Desentendimento no trânsito acaba em morte

O serralheiro Damião Vieira da Costa, de 34 anos, natural de Aracaju e que há quatro anos residia em Luís Eduardo Magalhães, foi morto com três tiros, na noite de domingo, 13. O assassinato ocorreu por volta de 19h50 na rua Bom Jesus da Lapa, no bairro Mimoso II e segundo informações, um desentendimento no trânsito teria provocado o crime. 
O acusado do homicídio, João Moraes, teria fugido em uma motocicleta. O corpo de Damião, pai de cinco filhos, foi encaminhado ao IML de Barreiras, após liberação da polícia técnica, que esteve no local do crime. Próximo ao corpo da vítima policias encontraram uma faca de cozinha, tipo peixeira. A polícia civil informou que, segundo a esposa da vítima, o suspeito do homicídio teria efetuado quatro disparos, três deles atingiram as costas de Damião. 
Ainda na noite do crime, o menor M.A.M de 17 anos, neto do acusado foi ouvido pelo delegado Rivaldo Luz, após ter sido acusado de dar fuga ao avô. O jovem foi liberado em seguida. No início da madrugada desta segunda-feira, 14, a esposa de Damião, Rosa, também foi ouvida. Segundo informações policiais nenhum dos envolvidos havia passagem com a polícia. Texto e foto de Cátia Andréia Dörr, do jornal Classe A.

João Moraes, acusado pelo crime, é conhecido na cidade, pois tem uma banca de frutas próximo ao antigo prédio da Prefeitura. Ele é pai do vereador Geraldo Morais, que, em viagem, ficou sabendo do ocorrido pelo telefone.

Segundo versões, o primeiro tiro sofrido pela vítima atingiu o peito, quando esta, com a faca na mão, ameaçava familiares de João Moraes. Somente depois do primeiro disparo, Damião empreendeu fuga, sendo então atingido por mais dois disparos nas costas. O desentendimento no trânsito foi ocasionado depois que Damião colidiu um carro Fox com um velho Gol, dirigido por familiar de João Moraes. Após uma breve discussão e troca de palavrões, Damião perseguiu o Gol até a casa de João Moraes, quando se deu o crime.

O tempo passa, o tempo voa, só Mariussi continua numa boa.

Ao jornal Classe A, o vereador Valmor Mariussi lamentou que o cerimonial da Prefeitura Municipal  não convidou o deputado federal Oziel Oliveira para subir no palanque no desfile  de 7 de setembro. “É uma autoridade, representante da região no congresso federal, merecia ser chamado para o palanque”, disse Mariussi, após o líder do Executivo, reclamar da falta de vereadores no desfile.

Veja como o tempo passa e as coisas mudam na política: na cerimônia de posse dos vereadores e prefeitos, realizada na Hotel Saint Louis, há menos de três anos, o vereador Mariussi ameaçava não tomar posse naquele dia se Oziel Oliveira fizesse parte da mesa de honra. Mariussi diz ainda, ao mesmo jornal, que não apóia Oziel Oliveira como candidato à Prefeitura porque que isso seria uma quebra de contrato com os eleitores que o escolheram como Deputado.   

Cleide Bosa poderá ter que pagar multa do TCM

Ao que parece, aquela notícia da isenção da multa de R$115 mil à qual a vereadora Cleide Bosa foi premiada pelo Tribunal de Contas dos Municípios ainda não foi confirmada. Explica-se:  em 13/11/2009, o Jornal O Expresso noticiou que o TCM teria isentado Cleide sobre irregularidades durante sua gestão como Presidente da Câmara. Houve o julgamento, Cleide foi isentada, mas agora comenta-se que Cleide seria novamente condenada a pagar a referida penalidade.

Que Cleide não se preocupe: são apenas 2.500 sacas de soja, uma parte ínfima do que ela colhe por ano.

 

PSD não terá representantes em Luís Eduardo Magalhães

Talvez sejam frustradas as tentativas de Oziel Oliveira para entregar à sobrinha Katerine Rios o PSD em Luís Eduardo. Como não foi protocolado no Cartório eleitoral o manifesto de apoio à criação do Partido, talvez agora seja tarde para compor uma nominata de apoiadores e comissão provisória.

 

Vereadores sem partido

Cleide Bosa,  Eder Fior, Geraldo Morais e Alaídio ainda não têm partido para concorrer às eleições de 2012, já que deixaram suas legendas pelas quais foram eleitos em 2008. Quando o dia 7 chegar vamos saber com quem esses vereadores assinaram.

