Segue o Líder! Mas acelera, repórter, que o cara corre muito!

 

O ex-chapeiro de hamburguer nos Estados Unidos, ex-futuro embaixador em Washington, cavaleiro andante da luta contra o Foro de São Paulo, deu uma acelerada hoje pelos corredores do Congresso para evitar falar com a imprensa.

Por que esse cara corre tanto? Que perguntas ele não pode ou não deve responder à imprensa?

Corra, Lola, corra!

Situação dos presídios é literalmente explosiva em todo o País

A penitenciária federal do Paraná, onde aconteceu a explosão e a fuga.
A penitenciária federal do Paraná, onde aconteceu a explosão e a fuga.

A política delay* do Governo da Temeridade para a administração Penitenciária já tomou uma providência: ajudar as forças de segurança  do Rio Grande do Norte, depois que 27 presidiários foram massacrados pelos xerifes do principal presídio daquele estado.

O delay do Ministério da Justiça agora está ficando menor: levou 3 meses para atender as solicitações de Roraima e quase o mesmo tempo para identificar que um grande massacre estava para acontecer em Manaus.

Hoje, presidiários da capital parananense explodiram um muro e 28 fugiram. Segundo relato da Agência Brasil, pelo menos dois presos morreram e 28 fugiram da Penitenciária Estadual de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, na madrugada de hoje (15). Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Administração Penitenciária, os internos escaparam após uma explosão que abriu um buraco no muro da unidade.

De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), os corpos dos dois presos – baleados e mortos durante confronto com os policiais que tentavam conter a fuga – foram transferidos da penitenciária para serem identificados. Com os criminosos mortos, a polícia encontrou uma metralhadora Uzi 9 mm, uma bolsa com aproximadamente 300 cartuchos calibre 5,56 e um colete à prova de balas.

Por outro lado, dez detentos fugiram do Presídio Regional de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na madrugada deste domingo (15). O 48º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais está atuando nas buscas pelos fugitivos, mas até às 16h20 nenhum deles havia sido localizado.

A fuga aconteceu por volta das 3h. Não há registro de mortos ou feridos. Também não houve rebelião no presídio. Os dez foragidos compartilhavam a cela com outros três detentos que não quiseram participar da fuga. Eles serraram as grades do local e usaram uma corda feita de cobertores e lençóis para escapar.

A PM encontrou uniformes usados pelos detentos nos arredores da unidade. Os nomes dos foragidos ainda não foram divulgados.

*Delay é o termo técnico usado para designar o retardo de sinais em circuitos eletrônicos, geralmente o atraso de som nas transmissões via satélite. Tempo de atraso de um sinal, em reverberação, eco, ou em equipamentos eletrônicos em geral.

Motim no cadeião de Barreiras é contido por policiais.

Na manhã de ontem quinta-feira, 30, houve um princípio de motim por parte dos detentos da cela 2 do complexo policial de Barreiras. A mesma cela de onde os presos tentaram fugir na madrugada da última segunda-feira, 27, usando uma corda improvisada.
A pena imposta aos detentos desta cela foi o corte de visitas por 30 dias, além de ficarem sem TV e rádio. Após as penas impostas, os presos resolveram se amotinar.
A polícia civil contou com a ajuda de uma guarnição do PELOPES para entrar na cela, acabar com o motim e realizar um pente fino.
Com os detentos foram encontrados: três celulares, duas facas artesanais, uma chapa de aço retirada das celas para serem confeccionadas mais facas, um carregador improvisado, duas trouxinhas com uma pequena quantidade de maconha, um CD, um pedaço de uma serra e parte de uma câmera do sistema de vigilância do complexo. Do correspondente do Blog do Sigi Vilares em Barreiras, repórter Naldo Vilares.

Não aconteceram mais fugas no Complexo Policial depois da reforma, finalizada no início deste ano, às expensas da Prefeitura Municipal. Praticamente sete meses sem fugas, que antes eram quase mensais. Em se tratando de Segurança Pública, sempre acontece assim: o sistema é tão carente que qualquer investimento dá retorno. O mesmo aconteceu na cadeia da Delegacia de Polícia de Luís Eduardo: uma pequena reforma evitou novas fugas.