Estados Unidos já perderam mais cidadãos com a Covid-19 que soldados na 2ª Guerra Mundial.

Até detentos são usados como auxiliares no transporte de corpos, até 3.000 por dia.

Os Estados Unidos perderam, em cinco anos, 292.000 soldados na II Guerra Mundial. Foi uma tragédia para milhares de famílias. A grande maioria não chegou a ter os corpos dos seus filhos devolvidos para casa.

Pois bem: ontem os Estados Unidos registraram 300 mil mortes de cidadãos. Os corpos dos mortos são incinerados ou enterrados, mas os familiares não podem fazer uma despedida. Tudo isso em menos de um ano.

Credite-se grande parte disso ao negacionismo e à brutal ignorância de Donald Trump.

Veja abaixo o aumento nas mortes por Covid nos EUA

Casos de coronavírus nos EUA podem ter passado dos 20 milhões

Estados americanos estão vendo aumento no número de casos; falta de exames para assintomáticos dificulta noção exata do tamanho da pandemia no país.

Pessoas no Texas formam filas com seus carros para exames de covid-19; mais de 10% dos testes deram positivo na última semana — Foto: Callaghan O'Hare/Reuters

Pessoas no Texas formam filas com seus carros para exames de covid-19; mais de 10% dos testes deram positivo na última semana — Foto: Callaghan O’Hare/Reuters

O Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) diz que o verdadeiro número de casos pode ser até dez vezes maior do que o que vem sendo noticiado.

A notícia surge no momento em que o Estado do Texas interrompeu a reabertura da sua economia, em meio a um novo surto de infecções e hospitalizações.

Os Estados Unidos registraram 2,4 milhões de infecções confirmadas e 122.370 mortes oficiais.

Alguns Estados do sul e do oeste têm registrado números recordes de casos nos últimos dias.

A Universidade de Washington prevê que os Estados Unidos chegarão a 180 mil mortes até outubro — ou 146 mil, se 95% dos americanos usarem máscaras.

Da BBC e G1.

Brasil: casos de Covid são 132.367 com 9.054 óbitos.

As secretarias estaduais de Saúde confirmam no país 132.367 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2), com 9.054 mortes. Treze das 20 cidades com maior mortalidade estão no Amazonas.

Só nos últimos 30 dias foram registradas 8.022, porquanto em 6 de abril os óbitos eram apenas 566. Como estava previsto, a curva de contaminação empinou rapidamente com cerca de 600 mortes por dia.

Ontem existiam mais 1.643 óbitos em investigação no País.

novo coronavírus infectou mais de 3,9 milhões de pessoas no mundo até esta quinta-feira, causando mais de 270.000 mortes. Os Estados Unidos já registraram mais de 76.000 óbitos, com 1,3 milhão de contaminados.

Ceará, Maranhão, Amazonas, Pará e Maranhão estão com alta de taxa de ocupação de suas unidades hospitalares dedicadas ao tratamento do Coronavírus.

 

Achado macabro: dezenas de corpos são encontrados em caminhões nos EUA.

O Grande Império do Ocidente, o país onde o sol jamais se põe em suas bases militares beligerantes, está de joelhos com a pandemia. 

Dezenas de corpos em vários estágios de decomposição foram encontrados em caminhões de mudança sem refrigeração em frente a uma funerária de Nova York, depois que vizinhos relataram à polícia sobre o mau cheiro.

O governo do estado de Nova York e o promotor público do Brooklyn estão investigando a funerária Andrew T. Cleckley neste distrito de Nova York, que possuía esses caminhões e deveria lidar com os corpos.

A polícia nova-iorquina confirmou à AFP que recebeu uma ligação de um morador na quarta-feira ao meio-dia para reclamar do mau cheiro que vinha dos caminhões.

A polícia foi ao local e encontrou cerca de 60 corpos, segundo a imprensa da cidade.

“Essa situação horrível que ocorreu nesta  funerária no Brooklyn é absolutamente inaceitável. Vamos deixar claro”, disse o prefeito Bill de Blasio à imprensa nesta quinta-feira (30).

“As funerárias são organizações privadas. Elas têm uma obrigação com as pessoas a quem servem, devem tratá-las com dignidade. Não tenho ideia do motivo de deixarem isso acontecer”, acrescentou.

O comissário de saúde do governo do estado, Howard Zucker, disse que está investigando o que aconteceu e que até o momento não havia queixas sobre essa funerária.

“Esta é uma mensagem para todas as casas funerárias: não toleraremos esse tipo de comportamento”, disse Zucker na quinta-feira na entrevista coletiva diária do governador Andrew Cuomo.

O proprietário da funerária Andrew T. Cleckley disse ao New York Times na quinta-feira que, como outros trabalhadores do setor, está sobrecarregado com a pandemia.

Ele declarou que usou os caminhões para armazenar corpos, mas somente depois de encher sua área de armazenagem com mais de cem corpos.

“Fiquei sem espaço”, disse Cleckley, acrescentando que apenas em abril  recebeu mais corpos do que em todo o ano de 2019. “Os corpos estão por todos os lados”.

Nova York, epicentro da pandemia de coronavírus nos Estados Unidos, registrou mais de 17.820 mortes desde março. Os necrotérios, funerárias, crematórios e cemitérios estão trabalhando acima de suas capacidades e garantem que não podem lidar com isso.

 

EUA sacrificam porcos por paralisação nos frigoríficos. Carcaças serão enterradas.

Leitões, abatidos após o desmame ou doados apenas pelo custo do frete.

Além do abate maciço de porcos adultos, os produtores de leite estão despejando o que não pode ser vendido aos processadores, as operações de frangos quebram ovos para reduzir os suprimentos e algumas frutas e legumes apodrecem nos campos em meio a interrupções no trabalho e na distribuição. A fome pode chegar durante e depois da pandemia.

Do Bloomberg e Notícias Agrícolas.

O abate em massa do rebanho suíno dos EUA está começando quando uma onda de paralisações nas fábricas de processamento cria excesso de gado que os agricultores não podem mais sustentar.

A partir de quarta-feira, cerca de 13.000 porcos por dia serão mortos em um matadouro da JBS SA em Minnesota, de acordo com o representante dos EUA Collin Peterson. Em vez de os cortes serem transformados em presuntos e bacon para os compradores que ficam em casa, as carcaças podem ser despejadas em aterros ou ir para as fábricas.

O abate mostra a desconexão que ocorre quando a pandemia adoece os trabalhadores, assim como os consumidores estocam carne. Os produtores de leite estão despejando leite que não pode ser vendido aos processadores, as operações de frangos quebram ovos para reduzir os suprimentos e algumas frutas e legumes apodrecem nos campos em meio a interrupções no trabalho e na distribuição.

