Rui Costa presta solidariedade ao jornalista Glenn Greenwald

O governador da Bahia, Rui Costa, manifestou solidariedade, na tarde desta quinta-feira (7), ao jornalista Glenn Greenwald, agredido fisicamente durante uma entrevista de rádio. Em publicação na conta do Twitter (twitter.com/costa_rui), Rui repudiou agressão sofrida pelo jornalista.

“Toda a minha solidariedade ao jornalista Glenn Greenwald. Atitude merece repúdio e punição. Às vezes custo a acreditar no Brasil de ódio e falta de respeito em que estamos vivendo. Temos que parar de normalizar esses discursos urgentemente”, comentou o governador.

A conspiração que a Vaza Jato deixou clara.

Minha hipótese sobre o imbróglio Moro-CIA-Vaza a Jato.

Um artigo de Fernando Horta

A inteligência brasileira (aparelhada pelos militares desde o governo Temer com Etchegoyen) monitora cerca de 3 a 4 mil pessoas da esquerda hoje no Brasil. Com escutas ilegais, invasões digitais e etc. Este grupo identificou no início do ano a vulnerabilidade do governo quando descobriu que Glenn havia recebido algum material.

Sem saber o que era exatamente eles colocaram em prática uma ação militar conhecida para “diminuir danos”.

Moro foi aos EUA para apagar todas as informações comprometedoras de seu celular, laptop e dos servidores da Internet que, para quem não sabe, ficam nos EUA.

No mesmo momento, eles criaram o plano para tirar ou diminuir a credibilidade do material do Glenn. Pegaram um criminoso monitorado pela ABIN (figura clássica para servir de bode expiatório) e inventaram que esta criatura seria o “hacker”.

O Juiz Sol: a Justiça sou eu.

Assim, garantem que a fonte do vazamento é “ilegal” e protegem Moro e Dallagnol.

O pobre “hacker” preso, já recebeu a proposta de confirmar a versão do Moro e receber uma pena branda, conservando grande parte da grana que acumulou com os crimes. Este é exatamente o modo de operação da Lava a Jato. Usaram a Manoela para “esquentar” a versão, mas o material que o Glenn tem não foi passado pelos presos do Moro.

Ainda, o Moro declara que o “hacker” invadiu e coletou informações de “autoridades” em todos os poderes brasileiros e assim “esquenta” o material que ele recebeu via NSA e CIA.

É a desculpa perfeita. Moro tem os vazamentos feitos pelos americanos, diz que foi um “hacker” criminoso brasileiro, colocando o material do Glenn no mesmo balaio.

Deixando claro, EXISTEM 3 materiais vazados DIFERENTES, de fontes diferentes, conteúdos diferentes e que Moro vai confundir como se fossem o mesmo:

1) o material grave e cheio de crimes do moro e Dallagnol que está com o The Intercept

2) o material inócuo e desimportante que o laranja “hacker de Araraquara” obteve na ação pensada pela inteligência brasileira

3) o material que Moro recebeu da NSA, que é totalmente limpo dos seus crimes e dos da lava a jato, mas contém vazamentos da vida pessoal, crimes e etc. de autoridades brasileiras.

Com esta estratégia acontecem as seguintes coisas em curto espaço de tempo:

– Moro passa a ter material para chantagens de autoridades que não sejam tão alinhados quanto o “in fux we trust”

– Permite o argumento da “árvore envenedada” para invalidar juridicamente TODO o material do The Intercept. Sendo que ele precisa apenas de 4 votos no STF (“o fux é nosso, aha uhu”)

– Moro passa a ter material e motivos para processar Glenn e pedir busca e apreensão em TODO o material do Intercept. Para isto basta apenas mostrar material íntimo vazado pelos americanos a ele, Moro, e dizer que foram os “hackers de Araraquara” argumentando pelo “risco” do crime continuado e dizendo que o material do The Intercept pode “prejudicar terceiros” além do Brasil

– Com busca e apreensão no The Intercept eles farão “perícia” nos dois materiais (o do Intercept e o do “hacker de Araraquara” que na verdade é o material da NSA americana dado ao Moro). Não vai fazer diferença se o Glenn disser que a apreensão não pegou o material, eles precisam apenas parecer que pegaram o material do the intercept, pois vão inventar o conteúdo do mesmo jeito.

