Crise na Argentina pode reduzir exportações brasileiras

A crise na Argentina pode levar à redução das exportações brasileiras de carros e peças para o país vizinho, segundo avaliação de especialistas.

Atualmente, a participação da Argentina nas exportações brasileiras é de cerca de 8% e a maior parte é do setor de veículos.

De janeiro a abril, as exportações totalizaram US$ 74,299 bilhões. Desse total, US$ 6,060 bilhões são referentes à Argentina. Dos produtos exportados para a Argentina, cerca de 33% são automóveis.

Ah! Os neo-liberais. Se conseguirem vencer nas eleições de outubro de 2018, o tucanato vai colocar, de novo, o Brasil de joelhos ante o Fundo Monetário Internacional, como aconteceu no governo Fernando Henrique Cardoso. Recessão, desemprego e dependência dos dólares para fechar as contas.

Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão!

O jornalista Paulo Henrique Amorim, notoriamente a soldo do PT, afirma hoje que José Serra pode ir para a cadeia pelos eventuais crimes durante as privatizações do governo FHC. Paulo Henrique só esquece que para entrar na Sala do Tribunal é preciso primeiro retirar o enorme entulho do Mensalão do PT.

Na nossa sincera e cristalina opinião, prevaricou vai pra cadeia. Serra, FHC, Daniel Dantas, José Dirceu, Lula da Silva, Roberto Jefferson. Todos. Tucanos e petistas.

Quem sabe até exumar o cadáver de Celso Daniel, aquele que foi assassinado pelo pessoal do PT por não concordar com a roubalheira. Exumá-lo e levá-lo às barras dos tribunais.

Se não fosse a justiça comprometida e caudatária dos governos, os presídios federais, os únicos que têm vagas, estariam superlotados.

Democracia virtual.

Fernando Henrique Cardoso, o homem que reiventou o País após 20 anos de ditadura e da incúria dos governos que a seguiram, faz, neste domingo, no jornal O Estado de São Paulo e em outros importantes periódicos do País, um exemplar libelo contra a situação de desmazelo frente às nossas mais sagradas instituições democráticas. O artigo em sua íntegra:

Vivemos uma fase de democracia virtual. Não no sentido da utilização dos meios eletrônicos e da web como sucedâneos dos processos diretos, mas no sentido que atribui à palavra “virtual” o dicionário do Aurélio: algo que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual. Faz tempo que eu insisto: o edifício da democracia, e mesmo o de muitas instituições econômicas e sociais, está feito no Brasil. A arquitetura é bela, mas quando alguém bate à porta a monumentalidade das formas institucionais se desfaz num eco que indica estar a casa vazia por dentro. Continue Lendo “Democracia virtual.”