“Não queremos sacrificar porcos, mas não temos escolha”, disse Peterson, presidente do Comitê de Agricultura da Casa, a repórteres em uma teleconferência. “Eu pedi para eles fazerem isso. Então, se as pessoas estão chateadas, elas podem ficar chateadas comigo. ”

O matadouro da JBS em Worthington , que foi fechado quando os trabalhadores começaram a adoecer, pode ser usado para abater porcos com uma equipe de cerca de 10 pessoas, disse Peterson. Isso significa que a planta pode sacrificar animais com segurança enquanto os trabalhadores praticam o distanciamento social, algo que seria impossível com as centenas de funcionários necessários para executar o processamento normal.

No total, cerca de 160.000 suínos por dia em todo o país precisam ser sacrificados, o que significa que o descarte na fazenda não é viável, disse ele. Peterson disse que também procurou a Smithfield Foods Inc. em uma proposta semelhante.

A JBS não respondeu imediatamente a uma solicitação de comentário.

Os criadores de suínos não têm instalações para manter os animais e, quando crescem demais para serem manuseados pelos embaladores, os produtores não têm muita escolha, disse Steve Meyer, economista da consultora Kerns & Associates.

Com o fechamento das fábricas, a demanda caiu para os leitões, substituindo porcos crescidos em celeiros. Alguns dos animais mais jovens tinham preços entre 50 centavos e 1 dólar, enquanto os porcos alimentadores de 40 libras da semana passada estavam alcançando os preços mais baixos desde 2018, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA.

“Se você pagar pelo transporte, pode obter gratuitamente os porcos desmamados”, disse Mike Berdo, produtor de grãos e gado em Washington, Iowa.

Lance Schiele, em West Branch, Iowa, tem algumas semanas para decidir se ele deve sacrificar 1.250 porquinhos. É quando ele precisa de um celeiro atualmente ocupado por animais totalmente crescidos que ele não pode entregar devido a um desligamento de uma fábrica da Tyson Foods Inc.

“Provavelmente é uma punição cruel e incomum ter que destruí-los quando pequenos”, disse Schiele, que está ganhando tempo aumentando o calor do estábulo para diminuir o ganho de peso. “Como a bagunça que estamos tendo, em seis meses vamos precisar dessa carne de porco. Não sei como vamos chegar lá.

Enquanto o governo dos EUA está montando um centro para ajudar nos “métodos de despovoamento e descarte”, Peterson, um democrata, pediu maior assistência federal. Ele alertou que, sem pagamento de indenização, os agricultores de seu distrito de Minnesota iriam à falência.

Há suprimentos de carne fresca e congelada suficientes para manter as prateleiras dos supermercados por enquanto. Mas mais paradas de fábricas significam que a possibilidade de escassez é real, disse Peterson. Ele levantou a perspectiva de priorizar o mercado doméstico em detrimento das exportações, embora reconhecesse que não estava ciente de uma maneira de fazer isso.

“Claramente, no setor de carnes, teremos escassez”, disse ele. “O que me preocupa é que as pessoas vão descobrir isso e vão acumulá-lo e isso vai exacerbá-lo”.

O agricultor Berdo disse que, quando as plantas frigoríficas repotenciadas reabrirem, elas provavelmente não serão capazes de manter velocidades de abate pré-pandêmicas.

“Receio que esses procedimentos implementados atrasem o processo”, disse ele. “Isso terá um efeito cascata maciço nos próximos meses”.

Aberto mais um Centro de Atendimento Covid 19, agora em Brumado

A partir das 18 h de hoje, 17, aproximadamente 260 mil habitantes de doze municípios da região de Brumado poderão contar com um Centro de Atendimento Covid 19, para acolher, estabilizar e encaminhar pacientes suspeitos de infecção pelo novo coronavírus.​

​A antiga UPA da cidade foi reaberta e adaptada para operar com 40 profissionais de saúde, 24 horas, e tem capacidade para atender 200 pacientes por dia.

São 10 leitos, sendo 2 com respiradores. Deverão ser atendidos pacientes com sintomas idênticos aos da gripe, como febre, tosse, dor de garganta e falta de ar. Os que tiverem evolução dos agravos vão ser regulados pela Central Integrada de Comando e Controle da Saúde do Estado da Bahia para um dos hospitais de referência.

1059 casos, 36 mortes

A Bahia tem 1059 casos confirmados de Covid-19. Deste total, 36 foram a óbito, registrados nos municípios de Salvador (18); Lauro de Freitas (4), Gongogi (1), Itapetinga (1), Utinga (1), Adustina (1), Araci (1), Itagibá (1), Uruçuca (2), Ilhéus (2), Belmonte (1), Vitória da Conquista (1) e Itapé (1), Juazeiro (1). Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até as 12 horas desta sexta-feira (17).​

​Dos casos confirmados, 154 são de profissionais de saúde. Ao todo, 268 pessoas estão recuperadas e, do total de casos confirmados, 116 encontram-se internados, sendo 48 em UTI. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.​

É uma corrida macabra: depois que o Governo do Estado foi pirateado* pelo Governo dos EUA, quando perdeu 400 respiradores pulmonares, em avião originário da China, pagos antecipadamente, parece ter desanimado. Enquanto a epidemia de Covid-19 avança célere, a Bahia não consegue equipamentos e recursos médicos para descentralizar o acolhimento e tratamento de infectados. 

Nos parece evidente que a capacidade dos tais “hospitais de referência” em Salvador não será suficiente nem para atender os pacientes da Região Metropolitana de Salvador.

Como atenderia pacientes de cidades tão distantes como Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Brumado, do Norte e do Sul da Bahia? A sensação que perpassa é de que ainda está longe o dia em que teremos “hospitais de referência” espalhados por todo o território baiano.

(*) Você, caro e bem informado leitor, leu, ouviu ou viu algum débil protesto do Itamarati em relação ao ato de esbulho e rapinagem dos Estados Unidos à carga brasileira em Miami?

Viu o Presidente da República protestar pelo ocorrido?

Se houvesse um Governo de fato e não esse bando de loucos que estão no poder, já tinham chamado o embaixador dos Estados Unidos em Palácio e exigida a imediata devolução dos aparelhos surrupiados.  

Em duas semanas, Estados Unidos perde 1/3 das pessoas que perdeu no Vietnam

O Cemitério Nacional de Arlington, em Washington

Em 9 anos de guerra cruenta no Vietnam, os Estados Unidos perderam 59 mil soldados. No dia D, na II Guerra Mundial, perdeu 2.499 soldados.

No ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 perdeu 2.977, incluindo os terroristas que estavam a bordo dos aviões.

Pois bem: nessa guerra contra o Coronavírus já morreram 22.000 cidadãos norte-americanos, alguns enterrados em valas comuns e sem identificação. Os novos heróis dos EUA não ganharão cruzes brancas em cemitérios de honra.

Por que Bolsonaro não completou seu circuito de palestras nos Estados Unidos?

Bolsonaro em continência à bandeira norte-americana. Além da sabujice explícita, militares brasileiros não prestam continência sem uniforme completo e cobertura. Errou duas vezes.

