhuma informação sobre o estado de saúde dele.
De acordo com a PF, ele teve uma indisposição por volta das 13h e foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que o levou até o hospital. Segundo o advogado, Youssef teve uma “fortíssima queda de pressão” depois do almoço e desmaiou na cela. Basto ainda disse que o doleiro está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Entretanto, o advogado afirmou, na noite deste sábado, que ainda não havia um diagnóstico sobre o que aconteceu com Youssef.
O doleiro está preso desde março na carceragem da PF, na capital paranaense. Ele é réu da Operação Lava Jato e participa atualmente de uma oitiva judicial que o habilitaria ao julgamento de uma “delação premiada”.
Em julho, Youssef também foi levado para um hospital da cidade, onde ficou por uma noite. À época, o advogado disse que o doleiro sofreu um infarto, passou por um cateterismo e precisou ficar internado na UTI.
A Polícia Federal distribuiu, à imprensa, nota oficial sobre o ocorrido:
“A Polícia Federal informa que Alberto Youssef foi hospitalizado hoje, 25.10, no início da tarde, devido a uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doenca cardíaca crônica.
Esta é a terceira vez que ocorre atendimento médico de urgência após a sua prisão.
São infundadas as informações de possível envenenamento.
Alberto Youssef permanecerá hospitalizado para a adequação da medicação e retornará à carceragem da Polícia Federal na Superintendência em Curitiba, após o seu pleno restabelecimento.”
APolícia Federal deflagrou, nesta manhã (24/9), a Operação Agro-Fantasma, com o objetivo de combater um grande esquema de desvio de recursos públicos, oriundos de um dos programas do “Fome Zero”, do Governo Federal, denominado PAA – Programa de Aquisição de Alimentos, da ação de Compra Direta da Agricultura Familiar com Doação Simultânea –, repassados pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) a associações e cooperativas rurais.
Policiais federais dão cumprimento a 11 mandados de prisão preventiva, sete mandados de suspensão cautelar da função pública, 37 mandados de busca e apreensão e 37 mandados de condução coercitiva, em 15 municípios do Paraná, além de Bauru/SP e Três Lagoas/MS, todos expedidos pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba/PR. A Operação Policial conta com a participação de cerca de 200 policiais federais.
A investigação, iniciada em 2011, foi realizada pela Polícia Federal na cidade de Guarapuava/PR, a partir da deflagração de outra operação, denominadaFeira Livre, que investigou as fraudes em um dos municípios. Foram investigados 22 programas dos anos de 2009 a 2013, nos municípios paranaenses de Guarapuava, Foz do Jordão, Honório Serpa, Candói, Ponta Grossa, Irati, Rebouças, Teixeira Soares, Inácio Martins, Fernandes Pinheiro, Itapejara D’Oeste, Goioxim, Pinhão e Querência do Norte. Em todos os programas investigados, foram encontradas evidências de desvio de recursos.
Até o momento, 58 pessoas foram indiciadas pelos crimes de apropriação indébita previdenciária, estelionato contra a CONAB, quadrilha ou bando, falsidade ideológica, ocultação de documento,peculato doloso, peculato culposo, emprego irregular de verbas públicas, prevaricação, condescendência criminosa e violação de sigilo funcional, todos previstos no Código Penal Brasileiro. Funcionários que compõem a cúpula da CONAB/PR e fiscais ligados ao grupo estão sendo afastados, em razão de fortes indícios de participação nos crimes.
O programa investigado (PAA – Programa de Aquisição de Alimentos) foi implementado em 2003 e movimenta anualmente bilhões de reais em todo o Brasil.
Roubar alimentos de escolares, desvio de recursos do Fome Zero, emprego irregular de verbas públicas. Numa hora destas é que se lamenta a ausência de pena capital no País. Julga, condena, publica a sentença e mandar por uma bala .45 na nuca desses palhaços.
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Sistema Tiradentes em São Paulo. Provado que funciona bem.
As denúncias da multinacional Siemens sobre superfaturamento em obras do metrô paulista, o descarrilamento de uma das composições do metrô acontecido hoje e o grande engarrafamento acontecido hoje, quando as autoridades de trânsito de São Paulo resolveram criar mais uma faixa exclusiva de ônibus, na avenida 23 de Maio, são três fatos que tem profunda interação.
A primeira conclusão que se chega é que os governos são maus gestores da chamada mobilidade urbana. E que a corrupção é componente crucial dessa conjuntura. Porque São Paulo e outras capitais brasileiras não têm os chamados VLT – Veículos Leves sobre Trilho, de custo baixíssimo em relação ao metro? Porque os metrôs acabam ficando inacabados como em Salvador? Porque o metrô de Brasília, por exemplo, construído há menos de 2 décadas, já não atende a demanda?
Enquanto isso, Curitiba, uma das capitais que mais cresce no Brasil, onde nunca foi feito um centímetro de metrô, tem um sistema de transporte coletivo satisfatório, o BRT – Bus Rapid Transit, que foi implantado, a partir da experiência paranaense, até em outros países.
Os VLTs, pelo seu baixo impacto nas cidades, e as canaletas exclusivas de ônibus, com estações elevadas e ar condicionado, embarque rápido por até 3 portas, baixíssimo custo, são comprovadamente as ferramentas mais provadas para o transporte público no País.
Por que, então, ônibus sujos, barulhentos, lotados, de difícil acessibilidade e de confiabilidade duvidosa? Seria porque as empresas de transporte coletivo são os maiores contribuintes das campanhas eleitorais?
Em Curitiba, onde tudo começou, os bi-articulados e as estações elevadas, onde se paga a passagem antecipadamente. Ideias simples, baixo custo, racionalidade.
Bogotá: sistema desenvolvido pela empresa de Jaime Lerner, a mesma que o implantou em Curitiba.
Charge de Solda, no “Estado do Paraná”. Solda é um excelente lay-outman, tendo batalhado em dupla com este Editor na P.A.Z., de Zeno José Otto, em Curitiba. Mas, como os vinhos, tem se apurado no traço de humor, sua melhor veia.
O Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais (PR), será um dos três terminais do país beneficiados com a instalação do aparelho ILS3. O aparelho permite pousos e decolagens de aviões sem nenhuma visibilidade e será implantado também no Galeão, no Rio de Janeiro, e em Guarulhos, em São Paulo.
De acordo com o governo paranaense, o equipamento será instalado em 2011, tornando o Afonso Pena o primeiro aeroporto da América Latina a contar com essa tecnologia de localização por radar. O terminal é o que registra mais ocorrências de atrasos e cancelamentos de voos por falta de visibilidade em todo o país.
O Ministério da Defesa vai investir R$ 73 milhões até 2013 na ampliação do terminal de passageiros, da área de manobras, melhorias na infraestrutura das pistas e construção de uma terceira pista para pousos e decolagens no Afonso Pena. O governo do estado adiantou que técnicos do ministério visitarão o terminal nas próximas semanas para definir o início da obra da terceira pista.