Um novo frigorífico de aves para reduzir o déficit de frango na Bahia.

Humberto, João Leão, Negromonte Jr. e Salles, com diretor da Mauricéa.

O frigorífico Mauricéa, inaugurado hoje, 2, em Luís Eduardo, é resultado de um aporte de R$ 100 milhões, realizado em sua maioria a partir do segundo semestre do ano de 2004 e totalmente feito com recursos próprios da empresa.

A empresa vai gerar 470 empregos diretos e mais 750 vagas em 2011.

O empreendimento, a plena capacidade, abaterá 300 mil aves por dia. Além disso,  tem uma grande fábrica de rações, com beneficiamento do milho e soja produzido na Região, que no auge da produção deverá produzir alimento para cerca de 18 milhões de aves diariamente.  O incremento do abate se realizará paulatinamente, já que a empresa não conseguiu terceirizar os criatórios no município, atividade típica de pequenas propriedades, as quais são  muito rarefeitas na zona de grandes lavouras. Toda a produção abatida estará, da incubação de ovos ao frango adulto, na responsabilidade direta da administração da Empresa, numa verticalização inédita para o setor.

Com a plena capacidade industrial do novo frigorífico, a Bahia reduzirá seu deficit na produção de carnes de aves, que hoje está em 50% do consumo e alcança quase 40 quilos per capita/ano. Apoiará a produção, um extenso sistema de distribuição por todo o Estado, contando com o apoio de uma frota de caminhões frigoríficos de expressão.

No frigorífico da Mauricéa, além do abate do frango para venda inteiro ou em partes, incluindo os miúdos, se produz ainda embutidos de frango e outros derivados. Até a produção de esterco das aves confinadas nas granjas de Barreiras é significativa, servindo para fertilizar lavouras da fruticultura e de horti-granjeiros.

A inauguração.

“Buscamos a qualidade para continuar crescendo”, afirmou o diretor da Mauricéa, Marcondes Antônio Tavares de Farias, na inauguração da unidade industrial, que teve a presença de autoridades do Estado e da Região, entre elas o secretário de Agricultura da Bahia, Eduardo Salles; o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Humberto Santa Cruz; o deputado federal João Leão; o deputado eleito Mário Negromonte Jr.; o presidente da Câmara Municipal de Luís Eduardo, Eder Ricardo Fior e vereadores; os presidentes da AIBA, Valter Horita; o presidente do Sindicato Rural, Vanir Köln; e a presidente da ABAPA, Isabel da Cunha.

Também estiveram presentes o deputado federal eleito, Oziel Oliveira; a prefeita de Barreiras, Jusmari Oliveira; e a deputada estadual eleita, Kelly Magalhães.

O constrangimento entre grupos políticos opositores presentes era visível. Tanto que apenas o diretor-presidente da Mauricéa descerrou a placa de inauguração e o corte da fita inaugural do frigorífico foi feito apenas pelo prefeito Humberto Santa Cruz e pelo secretário Salles, além de Marcondes Farias, apesar do mestre de cerimônias ter pedido a presença de todas as autoridades.

Humberto vende seu peixe do outro lado do mundo.

Humberto Santa Cruz e o Secretário da Agricultura da Bahia divulgam oportunidades de investimentos no Oeste baiano.

O governador Jaques Wagner e sua comitiva, da qual faz parte o prefeito Humberto Santa Cruz, de Luís Eduardo Magalhães, estiveram no último domingo (14) na cidade de Hamilton, na Nova Zelândia, para um encontro com empresários da Fazenda Leite Verde, que possui uma unidade no oeste baiano, para tratar de técnicas inovadoras que incrementem a produção de leite na Bahia. Na missão comercial, acompanhado do secretário estadual da Agricultura, Eduardo Sales, o chefe do Executivo baiano também conheceu a Ag Research, empresa estatal de desenvolvimento e pesquisa, que atua na área de biotecnologia. Na agenda governamental também constou uma reunião com executivos do Grupo Gallagher, que está no mercado de Sistemas de Manejo de Animal e de Segurança. A empresa estabeleceu canais de distribuição em mais de 130 países, sendo hoje uma multinacional com interesses de negócios em todo o mundo. No último compromisso do domingo, a comitiva visitou a fazenda Wallace Pastrol para conhecer de perto as tecnologias utilizadas no gado leiteiro. Fotos da Agecom/Ba.