Jair Bolsonaro, o capitão do Exército que foi julgado por planejar atos terroristas e assinar artigos contra o governo, tinha programado 20 palestras para fazer nos Estados Unidos. Foi machista na primeira, racista na segunda.

Aí as outras 18 faculdades cancelaram alegando “goteira no auditório”.

Dos 11 inquéritos, ações penais, mandados de injunção e petições sobre o deputado federal Jair Bolsonaro que estão ou já passaram pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nenhum foi mais explosivo e preocupante para suas pretensões políticas do que o julgamento no dia 16 de junho de 1988 no Superior Tribunal Militar (STM).

Bolsonaro era acusado de transgressão grave ao Regulamento Disciplinar do Exército (RDE). Ele dera entrevista e publicou artigo na revista Veja, em 1986, com comentários nada amigáveis ao governo federal.

Também planejou ações terroristas. Iria explodir bombas em quartéis do Exército e outros locais do Rio de Janeiro, como na principal adutora de água da capital fluminense, para demonstrar insatisfação sobre índice de reajuste salarial do Exército.

Diz o relatório secreto do Centro de Inteligência do Exército (CIE), nº 394, de 1990, com 96 páginas, ao qual o site DCM teve acesso, e que é publicado pela primeira vez (veja abaixo):

“Punido por ter elaborado e feito publicar, em uma revista semanal, de tiragem nacional, sem conhecimento e autorização de seus superiores, artigo em que tece comentários sobre a política de remuneração do pessoal civil e militar da União: ter abordado aspectos da política econômica e financeira fora de sua esfera de atribuição e sem possuir um nível de conhecimento global que lhe facultasse a correta análise; por ter sido indiscreto na abordagem de assuntos de caráter oficial, comprometendo a disciplina; por ter censurado a política governamental; por ter ferido a ética, gerando clima de inquietação no âmbito da OM (Organização Militar) e da Força e por ter contribuído para prejudicar o excelente conceito da tropa paraquedista no âmbito do Exército e da Nação (NR 63, 65, 66, 68 e 106 do anexo I, com agravantes do NR 2 e letra “C” NR 6 do artigo 18, tudo do RDE, fica preso por 15 (quinze) dias”.

O ato grave de indisciplina provocado por verborragia sua e de sua esposa, que falou à repórter da Veja sobre o plano de explodir bombas, culminou em 15 dias de cadeia para o então capitão. Mas só.

Sua carreira foi posta à prova no STM, a maior instância jurídica das Forças Armadas. Aconteceu no período inicial de redemocratização do Brasil, depois de 21 anos de ditadura. Poderia se tornar o maior problema da vida para Jair Bolsonaro.

Mas não foi.

O STM, por nove votos a quatro, considerou–o inocente, mesmo depois de uma comissão interna do Exército, chamada de Conselho de Justificação, tê-lo excluído do quadro da Escola Superior de Aperfeiçoamento de Oficiais (ESAO), na zona norte do Rio de Janeiro, e também de o Conselho ter considerado que as explicações dadas não serem satisfatórias.

Em 1988, o general Sérgio de Ari Pires, ministro do STM, relator do processo contra Bolsonaro, concordou com o parecer do Conselho de Justificação e considerou o então capitão “não justificado”, ou seja, culpado.

No dia 16 de junho de 1988, o STM realizou reunião para julgar Bolsonaro e o inocentou. Ato diametralmente oposto ao que acontecia dentro do mesmo Tribunal quando do julgamento de ações envolvendo qualquer cidadão acusado de ser contra o regime militar; mesmo que essa pessoa tenha apenas escrito uma carta endereçada a seus colegas de profissão.

Anos depois desse episódio sobre os planos terroristas de Bolsonaro no STM, o próprio disse à imprensa que todo esse imbróglio jurídico interno da caserna apenas o ajudou a ganhar fama e se eleger.

“Eu nem pensava em entrar na política, mas isso me ajudou porque fiquei conhecido e então eu fui eleito no ano seguinte”, declarou para a imprensa em 2014. No ano de 1988, Bolsonaro foi eleito vereador no Rio de Janeiro com 11 062 votos, quando passou para a reserva não remunerada da corporação.

As declarações de Bolsonaro, à época, foram bem pesadas se comparadas com ações políticas de qualquer cidadão brasileiro comum, obrigado a se calar diante da recém acabada ditadura militar que oprimiu o Brasil por duas décadas.

“Como capitão do Exército brasileiro, da ativa, sou obrigado pela minha consciência a confessar que a tropa vive uma situação crítica no que se refere a vencimentos. Uma rápida passada de olhos na tabela de salários do contingente que inclui de terceiros-sargentos a capitães demonstra, por exemplo, que um capitão com oito a nove anos de permanência no posto recebe – incluindo soldo, quinquênio, habitação militar, indenização de tropa, representação e moradia, descontados o fundo de saúde e a pensão militar – exatos 10.433 cruzados por mês”, escreveu no artigo publicado pelo semanário em 3 de setembro de 1986.

 

Embraer pode ter frustrada grande carteira de pedidos da nova linha E2

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Os pilotos da segunda maior companhia aérea dos Estados Unidos, a Delta, poderão decidir o futuro da fabricante brasileira de aviões, a EMBRAER.

Acontece que o sindicato da classe, que abrange os pilotos das aéreas regionais American, Delta e United, firmou posição para a assinatura de novos contratos de trabalho com base na chamada cláusula de alcance, que limita o peso (88 mil libras) e o número de assentos de aeronaves (76) que servem as linhas aéreas regionais dos Estados Unidos.

Isso contraria frontalmente a decisão da Embraer no lançamento de sua nova linha, com os modelos E175-E2, E190-E2 e E195-E2.

Só a SkyWest, empresa que opera voos regionais para a Delta, tem 100 encomendas firmes do novo E175-E2.

Atualmente a Embraer domina 84% do mercado de 70 lugares com seu E175 e afirma que continuará a vende-los caso seja implantada a cláusula de alcance dos sindicatos norte-americanos.

As primeiras aeronaves  da classe E2 serão entregues em 2018 e, no layout padrão de classe única, podem levar de 88 a 132 passageiros. Algumas companhias aéreas já fizeram seus pedidos; por aqui, a Azul assinou uma carta de intenções para comprar até 50 aviões Embraer E195-E2. Com informações da Reuters e do site da EMBRAER.

Apenas 400 trilionários controlam o Governo e a economia norte-americana

Do Correio do Brasil

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Ex-funcionário norte-americano e coronel reformado do Exército dos EUA afirmou, neste sábado, que a política do seu país é determinada por 400 pessoas cujas fortunas são superiores a vários trilhões de dólares. Na entrevista à rádio lituana Baltkom, o coronel Lawrence Wilkerson, ex-chefe de gabinete do secretário de Estado norte-americano Colin Powell, afirmou que a linha política é estabelecida por cerca de 0,001% da população norte-americana.

