Reação pífia de Bolsonaro nas pesquisas, como se esperava. Ele perde para todos os pré-candidatos

A pesquisa do Datafolha causou preocupação nas hostes do bolsonarismo. Esperava-se um melhor desempenho do presidenciável Jair Bolsonaro.

Em um cada vez mais provável segundo turno, as simulações apontam que Bolsonaro não ganha para nenhum adversário, seja do campo da direita, centro ou da esquerda.

Com Lula – se o petista disputar a eleição –, Bolsonaro perde com uma diferença de 17 pontos percentuais: 49% versus 32%. Enfrentando Marina Silva, o placar é de 42% x 32%. Seu melhor desempenho é com o tucano Geraldo Alckmin, 35% x 33%.

No quesito rejeição, Bolsonaro é o quarto mais refutado com 29%. Em primeiro lugar o atual presidente Michel Temer com 60%, Fernando Collor 44% e Lula 40%.

O problema maior, segundo os próprios bolsonaristas, ainda está para acontecer. Ou seja, o início dos debates entre os postulantes ao Palácio do Planalto. Veja mais do artigo de Marco Wense clicando aqui.

Entre as pessoas medianamente esclarecidas sempre esteve claro que o discurso machista, misógino, xenófobo, preconceituoso, homofóbico e odiento do defensor da tortura não iria longe.

No entanto, a revelação de que 17% dos eleitores, em seu obscurantismo medieval, prefere Bolsonaro já é assustadora.

Bolsonaro é o líder às avessas, que quando capitão do Exército, queria explodir o sistema de água potável do Rio de Janeiro, para protestar contra os baixos salários dos militares.

Por outro lado, aprendeu rápido as sutilezas do Legislativo, onde está há mais de 26 anos. Incorporou ao seu patrimônio cerca de 15 milhões em imóveis, valor difícil de explicar frente ao seu salário de parlamentar.

Trata-se de um Vivaldino, como alguns pastores que o apoiam e uma parcela mais radical entre os militares e policiais de baixo escalão. Um Vivaldino “mucho loco” , afirme-se de passagem.

Doria cai 10 pontos na avaliação de seu governo entre os paulistanos

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), caiu quase dez pontos percentuais na aprovação de sua administração na primeira pesquisa realizada pelo Datafolha após ele intensificar a articulação com vista a corrida presidencial em 2018.

O levantamento aponta que o tucano tem 32% de aprovação (ótimo/bom), 26% de rejeição (ruim/péssimo) e 40% de avaliação regular entre os paulistanos – há quatro meses, ele obteve 41% de aprovação; 22% de rejeição e 34% de regular.

Dos 1.092 entrevistados entre os dias 4 e 5 de outubro, 37% dos paulistanos acreditam que ele será candidato a presidente, contra 21% em junho. Mas 58% preferem que ele permaneça na prefeitura, enquanto apenas 10% querem vê-lo na disputa; para o governo estadual, apenas 15% desejam que ele se candidate.

A pesquisa indica ainda que 18% votariam com certeza no tucano para a Presidência e 26% o fariam para o governo. A maioria não votaria nele de jeito nenhum como presidente (55%) e 24% disseram talvez o apoiassem.

As viagens feitas pelo prefeito, que vem sofrendo críticas e até mesmo apuração (clique aqui) não são bem vistas pela maioria dos ouvidos pela consulta: 49% dos paulistanos avaliam que elas trazem mais prejuízos do que benefícios à cidade, enquanto 35% aprovam a iniciativa.

Entre os entrevistados, 77% veem benefício pessoal nas viagens contra 14% que percebem o contrário. Independente das intenções, 50% acham que o prefeito viaja mais do que devia, enquanto 40% apontam que a frequência é adequada, o que mostra que a opinião pública está dividida sobre o tema. 

A desaprovação violenta da Cracolândia, além de não solucionar o problema, criou dezenas de pequenas áreas de ocupação pelos drogados. Depois do apagão dos grafites, foi o maior motivo de queda da aceitação do gestor.

O tucano Alberto Goldman critica João Doria.

Datafolha: Petistas e opositores concordam com as prisões dos mensaleiros

Segundo o Datafolha, apenas 15% dos brasileiros aprova o nome do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, como candidato ao Palácio do Planalto. A pontuação é modesta, mas quando se trata das decisões do Presidente sobre o caso do mensalão, o número aumenta significativamente, pois 86% dos brasileiros consideram que Barbosa agiu bem ao mandar prender os mensaleiros condenados no feriado de 15 de novembro.

Quando o dado é estratificado por preferências partidárias, vê-se que, entre os simpatizantes do PT, 87% concordam que Barbosa agiu bem. Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, seria um erro dizer que o apoio às prisões entre petistas (87%) foi maior do que a média entre todos os entrevistados (86%), vez que há aí um empate técnico.

Entre os adeptos do PSDB, o percentual dos que apoiam a ação de Barbosa é mesmo bem acima da média nacional. Para 99% dos tucanos o presidente do STF agiu corretamente. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o Datafolha ainda elaborou uma terceira questão ao perguntar se Joaquim Barbosa tomou a decisão “para se promover pessoalmente” ou se “agiu de acordo com a Justiça e fez o que deveria ser feito”.  A resposta da maioria dos entrevistados pelo Datafolha foi a favor de Barbosa – 78% respondeu que ele “agiu de acordo com a Justiça” 10% acham que ele desejou se promover; e 12% disseram não saber opinar. Entre petistas, vai a 80% a taxa dos que acharam que o presidente do STF “agiu de acordo com a Justiça”.

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O fenômeno Russomano cai 8 pontos em São Paulo.

Pesquisa do Ibope divulgada nesta terça (2), sobre a disputa pela prefeitura de São Paulo, indica que a liderança continua com Celso Russomano (PRB), mas ele caiu de 35% para 27%, contra 19% atribuídos a José Serra (PSDB) e 18% a Fernando Haddad (PT), em empate técnico.

Na pesquisa anterior, o Ibope dava o petista à frente do tucano, ao contrário do que sempre apontou o Datafolha. Desta vez, segundo o Ibope, Haddad se manteve parado e o Serra subiu dois pontos. A pesquisa foi realizada nos dias 29 de setembro e 1º de outubro, tendo sido entrevistadas 1.204 pessoas em São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número nº SP-01474/ 2012.