– Nesta “pericia” de comparação, feita por um “método” impessoal de “comparação” simples por um software, vão “mostrar” que o material “foi adulterado”.

Com isso acabam com o material do Gleen e, ao mesmo tempo, indiciam o The Intercept, Glenn, Demori e etc.

Por crimes digitais, receptação de mercadoria roubada, chantagem, formação de quadrilha e etc. Indiciam Manuela, Reinaldo Azevedo, Mônica Bergamo por associação ao crime, por bloquear as investigações, por tentar bloquear a justiça e etc.

– Os “hackers” vão fazer “delação premiada” e terminarão o ano que vem como os delatores da lava a jato: em prisão domiciliar gozando o fruto dos crimes.

– Glenn, Demori e todos os que manipularam diretamente o material vão ter prisão decretada.

– Os jornalistas brasileiros com algum nome (como o Reinaldo Azevedo e a Mônica Bergamo) serão processados civilmente também e vão tomar umas multas milionárias.

– O STF vai se acovardar e declarar o material todo nulo. Lula segue preso, Dallagnol solto e inimputável e Moro novamente um herói.

– O Brasil segue sendo vendido, Bolsonaro como mico animador de plateia na cabeça de um estado fascista, controlado por instituições corrompidas e com Moro como “eminência parda”, tendo controle total das polícias, do judiciário e do MP. Toda a família Bolsonaro estará nas suas mãos e se eles tentarem algo, o Queiroz será encontrado ou as investigações contra os filhos do bolsonaro andarão mais “depressa”.

– Bolsonaro quer indicar o filho para a embaixada nos EUA porque viu que o contato dos americanos com Moro é imenso e “perigoso” aos Bolsonaro.

Só há dois problemas neste plano:

– As instituições ainda não estão totalmente conformadas e resistências pontuais podem fazer um grande estrago

– As eleições.

Bolsonaro vai querer se candidatar e Moro, Doria e Witzel tem seus egos nas nuvens. Se os senadores disserem em alto e bom som que Moro NAO vai para o STF, acaba o contrato de apoio Moro-Bolsonaro. De repente, ao invés de amigos e colaboradores os dois se tornarão como amantes que dividem a mesma cama, mas um quer matar o outro.

A curto prazo todo o Brasil republicano perde.
No médio prazo temos ainda uma chance grande de todos perdermos muito…

A inação e o conluio do STF destruíram o Brasil.

Blogueiro ligado ao clã Bolsonaro cria fake news sobre internação de Glenn por uso de cocaína

Blogueiro sem-vergonha, denunciou a rockonha, fez todo mundo dançar…A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa. Frase de Karl Marx.

 Allan dos Santos agora divulga informações sobre suposta internação de Glenn Greenwald, que não foram confirmadas pela clínica citada pelo blogueiro.

O site Terça Livre, do blogueiro Allan dos Santos, divulgou uma informação de que o jornalista Glenn Greenwald teria sido internado no Rio de Janeiro por infarto após uso de cocaína.

Fontes ouvidas pela Fórum na Clínica São Vicente não tinham conhecimento sobre o caso, que está sendo tratado internamente como mais uma fake news. A revista Fórum também entrou em contato com a assessoria de imprensa da clínica, que confirmou que o jornalista não está internado.

Em publicação, Allan dos Santos afirma que “a Clínica São Vicente, na Gávea, Rio de Janeiro, confirmou ao Terça Livre na madrugada desta sexta-feira (26/7), que Glenn Edward Greenwald, jornalista do Intercept, foi internado lá às pressas e transferido em seguida para o Hospital Samaritano, no Botafogo, também no Rio de Janeiro”.

No texto, o blogueiro diz ainda que “uma outra fonte informou que ele possui histórico de internações na Clínica São Vicente por abuso de drogas”.

Presidente do STF quer saber o que Moro ordenou em relação a Greenwald

Brasília – O procurador Deltan Dallagnol participa, em companhia de Sérgio Moro, da palestra Democracia, Corrupção e Justiça: diálogos para um país melhor, no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), campus Asa Norte (foto José Cruz/Agência Brasil)

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, pediu informações ao ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e à PF (Polícia Federal) sobre eventual investigação de movimentações financeiras do jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil.