– São os oligarcas que chefiam todos os processos ‘nos bastidores – disse Lawrence Wilkerson.

 

O ex-funcionário do segundo escalão do governo norte-americano também mostrou a sua indignação com este cenário:

– Nos EUA há cerca de 400 pessoas, trilionários cujas fortunas ultrapassam a casa dos 15 zeros. Esta distribuição de riqueza no país é indecente, ofensiva. A desigualdade é enorme.

Assim, enquanto os EUA impõem a democracia ao resto do mundo, parece que, com tal sistema de administração, eles não sabem realmente o que significa o “governo do povo”, afirmou.

Miséria

Enquanto isso, notícia publicada em um site de notícias especializado em destacar as reportagens que não aparecem na grande mídia norte-americana, o Political Blindspot (PB) relata que na maior nação liberal do planeta, a terra das oportunidades, onde qualquer um pode construir sua riqueza, 80% de sua população viveram próximos a pobreza ou abaixo da linha da miséria (só nessa última condição, são 49,7 milhões de pessoas).

A reportagem fala ainda do aumento cada vez maior do abismo que separe ricos e pobres daquela nação e de como o governo estadunidense, em vez de aumentar a rede de proteção social dos 80% da população que sofre com os efeitos da pobreza, está discutindo os cortes dos poucos programas assistenciais que estão ajudando alguns estadunidenses a se manterem pouco acima da linha da pobreza.

“Se você vive nos Estados Unidos, há uma boa chance que você esteja agora vivendo na pobreza ou muito próximo a ela. Aproximadamente 50 milhões de estadunidenses, (49,7 milhões), estão vivendo abaixo da linha da pobreza com 80% de todos os habitantes dos Estados Unidos vivendo próximo a linha da pobreza ou abaixo dela”, afirma o Political Blindspot.

Essa estatística da “quase pobreza” é mais surpreendente do que os 50 milhões de estadunidenses vivendo abaixo da linha da pobreza, pois ela remete a um total de 80% da população lutando contra a falta de emprego, a quase pobreza ou a dependência de programas assistenciais do governo para ajudar a fazer face às despesas.

Número confiável

A miséria atinge a maioria do povo norte-americano, nas classes mais atingidas pela crise

Em setembro de 2013, a Associated Press apontou para o levantamento de dados que falavam de uma lacuna cada vez mais crescente entre ricos e pobres, bem como a perda de empregos bem remunerados na área de manufatura que costumavam fornecer as oportunidades para a “classe trabalhadora” para explicar a crescente tendência em direção à pobreza nos EUA.

Mas os números daqueles que vivem abaixo da linha da pobreza não refletem apenas o número de estadunidenses desempregados. Ao contrário, de acordo com os números de um censo revisado lançado na última quarta-feira, o número – 3 milhões acima daquele imaginado pelas estatísticas oficiais do governo – também são devidos a despesas médicas imprevistas e gastos relacionados com o trabalho.

O novo número é geralmente “considerado mais confiável por cientistas sociais por que ele se baseia no custo de vida, bem como nos efeitos dos auxílios do governo, tais como selos de comida e créditos fiscais,” segundo o relatório da Hope Yen para a Associated Press.

Enquanto isso, o governo dos Estados Unidos parece pensar que a resposta é cortar mais daqueles serviços que estão ajudando a manter 80% da população minimamente acima da linha da pobreza, cortaram os selos de comida desde o começo do mês. Democratas e Republicanos estão negociando apenas quanto mais desses programas devem ser cortados, mas nenhum dos partidos estão discutindo que eles sequer deveriam ser tocados.

Rosberg mostra que é bom de pista molhada. É o pole no GP de Austin

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Conteúdo do Lancenet, onde o leitor poderá ver outras notícias da F1

O GP de Austin será transmitido pelo Canal Sport TV, a partir das 16h30m.

O alemão Nico Rosberg largará da pole-position do GP dos Estados Unidos, 16ª etapa da temporada 2015 de Fórmula 1, seguido pelo seu companheiro, o inglês Lewis Hamilton, e pelo australiano Daniel Ricciardo, da Red Bull.

O treino classificatório, depois de ser adiado de ontem para hoje, foi finalmente realizado ainda que com chuva, mas bem menos chuva do que caiu sobre o circuito no sábado.

Do início do Q1 até a metade do Q2 a pista foi melhorando e a chuva diminuindo, com isso os pilotos foram se sentindo confortáveis em melhorar suas marcas e forçar cada vez mais, mas já nos minutos finais do Q2 uma nova pancada de chuva forte assolou o Circuito das Américas.

Austin, no Texas, vem sofrendo desde sexta-feira os efeitos de um furacão que assolou a costa oeste do México. Chegando a cancelar o segundo treino livre na sexta e adiando o treino classificatório de sábado.

Com a chegada da forte chuva no fim do Q2, a direção de prova decidiu não arriscar a segurança dos pilotos e cancelou a realização do Q3 para definir a pole-position, usando assim os tempos registrados pelos 15 pilotos que participaram do Q2 para definir o grid de largada.

A Mercedes foi dominante e bem-sucedida, colocando seus dois pilotos na primeira fila. A grande surpresa ficou por conta das Red Bull, que chegaram a liderar o Q1 e o Q2 em alguns momentos, bem como conseguindo colocar Ricciardo e o russo Daniil Kvyat dominando a segunda fila do grid.

Atrás deles ficou o alemão Sebastian Vettel, da Ferrari, que assim como seu companheiro finlandês Kimi Raikkonen, foi punido em dez posições no grid de largada por trocar de motor, então largará da 15ª posição, enquanto que Raikkonen parte da 18ª.

Sendo assim, as Force India formam a terceira fila, com o mexicano Sergio Perez sendo um pouco mais rápido do que o alemão Nico Hulkenberg. Atrás deles, o brasileiro Felipe Massa, da Williams, e o holandês Max Verstappen, da Toro Rosso.

Massa fez o nono tempo, mas garante 7ª posição com punição das Ferrarris
Massa fez o nono tempo, mas garante 7ª posição com punição das Ferrarris

Completando os dez primeiros colocados ficaram o espanhol Fernando Alonso, da McLaren, e o finlandês Valtteri Bottas, companheiro de Massa. Bottas foi uma surpresa negativa na sessão, já que sempre esteve à frente de Massa durante o fim de semana e acabou não conseguindo marca suficiente para passar ao Q3.

A Sauber foi a equipe que teve mais clara dificuldade em andar no circuito nestas condições de pista molhada e o sueco Marcus Ericsson e o brasileiro Felipe Nasr devem largar da 14ª e 16ª posições, respectivamente.

O espanhol Carlos Sainz, companheiro de Verstappen na Toro Rosso, deve largar da última posição, caso sua equipe consiga arrumar seu carro a tempo. Sainz bateu ainda no Q1 ocasionando uma rápida bandeira amarela – o piloto perdeu o controle do seu carro e acertou de frente a barreira de proteção, quebrando seu bico e as duas suspensões dianteiras.