 

Manobras radicais entre educadores.

Elson Sá Teles esteve esta semana conversando com Jarbas Rocha e Vanderley Ferreira. Foi devidamente assediado para fazer sua inscrição no PHS. Junto com Sá Teles vai uma boa parte do professorado, já que ele tem representado, até de maneira intransigente, os interesses dos educadores.

Por falar em Educação, resta saber com quem a secretária Madelene Mariussi está. Se com o marido, Valmor, que não frequenta mais o palanque de Humberto Santa Cruz e está apoiando Oziel Oliveira ou com o Prefeito de Luís Eduardo. Segundo um especialista em manobras radicais, Humberto poderia lançar Madelene para vereadora, anulando, em parte, as estratégias de Oziel, Sá Teles e do próprio Mariussi. Humberto, se fizer isso, vai fornecer a moto-serra para, definitivamente, separar a cama do casal.   

Câmara de Luís Eduardo esclarece afastamento de Geraldo Morais.

A Câmara de Vereadores de Luís Eduardo Magalhães tornou pública, hoje, sábado, 23, através da sua assessoria de imprensa, a razão pela qual ainda não se tem um suplente em substituição ao vereador Geraldo Morais, licenciado por motivos de saúde. Em documento protocolado na Casa, este informa a causa do tratamento bem como o período em que, por orientação médica, deveria permanecer afastado dos trabalhos.

O suplente de vereador Clauber José Klauck solicitou, mediante ofício ao gabinete da presidência da Câmara, a sua convocação para assumir a vaga de vereador pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB) – uma vez tendo a suposta vacância do cargo ocupado pelo seu titular, vereador Geraldo Morais.

A Câmara de Vereadores através da sua procuradoria jurídica emitiu parecer acerca do pedido do suplente a vereador, fundamentando-se na Constituição Federal e também no Regimento Interno da própria Casa de Leis. A legislação citada prevê que o suplente poderá ser convocado nos casos de vaga, de investidura em funções como a se secretário municipal ou de licença superior a 120 dias.

O mesmo parecer utiliza-se do Art. 57, do Regimento Interno, para apontar os casos em que o vereador poderá licenciar-se, tendo no primeiro inciso, o motivo de saúde – devidamente comprovado. Já o Art. 58 reforça novamente que a Mesa convocará o suplente quando a licença for superior a 120 dias. Sendo assim, com base no que aponta a fundamentação legal, a conclusão da procuradoria jurídica não aponta outra orientação, senão a de que o suplente de vereador deverá ser convocado assim que esgotado o referido prazo.

Assinalando ainda que, o não atendimento à condição temporal, torna carente qualquer pretensão aduzida para assumir uma vaga ainda inexistente. Segundo o que explica o presidente Domingos Carlos Alves dos Santos, a não convocação se dá apenas com a finalidade de cumprir uma determinação regimental, não tendo, portanto, qualquer outra razão que não seja essa. “O nosso regimento interno nos traz isso. Quando se trata de afastamento por licença médica, o suplente só tem direito a assumir a vaga após o decurso do prazo de 120 dias”, reforça.

Nota da Redação:

O afastamento do vereador Geraldo Morais não se dá unicamente por motivos de saúde. No primeiro momento o vereador se afastou por não concordar com posições assumidas pelo prefeito Humberto Santa Cruz, virando-lhe as costas durante sessão solene na Câmara de Vereadores, quando sentiu-se traído nas suas aspirações à presidência da Casa.

Ato contínuo, o prefeito Humberto Santa Cruz demitiu 8 funcionários do Executivo, que haviam sido indicados por Geraldo Morais, inclusive uma irmã. Imediatamente o vereador passou a despachar, informalmente, no gabinete da vice-prefeita, Katerine Rios, adversária política de Humberto, passando-se claramente a uma oposição frontal ao atual Chefe do Executivo. O fato dele, Geraldo Morais, não abrir mão do cargo em favor de Clauber José Klauck significa apenas que ele quer manter seu cacife para negociar com correligionários e adversários e voltar na hora certa para liderar oposição tenaz (ou não) contra Humberto. E, obviamente, não perder seus proventos de vereador.

Até existe a possibilidade de Geraldo ter contraído moléstia que o impeça de trabalhar. No entanto, o fato principal é que Geraldo Morais está usando o Regimento Interno da Câmara com habilidade e não resta, com certeza, outra alternativa ao presidente da Casa, Cabo Carlos, seguir o que prevê esse conjunto de preceitos, dado que a médica que atestou o estado doentio do vereador têm responsabilidade sobre seus atos.

