Falsificadores da Nota Fiscal da Covaxin vão ficar impunes?

Perguntar não ofende: já foram demitidos os funcionários do Governo responsáveis pela falsificação grosseira do ‘Invoice’ de aquisição da vacina da Covaxin? Quem são os executores do crime de falsidade ideológica e quem são os mandantes? Ônix Lorenzoni, que trouxe à luz o documento falsificado, será chamado a depor na CPI da Covid?

TRIBUNA DA INTERNET | Simone Tebet mostra que documento usado pelo governo para rebater as denúncias foi falsificado

A senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder bancada feminina no Senado, apontou na reunião da CPI da Covid desta terça-feira (6) erros grosseiros detectados por ela e sua equipe na análise das notas fiscais (invoices) do contrato para a compra das vacinas Covaxin. As notas foram apresentadas pelo ministro da Secretaria da Presidência, Onyx Lorenzoni, e pelo então secretário-executivo do ministério da Saúde, Élcio Franco, em declaração à imprensa no dia 24 de junho.

Além de informações desencontradas entre as três versões do documento, ela aponta erros básicos de inglês que, na opinião da senadora, indicam possível falsificação de documento que tramitava no Ministério da Saúde. Há três notas sendo analisadas, uma primeira que o governo disse ter sido possivelmente falsificada pelo servidor Ricardo Miranda, que apresentou a denúncia de indícios de irregularidades nos contratos, e outras duas que seriam as “verdadeiras”, segundo o governo.

A senadora também aponta divergências entre valores, quantidade de mercadoria, peso e a forma como seria transportada, aérea ou por navio. Para Tebet, todas essas inconsistências indicam que houve manipulação dos documentos. Ela defende que se ampliem as investigações sobre os documentos.

“Eu vi coisas escabrosas. No invoice que seria verdadeiro, segundo o governo, fala-se em 100% de pagamento antecipando em desconformidade com o contrato. O terceiro invoice teria sido corrigido. No primeiro invoice que o governo diz ser falso há conformidade no inglês e marcas de que foi recebido por fax e escaneado. O dito verdadeiro tem excesso de erros e não há marca de scanner e fax. E que erros são esses?”, disse a senadora.

“O documento “verdadeiro” tem clara comprovação de falsidade de documento privado, estamos falando de falsidade ideológica cometida por alguém. Tem a marca e logotipo desenquadrados, como se fosse uma montagem e inúmeros erros de inglês e talvez o mais desmoralizante deles seja o 17, no lugar de preço, price, está prince, príncipe. Está uma mistura, um dialeto, um portinglês. Lembrem que o primeiro invoice foi feito pela Madison. Esse [o segundo] foi feito pela Madison? Com tantos erros? O nome do aeroporto escrito errado, Brazil com Z e depois aeroporto em português. E o pior, as doses eles colocam que são 300 mil caixas com 16 ampolas, e cada ampola dá uma dose. O Brasil teria que receber  4 milhões e 300 mil doses e não 3 milhões de doses. Esse documento não poderia ter passado pelo Ministério da Saúde. E o pior. Tem quase R$ 1 milhão de dólares de diferença que alguém ia levar em paraíso fiscal para fazer alguma rachadinha. Esse documento é o documento do Ministério com emails comprovados e que passou por muita gente. Como é que ninguém visualiza um documento fajuto como esse apresentado pelo Onyx e pelo Élcio? O peso da carga também não veio”.

“Vamos passar para o terceiro, é cópia do segundo. Com duas diferenças. Eles voltam o seguro e o frete para dentro dos 45 milhões de dólares porque alguém denunciou, e não mais 46 milhões de dólares. Ora falam que produto vem por navio e ora por aéreo. A Madison divulgaria uma nota com tantos erros de inglês? Pela quantidade de erros a invoice não foi emitida pela Madison? Então por quem? Os emails da Emanuelle, da Precisa, dizem que foi da Madison, e ela ajusta o tempo todo com o Ministério da Saúde para conseguir autorização provisória. É fundamental que ela venha aqui. Isso foi feito na Precisa? No Ministério da Saúde? Seria a Madison uma empresa de fachada? Há erros no invoice e a empresa não veio a público se manifestar?”

Com R7, UOL e O Expresso.

Bolsonaro cometeu crime ao fazer exames com nomes falsos?

O presidente Jair Bolsonaro usou nomes como Ayrton, Rafael e “05” na hora de identificar-se para fazer os testes de Coronavírus. É um caso típico de falsidade ideológica.

Falsidade ideológica é um tipo de fraude criminosa que consiste na criação ou adulteração de documento, público ou particular, com o fito de obter vantagem – para si ou para outrem – ou mesmo para prejudicar terceiro.

pena cominada ao crime de falsidade ideológica é de reclusão, de 1(um) a 5 (cinco) anos, e multa, se o documento é público e de reclusão de 1(um) a 3(três) anos, e multa se o documento é particular.

Notícias da escória

Aquela mesma maricona que há poucos dias levou umas bolachas de um michê, certamente por serviços sexuais impagos, em plena rua do baixo Santa Cruz, cometeu este texto fantástico, que reproduzo ipsis litterae:

“VÃO TER QUE MIM ENGOLIR….NÃO VÃO ME CALAR, VCS TERÃO QUE DAR CONTENENÇA PORQUE É QUESTÃO DE PATENTE…
NÃO ADIANTA QUERER DENIGRIR A MINHA IMAGE E MINHA MORAL, FAZEM CRIMINOSAMENTE AÇÕES DE AMEAÇAS, AÇÃO CRIMINAL NA JUSTIÇA, MANDÃO SEGUIR MEU CARRO COM SEGURANÇAS, COLOCAM A FORÇA MILITAR PRA DAR PRESSÃO, FALAM BOBAGENS NOS SEUS PROGRAMAS DE RADIO DE POUCA AUDIÊNCIA, AMEAÇA MEUS FUNCIONÁRIOS, PERSEGUE MEUS AMIGOS, MAIS NÃO VÃO ME CALAR…

Nada contra homossexuais, nem contra pessoas de poucas luzes. Mas usar nome falso, escrever uma obra-prima dessa grandeza e ainda dizer que tem duas faculdades, sei não! Além de tudo, a moça ainda tem mania de perseguição?

Acho que o deputado Oziel Oliveira deveria dar-se o devido  respeito e escolher melhor seus assessores.

Minhas “contenenças”, seja lá o que isto signifique.