O GP dos Estados Unidos terá sua largada hoje às 17h (horário brasileiro de verão, GMT -2) e a F1Mania/LANCE! fará a cobertura em tempo real da corrida.

Confira o grid de largada do GP dos EUA:

1) Nico Rosberg (ALE/Mercedes GP), 1:56.824
2) Lewis Hamilton (ING/Mercedes GP), 1:56.929
3) Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull), 1:57.969
4) Daniil Kvyat (RUS/Red Bull), 1:58.434
5) Sergio Perez (MEX/Force India), 1:59.210
6) Nico Hulkenberg (ALE/Force India), 1:59.333
7) Felipe Massa (BRA/Williams), 1:59.999
8) Max Verstappen (HOL/Toro Rosso), 2:00.199
9) Fernando Alonso (ESP/McLaren), [Q2] 2:00.265
10) Valtteri Bottas (FIN/Williams), [Q2] 2:00.334
11) Romain Grosjean (FRA/Lotus), [Q2] 2:00.595
12) Jenson Button (ING/McLaren), [Q2] 2:01.193
13) Pastor Maldonado (VEN/Lotus), [Q2] 2:01.604
14) Marcus Ericsson (SUE/Sauber), [Q1] 2:02.212
15) Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), 1:58.596 *
16) Felipe Nasr (BRA/Sauber), [Q1] 2:03.194
17) Alexander Rossi (EUA/Marussia), [Q1] 2:04.176
18) Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1:59.703 *
19) Will Stevens (ING/Marussia), [Q1] 2:04.526
20) Carlos Sainz (ESP/Toro Rosso), [Q1] 2:07.304

* punido com a perda de 10 posições devido à troca de motor

A região que mais produz milho no mundo, embaixo de fortes chuvas.

milho afogado

Na foto acima, lavoura de milho que ficou afogada durante alguns dias, depois que ao longo do mês de junho apenas 4 dias foram sem chuvas. Abaixo, cheia do rio Illinois. O mundo está de olho na região que mais produz milho no mundo, o Cinturão do Milho, no Nordeste dos Estados Unidos. O reflexo foi imediato: no Porto de Paranaguá, o milho subiu até 9,26% na última semana e espera-se novos aumentos esta semana.

Grande parte da safrinha de milho brasileira (80%) ainda não foi colhida. Isso dá uma grande esperança aos pequenos criadores do Nordeste, que andam pagando até R$40,00 por uma saca de milho, enquanto esperam que a CONAB distribua novamente o milho subsidiado.

milho rio illinois

Os EUA são o maior produtor mundial, com alta produtividade média, por volta de 9 mil a 10 mil kg/ha, em mais de 35 milhões de hectares. Quase 80% da área é plantada com sementes transgênicas. O produtor médio americano cultiva por volta de 200 a 300 hectares, com produtores maiores no Oeste e Centro-Oeste, e menores em direção ao Sul e Leste. A idade média do produtor americano vem aumentando, e existe uma clara tendência à consolidação de propriedades. A grande parte do milho plantado destina-se a alimentação de animais, e quase 1/3 dessa produção é atualmente destinada à produção de etanol.

Continuidade das chuvas

A semana foi de altas expressivas aos futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT), que acumularam valorizações entre 6,94% e 7,77%, o ganho semanal foi o maior desde julho de 2012. Os vencimentos mais longos retornaram ao patamar dos US$ 4,00 por bushel. Nesta sexta-feira (26), as cotações do cereal encerraram a sessão com ganhos entre 8,50 e 9,75 pontos. O contrato julho/15 era cotado a US$ 3,85 por bushel, depois de iniciar a semana a US$ 3,60 por bushel.

Como principal fator de suporte aos preços do cereal nos últimos dias está a chuva no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Após as chuvas registradas na semana anterior, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) revisou para baixo o índice de lavouras em boas ou excelentes condições para 71%, em seu último boletim de acompanhamento de safras. E, por enquanto, há especulações no mercado de que o cenário poderia ser repetido no início da próxima semana.

chuvas

Além disso, as previsões continuam a indicar precipitações para o Corn Belt nos próximos dias. Nesta sexta-feira, o Serviço Oficial de Meteorologia do país (NOAA) reportou que o Meio-Oeste terá probabilidade de chuvas entre 33% a 60%, acima do normal, no intervalo dos próximos 6 a 10 dias. Do mesmo modo, as previsões mais alongadas também indicam mais chuvas para os próximos 30 dias.

Fazendeiros da energia, uma nova atividade que pode vir para o Oeste baiano

Foto de JASON REDMOND/REUTERS, para Newsweek. Clique na imagem para ampliar.
Foto de JASON REDMOND/REUTERS, para Newsweek. Clique na imagem para ampliar.

Com a falência quase absoluta de nosso sistema produtivo hidrelétrico, talvez tenhamos, até nas terras produtivas do oeste, um novo tipo de produtor rural: o fazendeiro da energia. Em Mansidão já estão em desenvolvimento projetos de energia eólica. Outro detalhe importante: as fazendas de energia eólica e fotovoltaica produzem mais, nas altitudes de 100, 120 e 150 metros durante os meses de seca, quando é mais necessária. Os constantes ventos do sudeste, que hoje são conhecidos como “Vento da Fome” podem se tornar no “Vento da Prosperidade”, com criação de empregos, impostos e agregar valor às extensas terras do Oeste.

Com o adensamento da cadeia produtiva na Bahia, minorando os custos de instalação de aerogeradores, é bem possível que em um curto espaço de tempo até terras produtivas, principalmente aquelas das falésias do leste, possam ser ocupadas por energia eólica e fotovoltaica.

No Parque Nacional Joshua Tree, próximo a Los Angeles, 4.000 hectares de terras públicas administradas pelo Bureau Federal de Gestão da Terra (BLM, na sigla em inglês) estão sendo ocupadas por células fotovoltaicas que produzirão 550 megawatts, tornando-se a fazenda solar mais poderosa do mundo.

Mais à frente, no Deserto do Mojave, o projeto McCoy ocupa 7.700 hectares de terras públicas e 470 hectares de terras privadas com energia solar que produzirá 750 megawatts. Ocotillo, por exemplo, abrange 12.436 hectares à beira do Parque Estadual do deserto Anza-Borrego, perto da fronteira com o México e produz 315 megawatts de energia.

Estados Unidos sofre com a seca

washington post

Em cerca de 40% do território americano a umidade está abaixo do recomendável, com indicação escalonada de seca moderada (regiões em amarelo) ou seca severa (vermelho escuro). Na maior parte das regiões produtoras, à leste do mapa, não existe indicação de seca, com poucas exceções. O mapa foi publicado no jornal Washington Post.