O ministro deu 1 prazo de 5 dias para que Moro e a PF se manifestem. Após o recebimento das explicações, Toffoli também quer que a AGU (Advocacia Geral da União) e a PGR (Procuradoria Geral da República) se manifestem em 3 dias.

O despacho foi dado em ação apresentada pela Rede Sustentabilidade, que tenta anular procedimentos que possam ter sido abertos contra o jornalista.

O relator da ação é o ministro Gilmar Mendes, mas o STF está de recesso no mês de julho. Assim, cabe ao presidente da Corte tomar as decisões consideradas urgentes no período. Do Poder360, com edição de O Expresso.

Ontem, Greenwald falou no Twitter:

Explorar o poder de encarcerar as pessoas como um meio de obter fama e riqueza pessoal, tudo isso usando táticas dissimuladas – o que Deltan Inquestionavelmente fez – é, no mínimo, extremamente sujo e antiético, se não criminoso.

Ontem, também, a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge, recebeu Deltan Dallagnol e outros procuradores para uma “reunião institucional”.

Greenwald garantiu que Sérgio Moro sabe que ele tem muitos arquivos comprometedores sobre a atuação do Magistrado. E que vai divulgá-los sob qualquer circunstância.

“Grande Capital”, com Glenn, condena Bolsonaro e Moro à morte política

Um artigo inquietante de Alfredo Herkenhoff*

Um setor do capitalismo mais voraz estaria usando Glenn para derrubar pela ordem Moro, DD, Guedes, Bolsonaro, millicianada, Centrão e o escambau. Mesmo Mourão e Rodrigo Maia não têm garantia de substituição.

Um setor poderosíssimo nesse esquema entende que a prioridade é impedir a reeleição de Trump; e nesta hipótese, derrubar a farsa da Lava Jato e a óbvia eleitoral de 2018 seriam só o cartão de entrada para o problema geopolítico global. A especulação aqui nem vai tocar na suspeita de que a parte mais poderosa desse voraz capitalismo mundial exige Lula de volta.

Mas vamos aos detalhes e às etapas dessa crise institucional que está só começando pelo Brasil e deve levar Moro e DD à prisão como mero início de uma campanha mundial de banqueiros contra Donald Trump.

Glenn está fuzilando jornalisticamente os péssimos jornalistas brasileiros que não estão entendendo nem os seus patrões. Os donos do oligopólio vão se livrar rapidinho desses meros vassalos de redação ainda cascateando na Veja, Folha, Estadão. Band etc; quem está derrubando Moro, DD, Bolsonaro e com isso tentando derrotar Trump é um setor do capitalismo, e não é um setor bonzinho. É briga entre eles dentro e fora do Brasil.

Glenn está numa toada alentada, mas inclemente, implacável. As mensagens são absolutamente autênticas. Pequenos erros na descrição editorial, ou na parte explicativa das reportagens referentes a essa documentação autêntica, provocaram excitações revoltosas por parte de juizes, procuradores e editores de veículos que já pubiclam Glenn e vão demitir esses chefetes de redação. Isso é armadilha de Glenn.

Intercept e Wikileaks são concorrentes entre si, mas as duas plataformas têm dois pontos pétreos em comum: não entregam as fontes e não exibem material apócrifo ou adulterado.

As fontes podem ser honestas ou desonestas, isso é trabalho da polícia, não de jornalistas que precisam considerar o interesse público de documentos relativos a atuações de políticos e servidores.

Exemplos rápidos.

1 – Glenn não entregou a fonte Snowden porque foi alcançado por Snowden que lhe disse: te procurei porque vi que tu é bom, vou ser apanhado pelos serviços de inteligência com alguma brevidade. Eu poderia até tentar permanecer anônimo por um tempo maior, mas eu com isso infligiria dor em amigos e parentes, alguns seriam até torturados.

Dois filmes retratam esse momento do jornalismo mundial. Um documentário, que ganhou Oscar, e um narrativo com atores desempenhando os papeis de Glenn e Snowden. Ambos os filmes são ótimos e são o terror de jornalistas brasileiros achando que dá pra falar mal de Glenn como se este profissional fosse um falsificador de documentos e provas sobre como fazem criminosamente os denunciados pelo Intercept. O escândalo está jogando a Lava Jato na lama podre de onde veio.

