Estão vendendo o patrimônio público do País a preço de xepa na feira.

Leilão da Eletrobras tem 11 dos 18 lotes arrematados e arrecada R$ 1,3 bilhão

Eletrobras: resultado do leilão de transmissão foi muito satisfatório

Eletrobras vende por R$ 500 mi usina eólica que custou R$ 3,1 bilhões

Geógrafo aponta o que pode estar por trás das concessões e descobertas nas bordas do pré-sal na Bacia de Campos

Cessão onerosa: governo arrecada R$ 69,96 bilhões com megaleilão do pré-sal

Privatização da BR Distribuidora põe R$ 8,56 bi no caixa da Petrobras

Estão entregando a energia elétrica (e o regime de águas), a eólica, o pré-sal e os campos limítrofes, a comunicação e as terras, a biodiversidade e os recursos minerais.

Estão tentando entregar os bancos sociais, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Com a Lava-Jato, destruíram a indústria naval brasileira e a indústria da construção pesada.

Tudo a preço de xepa na feira. Esta era a missão do golpe, de FHC (outra vez) Cunha, Temer, Moro, Bozo, militares, com STF, com tudo.

Eu me pergunto: onde estarão os magistrados, os militares e os homens públicos nacionalistas? Onde estará a força de resistência do povo brasileiro e da Pátria, Mãe tão distraída, enquanto se perpetram as tenebrosas transações?

Temer, entreguista, aliviou regras para petroleiras da Inglaterra, diz jornal inglês

Ministro britânico pressionou Governo do Brasil em favor das gigantes petroleiras

Original do Sputinik Brasil

O ministro do Comércio do Reino Unido, Greg Hands se encontrou com o vice-ministro brasileiro de Minas e Energia, Paulo Pedrosa com o objetivo de fazer o governo brasileiro aliviar tributações e regulação ambiental em favor da Shell, British Petroleum e Premier Oil. Conseguiu.

O relato do encontro consta em telegramas obtidos pelo Greenpeace e reproduzidos com exclusividade pelo The Guardian. De acordo com o jornal britânico, Hands viajou ao Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte em uma visita para ajudar empresas britânicas de energia, mineração e água a fazer negócios no Brasil.

A Pedrosa, Hands expressou preocupação em torno das regulações de licenças ambientais no Brasil. Ouviu do vice-ministro que este pressionaria colegas no governo em torno das medidas propostas pelas petrolíferas.

Embora o governo do Reino Unido tenha negado a prática de lobby para enfraquecer o regime de licenciamento ambiental brasileiro, as negociações se provaram exitosas. Em agosto, o Brasil propôs redução tributária de bilhões de dólares para perfuração marítima. Dois meses depois, BP e Shell ganharam a maior parte das licenças no leilão do pré-sal brasileiro.

O Greenpeace acusou o Departamento de Comércio Internacional (DIT na sigla em inglês) de agir como um “braço de pressão da indústria de combustíveis fósseis”. A negociação acontece em um momento em que o governo conservador da primeira-ministra Theresa May advoga pela implantação do Acordo de Paris e critica o governo do presidente americano, Donald Trump, pelo desprezo a questões ligadas a mudanças climáticas.

Em nota ao The Guardian, o DIT se defendeu, dizendo que não praticou lobby.

“Não é verdade que nossos ministros praticaram lobby para afrouxar as restrições ambientais no Brasil — [o tema da] reunião foi sobre melhorar o processo de licenciamento ambiental, garantindo condições equitativas para as empresas nacionais e estrangeiras e, em particular, ajudando a acelerar o licenciamento e torná-lo mais transparente, o que, por sua vez, protegerá os padrões ambientais”, diz o comunicado.

No leilão do pré-sal, a Shell levou duas áreas de exploração como operadora e uma como participante e se tornou a segunda maior produtora do Brasil, após comprar a gigante BG. Já a BP venceu como participante em duas áreas, ambas lideradas pela Petrobras, e se disse “ansiosa por avançar em um ritmo rápido” de acordo com declaração do chefe global da área de produção e exploração da empresa, Bernard Looney, citado pela Época.

Como sempre afirmamos em O Expresso, o colonialismo bandido só existe porque existem traidores. O Calabar do Jaburu deveria ser enforcado em praça pública, junto com seu pinto entupido, para exemplar as gerações futuras.

Há 3 anos, com o petróleo rondando US$130 no mercado externo, pagávamos R$3 por um litro de gasolina. Agora, com o petróleo a US$50, pagamos mais de 4 reais pelo mesmo litro de gasolina batizada de 90 octanas ou menos.