Os filmes do “Oscar” e a realidade

Camp_x-ray_detaineesImpressiona como os norte-americanos fazem o “mea culpa” pela escravidão e pelos longos anos de descriminação e ku klux kan. Filmes, seriados na TV, documentários. No entanto, eles mantem prisões como a de Guantanamo e espionagem, conspiração e intervenções ilegais em uma dezena de países. Os yankes acreditam que mantendo os direitos humanos em seu território, podem fazer quase tudo nos seus quintais das américas e no oriente médio.

Nova lei agrícola dos EUA prejudica ainda mais o algodão brasileiro

algodão

Por Mariana Branco – Repórter da Agência Brasil

Aprovada pelo Senado dos Estados Unidos na última semana, a nova lei agrícola (Farm Bill) do país pode ser mais lesiva ao algodão brasileiro do que a atual, dizem especialistas. No texto, os pagamentos federais diretos aos agricultores, considerados irregulares pela Organização Mundial do Comércio (OMC), são diminuídos, mas é criado um programa de seguro às lavouras, o Stacked Income Protection Plan (Stax). O sistema cobre de 70% a 90% das perdas dos agricultores. Além disso, o governo norte-americano pode subsidiar 80% da contratação do seguro. Um dos temores, além do prejuízo de competitividade para as exportações brasileiras, é que as vantagens contribuam para a alta da oferta e queda do preço do algodão de forma generalizada.  A legislação só vale após ser promulgada pelo presidente Barack Obama.

Segundo Renata Amaral, consultora em comércio exterior da Barral M Jorge, embora especialistas brasileiros ainda estejam fazendo cálculos sobre os impactos financeiros do seguro, a avaliação preliminar é que ele será “bem mais extorsivo” do que os subsídios foram. “Em uma situação extrema, [o seguro] pode garantir até 90% [das perdas do agricultor]. Mesmo que ele perca toda a colheita do ano, terá garantia”, destaca. Ela diz que a nova redação não eliminou por completo os programas de subsídios da antiga Farm Bill, condenados pela OMC. De acordo com a consultora, o Brasil  pode tornar a levar a questão ao organismo internacional. “[O país] ganha a prerrogativa de analisar se a nova lei está consistente com as regras da OMC ou não. Um processo novo, vinculado ao anterior”, disse.

O gerente de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Diego Bonomo, concorda que o seguro proposto na nova lei agrícola pode se revelar prejudicial aos cotonicultores brasileiros. “O resultado é [o produtor norte-americano] assumir mais riscos. Ele pode acabar plantando mais do que existe demanda para absorver e então o preço subir”, avalia. Para Bonomo, no entanto, não é possível saber o impacto real do programa de seguro, nem tomar medidas a respeito dele até que esteja funcionando. “A gente só vai saber à medida que for implementado. O peso [que o seguro terá] também depende da situação de mercado. Para provar que vai contra as regras, teria que demonstrar que deprime os preços e afeta as exportações brasileiras”, diz.

Com relação à redução dos subsídios, a avaliação dele é que houve aspectos positivos e negativos. Bonomo ressalta que os Estados Unidos eliminaram e reformaram os programas de pagamentos diretos para produção e para comercialização do algodão, respectivamente, mas mantiveram, com alguma diminuição do impacto, o programa de subsídios à exportação, que é o mais problemático para a concorrência brasileira. “Na nova lei agrícola, o Congresso delega poder ao secretário de Agricultura dos EUA para negociar mais reformas com o Brasil nessa questão. Em lugar de ser o fim do processo [de disputa pelos subsídios], como se esperava, virou mais uma etapa. Do jeito que está, continua inconsistente com as regras da OMC. [O futuro] dependerá do Brasil e das negociações bilaterais”.

Além de decidir como lidará com a continuidade dos subsídios às exportações, o governo brasileiro deve optar pela retaliação ou não dos Estados Unidos em função da suspensão dos pagamentos ao Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), interrompidos desde outubro do ano passado. Em 2009, a OMC concedeu ao Brasil o direito de retaliar os EUA em US$ 829 milhões pelos subsídios ao algodão. Os norte-americanos propuseram um acordo para que a retaliação não fosse aplicada e passaram a fazer pagamentos anuais de US$ 147,3 milhões ao IBA. No ano passado, no entanto, pararam os repasses sob a alegação de que os cortes automáticos no Orçamento não permitiam honrar os pagamentos.

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Energia eólica com bons ventos, aqui e nos Estados Unidos.

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A Siemens é a companhia escolhida pela Pattern Energy Group para fornecer 79 turbinas, modelo SWT-2,3-108, para projeto eólico de Panhandle 2. A usina ficará situada no distrito de Carson, no estado americano do Texas, e terá capacidade de geração de 182 megawatts (MW), que será suficiente para abastecer cerca de 56 mil residências norte-americanas. As turbinas Siemens estão previstas para entrar em operação em novembro deste ano e serão produzidas na fábrica da companhia nos Estados Unidos.

O contrato de fornecimento contempla prestação de serviços de manutenção, assegurando confiabilidade e desempenho das turbinas no longo prazo. O projeto prevê também as inovadoras soluções de diagnóstico e monitoramento remoto da Siemens, bem como técnicas avançadas de previsão do tempo que possibilita a manutenção preventiva, o que pode influenciar positivamente na potência do parque eólico.

No Brasil, a Siemens, uma das principais fornecedoras de soluções e equipamentos feitos sob medida para o mercado brasileiro, está contribuindo com a expansão da energia eólica no País. Atualmente, a companhia participa de 18 projetos de energia eólica de grande porte no Brasil e fornecerá, até o início do próximo ano, 205 aerogeradores para parques do Nordeste, que vão gerar mais de 470MW. A participação da empresa em todos esses projetos coloca o Brasil como um dos principais mercados globais para a Siemens em campos onshore e o segundo maior das Américas, atrás apenas do mercado dos Estados Unidos.

Maluco mata a mulher e coloca foto do corpo no Facebook

derek medina 1O maluco da foto acima, o norte-americano Derek Medina, matou a mulher, que ainda aparece viva ao seu lado e depois publicou a foto no Facebook. Virou hit nas mídias sociais. Ele ainda escreveu: “Matei minha esposa, um velho desejo.” Se for verdade a história e não uma jogada suja de marketing, é uma das coisas mais cruéis que já vi na minha vida.

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Sexta do Peixe 09-08-13

Jornais destacam espionagem norte-americana a brasileiros

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Horas depois de o jornal O GLOBO revelar, com base em documentos secretos copiados pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden, que os EUA espionaram milhões de telefonemas e e-mails de cidadãos brasileiros, vários jornais estamparam em seus sites a denúncia, publicada com exclusividade neste domingo.

O britânico Glenn Greenwald, um dos autores da reportagem e jornalista do “The Guardian”, escreveu em seu blog que o Brasil vem sendo espionado massivamente pela Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês). Leia a matéria na íntegra em O Globo. Veja também O Globo matéria que analisa a manutenção de bases norte-americanas de espionagem em Brasília, pelo menos até 2002, com informes dos 8 satélites que o País aluga.