2 – A principal fonte do caso Watergate se manteve no anonimato. Caiu Nixon, os jornalistas foram premiados, rolou filme Todos os Homens do Presidente e tal, os anos de passaram, morreu Nixon e morreu a fonte. Só ficamos sabendo quem era aquela fonte, que tinha o apelido de Garganta Profunda, o Deep Throat, aquele cara que numa garagem em Washington mandava o repórter do Washington Post seguir o dinheiro, follow the money, enfim, ficamos sabendo só há poucos anos que a fonte era um caso pessoal, era um ressentido com o governo Nixon, a fonte pensava que ia ser nomeada chefe do FBI e não foi.

3 – As fontes da orcrim, organização criminosa de Curitiba, podem ser plural ou uma única. Pela quantidade avantajada de documentação em mãos do Glenn, não parece ser a tal fonte um caso pessoal, isto é, um procurador, um juiz ou delegado federal saindo dos grupos de troca de mensagens e capturando toda a fofocagem em que se desnuda crime de toga organizada. Parece ser trabalho de equipe, portanto, de fontes no plural. Esta hipótese abre caminho para se especular que o time vazador pode ser dos States, da Rússia, da China, do Reino Unido etc. Pode ser também trabalho formiguinha no mocó de um grupo de legalistas dentro da PF, ou da PGR ou da própria magistratura. Esta última hipótese é a menos provável. Juízes não são dados a investigar em países com muita corrupção endêmica, são chegados a manipular corruptos e a serem manipulados por corruptos.

4 – A fonte não seria nenhuma das várias possibilidades dentro dos três itens acima. A fonte poderia ser individual ou de equipe, mas ainda assim permanecendo fora das classificações até aqui elencadas.

Individual seria uma fonte high tech, um cracaço como Snowden ou como um hacker, ou um cracker, alguém que sozinho rompe, clona e divulga. Snowden nunca buscou dinheiro, vazou os serviços de inteligência por motivações morais, espirituais, norte-americanas. Merece Nobel da Paz.

O Julian Assange, australiano, também merece Nobel da Paz, ele não inventou a plataforma para ganhar dinheiro. Mas um expert agindo solitariamente poderia ser a fonte de Glenn, sem cobrar grana de Glenn. Poderia cobrar de outrem para vazar ao ínclito Glenn Prêmio Pulitzer.

A fonte nesta quarta especulação escapando das três primeiras, também pode ser uma equipe, um time, uma agência, sem que tal coletivo ou grupo esteja agindo por dinheiro.

Ou seja, como o solitário Snowden, existe a possibilidade de a fonte ser motivada por idealismo moral, ideológico ou religioso, sem grana de um grupo. Resumindo pra encerrar: uma pequena equipe de hackers e/ou crackers pode ser integrada por bambas anônimos de países com muita gente bamba em matemática e TI, regiões como Índia, Moscou, Turquia, Irã e até Peru… Sim, há grandes cientistas hoje sem convergência topográfica, etnográfica ou mesmo religiosa.

A fonte está em aberto. O que se fecha é o mico de querer denunciar a documentação em mãos de Glenn como adulterada e ou criminosa. Repito o começo pra fechar.

Glenn está querendo isso mesmo, que os denunciados pela documentação e seus últimos jornalistas amigos em veículos já estampando o lance do Intercept, que eles insistam em querer denunciar a autenticidade como produtos falsificados e de origem criminosa.

Esses errinhos de descrição da reportagem do Intercept parecem sim armadilhas para enredar os corruptos da Lava Jato com as provas cabais que logo virão em forma de foto, vídeos e áudios. Virão lacradoras. Veremos prisões em flagrante decretadas pelo Supremo.

Glenn não faz jornalismo pra discutir com Merval, Zé Neumanne, Antagonista, Denise Frossard, Carvalhosa e outros pequenos na imprensa e judicatura, Glenn veio pra finalizar.

Mas não tem pressa. Ele está solapando os alicerces da mentira global. São os que votaram em Bolsonaro e chamaram Moro de Herói que vão exigir a queda destes dois, e não deve demorar, coisa de um ano ou menos…

Minha hipótese favorita: a fonte do Glenn Greenwald ou as fontes estão com o capitalismo derrotado por Donald Trump. São os banqueiros que temem que Trump esteja ameaçando não Putin, Kameney ou Xi Jinping.