Até o dia em que alguém peça uma junta médica para examinar o vereador, com o objetivo de referendar ou retificar o laudo médico apresentado.

Alaídio pede que contem. Mas ele mesmo conta tudo?

Alaídio Castilhos: sabe muito, mais do que nós da mídia impressa e eletrônica, mas quer que revelemos tudo o que sabemos.

Ninguém fica indiferente às afirmações do vereador Alaídio Castilhos. Tem aqueles que o detestam, tem alguns que são seus admiradores. Pois hoje, em seu programa do meio-dia, na contagiante Rádio Mundial, Alaídio afirmou que este editor não contou toda a verdade sobre a eleição da Câmara, apesar de me considerar “um homem sério”.

Sou sério, sim, Alaídio, ou tento ser o mais sério, responsável e profissional possível. Sei de muita coisa que acontece nos bastidores da política regional. E mais: acho que se contasse tudo o que sei, sobre a política de alguns municípios do Oeste, estas comunidade paravam tudo, durante dois anos, só para instaurar os respectivos processos inquisitórios. Por isso e na falta de provas concretas – nem sempre o ladrão perde a carteira de identidade no local do furto – não posso contar tudo que sei.

Alaídio, em conversa com o vereador Geraldo Morais, no mesmo programa disse que o grande beneficiado era quem estava sorrindo na foto. Por isso, caro leitor, fui buscar as fotos da ASCOM da Prefeitura. O julgamento é do próprio leitor.

A nova mesa diretora da Câmara para o biênio 2010/2012. Quem está sorrindo na foto?

Ou seria a esta foto que Alaídio teria se referido? Todos sorriem na foto, menos o presidente eleito, Cabo Carlos.

Prefeitura de Luís Eduardo entrega terrenos no Loteamento Conquista.

Humberto, no meio do povão, dá explicações sobre os lotes

A Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães entregou, hoje pela manhã, 700 lotes no Loteamento Conquista, no Bairro Santa Cruz, às famílias cadastradas há mais de dois anos, na presença de um grande público, a maioria portando os documentos que comprovam o seu registro como beneficiados.

Os lotes contam com infra-estrutura básica, energia elétrica e rede hidráulica da EMBASA. Os contemplados terão dois anos para iniciar a construção de suas casas, com opção de projeto padrão e alvará de edificação.

Secretários, vereadores e assessores assistiram a cerimônia

A cerimônia começou com a execução dos hinos da Brasil e de Luís Eduardo Magalhães. Em seguida, o presidente da Câmara de Vereadores de Luís Eduardo Magalhães, Éder Fior, falou sobre a importância do momento para os beneficiados.  Foram anos de espera e agora todos vocês vão ter um pedaço de terra  e construir a casa própria, afirmou  Fior, citando o evangelho, em Mateus 5.5: “Bem aventurados os puros de coração, pois eles herdarão a terra”.

Geraldo Morais e Éder Fior, vereadores, confraternizam com contemplados

Depois o prefeito Humberto Santa Cruz, em discurso inflamado, falou sobre a satisfação de entregar  os 700 lotes. Durante o discurso, Humberto  que a moradia representa dignidade para   todos  e garantiu que está entrando com um novo projeto na Caixa Econômica Federal para construir pelo menos  500 casas populares no município. E mais uma vez anunciou sua ansiedade pelas verbas federais, em torno de R$5 milhões, que permitirão o asfaltamento de todo bairro Santa Cruz:

“Não sei se vou conseguir, mas usarei todas as minhas forças para realizar mais essa obra,” afirmou o prefeito. Humberto também destacou a forma de atendimento prestado à população pela secretaria de Trabalho e Assistência Social e agradeceu o empenho da secretária interina Alessandra Hilmann . “Estamos mostrando a população que nossos moradores precisam de atenção e tratamento digno”.

Seis  beneficiados  foram escolhidos para receber  os documentos das mãos do Prefeito. Entre eles, dona Ana Patrícia da Silva, que  não escondeu a satisfação  e agradeceu a iniciativa da Prefeitura: “Estou me sentindo realizada, pois sempre sonhei com este pedacinho de chão para construir minha casa”.

Contemplados reuniram-se para ouvir instruções de como efetivar, na Secretaria de Ação Social, o documento de posse dos seus lotes.

