Tag: El País
Uma frente de ultradireita, em todo o Mundo, rumo ao fechamento de regimes.
Sob o título, “O método Bolsonaro: um assalto à democracia em câmera lenta”, o jornal El País analisa a missão do Presidente brasileiro de dar continuidade à ação interrompida de Donald Trump, no rumo da corrosão da Democracia seguindo o modelo ultradireitista de outros países.
Não deixe de ler a reportagem clicando aqui.
Pesquisa Atlas: Lula venceria Bolsonaro no segundo turno por margem folgada, acima de 6 pontos percentuais
Pesquisa realizada pela consultoria Atlas aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria Jair Bolsonaro se as eleições presidenciais fossem realizadas hoje. De acordo com o levantamento, Lula teria 44,9% dos votos válidos contra 36,9% de Bolsonaro. Na simulação de primeiro turno, porém, Bolsonaro venceria com 32,7% das intenções de voto, contra 27,4% de Lula.
Num cenário entre Bolsonaro e o ex-ministro Ciro Gomes, o pedetista também bateria o ex-capitão no segundo turno com 44,7% dos votos, contra 37,5%. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) estaria empatado tecnicamente, mas o jornal El País, que divulgou a pesquisa, não revelou os dados referentes ao tucano.
Já em cenário eleitoral em que a disputa se daria entre Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Bolsonaro, o ex-ministro da Saúde seria eleito com 46,6% dos votos válidos, contra 36,9% do ex-capitão.
Ainda segundo o El País, em uma simulação de primeiro turno, Bolsonaro também venceria ex-ministro Sergio Moro (9,7%), Ciro Gomes (7,5%), Luiz Henrique Mandetta (4,3%), o governador paulista João Doria (4,3%) e o apresentador Luciano Huck (2,5%). E um cenário com Lula fora da disputa, o ex-prefeito Fernando Haddad aparece em segundo lugar, com 15,4%.

Por que votamos em Hitler

Por que a Alemanha, o país com um dos melhores sistemas de educação pública e a maior concentração de doutores do mundo na época, sucumbiu a um charlatão fascista?
Ao longo da década de 1920, Adolf Hitler era pouco mais do que um ex-militar bizarro de baixo escalão, que poucas pessoas levavam a sério. Ele era conhecido principalmente por seus discursos contra minorias, políticos de esquerda, pacifistas, feministas, gays, elites progressistas, imigrantes, a mídia e a Liga das Nações, precursora das Nações Unidas. Em 1932, porém, 37% dos eleitores alemães votaram no partido de Hitler, a nova força política dominante no país. Em janeiro de 1933, ele tornou-se chefe de governo. Por que tantos alemães instruídos votaram em um patético bufão que levou o país ao abismo?
Em primeiro lugar, os alemães tinham perdido a fé no sistema político da época. A jovem democracia não trouxera os benefícios que muitos esperavam. Muitos sentiam raiva das elites tradicionais, cujas políticas tinham causado a pior crise econômica na história do país. Buscava-se um novo rosto. Um anti-político promoveria mudanças de verdade. Muitos dos eleitores de Hitler ficaram incomodados com seu radicalismo, mas os partidos estabelecidos não pareciam oferecer boas alternativas.
Em segundo lugar, Hitler sabia como usar a mídia para seus propósitos. Contrastando o discurso burocrático da maioria dos outros políticos, Hitler usava um linguajar simples, espalhava fake news, e os jornais adoravam sugerir que muito do que ele dizia era absurdo. Hitler era politicamente incorreto de propósito, o que o tornava mais autêntico aos olhos dos eleitores. Cada discurso era um espetáculo. Diferentemente dos outros políticos, ele foi recebido com aplausos de pé onde quer que fosse, empolgando as multidões.
Leia o artigo completo de OLIVER STUENKEL no jornal El País.
Jornal europeu abismado com o ódio crescente entre brasileiros