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GM mostra nova Silverado nos Estados Unidos.

silverado-2014-apA nova GMC Silverado é revelada nesta quinta-feira (13) em Pontiac (Michigan), nos Estados Unidos. A picape ganhou novo design e terá 3 opções de motores: um 4.3 V6 criado especialmente para esse tipo de veículo, além do 5.3 V8 e do 6.2 V8. No mesmo evento, chamado “O futuro das picapes”, a General Motors mostrou a nova Sierra (Foto: Paul Sancya/AP). Informação da Auto Esporte.

Milho americano dividido entre o etanol e a produção de carne.

A queda de 25% ( mais de 80 milhões de toneladas) na produção do milho americano criou um dilema de fato: ou se rebaixa a quantidade de etanol adicionada à gasolina (10%) ou vai se deixar a produção de carne sem ração para os seus mega confinamentos. A solução seria importar do Brasil. Mas os preços da soja estão mantendo as perspectivas da produção brasileira de milho nos mesmos patamares do ano passado.

Se o Brasil possuísse uma infraestrutura decente de exportação (armazéns, ferrovias e portos) poderia ganhar esse mercado. Mas o País está afundando no marasmo de seus gestores públicos e envenado pelos miasmas da incompetência. Nem a produção do etanol brasileiro, a base de cana de açúcar, está conseguindo sair do atoleiro.

Soja e cereais reagem depois do anúncio de redução de área nos EUA.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, hoje pela manhã, seu relatório sobre o plantio da safra 2012/13 e surpreendeu o mercado reportando 1% de redução na área de soja em relação ao ciclo passado. 

De acordo com o boletim, os produtores norte-americanos deverão cultivar 29,91 milhões de hectares (73,9 milhões de acres) com a oleaginosa na próxima safra. 

Os números surpreenderam o mercado, uma vez que a estimativa dos traders é de que haveria um aumento de 0,7% no espaço destinado à soja para 30,55 milhões de hectares (75,5 milhões de acres).  

Para o milho, o USDA estimou uma área de 38,79 milhões de hectares (95,864 milhões de acres) na safra 2012/13. O aumento foi de 4% em relação à safra passada, quando foram plantados 37,2 milhões de hectares (91,921 milhões de acres). 

Os números confirmaram o sentimento do mercado de um incremento na área do cereal, porém, vieram maiores do que o esperado. As projeções apontavam para uma área de 38,32 milhões de hectares (94,7 milhões de acres).

Nesta sexta-feira, os futuros dos grãos dispararam no mercado internacional após a divulgação do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o plantio da safra 2012/13 nos EUA e mais os estoques trimestrais do país. Por volta das 14h35 (horário de Brsília), a soja operava com mais de 50 pontos de alta, o milho, nos dois primeiros vencimentos, registrava limite de alta de 40 pontos e o trigo também subia mais de 40 pontos.

O etanol brasileiro ganha os EUA mas perde o Brasil.

Pela primeira vez em mais de três décadas de forte apoio governamental à produção doméstica e elevadas tarifas contra importações, o mercado dos Estados Unidos finalmente vai se abrir para o etanol brasileiro de cana-de-açúcar. A legislação americana vigente, que inclui altos subsídios para a indústria do etanol e uma pesada tarifa contra o produto importado, expira no dia 31 de dezembro. Mas, com o fim das atividades no Congresso americano para 2011 nesta sexta-feira (23/12), não haverá mais oportunidade para qualquer medida que impeça a abertura para o etanol brasileiro, a partir do primeiro dia de 2012, do maior mercado consumidor de combustíveis do mundo. 

Liberdade para exportar ao maior mercado consumidor de energia do mundo é importante. Mas onde está o álcool brasileiro? Há poucos dias viajamos 2.300 kms e não encontramos um único posto onde a relação do preço do etanol fosse igual ou menor que 70% do preço da gasolina. O projeto brasileiro de produção do combustível verde deverá levar mais uma década  para se recuperar, fornecendo apenas o percentual de etanol que obrigatoriamente deve ser misturado à gasolina.

Pobres dos Estados Unidos seriam classe média no Brasil.

O número de pessoas vivendo na pobreza nos Estados Unidos chegou a um recorde de 49,1 milhões em 2010, segundo dados de um novo método publicado na segunda-feira pelo Escritório de Censo do país. A cifra contrasta com uma medida oficial de pobreza divulgada em setembro, dizendo que havia 46,2 milhões de pessoas pobres nos EUA.

Os dados relatados na segunda-feira mostraram que a taxa nacional de pobreza é de 16% da população total, comparada à taxa oficial de 15,1% divulgada em setembro. Os últimos números também elevam a linha de pobreza a uma renda anual de US$ 24.343 para uma família de dois adultos e duas crianças, em comparação com US$ 22.113 anuais sob o padrão oficial.

Pobre com 24 mil dólares por ano? 41 mil reais por ano, 3.416 reais de renda mensal? Dentro deste padrão de renda, teríamos algo como 98% de pobres por aqui.

O mundo tem data marcada para acabar: 2 de agosto.

O cenário da quebra dos Estados Unidos, diante da negativa dos republicanos em autorizar o aumento do endividamento público é tão trágico, tão negro, que ninguém acredita que aconteça. A data marcada para o terror que paira sobre a economia de todo o mundo é 2 de agosto. E a possibilidade de acontecer é grande, até porque os WASP (brancos, anglo-saxões e protestantes)  não engoliram a eleição de Obama e não admitem a possibilidade de sua reeleição. Quarenta e três anos depois da morte de Martin Luther King os Estados Unidos ainda estão divididos num apartheid rancoroso. De um lado a direita republicana e a maioria silenciosa. De outro, porto-riquenhos, negros, índios e latino-americanos. 

Soja e milho encontram alta na forte onda de calor nos Estados Unidos.

As condições de clima desfavorável nos Estados Unidos continua ditando o ritmo do mercado de grãos na Bolsa de Chicago. Nesta terça-feira, após as baixas de ontem, o mercado avança e fechou o pregão noturno com altas de dois dígitos tanto para soja, quanto para o milho e para o trigo – o qual registrou variação positiva de mais de 20 cents. 
A previsão é de que o calor excessivo se estenda para as próximas semanas e até mesmo para o mês seguinte, período determinante para a produtividade da soja. Além dos Estados Unidos, o clima na Europa também preocupa, uma vez que há a previsão de tempestades para importantes regiões produtoras, o que dá suporte, principalmente ao mercado do trigo. 
Além disso, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira (18) mais um relatório semanal de acompanhamento de safra informando que caiu o índice de lavouras de soja e milho em boas ou excelentes condições nos EUA. 
Segundo o departamento, 66% das lavouras de milho estavam em boa ou excelente condição até domingo, 3% a menos do que na semana anterior. Na soja, 64% tinham a mesma classificação, ante 66% do último relatório. Da safra de trigo de primavera, 73% estavam em boas ou excelentes condições.
Esse declínio do índice reflete a onda de calor e a falta de umidade que atinge o Cinturão do Milho, principal região produtora dos Estados Unidos. Segundo analistas, o desenvolvimento das lavouras está atrasado e pode continuar assim caso o clima continue sem contribuir. 
Para Shawn Mc Cambridge, analista sênior de grãos da Jeffries Bache, de Chicago, “o mercado de milho deve encontrar suporte nesses sinais de estresse das 
lavouras”. De Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Em Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, a soja foi comercializada hoje entre R$42 e R$43 a saca de 60 quilos, segundo o Sindicato Rural e a AIBA. A onda de calor nos Estados Unidos é tão forte que dezenas de pessoas já morreram em consequência do fenômeno. Só nos últimos 30 dias foram batidos 300 recordes históricos de altas temperaturas.