Oziel ganha de novo aprovação às suas contas, mesmo com a maioria da Câmara votando contra.

Foi uma tarde tensa hoje na Câmara: a presença de Oziel de Oliveira para assistir à votação das contas de sua gestão, no ano de 2008, talvez tenha sido o principal motivo. Os mesmos vereadores repetiram seus votos pela rejeição: Geraldo Morais (presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Contas), Valmor Mariussi (relator), Sidnei Giachini, Domingos Carlos Alves (Cabo Carlos) e o presidente do Legislativo, Eder Fior. Alaídio, Janete, Ondumar Marabá e Ariston Aragão votaram contra o relatório e a favor da aprovação das contas de Oziel de Oliveira.

“Na realidade votaram contra a cidade e contra a comunidade, contra cada cidadão que não quer ver desmandos de gestão se repetirem”, disse um observador político, presente ao plenário.

O vereador Mariussi repetiu que “as contas padecem de vários questionamentos e o ex-prefeito não respondeu a esses questionamentos.”

Já o Cabo Carlos foi mais agudo, lamentando a necessidade regimental de 2/3 dos votos para a rejeição das contas:

“Se a aprovação dessas contas fosse submetida a uma consulta popular, 20 mil dos 22 mil eleitores de Luís Eduardo votariam contra. A cidade vai julgar os vereadores daqui a 2 anos e meio por essa aprovação. Ganhamos duas vezes e não levamos. Vamos encaminhar ao Ministério Público nossas denúncias.”

Giachini: sem medo das próximas eleições.

O vereador Sidnei Giachini foi um dos mais incisivos:

“Não vou aprovar as contas. Voto pela rejeição. Não vou abraçar o diabo para ser novamente candidato.”

Giachini referia-se ao fato de que se elegeu na legenda da coligação que foi a base de Oziel de Oliveira, em 2008, o que pode lhe trazer problemas se a mesma coligação estiver nas eleições de 2012, comandada por Oziel.

Alaídio Castilho, a única voz a se alinhar a Oziel, já que o discurso de Ariston Aragão foi inintelegível e o de Ondumar Marabá tímido, afirmou que “não quero que meus amigos e meus filhos reprovem meu comportamento na Câmara”.

Foi a vez de Mariussi rebater, junto com o Cabo Carlos, a posição de Alaídio: os dois trouxeram até a tribuna jornais e boletins do legislativo em que Alaídio reprovava de maneira contundente a atuação de Oziel à frente da Prefeitura.

O vereador Mariussi fez referência ainda à atuação da assessoria jurídica da Câmara que o ajudou na construção do relatório, condenando as contas de Oziel, uma peça legislativa perfeita e que certamente servirá de base para a proposição, pelo Ministério Público, de ação condenatória às contas do ex-prefeito.

Sentenças definitivas.

Ariston Aragão, esta semana, no átrio da Prefeitura, questionado sobre em quem votava para Presidente da Câmara na próxima legislatura, respondeu com a sabedoria da simplicidade:

Voto em mim.

Valmor Mariussi, sobre investimentos a fundo perdido propostos ao Executivo no assentamento Rio de Ondas:

Estamos criando não um país de desempregados. Mas de pessoas que querem ficar desempregadas para aproveitar o Bolsa Família.

Mariussi rebateu de pronto a notícia dada por Geraldo Morais sobre obras do DNIT na 242:

Isso é ficção. Não se podem licitar obras em período eleitoral. São notícias plantadas pelo PT.

Ariston Aragão lamentando a estagnação do projeto Balde Cheio para o assentamento Rio de Ondas:

Sei o que é faltar o pão na mesa do pobre.

O pior, vereador, é faltar até mesmo a mesa!

Revoada de candidatos já começou no Oeste.

Sérgio Brito, deputado federal pelo PDT

O ano eleitoral começou forte e nos finais de semana já podemos sentir uma revoada de candidatos pelo Oeste baiano. Sérgio Brito fechou acordos pré-eleitorais, aqui em Luís Eduardo, com o vereador Geraldo Morais – agora secretário do Planejamento do Município – e com o vice de Fábio Lauck nas últimas eleições municipais, Dolla. Em Santa Rita de Cássia, Sérgio Brito também fechou acordos com três vereadores, um deles no seu quinto mandato. Segundo informações recebidas ontem à tarde, pelo menos dois desses vereadores pertenciam à base de apoio a Oziel de Oliveira. O motivo da nova escolha dos vereadores poucos sabem.