“O discurso de ódio que está envenenando o Brasil.” O principal jornal espanhol, El País, estampou esta semana uma matéria, sob o título acima, lamentando “a caça às bruxas de grupos radicais contra artistas, professores, feministas e jornalistas se estende pelo país.”
Para os europeus que conheceram nossos indígenas há mais de 5 séculos, pode até parecer que existia menos barbárie e mais paz no tempo dos tupis-guaranis. Apesar de que, por vezes, se excediam comendo, literalmente, bem assadinhos, os seus inimigos.
Um contudente artigo de “El País” sobre as manifestações no Brasil
O Diário El País, o maior da Espanha, publicou ontem, sob o título “Por qué Brasil y ahora? “, um longo artigo de Juan Arias, em que questiona as manifestações de protesto no Brasil e dá respostas plausíveis a essas questões. Para quem tem dificuldades com o Espanhol, sugiro o tradutor do Google ou outro qualquer. Veja o artigo:
Está generando perplejidad, dentro y fuera del país, la crisis creada repentinamente en Brasil por el surgir de las protestas callejeras, primero en las ricas urbes de São Paulo y Río, y ahora extendiéndose a todo el país e incluso a los brasileños en el exterior.
Por el momento son más las preguntas para entender lo que está aconteciendo que las respuestas a las mismas. Existe solo un cierto consenso en que Brasil, envidiado hasta ahora internacionalmente, vive una especie de esquizofrenia o paradoja que aún debe ser analizada y explicada.
Empecemos por algunas de las preguntas:
¿Por qué surge ahora un movimiento de protesta como los que ya están casi de vuelta en otros países del mundo, cuando durante diez años Brasil vivió como anestesiado por su éxito compartido y aplaudido mundialmente? ¿Brasil está peor hoy que hace diez años? No, está mejor. Por lo menos es más rico, tiene menos pobres y crecen los millonarios. Es más democrático y menos desigual.
¿Cómo se explica, entonces, que la presidenta Dilma Rousseff, con un consenso popular de un 75%, -un récord que llegó a superar al del popular Lula da Silva-, pueda ser abucheada repetidamente en la inauguración de la Copa de las Confederaciones, en Brasilia, por casi 80.000 aficionados de clase media que pudieron darse el lujo de pagar hasta 400 dólares por una entrada?
¿Por qué salen a la calle a protestar por la subida de precios de los transportes públicos jóvenes que normalmente no usan esos medios porque ya tienen coche, algo impensable hace diez años?
Continue Lendo “Um contudente artigo de “El País” sobre as manifestações no Brasil”
Wikileaks revela os horrores de Guantanamo.
O jornal El País (Madri) e outros meios de comunicação da Europa receberam as fichas prisionais de 759 dos 779 presos que estiveram em Guantanamo, onde ainda permanecem 170. Os documentos divulgados pelo portal Wikileaks mostra que anciões com demência senil, adolescentes, enfermos psquiátricos graves, professores de escolas e agricultores foram conduzidos para Guantánamo, um sistema prisional sem nenhum tipo de garantia aos apenados, nos quais o importante para os americanos era o volume de informação e o potencial de perigo desses inocentes.
As vísceras do presídio estão expostas em 4.759 documentos, assinados pelo alto comando da Força Conjunta da base e dirigidas ao comando Sul do Departamento de Defesa em Miami. A radiografia da prisão criada por Bush em 2002, à margem das leis nacionais e internacionais, permanece uma chaga aberta no governo Obama. Apesar de ter sido sua primeira promessa, em janeiro de 2009, quando assumiu o Governo. Leia mais na reportagem (em espanhol) do El País.
Kadafi só perde por resistir. Europeus querem sua cabeça.
Uma pesquisa realizada pelo jornal El País, o mais importante da Espanha, diz que os cidadãos da União Européia estão decepcionados com as atitudes frente à crise da Líbia. E 66% se mostram a favor de uma intervenção armada.
A velha Europa é ciosa de sua tranquilidade econômica. Quando se fala em petróleo então, a coisa piora. A redução da velocidade nas auto-estradas da Espanha para 110 km/hora foi rechaçada pela opinião pública. Como a história se repete, o coronel Muammar Kadafi ainda vai ser caçado num buraco, como Sadam Hussein.