Temem que Trump e Bolsonaro sejam uma ameaça não apenas ao próprio capitalismo rentista, este péssimo neoliberalismo trazendo miséria e transtornos crescentes ao mundo, quem está detonando Moro, Deltan Dallagnol, Bolsonaro e possivelmente Trump é um segmento do capitalismo americano e mesmo multinacional temendo que Trump e Bolsonaro, como Hitler, Mussolini e o imperador em Tóquio estejam ameaçando a própria existência ou sobrevivência da Humanidade.

Acabou aquela supremacia tecnológica e militar dos EUA do Pós Guerra. As armas nucleares de então garantiram um equilíbrio de Guerra Fria. Finda esta, os americanos não levam nada nas guerras quentes. Ferraram Saddan, ferraram Kadhafy e fizeram a lambança da guerra civil na Síria.

Mas não levaram nada do petróleo e nem dos pontos estratégicos que estes três países possuem. Perderam tudo na Ucrânia. Os europeus ocidentais estão ainda obedientes a Washington, mas irritados com Trump.

Trump foi impedido de bombardear o Irã dez dias atrás porque foi informado na última hora que perderia ali não apenas uma guerra quente, perderia a reeleição no ano que vem.

A única região do mundo em que os Estados Unidos, sem guerra fria, sem guerra quente, estão vencendo é a América do Sul. Já pegaram ou estão pegando quase tudo da Colômbia, da Argentina, do Equador etc.

Pegam o Brasil sonhando com a Venezuela. E pegam na maciota da chamada Guerra Híbrida porque no Brasil não há mais forças patrióticas ou nacionalistas entre os marajás no topo das corporações de servidores que conformam sistema de justiça com MP, os chefes do Poder Executivo, os altos oficiais das Forças Armadas e a elite burguesa, entre os poucos donos do oligopólio midiático do mainstream e os principais rentistas, ou seja, os banqueiros.

Nessa especulação de que são capitalistas internacionais que estão derrubando Moro, DD, Guedes, Bolsonaro, seus filhotes, milicianos e devotos temos de considerar que a sociedade dos maiores bilionários norte-americanos também está polarizada.

Triste é constatar que não parece haver ar democrático nas Forças Armadas, parece haver uma geração perdida de altos oficiais. Triste momento antinacional.

*Jornalista formado na PUC-Rio em 76. Morou dois anos em Roma. Trabalhou 20 anos no JB em várias funções, de secretário a colunista do Caderno B. Colaborou com o semanário Opinião nos anos 70. Organizou O Livro do Jobi, em 2002. Co-produziu o CD O Tom do Leblon com show na Plataforma, em 2003. Co-produziu o CD Lapa-Leblon, em 2004. Editou, no JB, em 2003, a publicação (lombada dura) dos 50 anos da Petrobras. Foi o pesquisador iconográfico do livro O Brasil e Os Holandeses, organizado por Paulo Herkenhoff. Produziu e editou, no JB, o Caderno Paralelos de Arte sobre a Colección Cisneros. É autor da entrevista Conversa entre Antonio Dias e Helio Oiticica, em 1981. Assinou reportagem de capa da Revista Sistema da Fecomércio-RJ, em 2005, sobre a Coleção Roberto Marinho. Foi o mediador, em 2006 e 2007, do Arquivo Cultural, série de oito espetáculos com patrocínio da Petrobras no pátio do Arquivo Nacional, com mesa-redonda reunindo personalidades da cultura e da MPB. De fevereiro a novembro de 2008, editou o jornal diário, impresso, Correio da Baixada, do Grupo Monitor Mercantil. Lançou, em fins de fevereiro de 2009, o blogue-jornal Correio da Lapa, com edições diárias desde então.

“Vai ser o pior dia pra eles”, diz Greenwald sobre vazamentos de hoje

Hoje pela manhã, em seu Twitter, Glenn Greenwald, do Intercept, prometeu a publicação até o final do dia de novos vazamentos para a série de reportagens da “Vaza Jato”.

“É relativa a decisão da Segunda Turma do STF ao rejeitar uma liminar para libertar o petista. Tenho confiança de que, quando a discussão de mérito voltar, a suspeição do então juiz Sérgio Moro na condução dos processos contra o político deverá ser reconhecida.”