João Leão e Mário Negromonte Jr. reforçam campanha em Luís Eduardo.

Comício no amplo comitê de campanha reuniu aproximadamente 400 pessoas, depois de um encontro com representantes da sociedade civil, políticos e autoridades.

Os candidatos a deputado João Leão (Câmara Federal) e Mário Negromonte Junior (Assembléia Legislativa) chegaram ontem, no final da tarde, a Luís Eduardo Magalhães, para reforçar a sua campanha. Logo após a chegada, Leão, Negromonte, o atual secretário da Infraestrutura da Bahia, Wilson Brito; o candidato a suplente de Senador, Roberto Muniz; e o secretário de Agricultura, Eduardo Salles, reuniram-se com o chefe da campanha na cidade, Humberto Santa Cruz, e um grupo de empresários, representantes da sociedade civil, secretários municipais e vereadores para falar de seus planos e metas.

Na apresentação de seus candidatos, Humberto referiu-se à caravana de políticos como legisladores e gestores “que trouxeram obras e vão trazer ainda muito mais”. Disse ainda Humberto: “Devemos aqui demonstrar mais que gratidão aos políticos que estão olhando pelo Município, mas a certeza que essa aliança vai trazer muitas realizações”.

Eduardo Salles afirmou, em discurso, “que o Partido Progressista(PP), agremiação que reúne os visitantes, vai continuar defendendo o sistema econômico da Região, em especial a agropecuária.”

Roberto Muniz, ex-secretário da Agricultura, e virtual senador da República, na condição de suplente, porque, se o candidato Walter Pinheiro se eleger, certamente assumirá um Ministério no Governo do PT, tem fortes ligações com agropecuária da Região. E foi enfático ao afirmar:

-“Vocês têm que se orgulhar do que estão fazendo aqui. Esta região não é a fronteira do desenvolvimento, é o centro do desenvolvimento. E vocês tem um gestor que é exemplo em toda a Bahia: Humberto não se furta ao dever de construir o futuro hoje”.

João Leão e Mário Negromonte Jr. fizeram um longo histórico de sua jornada política, das obras que já conseguiram para a Região e de sua satisfação em trabalhar pelo Oeste baiano.

Após a apresentação, os políticos seguiram para o Comitê Central da Campanha, na avenida Enedino Alves da Paixão,  onde mais de 400 pessoas esperavam para ouvir sua manifestação. Com os recursos habituais de campanha – fogos de artifício, música de propaganda e discursos inflamados – novamente discursam, apelando pelo comparecimento às urnas em favor dos candidatos da situação.

O candidato à reeleição pelo quinto mandato à Câmara Federal, João Leão, conversou animadamente com todos. Na foto, com a chefe de gabinete de Humberto Santa Cruz, Simone Jacobsen.

Secretário da Agricultura é enfático em relação ao meio-ambiente.

Eduardo Salles, secretário estadual da Agricultura, na abertura do Fórum Internacional de Produtores de Soja, em Salvador: “O novo código ambiental é um absurdo no tocante à moratória para abertura de novas áreas para agropecuária nos próximos cinco anos. Este dispositivo tem que ser retirado da proposta de reforma. Na Bahia, a região Oeste tem 55% de sua área intocada, com matas nativas, e o Estado tem um programa de adequação ambiental que é modelo para o Brasil”.

Os produtores rurais devem permanecer firmes contra os fundamentalistas das ONGs e dos órgãos oficiais e paraestatais em relação às suas posições extremistas. Quem segura o frango, o óleo comestível, a carne de suínos e bovinos na mesa do brasileiro, com os menores subsídios do mundo e segura um terço dos empregos, do PIB e das exportações, não pode transigir com as idiossincrasias do pessoal dos gabinetes, que vive embalado no ar condicionado e nos favores do Governo.

Bahia terá 100 mil hectares de seringueiras.

Até o ano 2030, a Bahia terá 100 mil hectares de seringueiras em regiões como baixo sul, recôncavo e litoral norte do Estado. Esta é uma das metas prioritárias definidas pela Câmara Setorial da Seringa e pelo Programa de Desenvolvimento da Heveicultura do Estado da Bahia, anunciada na manhã de ontem (10), pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, na abertura do II Congresso Brasileiro de Heveicultura, no Centro de Convenções de Ilhéus. O secretário destacou que, no contexto do planejamento estratégico que está sendo elaborado para a agropecuária da Bahia para os próximos 20 anos, um dos objetivos é alcançar a autosuficiência da borracha natural para consumo das indústrias instaladas no Estado.