Credibilidade dos títulos do Governo dos Estados Unidos no fio da navalha.

O presidente norte-americano tentou costurar, no dia de hoje, um acordo para elevar o teto autorizado, pelo Congresso, da dívida pública. Desde maio a dívida bateu no limite do endividamento público, US$14,3 trilhões e o governo tem feito manobras para honrar seus compromissos e resgatar os títulos vencidos. Fontes oficiosas esperaram que a dívida pública dê um salto para 21 trilhões de dólares até 2016.

Hoje o montante da dívida já atinge 90% do PIB norte-americano e se o Congresso não autorizar um limite maior pode acontecer que o título mais seguro do mundo, o do Governo americano, torne-se um título podre, com consequências funestas para a economia. A primeira delas um crash nas bolsas, pois os títulos do Governo fazem lastro aos principais bancos da economia norte-americana, européia e do oriente como um todo. A China  possui um valor absurdo de investimento, da ordem de 3 trilhões de dólares. 

A batalha do Cairo está no fim? É a pergunta de todos.

Foto da AFP para The Economist

A promessa dos manifestantes é que um milhão de pessoas se reúnam hoje na praça principal do Cairo, após as orações do meio-dia. Começam a faltar gêneros alimentícios, os trens estão paralisados e os salteadores atacam casas particulares e estabelecimentos comerciais.

A revista The Economist diz que escritórios do Governo estão picando e queimando papéis que possam ser comprometedores num futuro próximo. Já existem deserções importantes entre praças e oficiais das forças armadas. O Governo pode cair a qualquer momento pela força da fé islâmica que move o povo. Está se criando um novo Irã. A próxima ditadura a cair deve ser a Arábia Saudita.

Israel e Estados Unidos vêem o equilíbrio frágil da região quebrar-se e voltar-se contra si. A ditadura de Hosni Mubarak apodrece, como todas,  e o aeroporto parece ser a sua única saída.

Histórias que circulam na internet: o caos econômico dos Estados Unidos.

Marc Faber,  analista de investimentos e empresário, afirma que, em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana,  encerrava seu boletim mensal com um comentário bem-humorado:

“O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00.

Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China.
Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.

Se comprarmos um computador, vai para a Índia.

Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.
Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão.
Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan…

E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana.

O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui.”
Um brasileiro, igualmente bem humorado, emenda as afirmações de Faber:

“Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior.
Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev… portanto, restaram apenas as prostitutas. Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração desse povinho.”

Os americanos lamentam posição brasileira sobre o Irã.

Foto da agência Reuters para a Time.

A revista Time publicou esta semana uma matéria incisiva sobre o alinhamento diplomático brasileiro com as posições chinesas sobre a escalada nuclear do Irã. O presidente Luiz Inácio foi também firme na posição de que não se deve colocar o Irã contra a parede, reforçando sua posição de interlocutor privilegiado.  E a chanceleria brasileira negou qualquer alinhamento ideológico das posições brasileiras. O texto da revista Time:

A secretária de Estado, Hillary Rodham Clinton, enfrenta uma batalha difícil para conquistar o apoio do Brasil das Nações Unidas para sanções contra o Irã. Hillary esteve em Brasília na quarta-feira para conversações
destinadas a persuadir altos funcionários brasileiros, com o intuito de votar na ONU novas sanções contra o Irã, por ignorar pedidos para provar que seu programa nuclear é pacífico e não visa o desenvolvimento de armas.
O Brasil é membro votante do Conselho de Segurança e seu apoio será fundamental para solidariedade internacional contra o assunto.Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um opositor ferrenho de sanções e está buscando estreitar os laços com o Irã. Ele acolheu o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad no ano passado e definiu a visita ao Irã em maio. Como o Brasil se afirma como uma potência crescente nas Américas e no cenário mundial, os funcionários americanos querem convencer Lula à assumir uma maior responsabilidade pela segurança global, particularmente na questão iraniana.

Antes de chegar ao Brasil na terça-feira à noite, Hillary disse que ia explicar a posição americana ao presidente Lula. Que o Irã tem o direito à energia atômica, mas não à armas. “A recusa do País em confessar tudo sobre seu programa nuclear  têm intenções de violar as resoluções do Conselho de Segurança e deve ser punido”, disse ela.


“Ele foi encontrado violando as regras pela Agência Internacional de Energia Atômica e pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. Estes não são problemas encontrados pelos membros dos Estados Unidos.São problemas da comunidade internacional .
“E a discussão sobre o programa nuclear do Irã é nas Nações Unidas.  Será o tema do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Então eu quero ter certeza que ele (Lula) tem o mesmo pensamento que temos sobre a forma como este assunto vai acontecer. ”
O governo Obama, apoiado por seus aliados Europeus( Grã-Bretanha, França e Alemanha), é o líder encarregado de impor novas sanções ao Irã. Eles
parecem ter ganho o apoio relutante de tradicionais sanções inimigas como a Rússia, mas não a de Membros do Conselho, Brasil e China.
Hillary, disse ao Congresso na semana passada que ela esperava novas sanções em apenas 30 a 60 dias. Mas na segunda-feira parece que o cronograma foi revertido, pois ela informou que seria “nos meses próximos.”

O comentário, feito quando ela voou do Uruguai para Argentina, durante um tour de uma semana da América Latina, parecia refletir dificuldades em ganhar amplo apoio às sanções impostas, mesmo após o chefe da Agência Nuclear das Nações Unidas avisar que não poderia confirmar que todas as atividades nucleares do Irã são pacíficas.
O presidente russo, Dmitry Medvedev, disse que Moscou está pronto para considerar novas sanções. Mas a China, que também detém poder de veto no Conselho de Segurança, permanece oposta à idéia.
O Irã já está sob três conjuntos de sanções da ONU por recusar o congelamento do enriquecimento de urânio – um caminho potencial para armas nucleares – além de outras atividades, gerando preocupações de que
visam produzir uma ogiva de material físsil. A ONU insiste que é só fazer o enriquecimento de combustível nuclear para uma rede de reatores previstos.(Traduzido pelo editor com auxílio das ferramentas de idioma do Google).