A afirmação é de Cristiano Zanin Martins, defensor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no STF.

Veja a verdade por trás da grande imprensa na página do The Intercept

logo Intercept BrasilO momento não é bom para a credibilidade da grande imprensa no Brasil.

A organização Repórteres Sem Fronteiras publicou seu ranking anual de liberdade de imprensa e o Brasil caiu para a 104ª posição, em parte devido à “propriedade dos meios de comunicação continuar concentrada nas mãos de famílias dominantes vinculadas à classe política.”

Eis que surge no horizonte a página eletrônica do “The Intercept Brasil”.

Aqueles leitores mais esclarecidos, que não se contentam com as manchetes triviais e nem sempre honestas da grande imprensa terão agora um refúgio na leitura das reportagens do The Intercept.

Brasil, o grande alvo dos EUA.

GlennGreenwald_bioO jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que revelou os documentos secretos obtidos por Edward Snowden, disse em entrevista por telefone ao UOL que o Brasil é o maior alvo das tentativas de espionagem dos Estados Unidos. “Não tenho dúvida de que o Brasil é o grande alvo dos Estados Unidos”, disse o jornalista, que promete trazer novas denúncias. “Vou publicar todos os documentos até o último documento que deva ser publicado. Estou trabalhando todo dia.”

Greenwald revelou esta semana, em reportagem em conjunto com o programa “Fantástico”, da TV Globo, que o governo americano espionou inclusive os e-mails da presidente Dilma Rousseff e de seus assessores próximos.

Snowden era técnico da NSA, a agência de segurança americana, e revelou ao jornal britânico “The Guardian”, onde Greenwald é colunista, o escândalo de espionagem norte-americano.

O governo brasileiro já cobrou uma resposta formal e por escrito à Casa Branca. Em nota, o Departamento de Estado americano disse na terça-feira (3) que “responderá pelos canais diplomáticos” aos questionamentos do Brasil. O departamento não comenta publicamente as denúncias, mas afirma que os EUA “sempre deixaram claro que reúnem inteligência estrangeira”. Para o jornalista, o Brasil tem de dar uma resposta “enérgica” e “menos vaga” aos EUA.

Segundo Greenwald, o que motiva os EUA a espionar até mesmo aliados é o desejo por poder. “Sempre que os Estados Unidos estão fazendo espionagem o poder deles aumenta muito. Então, para saber tudo o que eles querem fazer, coletam tudo o que for possível. Mas com certeza é para obter vantagens industriais e também por questões de segurança nacional.”

antonietasemana

Banner Bella Vista

Imprensa ameaçada: Governo britânico exige destruição de material do The Guardian

Da Ansa para o R7

O diretor do jornal britânico The Guardian, Alan Rusbridger, afirmou nesta terça-feira (20) que as autoridades britânicas obrigaram o veículo a destruir todas as informações e os documentos ligados às revelações do ex-analista dos serviços de inteligência norte-americanos Edward Snowden.

O Guardian foi o primeiro jornal a publicar as supostas violações das agências de espionagem americanas e britânicas. Os artigos foram assinados pelo colunista Glenn Greenwald, que mora no Rio de Janeiro com o companheiro, o brasileiro David Miranda, detido e interrogado no aeroporto de Londres, no último domingo (18), por quase nove horas.

Em uma matéria publicada hoje no jornal, Rusbridger relata a destruição dos documentos, ocorrida há cerca de um mês.

O diretor explicou que foi contatado por um importante funcionário do governo que, após dois encontros, pediu a entrega o a destruição dos documentos sobre os quais os jornalistas do Guardian estavam trabalhando.

— Esse foi um dos momentos mais bizarros da história do jornal.

Rusbridger ressaltou que os peritos do governo “estavam presentes no momento da destruição, ocorrida no porão do Guardian, de hard disks de computadores, para ter certeza de que nada pudesse constituir uma fonte de interesse para eventuais agentes chineses”.

Segundo o diretor, a destruição dos documentos, junto a detenção por nove horas no aeroporto de Heatrow do brasileiro David Miranda, demonstra que a liberdade de imprensa está ameaçada.

arquiteco alterado banner

 

????????????