O 11 de setembro seria financiado pela CIA e Arábia Saudita?

A guerra que se seguiu e a indústria de armamentos justificariam a tenebrosa conspiração
A guerra que se seguiu e a indústria de armamentos justificariam a tenebrosa conspiração

Phillip Marshall, pesquisador, escritor e ex-piloto da CIA, foi encontrado morto em 2 de fevereiro, com seus filhos e até o cão da família. Para as autoridades norte-americanas, a questão é de suicídio, mas, de acordo com aqueles que conheciam Marshall, ele vivia com medo desde que publicou seu livro The big bamboozle.

De acordo com o jornal Santa Barbara View, durante o processo de edição e da pré-reserva de comercialização do livro, Marshall expressou temor de ser assassinado, porque o livro acusava o ex-presidente George W. Bush e os serviços de inteligência da Arábia Saudita de financiar os sequestradores dos aviões usados nos ataques de 11 de setembro de 2001 às Torres Gêmeas.

“Pense nisso”, disse Marshall no ano passado, “a versão oficial de um fantasma [Osama bin Laden] em uma caverna do outro lado do mundo, derrotando toda a potente força militar dos EUA em seu próprio solo, é um enorme absurdo.”

Marshall também passou a dizer que “o verdadeiro motivo para o sucesso dos ataques do 11 de setembro é a experiência de militares norte-americanos infiltrados e uma operação coordenada com a Arábia Saudita para o treinamento dos sequestradores para pilotar aviões comerciais de grande porte. Existem dezenas de documentos do FBI para provar que o treinamento de voo foi realizado na Califórnia, Flórida e Arizona, nos 18 meses que antecederam ao ataque”.

Parentes e amigos de Phillip Marshall ficaram chocados com o crime violento, que aconteceu no condomínio fechado Meadows Forrest, localizado no condado de Calaveras. Os corpos foram encontrados por amigos de seus filhos, que foram até a casa da família e não vendo ninguém, estranharam. Ao olhar pela janela, eles puderam ver o corpo de Marshall, de 54 anos, no chão envolto em uma poça de sangue, e de seus filhos Micalia Phillips, de 14, e seu irmão Alex, de 17. A tragédia chocou a pequena cidade dos EUA. Por Miguel Baía Bargas.

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Wikileaks revela: Israel destruiu reator sírio em 2007.

Israel destruiu um reator nuclear da Síria em um ataque aéreo, semanas antes de ele entrar em funcionamento em 2007, afirma um documento diplomático dos EUA vazado pelo site WikiLeaks e publicado nesta sexta-feira, 24, pelo jornal israelenseYediot Aharonot. “Em 6 de setembro de 2007, Israel destruiu o reator nuclear construído secretamente pela Síria aparentemente com a ajuda da Coreia do Norte”, afirmou a então secretária de Estado americana Condoleezza Rice, em documento publicado pelo Yediot Aharonot. “Nossos especialistas de inteligência estão convencidos de que o ataque dos israelenses tinha como alvo na verdade um reator atômico do mesmo tipo do construído pela Coreia do Norte em Yongbyon”, escreveu ela, em mensagem datada de abril de 2008.

Foto aérea da construção anterior ao bombardeio

“Nós temos boas razões para acreditar que o reator não foi construído para fins pacíficos”, disse ela, acrescentando que o ataque ocorreu apenas semanas antes de o reator começar a operar.

Condoleezza também destacou o segredo em torno da instalação nuclear, com autoridades sírias se recusando a convidar a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) ou a imprensa para visitá-lo.

A Síria sempre negou que a estrutura atacada por aviões de combate israelenses fosse um reator nuclear. O governo sírio apenas admitiu que era uma “instalação militar em construção”. Israel por sua vez nem chegou a admitir oficialmente que atacou o alvo.

O ex-presidente dos EUA George W. Bush afirmou em seu livro de memórias que resistiu à pressão israelense para bombardear o local. Em 2008, o então senador e candidato Barack Obama, atualmente presidente, disse que Israel tinha o direito de bombardear a instalação suspeita na Síria. As informações são da Dow Jones e da Agência Estado.