22 anos depois, Collor vai a julgamento no STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 24 de abril o julgamento da ação penal que envolve o senador Fernando Collor (PTB-AL), acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) dos crimes de peculato e corrupção passiva. As acusações referem-se ao período em que Collor foi presidente da República, entre 1991 e 1992, ano do impeachment que marcou o final do seu governo.

A denúncia contra o ex-presidente foi recebida pela Justiça de primeira instância em 2000 e chegou ao STF, em 2007. O processo foi distribuído para o ministro Menezes Direito, mas com a morte do magistrado, em 2008, o processo passou para relatoria da ministra Cármen Lúcia.

Em novembro do ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao STF rapidez no julgamento da ação penal. Devido à demora do Judiciário para julgar o caso, a acusação por falsidade ideológica já prescreveu. “Para os crimes de peculato e de corrupção passiva, o prazo prescricional pela pena mínima já foi superado, de modo que, no entender do Ministério Público, é preciso conferir prioridade ao caso em tela”, afirmou Janot.

De acordo com denúncia apresentada pelo MPF, foi instaurado no governo do ex-presidente Collor “um esquema de corrupção e distribuição de benesses com dinheiro público” em contratos de publicidade. Segundo o órgão, o esquema envolvia o ex-presidente, o secretário particular da Presidência e empresários.

Os procuradores relatam que o esquema consistia no pagamento de propina de empresários aos agentes públicos para que eles saíssem vencedores em licitações de contratos de publicidade e propaganda com o governo. De acordo com o MPF, valores eram depositados em contas bancárias em nome de laranjas.

Na defesa apresentada no processo, os advogados de Collor negaram as acusações e afirmaram que a denúncia do Ministério Público apresenta falhas. Segundo a defesa, o órgão fez a acusação sem apontar os atos que teriam sido praticados pelo ex-presidente.

“Não fora bastante a falta de mínimo suporte probatório que sustente a imputação, a denuncia é também omissa na descrição da conduta que pretende atribuir ao acusado a fim de ter pretensamente concorrido para a suposta fraude nos procedimentos licitatórios que teria propiciado a alegada prática de peculato. A acusação em momento algum descreve qual foi a atuação do então presidente na realização das referidas licitações ou por que meio teria influenciado seu resultado a fim de propiciar a transferência ilícita de recursos públicos para terceiros”, afirmou a defesa.

O Brasil é um país especial: prostitutas têm prazer, gigolôs se apaixonam, traficantes se viciam e figurões empurram com a barriga o seu julgamento por mais de duas décadas. Não pode dar certo mesmo.

Prefeito pede cassação de Collor.

José Pacheco Filho (PPB), prefeito da longínqua São Sebastião (AL), não gostou nada de ver Fernando Collor (PTB), num palanque durante a campanha eleitoral, lhe chamando de ladrão, segundo o Radar Online.
Irritado, ingressou no STF com uma queixa-crime contra Collor, pedindo que ele seja punido por calúnia e difamação.
Quer ainda que, ao final do processo, Collor, ou, como diz a queixa-crime, o “folclórico senador alagoano, mais conhecido por seu desequilíbrio e por ter sido o único presidente da República deposto por corrupção”, seja condenado e tenha seu mandato de senador cassado. O caso está nas mãos do ministro Dias Toffoli. Com edição do jornalista Magno Martins.

Mulher largada é um perigo!

O ditado popular já preconiza: mulher abandonada e bixa (ou bicha, como queiram) magoada é um perigo. O que Rosane Collor foi procurar na Globo é um singelo reajuste da pensão e propaganda de um livro que provavelmente Fernando Collor vai comprar toda a primeira edição. 

Todos vão esperar com ansiedade o livro, principalmente o capítulo dos supositórios de cocaína.

Se o Collor fosse o machão que apregoa ser, ia pra TV do Ratinho e jogava coco no ventilador, contando tudo que sabe da Rosane, da sua família de pistoleiros e, principalmente, as mazelas da Rede Globo.

Como já dizia Charles de Gaulle, “le Brésil n’est pas un pays sérieux”.

Dilma também gosta de cheirar?

Dilma no programa de Ana Maria Braga, agora pela manhã:

“Se você quiser me dar um imenso prazer, me deixa numa livraria. Gosto até de cheirar livro.”

Que grande notícia! Este fato de presidente gostar de cheirar não é novidade. Tinha um, que hoje apóia Dilma em gênero (oops!), número e grau que gostava de cheirar e ainda usava supositório. E outro, mais chegado num trivial golinho.