Se a gente não tira a Dilma, não teríamos chance de pagar, como agora, o verdadeiro valor da carne.

Vejam os preços em um supermercado 12 dias antes da presidente Dilma Rousseff ser apeada do poder. A imagem foi recolhida pela internauta Carla Ayres @carlaayres e publicada no Twitter.

Compare os preços com os de hoje. O mínimo de aumento é 100%. O salário mínimo na época era R$880,00 e o dólar valia R$3,22. Portanto o mínimo era de U$273,29.

O salário mínimo hoje é R$1.100,00, o que com o dólar a R$5,30 significa U$207,54. Portanto, apenas 75% do que valia em 2016.

Isso tudo sem considerar a desvalorização do dólar, que nos últimos cinco anos foi de 13,35%. Portanto precisaria hoje de US$ 309,77 para equivalência de um salário mínimo no mês do golpe contra Dilma.

Estava ruim? Ficou pior? Vai piorar mais. Muito mais. Já leu sobre os veganos? 

Dilma interpela Bolsonaro sobre afirmações falsas em Dallas

Veja a fonte, o Antagonista, e veja quem está disseminando a política de ódio entre os brasileiros.

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) apresentou ao STF uma interpelação, para exigir explicações do presidente Jair Bolsonaro sobre uma recente declaração que ele fez em Dallas, insinuando que ela teria participado do assassinato do capitão americano Charles Chandler, em outubro de 1968.

“Quem até há pouco ocupava o governo teve em sua história suas mãos manchadas de sangue na luta armada, matando inclusive um capitão”, disse Bolsonaro em maio, referindo-se a Chandler.

O militar americano tinha 30 anos e estudava no Brasil quando foi vítima de uma emboscada em São Paulo, atribuída a Carlos Marighella e outros guerrilheiros ligados à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e à Ação Libertadora Nacional (ALN). Conhecido por palestras e entrevistas na época, ele era considerado um agente da CIA pela esquerda.

Caso Bolsonaro confirme que, ao lembrar do caso em Dallas, referia-se mesmo ao suposto envolvimento de Dilma, ela, que nega participação no crime, poderá acusá-lo formalmente pelos crimes de injúria, difamação e calúnia.

A interpelação foi encaminhada ao gabinete de Dias Toffoli, que agora poderá enviar ofício ao presidente para que responda aos questionamentos da ex-presidente.