O secretário lembrou que a Bahia tem hoje cinco indústrias de pneus, “mas só produzimos 30% da matéria prima que elas consomem. O restante, 70%, é importado”. De acordo com o planejamento da Câmara Setorial, a heveicultura, (como é chamado o cultivo de seringueira), deverá passar de 15 mil toneladas/ano de borracha seca para a produção de 61,5 mil toneladas no ano de 2030 no estado da Bahia.

Além do secretário da Agricultura, a cerimônia de abertura contou com as presenças do diretor da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Jay Wallace da Silva, que representou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wagner Gonçalves Rossi.

Os mais de 600 participantes do congresso vão debater, dentre outros temas, a necessidade de expansão da cultura da seringueira no Brasil.O objetivo é suprir a demanda interna e contribuir com a redução do déficit de cerca de 170 mil toneladas anuais de borracha natural no Brasil, que atualmente depende da importação de grandes quantidades.

Um novo leilão do milho. A Câmara Setorial dos Grãos está em alerta.

O Governo Federal (MAPA/Conab) realizará amanhã (29), um novo leilão de Prêmio Equalizador pago ao Produtor (PEPRO, nº 181/10), que vai ofertar para comercialização 80 mil toneladas de milho, das quais 50 mil com origem da região Oeste da Bahia. É o sexto leilão de PEPRO do ano e o quarto do mês de julho a ser realizado na região, onde um grande excedente de milho no mercado regional tem derrubado os preços a patamares 30% inferiores aos preços mínimos de garantia do governo federal.
Serão ofertadas 80 mil toneladas do cereal em quatro lotes. O lote 1, com milho do oeste baiano, constará de 30 mil toneladas, com valores de prêmios de R$ 5,88 por saca para o Nordeste, exceto Bahia; R$ 4,38 para Bahia e R$ 7,68 o Norte. No lote 2, também com o produto baiano, serão 20 mil toneladas, com prêmio de R$ 5,88 para o Norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. O lote 3 vai oferecer 15 mil toneladas de milho do Maranhão, com prêmio de R$ 5,58 por saca para o Nordeste. E o lote 4 também ofertará para o Nordeste 15 mil toneladas do grão, oriundos do Piauí, com prêmio de R$ 5,88.

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Governo baiano incentiva algodão no sudoeste do Estado.

Através da colheita mecânica e do preparo do solo, garantidos por meio de protocolo de cooperação técnica e financeira entre a Secretaria da Agricultura e instituições parceiras, cotonicultores familiares do Sudoeste baiano esperam um incremento na área plantada de até 15%. Continue Lendo “Governo baiano incentiva algodão no sudoeste do Estado.”

Ponto de venda na BR-020 e usina de leite para Assentamento.

No final da tarde de terça-feira, 1º de junho, o prefeito Humberto Santa Cruz e o Secretário de Desenvolvimento Econômico (SEDE) Jaime Cappellesso participaram de uma reunião de trabalho com o Secretário Estadual de Agricultura Irrigação e Reforma Agrária da Bahia (Seagri), Eduardo Salles.

O encontro aconteceu no gabinete itinerante da Seagri instalado no complexo Bahia Farm Show e contou também com a participação de representantes da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). Continue Lendo “Ponto de venda na BR-020 e usina de leite para Assentamento.”

Industrializar nossa produção, a grande saída.

O governador Jaques Wagner e o secretário da Agricultura, Eduardo Salles, assinaram, na abertura da Bahia Farm Show, acordo de cooperação técnica com a Fundação Bahia, Aiba, Abapa e Fundeagro para a elaboração do “Estudo de Agregação de Valores aos produtos da Agropecuária Baiana Através da Verticalização”. Este trabalho, com prazo de quatro meses para ser concluído, será realizado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV.

Quem vê o volume da produção agrícola da Região Oeste e a real possibilidade de incremento dessa produção, que pode chegar a 100% em 10 anos, só deve lamentar que ainda estejamos destinando a maior parte dessa produção aos portos, praticamente in natura, sem nenhum tipo de processamento e sem agregar valor a essa produção.